Liturgia Diária 30/JUL/13

LEITURA DIÁRIA DA PALAVRA — 30/JUL/2013 (terça-feira)

Explicação da parábola do joio

Mt 13,36-43 (explicação da parábola do joio)

LEITURAS:

Leitura retirada do Livro do Êxodo (Ex 33, 7-11; 34, 5b-9.28)

(33,7-11: A Tenda / 34,5b-9.28: A Aliança)

Leitura do Livro do Êxodo.

Naqueles dias, 33,7 Moisés levantou a tenda e armou-a longe, fora do acampamento, e deu-lhe o nome de Tenda da Reunião. Assim, todo aquele que quisesse consultar o Senhor, saía pra a Tenda da Reunião, que estava fora do acampamento. 8 Quando Moisés se dirigia para lá, o povo se levantava e ficava de pé à entrada da própria tenda, seguindo Moisés com os olhos até ele entrar. 9 Logo que Moisés entrava na Tenda, a coluna de nuvem baixava e ficava parada à entrada, enquanto o Senhor falava com Moisés. 10 Ao ver a coluna de nuvem parada à entrada da Tenda, todo o povo se levantava e cada um se prostrava à entrada da própria tenda. 11 O Senhor falava com Moisés face a face, como um homem fala com seu amigo. Depois, Moisés voltava para o acampamento, mas o seu jovem ajudante, Josué, o filho de Nun, não se afastava do interior da Tenda. 34,5b Moisés permaneceu diante de Deus invocando o nome do Senhor. 6 O Senhor passou diante de Moisés, proclamando: “O Senhor, o Senhor, Deus misericordioso e clemente, paciente, rico em bondade e fiel, 7 que conserva a misericórdia por mil gerações, e perdoa culpas, rebeldias e pecados, mas não deixa nada impune, pois castiga a culpa dos pais nos filhos e netos, até à terceira e quarta geração!” 8 Imediatamente, Moisés curvou-se até o chão e, prostrado por terra, disse: “Senhor, se é verdade que gozo de teu favor, peço-te, caminha conosco; embora este seja um povo de cabeça dura, perdoa nossas culpas e nossos pecados e acolhe-nos como propriedade tua”. 28 Moisés esteve ali com o Senhor quarenta dias e quarenta noites, sem comer pão nem beber água, e escreveu nas tábuas as palavras da aliança, os dez mandamentos.

— Palavra do Senhor.

— Graças a Deus.

Salmo retirado do Livro dos Salmos (Sl 102, 6-7. 8-9. 10-11. 12-13 (R. 8a))

(Deus é amor)

— 8a O Senhor é indulgente, é favorável.

8a O Senhor é indulgente, é favorável.

— 6 O Senhor realiza obras de justiça / e garante o direito aos oprimidos; 7 revelou os seus caminhos a Moisés, / e aos filhos de Israel, seus grandes feitos.

— 8 O Senhor é indulgente, é favorável, / é paciente, é bondoso e compassivo. 9 Não fica sempre repetindo as suas queixas, / nem guarda eternamente o seu rancor.

— 10 Não nos trata como exigem nossas faltas, / nem nos pune em proporção às nossas culpas. 11 Quanto os céus por sobre a terra se elevam, / tanto é grande o seu amor aos que o temem;

— 12 quanto dista o nascente do poente, / tanto afasta para longe nossos crimes. 13 Como um pai se compadece de seus filhos, / o Senhor tem compaixão dos que o temem.

Leitura retirada do Livro do Evangelho de Jesus Cristo segundo Mateus (Mt 13,36-43)

(Explicação da parábola do joio)

— O Senhor esteja convosco.

— Ele está no meio de nós.

— Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo segundo Mateus.

— Glória a vós, Senhor.

Naquele tempo, 36 Jesus deixou as multidões e foi para casa. Seus discípulos aproximaram-se dele e disseram: “Explica-nos a parábola do joio!” 37 Jesus respondeu: “Aquele que semeia a boa semente é o Filho do Homem. 38 O campo é o mundo. A boa semente são os que pertencem ao Reino. O joio são os que pertencem ao Maligno. 39 O inimigo que semeou o joio é o diabo. A colheita é o fim dos tempos. Os ceifadores são os anjos. 40 Como o joio é recolhido e queimado ao fogo, assim também acontecerá no fim dos tempos: 41 O Filho do Homem enviará os seus anjos e eles retirarão do seu Reino todos os que fazem outros pecar e os que praticam o mal; 42 e depois os lançarão na fornalha de fogo. Ali haverá choro e ranger de dentes. 43 Então os justos brilharão como o sol no Reino de seu Pai. Quem tem ouvidos, ouça”.

