Liturgia Diária 21/JUL/13

LEITURA DIÁRIA DA PALAVRA — 21/JUL/2013 (domingo)

Marta e Maria

Lc 10,38-42 (marta e maria)

LEITURAS:

Leitura retirada do Livro do Gênesis (Gn 18,1-10a)

(A aparição de Mambré)

Livro do Gênesis.

Naqueles dias, o Senhor apareceu a Abraão junto ao carvalho de Mambré, quando ele estava sentado à entrada de sua tenda, no maior calor do dia. 2 Levantando os olhos, Abraão viu três homens de pé, perto dele. Assim que os viu, correu ao seu encontro e prostrou-se por terra. 3 E disse: “Meu Senhor, se ganhei tua amizade, peço-te que não prossigas viagem, sem parar junto a mim, teu servo. 4 Mandarei trazer um pouco de água para vos lavar os pés, e descansareis debaixo da árvore. Farei servir um pouco de pão para refazerdes vossas forças, antes de continuar a viagem. Pois foi para isso mesmo que vos aproximastes do vosso servo”. Eles responderam: “Faze como disseste”. 6 Abraão entrou logo na tenda, onde estava Sara, e lhe disse: “Toma depressa três medidas da mais fina farinha, amassa alguns pães e assa-os”. 7 Depois, Abraão correu até o rebanho, pegou um bezerro dos mais tenros e melhores, e deu-o a um criado, para que o preparasse sem demora. 8 A seguir, foi buscar coalhada, leite e o bezerro assado, e pôs tudo diante deles. Abraão, porém, permaneceu de pé, junto deles, debaixo da árvore, enquanto comiam. 9 E eles lhe perguntaram: “Onde está Sara, tua mulher?” “Está na tenda”, respondeu ele. 10a E um deles disse: “Voltarei, sem falta, no ano que vem, por este tempo, e Sara, tua mulher, já terá um filho”.

— Palavra do Senhor.

— Graças a Deus!

Salmo retirado do Livro dos Salmos (Sl 14,2-3a.3cd-4ab.5 (R. 1a))

(O hóspede de Iahweh)

— 1a Senhor, quem morará em vossa casa?

1a Senhor, quem morará em vossa casa?

— 2 É aquele que caminha sem pecado / e pratica a justiça fielmente; 3a que pensa a verdade no seu íntimo 3b e não solta em calúnias sua língua.

— 3c Que em nada prejudica o seu irmão, 3d nem cobre de insultos seu vizinho; 4a que não dá valor algum ao homem ímpio, 4b mas honra os que respeitam o Senhor.

— Não empresta o seu dinheiro com usura, / nem se deixa subornar contra o inocente. Jamais vacilará quem vive assim!

Leitura retirada do Livro da Carta de São Paulo apóstolo aos Colossenses (Cl 1,24-28)

(Lutas de Paulo a serviço dos gentios)

Carta de São Paulo apóstolo aos Colossenses.

Irmãos: 24 Alegro-me de tudo o que já sofri por vós e procuro completar em minha própria carne o que falta das tribulações de Cristo, em solidariedade com o seu corpo, isto é, a Igreja. 25 A ela eu sirvo, exercendo o cargo que Deus me confiou de vos transmitir a palavra de Deus em plenitude: 26 o mistério escondido por séculos e gerações, mas agora revelado aos seus santos. 27 A estes Deus quis manifestar como é rico e glorioso entre as nações este mistério: a presença de Cristo em vós, a esperança da glória. 28 Nós o anunciamos, admoestando a todos e ensinando a todos, com toda a sabedoria, para a todos tornar perfeitos em sua união com Cristo.

— Palavra do Senhor.

— Graças a Deus!

Leitura retirada do Livro do Evangelho de Jesus Cristo segundo Lucas (Lc 10,38-42)

(Marta e Maria)

— O Senhor esteja convosco.

— Ele está no meio de nós.

— PROCLAMAÇÃO do Evangelho de Jesus Cristo, segundo Lucas.

— Glória a vós, Senhor!

Naquele tempo, 38 Jesus entrou num povoado, e certa mulher, de nome Marta, recebeu-o em sua casa. 39
Sua irmã, chamada Maria, sentou-se aos pés do Senhor, e escutava sua palavra. 40 Marta, porém, estava ocupada com muitos afazeres. Ela aproximou-se e disse: “Senhor, não te importas que minha irmã me deixe sozinha, com todo o serviço? Manda que ela me venha ajudar!” 41 O Senhor, porém, lhe respondeu: “Marta, Marta! Tu te preocupas e andas agitada por muitas coisas. 42 Porém, uma só coisa é necessária. Maria escolheu a melhor parte e esta não lhe será tirada”.

— Palavra da Salvação.

— Glória a vós, Senhor!

LEITURA ORANTE:

… Oração Inicial… (querer)

Preparo-me para a Leitura Orante, em sintonia com todas as pessoas conectadas para meditar e viver a Palavra. Juntas rezamos:

Espírito Santo que procede do Pai e do Filho, tu estás em mim, falas em mim, rezas em mim, ages em mim.

Ensina-me a fazer espaço à tua palavra, à tua oração, à tua ação em mim para que eu possa conhecer o mistério da vontade do Pai.

Amém.

… Eu sou o CAMINHO… (ler…)

O que diz o texto do dia?