— Palavra da Salvação.

— Glória a vós, Senhor.

LEITURA ORANTE:

… Oração Inicial… (querer)

Preparo-me para a Leitura Orante, rezando, com todos os internautas:

Em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo. Amém.

Espírito Santo que procede do Pai e do Filho, tu estás em mim, falas em mim, rezas em mim, ages em mim.

Ensina-me a fazer espaço à tua Palavra, tua oração, à tua ação em mim para que eu possa conhecer o mistério da vontade do Pai.

Amém.

… Eu sou o CAMINHO… (ler…)

O que diz o texto do dia?

Leio atentamente o texto: Mt 13,36-43.

Então Jesus deixou a multidão e voltou para casa. Os discípulos chegaram perto dele e perguntaram:

– Conte para nós o que quer dizer a parábola do joio.

Jesus respondeu:

– Quem semeia as sementes boas é o Filho do Homem. O terreno é o mundo. As sementes boas são as pessoas que pertencem ao Reino; e o joio, as que pertencem ao Maligno. O inimigo que semeia o joio é o próprio Diabo. A colheita é o fim dos tempos, e os que fazem a colheita são os anjos. Assim como o joio é ajuntado e jogado no fogo, assim também será no fim dos tempos. O Filho do Homem mandará os seus anjos, e eles ajuntarão e tirarão do seu Reino todos os que fazem com que os outros pequem e também todos os que praticam o mal. Depois os anjos jogarão essas pessoas na fornalha de fogo, onde vão chorar e ranger os dentes de desespero. Então o povo de Deus brilhará como o sol no Reino do seu Pai. Se vocês têm ouvidos para ouvir, então ouçam. Jesus, como bom Mestre, explica aos apóstolos a parábola do joio e do trigo. E é claro: Deus semeia boas sementes. O inimigo semeia o joio. O joio (em grego zizanion, cizânia) é uma gramínea que parecia muito com trigo até que amadurecesse. A “cizânia, capim-cevadinha, uma erva perturbadora nos trigais, parecida com trigo” acaba sendo trigo bastardo, com seus grãos são pretos.

O terreno é o mundo. Juntos são semeados: o trigo e o joio. O bem e o mal. Crescem juntos. Fala também da colheita. É nesta ocasião que o joio será queimado. Então, o Mestre diz que o joio são as pessoas que praticam o mal. Estas vão chorar e sofrer o desespero, enquanto que os bons, o povo de Deus brilharão como o sol no Reino de Deus.

… a VERDADE… (refletir e meditar…)

O que o texto diz para mim, hoje?

A vida é uma tensão contínua.

E por que o joio, essa erva perturbadora não é removida logo?

Não porque não está sugando o solo, e desafiando o trigo por nutrimento. Não porque não seja facilmente identificável, mas porque qualquer esforço para arrancar as ervas, crescidas, enraizadas e misturadas com o trigo, arranca também o trigo. É melhor esperar “até a colheita”. O final desta tensão será conforme as opções de cada um em ser trigo ou joio.

Faço parte do campo de Deus. Onde reconheço no mundo de hoje, o trigo e a cizânia?

Quais cizânias e quais trigos convivem comigo?

Os bispos na V Conferência, afirmaram: “A nova escala mundial do fenômeno humano traz consequências em todos os campos de atividade da vida social, impactando a cultura, a economia, a política, as ciências, a educação, o esporte, as artes e também, naturalmente, a religião. Interessa-nos, como pastores da Igreja, saber como este fenômeno afeta a vida de nossos povos e o sentido religioso e ético de nossos irmãos que buscam infatigavelmente o rosto de Deus, e que, no entanto, devem fazê-lo, agora desafiados por novas linguagens do domínio técnico, que nem sempre revelam, mas que também ocultam o sentido divino da vida humana redimida em Cristo. Sem uma clara percepção do mistério do Deus, torna-se opaco também o desígnio amoroso e paternal de uma vida digna para todos os seres humanos.” (DAp 35).

… e a VIDA… (orar…)

O que o texto me leva a dizer a Deus?

Rezo, com o bem-aventurado Tiago Alberione:

Jesus, Mestre, que eu pense com a tua inteligência, com a tua sabedoria.

Que eu ame com o teu coração.

Que eu veja com os teus olhos.

Que eu fale com a tua língua.

Que eu ouça com os teus ouvidos.

Que as minhas mãos sejam as tuas.

Que os meus pés estejam sobre as tuas pegadas.

Que eu reze com as tuas orações.

Que eu celebre como tu te imolaste.

Que eu esteja em ti e tu em mim. Amém.

Qual deve ser a MISSÃO em minha VIDA hoje? (contemplar e agir…)

Qual meu novo olhar a partir da Palavra?

Meu novo olhar é para identificar e cultivar o trigo na minha vida e na dos demais. Também para detectar o joio, o mal, o que me afasta de Deus.

BÊNÇÃO:

– Deus nos abençoe e nos guarde. Amém.

– Ele nos mostre a sua face e se compadeça de nós. Amém.

– Volte para nós o seu olhar e nos dê a sua paz. Amém.

– Abençoe-nos Deus misericordioso, Pai e Filho e Espírito Santo. Amém.

REFLEXÕES:

(4) – EM CRISTO, O MAL É VENCIDO

À parte, em casa, os discípulos pedem uma explicação da parábola do joio (vv. 24-30). Trata-se de uma aplicação posterior da parábola que anteriormente explicamos.

É bastante provável que a explicação da parábola não remonte a Jesus, mas às necessidades da pregação cristã posterior.

Jesus explicita um a um os termos da parábola (vv. 37-39). Apoiado por imagens de Sofonias 1,3 e de Daniel 12,3, Jesus compara a colheita ao juízo final (vv. 40-42). O versículo final afirma que o mal não triunfará: “Os justos brilharão como o sol no Reino de seu Pai” (v. 43).

É preciso tirar para vida cristã a conclusão e as consequências desta afirmação. Para os cristãos perseguidos e ameaçados por causa de sua fé, é preciso manter viva a esperança de que, em Cristo, o mal já foi vencido, por
isso não há o que temer, por que ele mesmo nos faz participantes de sua vitória sobre o mal e a morte.

(Carlos Alberto Contieri).

(6) – EVITEMOS O MAL DA FOFOCA

A primeira coisa a ser evitada é o mal da fofoca. Não fale daquilo que você não sabe, não diga aquilo que você não tem certeza.

Jesus, hoje, veio nos explicar a maravilha que é a parábola do joio. E o próprio Senhor nos mostra que a boa semente é Ele mesmo. O campo é o mundo onde nós vivemos. A boa semente, o trigo, são os que pertencem ao Reino. E o joio são aqueles que pertencem ao maligno.

O inimigo, aquele que semeia o joio, é o diabo. A colheita onde o joio será separado do trigo é o fim dos tempos.

Quem semeia o joio é o maligno, e nós não podemos compartilhar da sua ação, das suas maldades, das coisas ruins que ele faz na vida das pessoas, pois sabemos o quanto o joio nos atrapalha. Mais do que isso, sabemos o quanto o joio nos destrói!

O joio que o maligno semeia em nosso meio são as intrigas, as fofocas, as divisões, as mentiras. Nós já fomos vítimas das ações do inimigo, e sabemos o quanto as pessoas também o são, porque ele veio para separar, dividir, corroer e destruir aquilo que a boa semente, a Palavra de Deus, faz em nossa vida.

Quero chamar a sua atenção para que não sejamos objetos do mal, não sejamos usados para semear a discórdia.

Então, a primeira coisa a ser evitada é o mal da fofoca. Não falemos daquilo que não sabemos, não digamos aquilo que não temos certeza. E mesmo que saibamos e tenhamos a certeza do que estamos falando, não digamos nada se isso não fará bem a alguém.