Leio atentamente, na Bíblia, o texto: Lc 10,38-42 e observo pessoas, palavras, relacionamentos com Jesus.

Jesus chama a atenção de Marta. Mas ela não foi censurada porque estava trabalhando, mas porque estava “agitada, ansiosa, inquieta por tantas coisas”.

Maria é elogiada não por estar sentada, acomodada, mas por estar “à escuta da Palavra”.

A escuta da Palavra de Deus deve ter prioridade em relação as nossas ocupações do dia-a-dia.

A preocupação e a correria pelo trabalho, não só causam cansaço e até estresse; mas podem também reduzir nossa atividade a simples barulho, se não houver uma pausa para a escuta da Palavra. Jesus nos quer ensinar que – escuta da Palavra e trabalho – não devem constituir um dualismo. Tanto uma como outra são atividades que nos acompanham e nos sustentam.

O Evangelho de hoje não conclui qual foi a decisão de Marta, após as palavras de Jesus. Provavelmente foi se acalmar aos pés do Mestre. E, no fim deste momento especial, Maria e Marta foram, juntas, preparar a refeição.

… a VERDADE… (refletir e meditar…)

O que o texto diz para mim, hoje?

Como me organizo em minhas atividades?

Tenho muitas preocupações e agito-me com muitas coisas como Marta?

Ou, sou capaz de escolher a “melhor parte”, à escuta da Palavra? Como Marta implico-me que outras pessoas ficam tranquilas, “sentadas”, em oração ou à escuta da Palavra?

Consigo ser uma pessoa ativa e reflexiva, ao mesmo tempo? Os bispos na conferência de Aparecida disseram: “Para ficar parecido verdadeiramente com o Mestre é necessário assumir a centralidade do Mandamento do amor, que Ele quis chamar seu e novo: “Amem-se uns aos outros, como eu os amei” (Jo 15,12). Este amor, com a medida de Jesus, com total dom de si, além de ser o diferencial de cada cristão, não pode deixar de ser a característica de sua Igreja, comunidade discípula de Cristo, cujo testemunho de caridade fraterna será o primeiro e principal anúncio, “todos reconhecerão que sois meus discípulos” (Jo 13,35).”
(DAp 138).

… e a VIDA… (orar…)

O que o texto me leva a dizer a Deus?

Rezo, espontaneamente, com salmos ou outras orações e concluo:

Espírito vivificador, a ti consagro o meu coração: aumenta em mim o amor a Jesus, Vida da minha vida.

Faze-me sentir filho amado do Pai.

Amém.

Qual deve ser a MISSÃO em minha VIDA hoje? (contemplar e agir…)

Qual meu novo olhar a partir da Palavra?

Meu novo olhar é hoje direcionado à centralidade do mandamento do amor. Não me deixarei vencer pela ansiedade, pela agitação. Terei meu olhar voltado para o que é mais importante.

BÊNÇÃO:

– Deus nos abençoe e nos guarde. Amém.

– Ele nos mostre a sua face e se compadeça de nós. Amém.

– Volte para nós o seu olhar e nos dê a sua paz. Amém.

– Abençoe-nos Deus misericordioso, Pai e Filho e Espírito Santo. Amém.

REFLEXÕES:

(4) – JESUS ACEITA O CONVITE DAS DUAS IRMÃS

O evangelho deste domingo está situado na parte central de Lucas, a “subida de Jesus para Jerusalém”.

É preciso, como ponto de partida, eliminar um equívoco, a saber, a oposição entre ação e contemplação. Neste caso, Jesus daria prioridade à contemplação sobre a ação.

Aqui, a questão é bem outra: trata-se de receber Jesus, de recebê-lo de verdade.

Foi Marta quem o recebeu: “… e uma mulher, de nome Marta, o recebeu em sua casa” (v. 38). Daí que é não só precipitado, mas uma má leitura do texto, desqualificá-la. Jesus aceita o convite de Marta. Aliás, ele espera ser convidado: “… eis que estou à porta e bato: se alguém ouvir a minha voz e abrir a porta, entrarei em sua casa e cearei com ele, e ele comigo” (Ap 3,20). Nós temos sempre uma porta a abrir para acolher Jesus.

A fé em Jesus é hospitalidade – trata-se de recebê-lo em si, em sua intimidade pessoal e familiar. E recebê-lo bem! Receber bem é deixar o outro falar e se dispor a ouvi-lo. Escutar é um trabalho, exige esforço.

Frequentemente, há muito barulho à nossa volta, muito barulho em nós. Escutar alguém exige atenção. Escutar distraidamente, continuando a fazer as tarefas, é um modo de dizer àquele que fala que o que ele diz não tem nada de decisivo ou de importante. Escutar alguém exige, como ponto de partida, admitir que ele possa ter razão no que diz. Nosso relato tem um valor simbólico. Ele responde a uma questão fundamental para o cristão: o que é ser, realmente, discípulo de Jesus? A lição deste episódio é que ele não opõe duas opções. Ele afirma uma prioridade: escutar, receber uma palavra que se instala em nós como um hóspede se instala em nossa casa.

O erro de Marta foi ter obstruído este tempo de escuta, de ter considerado que receber Jesus é simplesmente preparar a mesa, pôr pequenos pratos, como é o costume até hoje no Oriente. Marta queria fazer-se apreciar.

Tal zelo acaba se transformando em tristeza, amargura, inveja; ela estima que o seu trabalho não é reconhecido o bastante: “Senhor, não te importas que minha irmã me deixe sozinha com todo o serviço? Manda, pois, que ela venha me ajudar!” (v. 40).

O texto é um apelo a dar prioridade a uma palavra que precede tudo e que nos faz agir em consequência dela.

(Carlos Alberto Contieri).

(6) – TER O SENHOR COMO NOSSA PRIORIDADE

O Senhor deve ser o centro de nossas vidas, temos que colocá-Lo como prioridade no nosso dia a dia.

“Marta recebeu Jesus em sua casa e sua irmã chamada Maria sentou aos pés do Senhor e escutava sua Palavra” (Lc 10, 38-39).

Nós temos a graça de celebrar, neste domingo, o modelo de duas seguidoras de Jesus. Marta e Maria, irmãs de Lázaro, têm a graça de receber Jesus em sua casa e, no mesmo momento, manifestarem seu jeito de servir ao Senhor.

Marta é ocupada com os afazeres. Claro que ela compreendia a importância de Jesus, mas tinha suas obrigações, e o Senhor já é tido como “um de casa”. Por isso, ela se preocupa em deixar a casa arrumada para Ele.

Já Maria faz questão de mostrar que, primeiro, ela quer estar aos pés do Mestre, ouvindo Sua palavra. Não é que Maria não tinha seus afazeres, mas, naquele momento, ela escolheu a melhor parte.

Nós estamos atarefados demais, até mesmo com muitos serviços na Igreja, e não temos tempo de escutar o Senhor. É perceptível aos olhos a dificuldade que muitas pessoas vivem por não terem tempo de cultivar uma intimidade por meio da adoração, colocando-se aos pés do Mestre para escutá-lo.

Hoje, somos chamados pelo Senhor a priorizá-Lo. Fazer isso não significa ter muitas tarefas, mas ter um tempo reservado para conhecer a Palavra, colocar-se na sua presença do Senhor e aprender a ouvir o que brota do Seu coração.

Deus abençoe você!

(Pe. Roger Araújo).

(7) – A MELHOR PARTE

A cena evangélica desafia-nos a fazer uma leitura integrativa, sem contrapor Maria e Marta, como se uma fosse símbolo da ação e a outra, da contemplação, como se uma tivesse feito uma ação louvável e a outra, uma ação censurável. Portanto, quando Jesus fala que Maria escolheu a melhor parte, pensa-se logo que a contemplação é mais importante que a ação ou, mais radicalmente, a contemplação pode prescindir da ação.

Tanto a atitude de Maria quanto a de Marta foram de carinhosa acolhida a Jesus e a seus discípulos. A primeira deteve-se a escutar o amigo recém-chegado, enquanto a outra pôs-se a preparar uma refeição para esses hóspedes. Diante de amigos com fome, nada melhor do que oferecer-lhes algo para restaurar as forças. O erro de Marta consistiu em não começar por acolher a quem chegava, talvez depois de um longo período de ausência. Era preciso acolher o Mestre, antes de pôr-se em ação. Afinal, Jesus estava mais interessado em partilhar alguns momentos de convívio com uma família amiga do que em degustar uma excelente refeição.

No caso de Maria, sua amabilidade inicial transformar-se-ia em insensibilidade, se fosse incapaz de perceber a situação dos amigos e não se apressasse em dar-lhes comida. Ela, porém, agiu corretamente. Sua ação foi precedida da escuta da palavra do Mestre. Ou seja, a contemplação culminou e expressou-se na ação caridosa para com os visitantes.

Oração: Espírito de contemplação, ensina-me a inspirar o meu agir na escuta atenta da Palavra, de forma que minhas ações sejam expressão de comunhão com o Senhor.

(Pe. Jaldemir Vitório).

(10) – BOA NOVA PARA CADA DIA

Senhor, quem morará em vossa casa?

Primeira Leitura: Gênese 18,1-10a.

Meu Senhor, se ganhei tua amizade, peço-te que não prossigas viagem sem parar junto de mim seu servo (Gn 18,3).

Lemos nesta Primeira Leitura aquela passagem do livro de Gênese em que Deus aparece a Abraão na figura de três pessoas. Assim que os viu, Abraão correu ao seu encontro e prostrou-se por terra (ver Gn 18,3). Ele estava diante de seu Deus.

Como Abraão soube que era Deus quem o visitava?

O texto de Gênese não explica, mas simplesmente diz que naquelas três pessoas Abraão reconheceu seu Deus, que antes se manifestara a ele em diferentes maneiras, e que lhe mudara o nome de Abrão a Abraão (ver Gn 17,5).

Ora, Abraão já tinha progredido espiritualmente para saber distinguir seu Deus de outras pessoas. E foi naqueles três homens que identificou seu Deus sem a menor dúvida.

Parecia que os três estavam apenas de passagem e não se deteriam na tenda de Abraão.

Isto não nos recorda a presença misteriosa de Jesus caminhando ao lado dos discípulos de Emaús?

Como os discípulos de Emaús pediram a Jesus que ficasse com eles no albergue, do mesmo modo Abraão pede que os três se detenham junto de sua tenda: “Meu Senhor, se ganhei tua amizade, peço-te que não prossigas viagem sem parar junto de mim seu servo” (ver Gn 18,3).

Abraão preparou a melhor recepção e refeição que pôde e a ofereceu a seus hóspedes:

– Água para lavar os pés: era norma de boa educação para com visitantes.