Temos de ter muito cuidado com essas falsas pretensões de querer ajudar o outro, pois, no fundo, estamos semeando o mal e a discórdia em nosso meio. Não sejamos instrumento do mal. Sejamos o bom trigo do Coração de Jesus.

Deus abençoe você!

(Pe. Roger Araújo).

(7) – EXPLICAÇÃO NECESSÁRIA

Os discípulos não compreenderam a parábola do joio e do trigo. Sendo assim, como acontecera com a parábola do semeador, Jesus percebeu ser necessário dar-lhes uma explicação. E o fez, identificando cada elemento da parábola, a partir do horizonte religioso dos discípulos.

A perspectiva escatológica é patente na interpretação de Jesus. Ou seja, decifra-se o sentido da parábola, a partir do fim do mundo. Só então não haverá dúvida de quem, ao longo da vida, comportou-se como filho do Reino, identificado com o trigo, e quem se comportou como filho do Maligno, identificado com o joio. A diversidade de filiação depende do direcionamento do coração humano. Quem dirigiu seu coração para Jesus e permitiu que a semente plantada por ele produzisse frutos de amor e justiça, haverá de brilhar como Sol, junto do Pai. Quem, pelo contrário, optou por abrir o coração ao demônio e deixá-lo plantar aí sua semente e, por conseguinte, entregou-se a uma vida de escândalos e iniquidades, pode contar com a condenação.

A parábola visava alertar os discípulos. Nada impedia que o demônio lançasse sua semente também em seus corações, desviando-os do caminho do amor e lançando-os nas sendas da injustiça. Se fossem suficientemente inteligentes, não teriam dificuldade em reconhecer para onde estavam caminhando.

Oração: Senhor Jesus, dá-me inteligência para reconhecer e repelir a ação do maligno, como também para acolher, com amor, a boa semente que queres plantar em meu coração.

(Pe. Jaldemir Vitório).

(10) – BOA NOVA PARA CADA DIA

Os justos brilharão como o Sol no Reino de seu Pai (Mt 13,43).

Mateus 13,36-43 contém a explicação de Jesus à parábola sobre o joio e o trigo.

Em 27 de julho passado, meditamos sobre esta parábola.

Aqui nos deteremos em seu final. Jesus disse: Os justos brilharão como o Sol no Reino de seu Pai (Mt 13,43).

O que Ele quis dizer com isto?

Neste Evangelho, não encontramos explicação. São Mateus, porém, incluiu esta frase supondo que seus leitores entenderiam o que Jesus queria dizer, pois conheciam a passagem da Sagrada Escritura que diz: Os que forem sábios resplandecerão como o fulgor do firmamento; e os que conduzirem muitos à justiça resplandecerão como as estrelas, sempre e eternamente (Dn 12,2).

Nesta frase, os “sábios” são os “justos” deste Evangelho.

Esta passagem de Daniel era interpretada por Jesus e pelos rabinos de seu tempo como profecia do que aconteceria no fim do mundo.

Portanto, estamos aqui diante do Juízo Final dos maus e dos bons.

Como os bons resplandecerão como as estrelas do firmamento uma vez que o Juízo Final os declarou justos e os pôs nos Céus?

As estrelas sempre foram vistas em Israel como imagem do Povo de Deus, os filhos de Abraão. Deus lhe prometeu, no dia em que duvidou que teria uma descendência: Olha para os Céus e conta as estrelas, se é que o podes. E lhe disse: “Será assim a tua posteridade” (Gn 15,5).

Jesus conhecia esta passagem e a de Daniel 12,3. Ele as explicou em seu anúncio do Reino de Deus e no Juízo Final.

O Reino de Deus foi pregado primeiro para os filhos de Abraão, descendência incontável como as estrelas.

Contudo, o Reino põe uma condição: somente os que viveram de acordo com a fé de Abraão em Deus serão sua verdadeira descendência. Foram os “sábios”, os “justos” nesta vida.

A verdadeira descendência de Abraão são os que creem em Jesus Cristo, e, por isso, salvos por Ele.

São estes os que estarão no Céu para sempre, participando do esplendor de Deus, como os astros do firmamento.

(Pe. Valdir Marques).