– Descanso à sombra da árvore enquanto a refeição não ficava pronta.

– Em seguida, mandou que Sara preparasse os pães e os assasse para os três.

– Depois, entregou a um criado um bezerro tenro para que o preparasse depressa como carne para a refeição. Preparado o bezerro, Abraão o serviu com coalhada aos hóspedes.

Todos estes detalhes nos mostram quanto Deus significava para Abraão. O que ele tinha a oferecer era pouco e simples. Eram gestos de boa educação e alimentação rústica como a dos beduínos.

Deus não reparou na simplicidade daquela hospitalidade e refeição. Pelo contrário, ficou satisfeito.

Como demonstração desta gratidão divina, Deus retribuiu com uma promessa: “Voltarei, sem falta, no ano que vem, por este tempo, e Sara, tua mulher, já terá um filho” (ver Gn 18,10a).

E aqui termina nossa Primeira Leitura.

O que veio depois?

Sabemos que, de fato, Sara teve um filho, Isaque (ver Gn 21,1-3), um ano depois que Deus visitara seu marido e ela naquela tarde quente de verão.

Aqui está dito o mais importante desta leitura: aquele casal idoso, incapaz de gerar filhos, por um milagre de Deus terá uma descendência. De Isaque nascerão Esaú e Jacó, e destes todo o Povo Eleito de Deus. E tudo tinha começado no dia em que Deus se revelara pela primeira vez a Abraão, prometendo-lhe uma grande descendência.

Considerando a descendência de Abraão, muito mais tarde São Paulo dirá: “esta descendência é Cristo” (ver Gl 3,16), no qual todos os batizados estão incorporados formando um só corpo, a Igreja (ver Gl 3,29; Cl 1,18; Ef 5,23).

Para nossa reflexão, esta Primeira Leitura oferece a contemplação de todas as coisas que Abraão fez para dar boa hospedagem a Deus junto de sua tenda. Pensemos nesta solicitude respeitosa e nesta adoração de Abraão ao seu Deus.

Quando Jesus Cristo vier, muito tempo depois de Abraão, será “Deus conosco” (ver Mt 1,23): não só Deus nos visitará na pessoa do Seu Filho Encarnado, como Deus nos fará habitar, já nesta terra, em Sua Casa, a Igreja, onde o Espírito Santo tem Seu Templo (ver 1Cor 6,19).

Salmo Responsorial: Sl 14 (15),2-3ab. 3cd-4ab.5 (R/1a).

Senhor, quem morará em vossa casa? [Sl 14(15),1].

Para o salmista que fez esta pergunta a Deus, era importante saber quais condições Deus requeria para que os homens pudessem habitar em seu Templo.

Naquele tempo, a morada de Deus na terra era o Templo de Jerusalém.

Ali era permitido entrar só quem estivesse preparado conforme as prescrições litúrgicas.

E, mais importante, era necessário ter a purificação do coração adequada para comparecer diante de Deus.

De fato, o Salmo enumera estas condições:

1 – levar uma vida sem pecado: versículo 2a;

2 – praticar a Justiça, isto é, um comportamento reto exigido no relacionamento com o Deus de Israel conforme a Lei: versículo 2b;

3 – ser autêntico, por dentro e por fora: versículo 3a;

4 – não caluniar: versículo 3b;

5 – não prejudicar seu irmão: versículo 3c;

6 – não insultar os vizinhos: versículo 3d;

7 – não elogiar quem não cumpre deveres religiosos, os ímpios: versículo 4a;

8 – pelo contrário, honrar os que respeitam a Deus: versículo 4b;

9 – não emprestar dinheiro para ter lucro: versículo 5a;

10 – não lucrar enganando os inocentes: versículo 5b.

São dez preceitos, como dez são os Mandamentos. Contudo, estes preceitos são mais simples que os Mandamentos.

É claro que não havia lugar, no Templo de Jerusalém, para todas as pessoas que preenchessem estas condições.

Então, o que o salmista quis dizer?

O salmista, na verdade, está indicando, em primeiro lugar, as normas espirituais para que a pessoa permaneça em União com Deus. Afinal, era isto que todo israelita desejava.

Estar com Deus: aí está o mais importante da vida de quem tem fé.

O Salmo, portanto, nos dá estas indicações. Se as adaptamos ao nosso tempo, podemos cumpri-las e viver em União com Deus.

Perguntemos: será que Jesus, “Deus conosco”, enquanto homem, cumpriu estas condições?

A resposta sem dúvida é “sim”.

Jesus foi, antes de mais ninguém, o Templo de Deus na terra.

Não foi isto que Ele disse quando expulsou os vendilhões do Templo?

Ele disse, naquela ocasião: “Destruí este Templo e em três dias eu o levantarei” (ver Jo 2,19).

A comunidade cristã é o Templo do Espírito Santo, como diz São Paulo em 1 Coríntios 6,19: “vós sois o templo do Espírito Santo, que habita em vós, proveniente de Deus; não sois de vós mesmos”.

Portanto, somos de Deus, sua morada na terra.

Segunda Leitura Colossenses 1,24-28 e Lucas 10,38-42.

A (seus santos) Deus quis manifestar… este mistério: a presença de Cristo em vós, a esperança da glória (Cl 1,26.27).

Quando o anjo anunciou a Maria o nascimento de seu Filho, Filho de Deus, disse que seu nome seria “Deus conosco” (ver Mt 1,23).

Jesus Cristo disse, quando subia ao céu, que estaria conosco todos os dias até o fim do mundo (ver Mt 28,20).

Antes que São Mateus escrevesse seu Evangelho, a comunidade cristã já sabia destas informações sobre Jesus, isto é, que Ele está sempre unido a sua Igreja.

Na pregação de São Paulo, isto foi lembrado, mas de modo mais profundo, como ele mesmo deixou escrito nesta epístola aos Colossenses.

São Paulo fala da “presença de Cristo” no meio da comunidade como um fato normal. Os cristãos de Colossos podiam confirmar o que São Paulo disse, porque esta era a experiência espiritual de Jesus que tinham no meio deles.

São Paulo disse também que esta presença de Jesus no meio da comunidade era esperança da Glória.

O que isto significa?

A Glória é expressão da presença de Deus ao se revelar com esplendor e poder a Seu Povo, desde os tempos do Antigo Testamento. Diz o Salmo 18(19),1: “… os céus manifestam a glória de Deus”. E 1 Crônicas 29,9 diz: “Tua é, Senhor, a magnificência, o poder, a honra, a vitória e a majestade…”.

A esperança da Glória é a esperança de morar na casa de Deus, como nos diz o Salmo responsorial. São Paulo promete aos cristãos morar na casa de Deus onde sua Glória resplandece para sempre.

Ora, isto será a Vida Eterna, onde nossas esperanças todas de União com Deus estarão cumpridas. Então, haverá somente o Amor pleno a Deus e de Deus a nós: isto é a Caridade, que jamais passará (ver 1Cor 13,8), depois que a Fé e a Esperança encontrarem o que desejam, isto é, Deus na Vida Eterna.

Evangelho: Lucas 10,38-42.

Jesus entrou em um povoado, e certa mulher, de nome Marta, recebeu-o em sua casa (Lc 10,38).

Meditamos muitas vezes na acolhida que Marta e Maria deram a Jesus. No dia 29 deste mês, a liturgia celebrará Santa Marta, e poderemos retomar o mesmo Evangelho deste domingo.

Concentremos nossa atenção na dedicação de Marta: tanto a espiritual como a material. A mais importante foi sua atitude espiritual. Ela toma iniciativa de receber Jesus em sua casa.

Marta, antes de receber Jesus em sua casa, acolheu-o em seu coração.

Ela sabia quem Jesus era e qual missão Ele recebera de Deus. Para um homem tão importante como este, a melhor acolhida devia ser oferecida, pensou Marta.

E assim, de coração preparado, foi fazer a refeição para Jesus.

Ele tinha caminhado pelas estradas poeirentas, estava com sede e fome.

Em tudo isso Marta pensou. Fez tudo com total dedicação e com o coração alegre.

Não foi o mesmo que pensou Abraão quando Deus se apresentou diante de sua tenda na figura de três pessoas?

Foi o que lemos na Primeira Leitura de hoje.

E no Salmo responsorial vimos dez preceitos para preparar alguém para morar na “Casa do Senhor”. Marta, Lázaro e Maria, seus irmãos, deviam cumprir aqueles dez preceitos como bons israelitas.

Na Segunda Leitura, São Paulo dissera aos Colossenses: “A (seus santos) Deus quis manifestar… este mistério: a presença de Cristo em vós, a esperança da glória” (Cl 1,26.27).

Mesmo atarefada e sem se dar conta disso, Marta vivia a presença de Cristo em sua casa. Ela foi recompensada com a esperança da glória futura de Cristo no fim dos tempos. De fato, acreditando na ressurreição no último dia (ver Jo 11,24), viu antecipadamente a Ressurreição dos mortos no milagre que Jesus fizera ressuscitando Lázaro (ver Jo 11,43).

Para concluir nossa meditação sobre a Liturgia da Palavra neste domingo, precisamos recordar que as Leituras, o Salmo e o Evangelho nos ensinam como é necessário amar a Deus, desejar viver em União com Ele, viver já nesta terra o amor a Ele e o Dele por nós, e, enfim, alcançarmos a Vida Eterna depois que Deus nos ressuscitar no último dia.

De fato, não fomos criados para vivermos neste mundo eternamente, estamos aqui só de passagem, como peregrinos.

Nossa pátria é o céu, diz São Paulo em Filipenses 3,20, é o céu: “… pois a nossa pátria está nos céus, de onde também aguardamos o Salvador, o Senhor Jesus Cristo…, para nos levar para lá consigo”.

Será verdade?

Jesus dissera: “Ele mesmo vai nos preparar moradas no céu, para vivermos no amor de Deus para sempre” (ver Jo 14,2).

Como podemos ter esta certeza?

“Jesus disse que Ele e Deus virão morar no nosso coração” (ver Jo 14,23).

Portanto, a morada celeste será continuação desta já vivida na terra.

Pensemos nisto seriamente. Esta meditação pode mudar nossa vida profundamente.

(Pe. Valdir Marques).