(12) – ENTÃO OS JUSTOS RESPLANDECERÃO COMO O SOL, NO REINO DE SEU PAI

“O mundo foi criado em ordem à Igreja”, diziam os cristãos dos primeiros tempos (Hermas). Deus criou o mundo em ordem à comunhão na sua vida divina, comunhão que se realiza pela convocação dos homens em Cristo; esta convocação (ecclesia) é a Igreja. A Igreja é o fim de todas as coisas. As próprias vicissitudes dolorosas, como a queda dos anjos e o pecado do homem, não foram permitidas por Deus senão como ocasião e meio de pôr em ação toda a força do seu braço, toda a medida do amor que queria dar ao mundo: “Assim como a vontade de Deus é um ato e se chama mundo, do mesmo modo a sua intenção é a salvação dos homens e chama-se Igreja” (Clemente de Alexandria).

A reunião do povo de Deus começa no instante em que o pecado destrói a comunhão dos homens com Deus e entre si. A reunião da Igreja é, por assim dizer, a reação de Deus ao caos provocado pelo pecado. Esta reunificação realiza-se secretamente no seio de todos os povos: “Em qualquer nação, quem O teme e pratica a justiça é aceite por Ele” (At 10, 35). A preparação remota da reunião do povo de Deus começa com a vocação de Abraão, a quem Deus promete que há-de vir a ser o pai de um grande povo (Gn 12,2). A preparação imediata começa com a eleição de Israel como povo de Deus (Ex 19,5). Pela sua eleição, Israel será o sinal da reunião futura de todas as nações (Is 2,2). […]

Pertence ao Filho realizar, na plenitude dos tempos, o plano de salvação do seu Pai; tal é o motivo da sua missão […]. Cristo inaugurou na terra o Reino dos Céus. A Igreja “é o Reino de Cristo já presente em mistério” (Vat II, LG 3). […] “A Igreja […] só na glória celeste alcançará a sua realização acabada” (Vat II, LG 8), aquando do regresso glorioso de Cristo. […] Ela suspira pelo advento do Reino em plenitude. […] A consumação da Igreja – e, através dela, do mundo – na glória não se fará sem grandes provações. Só então é que “todos os justos, desde Adão, desde o justo Abel até ao último eleito, se encontrarão reunidos na Igreja universal junto do Pai” (Vat II, LG 2).

(Catecismo da Igreja Católica – §§ 760-769).

(15) – REFLEXÃO

Jesus contou a parábola do trigo e do joio para toda a multidão, mas depois, os discípulos o procuram para uma maior compreensão da parábola. Assim, existem aquelas pessoas que apenas ouvem o que Jesus tem a dizer e se dão por satisfeitas, porém, existem aquelas pessoas que querem sabem mais, querem aprofundar a fé. Existem as pessoas que não valorizam plenamente a fé, então aprendem o mínimo e se dão por satisfeitas. Para quem quer verdadeiramente ser discípulo de Jesus, sempre há oportunidade para ir além no conhecimento das verdades da fé com a finalidade de agir melhor segundo os critérios do Evangelho.

NINGUÉM AMA O QUE NÃO CONHECE

CELEBRAÇÃO DE HOJE

17ª SEMANA DO TEMPO COMUM (VERDE – OFÍCIO DO DIA)

RITOS INICIAIS:

– Monição Ambiental ou Comentário Inicial

Os discípulos querem aprender de Jesus. Pedem-lhe para que lhes explique a parábola do joio. E, de Cristo, aprendemos que o Reino está presente no meio de nós, na história do mundo. Temos, porém, de distinguir o que é do Reino e o que não é. Assim todos nós aprendemos de Jesus, e crescemos como o trigal de seu Reino. Aos justos é reservada a vitória final.

– Canto e Procissão de Entrada

– Antífona da entrada

Deus habita em seu templo santo, reúne seus filhos em sua casa; é ele que dá força e poder a seu povo (Sl 67,6s.36).

– Saudação ao Altar e ao Povo Reunido

– Ato Penitencial

– Senhor, Tende Piedade

– Glória a Deus nas Alturas

– Oração do Dia ou Oração da Coleta

Ó Deus, sois o amparo dos que em vós esperam e, sem vosso auxílio, ninguém é forte, ninguém é santo; redobrai de amor para conosco, para que, conduzidos por vós, usemos de tal modo os bens que passam, que possamos abraçar os que não passam. Por Nosso Senhor Jesus Cristo, Vosso Filho, na unidade do Espírito Santo.