(10) – MARTA E MARIA

Lc 10,38-42 / 16º domingo do Tempo Comum C

Hoje, a Liturgia, sempre acompanhando o evangelho de Lucas, conta a história anedótica de Marta e Maria (Lc 10,38-42). Jesus é recebido em casa das duas irmãs. Marta, como exige a generosa hospitalidade oriental, se dedica à preparação de uma boa janta. Maria, ao contrário, está sentada aos pés do Mestre, escutando suas parábolas, suas histórias didáticas, suas opiniões sobre a Lei de Moisés e as considerações morais que costumava fazer. Então, o espírito de empreendimento em Marta (ou, quem sabe, o ciúme) reclama: “Senhor, não lhe importa que minha irmã me deixe fazer sozinha todo o serviço?” A resposta de Jesus surpreende (como sempre): “Marta, Marta, tu te agitas por muitas coisas. Uma só, porém, é necessária. É Maria quem escolheu a melhor parte, e esta não lhe será tirada”.

Estaria Jesus aconselhando sombra e água fresca?

Antes de tirar conclusões precipitadas, é bom ver o que Jesus está fazendo mesmo. Está falando do Reino. E, quanto a Maria, ela não está propriamente descansando na sombra ou lagarteando na praia. Está escutando.

A primeira palavra que o judeu piedoso reza de manhã, a primeira palavra que ressoa a cada sábado na sinagoga é: “Escuta!”. “Escuta, Israel, o Senhor nosso Deus é o Senhor que é Um só”. E segue o preceito de amá-lo com todo o coração, com toda a alma e com toda a força (Dt 6,4). É o que Maria está fazendo: escutando e amando.

E a janta?

Jesus acha que é mais importante escutar sua mensagem que preparar a janta. Não veio à casa de Marta e Maria para jantar. Um pedaço de pão se arruma em qualquer lugar junto aos generosos camponeses do Oriente. Ele veio para transmitir sua palavra, a palavra de Deus. Esta é a necessidade que ele, Jesus, vem suprir. Sua visita não é um gesto social. É uma missão profética. Chega como porta-voz de Deus, seu Pai e nosso Pai (logo depois, o evangelho de Lucas ensina a oração do Pai-Nosso e o pedido do pão de cada dia: Lc 11,1-4).

Escreve Isidoro Mazzarollo: “A advertência a Marta é a mesma que pode ser feita a muita gente, hoje, que faz de tudo, sobretudo o que quer e gosta, mas se esquece de ouvir o Mestre e de pôr seu ensinamento em prática” (Lucas. São Paulo: Loyola, 1994, p.54. Col. A Bíblia Passo a Passo). A atividade que não brota do escutar a Deus não tem garantia de ser produtiva para o Reino do Pai. Nosso agir deve estar enraizado na escuta do desejo do coração de Deus — que Jesus veio dar a conhecer. Senão, podem ser tempo e esforço perdidos.

Jesus não é contra o fazer, o trabalho. Jesus contou a parábola do homem que construiu sua casa com bons fundamentos. Mas este homem trabalhador é exatamente aquele que escuta a palavra e a põe em prática (Lc 6,47-49).

Primeiro, ele escuta.

O espírito de empreendimento é bom, desde que esteja enraizado na vontade de Deus que, com amor, escutamos em seus porta-vozes. Estes porta-vozes são diversos. São todos aqueles que nos lembram o amor que o Pai tem para todos nós. Desde os padres no sermão (se chegam a dizer algo) até os mendigos na rua…

A palavra acolhida com amor é que produz a verdadeira dedicação, o empreendimento cristão. O cristão deve saber que seu agir não tem garantia se ele não o confere sempre com a vontade do Pai. Agir por agir, agir só porque está no programa não é cristão. Doar-se, no trabalho, por amor àqueles que a vontade “escutada” do Pai nos apresenta, isso sim.

O nosso trabalho, muitas vezes, nos é roubado, ou “alienado”, como dizem os sociólogos: trabalhar duro por um salário mínimo é uma alienação. Alguém está roubando o trabalho de tal trabalhador. Pior ainda se o que rouba nosso trabalho e desfaz o seu fruto é o próprio orgulho da gente: trabalhar só para aparecer, para ter o último modelo de carro importado, etc. é auto alienação.

O que Maria faz, ninguém lhe vai roubar. Porque o fruto de seu escutar repousa, definitivamente, no seu coração.

Mas só quem ama entende isso.

(Pe. Johan Konings).

(12) – JUNTAS, MARTA E MARIA ACOLHEM A SABEDORIA DE DEUS (1 COR 1,24)

A virtude não tem apenas um rosto. O exemplo de Marta e de Maria mostram-nos a devoção ativa nas obras de uma, e a atenção religiosa do coração à palavra de Deus na outra. Se a tal atenção estiver unida uma fé profunda, ela é preferível às obras: “Maria escolheu a melhor parte, que não lhe será tirada”. Esforcemo-nos portanto, também nós, por possuir aquilo que ninguém nos poderá tirar, escutando com ouvido atento e não distraído; porque por vezes acontece que o grão da palavra vinda do céu é tirado, se for semeado à beira do caminho (Lc 8, 5.12).

Anima-te pois pelo desejo de sabedoria, como Maria: essa é uma obra maior, mais perfeita. Que as preocupações com o serviço não te impeçam de acolher a palavra vinda do céu. Não critiques nem tenhas por ociosos os que vires ocupados em adquirir a sabedoria, pois Salomão, esse homem de paz, convidou-a para sua casa para que ficasse com ele (Sb 9,10). Não se trata, porém, de reprovar a Marta os seus bons serviços: Maria tem preferência porque escolheu uma parte melhor. Jesus tem múltiplas riquezas, e distribui-as com prodigalidade; a mulher mais sábia reconheceu e escolheu o que é mais importante.

Também os apóstolos entenderam que era preferível não abandonar a palavra de Deus para servir às mesas (At 6,2). Mas ambas as coisas são obras de sabedoria: Estêvão foi escolhido como servo, como diácono, e estava cheio de sabedoria (At 6, 5.8). […]. Com efeito, o corpo da Igreja é um, e se os seus membros são diversos, têm necessidade uns dos outros: “Não pode o olho dizer à mão: “não tenho necessidade de ti”, nem tampouco a cabeça dizer aos pés: “não tenho necessidade de vós” (1Cor 12,21). […] Se alguns membros são mais importantes, os outros são todavia necessários. A sabedoria reside na cabeça; a atividade, nas mãos.

(Santo Ambrósio (c. 340-397), bispo de Milão, doutor da Igreja – Comentário ao Evangelho de São Lucas, 7, 85-86; SC 52).

NINGUÉM AMA O QUE NÃO CONHECE

CELEBRAÇÃO DE HOJE

16º DOMINGO TEMPO COMUM (VERDE, GLÓRIA, CREIO – IV SEMANA DO SALTÉRIO)

RITOS INICIAIS:

– Monição Ambiental ou Comentário Inicial

Hospedar o próximo é acolher o próprio Deus!

Em união com a JMJ no Rio de Janeiro, com o coração em festa, acolhemos todos: jovens e adultos, crianças, adolescentes e idosos; homens e mulheres de todas as raças e nações, para celebrar nossa fé no Ressuscitado, que nos convoca e envia para a missão evangelizadora. Nesta celebração, o Senhor nos acolhe como hóspedes em sua casa e nos oferece a melhor parte: “Sua Palavra e o Pão da Vida”.

– Canto e Procissão de Entrada

– Antífona da entrada

É Deus quem me ajuda, é o Senhor quem defende a minha vida. Senhor, de todo o coração hei de vos oferecer o sacrifício e dar graças ao vosso nome, porque sois bom (Sl 53, 6.8).

– Saudação ao Altar e ao Povo Reunido

– Ato Penitencial

– Senhor, Tende Piedade

– Glória a Deus nas Alturas

– Oração do Dia ou Oração da Coleta

Ó Deus, sede generoso para com os vossos filhos e filhas e multiplicai em nós os dons da vossa graça, para que, repletos de fé, esperança e caridade, guardemos fielmente os vossos mandamentos. Por Nosso Senhor Jesus Cristo, Vosso Filho, na unidade do Espírito Santo.

LITURGIA DA PALAVRA:

– Monição para a(s) Leitura(s)

Deus nos fala.

Acolher é ser fiel ao mandamento novo, pois hospedar o outro é acolher Cristo. Jesus recomenda a não ocupar-se demasiadamente com muitas coisas, mas buscar a caridade essencial. Uma só coisa é necessária! A exemplo de Maria, saibamos buscar o fundamental: escutar Jesus.

– Silêncio

– Proclamação da 1ª Leitura

– Silêncio

– Proclamação do Salmo

– Silêncio

– Proclamação da 2ª Leitura

– Monição para o Evangelho

Aleluia, aleluia, aleluia, aleluia! (bis)

A tua Palavra é verdade, verdade falaste, Senhor! Senhor, fala e nos santifica, consagra-nos em teu amor.

– Canto de Aclamação

– Proclamação do Evangelho

– Homilia ou Pregação

– Profissão de Fé

– Oração Universal ou Oração dos Fiéis

Conforme nos orienta a IGMR, no Cap. II, LETRA B, números 69, 70 e 71, vamos deixar que cada Comunidade possa realizar a sua Oração Universal colocando nela, a sua realidade comunitária, não devendo esquecer que, normalmente serão estas as séries de intenções, além das pessoais de cada um, caso seja dada a oportunidade pelo celebrante ao povo de se expressar:

a) Intenções pelas necessidades da Igreja;

b) Intenções pelos poderes públicos e pela salvação de todo o mundo;

c) Intenções pelos que sofrem qualquer dificuldade;

d) Intenções pela comunidade local;

e) Intenções pessoais da comunidade.

LITURGIA EUCARÍSTICA / PREPARAÇÃO DAS OFERENDAS:

– Canto e Procissão das Oferendas

– Apresentação do Pão e do Vinho

– Presidente Lava as Mãos

– Orai, Irmãos!

– Oração sobre as Oferendas

Ó Deus, que no sacrifício da cruz, único e perfeito, levastes a plenitude os sacrifícios da antiga aliança, santificai, como o de Abel, o nosso sacrifício, para que os dons que cada um trouxe em vossa honra possam servir para a salvação de todos. Por Cristo, nosso Senhor.

LITURGIA EUCARÍSTICA / ORAÇÃO EUCARÍSTICA OU ANÁFORA:

– Prefácio e “Santo”

– Invocação do Espírito Santo

– Narrativa da Ceia

– Consagração do Pão e do Vinho

– “Eis o Mistério da Fé!”

– Lembra Morte e Ressurreição de Jesus

– Orações pela Igreja

– Louvor Final (Por Cristo…)

LITURGIA EUCARÍSTICA / RITO DA COMUNHÃO:

– Pai-Nosso (Oração do Senhor) e Oração seguinte

– Rito da Paz ou Saudação da Paz

– Fração do Pão

– Cordeiro de Deus

– Felizes os Convidados!