LITURGIA DA PALAVRA:

– Monição para a(s) Leitura(s)

Deus falou com Moisés face a face. Deus fala conosco face a face, revelando-se na face de cada irmão e irmã. E Jesus mostra-nos que o justo terá sua vitória final. Por isso, devemos ter a confiança no Senhor, mesmo que o joio perturbe a harmonia das coisas. Escutemos.

– Silêncio

– Proclamação da 1ª Leitura

– Silêncio

– Proclamação do Salmo

– Silêncio

– Proclamação da 2ª Leitura

– Monição para o Evangelho

— Aleluia, aleluia, aleluia.

— Aleluia, aleluia, aleluia.

— A semente é de Deus a palavra, o Cristo é o semeador; todo aquele que o encontra, vida eterna encontrou. (At 16,14).

– Canto de Aclamação

– Proclamação do Evangelho

– Homilia ou Pregação

– Profissão de Fé

– Oração Universal ou Oração dos Fiéis

Conforme nos orienta a IGMR, no Cap. II, LETRA B, números 69, 70 e 71, vamos deixar que cada Comunidade possa realizar a sua Oração Universal colocando nela, a sua realidade comunitária, não devendo esquecer que, normalmente serão estas as séries de intenções, além das pessoais de cada um, caso seja dada a oportunidade pelo celebrante ao povo de se expressar:

a) Intenções pelas necessidades da Igreja;

b) Intenções pelos poderes públicos e pela salvação de todo o mundo;

c) Intenções pelos que sofrem qualquer dificuldade;

d) Intenções pela comunidade local;

e) Intenções pessoais da comunidade.

LITURGIA EUCARÍSTICA / PREPARAÇÃO DAS OFERENDAS:

– Canto e Procissão das Oferendas

– Apresentação do Pão e do Vinho

– Presidente Lava as Mãos

– Orai, Irmãos!

– Oração sobre as Oferendas

Acolhei, ó Pai, os dons que recebemos da vossa bondade e trazemos a este altar. Fazei que estes sagrados mistérios, pela força da vossa graça, nos santifiquem na vida presente e nos conduzam à eterna alegria. Por Cristo, nosso Senhor.

LITURGIA EUCARÍSTICA / ORAÇÃO EUCARÍSTICA OU ANÁFORA:

– Prefácio e “Santo”

– Invocação do Espírito Santo

– Narrativa da Ceia

– Consagração do Pão e do Vinho

– “Eis o Mistério da Fé!”

– Lembra Morte e Ressurreição de Jesus

– Orações pela Igreja

– Louvor Final (Por Cristo…)

LITURGIA EUCARÍSTICA / RITO DA COMUNHÃO:

– Pai-Nosso (Oração do Senhor) e Oração seguinte

– Rito da Paz ou Saudação da Paz

– Fração do Pão

– Cordeiro de Deus

– Felizes os Convidados!

– Distribuição da Comunhão aos fiéis e Canto da Comunhão

– Silêncio Eucarístico ou Canto de Ação de Graças

– Antífona da Comunhão

Bendize, ó minha alma, ao Senhor, não esqueças nenhum de seus favores! (Sl 102,2).

– Oração depois da Comunhão

Recebemos, ó Deus, este sacramento, memorial permanente da paixão do vosso filho; fazei que o dom da vossa inefável caridade possa servir à nossa salvação. Por Cristo, nosso Senhor.

RITOS FINAIS OU RITOS DE ENCERRAMENTO:

– Comunicados e Convites

– Saudação e Bênção Final

– Despedida (Ide em Paz!)

FONTES DE CONSULTAS E PESQUISAS:

Vamos expor a seguir de onde pertencem os textos que nos preenchem todos os dias, nos dando um caminho com mais sabedoria, simplicidade e amor.

FONTE PRINCIPAL DE PESQUISA E INSPIRAÇÃO

bc3adblia1

FONTE DE CONSULTA – IGMR (INSTRUÇÃO GERAL DO MISSAL ROMANO – 1ª EDIÇÃO / 2008)

IGMR

REFLITA:

O importante não é a pessoa que escreve, mas quem foi que inspirou essa pessoa a escrever.