– Distribuição da Comunhão aos fiéis e Canto da Comunhão

– Silêncio Eucarístico ou Canto de Ação de Graças

– Antífona da Comunhão

O Senhor bom e clemente nos deixou a lembrança de suas grandes maravilhas. Ele dá o alimento aos que o temem (Sl 110,4s).

– Oração depois da Comunhão

Ó Deus, permanecei junto ao povo que iniciastes nos sacramentos do vosso reino, para que, despojando-nos do velho homem, passemos a uma vida nova. Por Cristo, nosso Senhor.

RITOS FINAIS OU RITOS DE ENCERRAMENTO:

– Comunicados e Convites

– Saudação e Bênção Final

– Despedida (Ide em Paz!)

FONTES DE CONSULTAS E PESQUISAS:

Vamos expor a seguir de onde pertencem os textos que nos preenchem todos os dias, nos dando um caminho com mais sabedoria, simplicidade e amor.

FONTE PRINCIPAL DE PESQUISA E INSPIRAÇÃO

bc3adblia1

FONTE DE CONSULTA – IGMR (INSTRUÇÃO GERAL DO MISSAL ROMANO – 1ª EDIÇÃO / 2008)

IGMR

REFLITA:

O importante não é a pessoa que escreve, mas quem foi que inspirou essa pessoa a escrever.

O importante não é como se lê o que está escrito, mas como se age.

O importante não é sentar-se à direita ou à esquerda do Pai, mas sim, realizar o trabalho que Ele nos pede.

Ter conhecimento não é ter sabedoria, sabedoria é saber compartilhar o conhecimento.

(0) – Blog Liturgia Diária da Palavra de Deus (Reflexões e Comentários);

(1) – Periódico Mensal: Liturgia Diária (Editoras Paulinas e Paulus);

(2) – Periódico Mensal: Deus Conosco (Editora Santuário);

(3) – Portal Editora Santuário;

(4) – Portal Editora Paulinas;

(5) – Portal Editora Paulus;

(6) – Portal e Blog Canção Nova;

(7) – Portal Dom Total;

(8) – Portal Católica Net;

(9) – Portal Católico Orante;

(10) – Portal Edições Loyola Jesuítas;

(11) – Portal de Catequese Católica;

(12) – Portal Evangelho Quotidiano;

(13) – Blog Homilia Dominical;

(14) – Blog Liturgia Diária Comentada;

(15) – Portal CNBB (A Palavra de Deus na Vida);

(16) – Portal Catequisar: Catequese Católica;

(17) – Portal Universo Católico;

(18) – Portal Paróquia São Jorge Mártir;

(19) – Portal Catedral FM 106,7;

(20) – Portal Comunidade Católica Nova Aliança;

(21) – Portal Comunidade Resgate;

(22) – Portal Fraternidade O Caminho;

(23) – Portal Católico na Net;

(24) – Portal Evangeli.net;

(25) – Portal Padre Marcelo Rossi;

(26) – Portal Grupo de Oração Sopro de Vida;

(27) – Portal NPD Brasil.

(28) – Um Novo Caminho

MINHA MENSAGEM PESSOAL PARA MIM MESMO.

Mais vale o desconforto da VERDADE, do que a comodidade da MENTIRA.

E usando a essência da Oração da Serenidade, devo orar:

Ó meu Deus e Senhor, Pai de misericórdia e Salvação,

que em seu Filho Jesus perdoou os nossos pecados,

e com o seu Santo Espírito, paráclito nesse nosso mundo que caminha conosco,

apenas em Ti posso almejar a vida eterna, socorre-me e ouvi-me:

Se o ERRO está em mim, que DEUS possa me dar a HUMILDADE de aceitar que estou errado.

Que Jesus me dê a SERENIDADE, para aceitar que tem coisas que não posso mudar.

E que o Espírito Santo me dê a CORAGEM, suficiente para mudar aquelas coisas que dependem de mim, mesmo que sejam difíceis.

E para complementar os alicerces de orações da minha vida, faço como o santo Tomás de Aquino:

“Concede-me, Deus misericordioso, que deseje com ardor o que tu aprovas, que o procure com prudência, que o reconheça em verdade, que o cumpra na perfeição, para louvor e glória do teu nome.

Põe ordem na minha vida, ó meu Deus, e permite-me que conheça o que tu queres que eu faça, concede-me que o cumpra como é necessário e como é útil para a minha alma.

Concede-me, Senhor meu Deus, que não me perca no meio da prosperidade nem da adversidade; não deixes que a adversidade me deprima, nem que a prosperidade me exalte.

Que nada me alegre ou me entristeça para além do que conduz a ti.”

Viver CORRETO e falar a VERDADE hoje são tão difíceis quanto na época de Jesus, pois é muito mais fácil aceitar a MENTIRA e fazer o ERRADO.

Viver no CAMINHO, VERDADE E VIDA, que é o próprio Cristo Jesus, tem que ser uma caminhada diária.

O futuro é desejo e pensamento.

O passado é aprendizado e lembrança.

O hoje é realidade, isso quer dizer: CRISTO.

Meus amigos(as) de coração, meus irmãos(ãs) em Cristo Jesus, lembrem-se:

“Tu te tornas eternamente responsável por aquilo que cativas.”

“Não julgues para não seres julgados.”

“A quem é muito dado, muito será cobrado.”

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