O importante não é como se lê o que está escrito, mas como se age.

O importante não é sentar-se à direita ou à esquerda do Pai, mas sim, realizar o trabalho que Ele nos pede.

Ter conhecimento não é ter sabedoria, sabedoria é saber compartilhar o conhecimento.

(0) – Blog Liturgia Diária da Palavra de Deus (Reflexões e Comentários);

(1) – Periódico Mensal: Liturgia Diária (Editoras Paulinas e Paulus);

(2) – Periódico Mensal: Deus Conosco (Editora Santuário);

(3) – Portal Editora Santuário;

(4) – Portal Editora Paulinas;

(5) – Portal Editora Paulus;

(6) – Portal e Blog Canção Nova;

(7) – Portal Dom Total;

(8) – Portal Católica Net;

(9) – Portal Católico Orante;

(10) – Portal Edições Loyola Jesuítas;

(11) – Portal de Catequese Católica;

(12) – Portal Evangelho Quotidiano;

(13) – Blog Homilia Dominical;

(14) – Blog Liturgia Diária Comentada;

(15) – Portal CNBB (A Palavra de Deus na Vida);

(16) – Portal Catequisar: Catequese Católica;

(17) – Portal Universo Católico;

(18) – Portal Paróquia São Jorge Mártir;

(19) – Portal Catedral FM 106,7;

(20) – Portal Comunidade Católica Nova Aliança;

(21) – Portal Comunidade Resgate;

(22) – Portal Fraternidade O Caminho;

(23) – Portal Católico na Net;

(24) – Portal Evangeli.net;

(25) – Portal Padre Marcelo Rossi;

(26) – Portal Grupo de Oração Sopro de Vida;

(27) – Portal NPD Brasil.

(28) – Um Novo Caminho

MINHA MENSAGEM PESSOAL PARA MIM MESMO.

Mais vale o desconforto da VERDADE, do que a comodidade da MENTIRA.

E usando a essência da Oração da Serenidade, devo orar:

Ó meu Deus e Senhor, Pai de misericórdia e Salvação,

que em seu Filho Jesus perdoou os nossos pecados,

e com o seu Santo Espírito, paráclito nesse nosso mundo que caminha conosco,

apenas em Ti posso almejar a vida eterna, socorre-me e ouvi-me:

Se o ERRO está em mim, que DEUS possa me dar a HUMILDADE de aceitar que estou errado.

Que Jesus me dê a SERENIDADE, para aceitar que tem coisas que não posso mudar.

E que o Espírito Santo me dê a CORAGEM, suficiente para mudar aquelas coisas que dependem de mim, mesmo que sejam difíceis.

E para complementar os alicerces de orações da minha vida, faço como o santo Tomás de Aquino:

“Concede-me, Deus misericordioso, que deseje com ardor o que tu aprovas, que o procure com prudência, que o reconheça em verdade, que o cumpra na perfeição, para louvor e glória do teu nome.

Põe ordem na minha vida, ó meu Deus, e permite-me que conheça o que tu queres que eu faça, concede-me que o cumpra como é necessário e como é útil para a minha alma.

Concede-me, Senhor meu Deus, que não me perca no meio da prosperidade nem da adversidade; não deixes que a adversidade me deprima, nem que a prosperidade me exalte.

Que nada me alegre ou me entristeça para além do que conduz a ti.”

Viver CORRETO e falar a VERDADE hoje são tão difíceis quanto na época de Jesus, pois é muito mais fácil aceitar a MENTIRA e fazer o ERRADO.

Viver no CAMINHO, VERDADE E VIDA, que é o próprio Cristo Jesus, tem que ser uma caminhada diária.

O futuro é desejo e pensamento.

O passado é aprendizado e lembrança.

O hoje é realidade, isso quer dizer: CRISTO.

Meus amigos(as) de coração, meus irmãos(ãs) em Cristo Jesus, lembrem-se:

“Tu te tornas eternamente responsável por aquilo que cativas.”

“Não julgues para não seres julgados.”

“A quem é muito dado, muito será cobrado.”

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