Liturgia Diária 12/Nov/13

LEITURA DIÁRIA DA PALAVRA — 12/11/13 (terça-feira)

Servir com Humildade

Lc 17,7-10 (servir com humildade)

LEITURAS:

Leitura retirada do Livro da Sabedoria de Salomão (Sb2,23—3,9)

(Erro dos ímpios — Comparação entre a sorte dos justos e a dos ímpios)

2,23 Deus criou o homem para a imortalidade e o fez à imagem de sua própria natureza; 24 foi por inveja do diabo que a morte entrou no mundo, e experimentam-na os que a ele pertencem. 3,1 A vida dos justos está nas mãos de Deus, e nenhum tormento os atingirá. 2 Aos olhos dos insensatos parecem ter morrido; sua saída do mundo foi considerada uma desgraça, 3 e sua partida do meio de nós, uma destruição; mas eles estão em paz. 4 Aos olhos dos homens parecem ter sido castigados, mas sua esperança é cheia de imortalidade; 5 tendo sofrido leves correções, serão cumulados de grandes bens, porque Deus os pôs à prova e os achou dignos de si. 6 Provou-os como se prova o ouro no fogo e aceitou-os como ofertas de holocausto; 7 no dia do seu julgamento hão de brilhar, correndo como centelhas no meio da palha; vão julgar as nações e dominar os povos, e o Senhor reinará sobre eles para sempre. 9 Os que nele confiam compreenderão a verdade, e os que perseveram no amor ficarão junto dele, porque a graça e a misericórdia são para seus eleitos.

— Palavra do Senhor.

— Graças a Deus.

Salmo retirado do Livro dos Salmos (Sl 33 (34),2-3. 16-17. 18-19 (R. 2a))

(Louvor à justiça divina)

— 2a Bendirei o Senhor Deus em todo o tempo!

2a Bendirei o Senhor Deus em todo o tempo!

— 2 Bendirei o Senhor Deus em todo o tempo, seu louvor estará sempre em minha boca. Minha alma se gloria no Senhor; que ouçam os humildes e se alegrem!

— 16 O Senhor pousa seus olhos sobre os justos, e seu ouvido está atento ao seu chamado; 17 mas ele volta a sua face contra os maus, para da terra apagar sua lembrança.

— 18 Clamam os justos, e o Senhor bondoso escuta e de todas as angústias os liberta. 19 Do coração atribulado ele está perto e conforta os de espírito abatido.

Leitura retirada do Livro do Evangelho de Jesus Cristo segundo Lucas (Lc 17,7-10)

(Servir com humildade)

— O Senhor esteja convosco.

— Ele está no meio de nós.

— Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo † segundo Lucas.

— Glória a vós, Senhor.

Naquele tempo, disse Jesus: 7 “Se algum de vós tem um empregado que trabalha a terra ou cuida dos animais, por acaso vai dizer-lhe, quando ele volta do campo: ‘Vem depressa para a mesa?’ 8 Pelo contrário, não vai dizer ao empregado: ‘Prepara-me o jantar, cinge-te e serve-me, enquanto eu como e bebo; depois disso poderás comer e beber?’ 9 Será que vai agradecer ao empregado, porque fez o que lhe havia mandado? 10 Assim também vós: quando tiverdes feito tudo o que vos mandaram, dizei: ‘Somos servos inúteis; fizemos o que devíamos fazer’”.

— Palavra da Salvação.

— Glória a vós, Senhor.

LEITURA ORANTE:

… Oração Inicial… (querer)

Preparo-me para a Leitura Orante, rezando, com todos que se encontram na web:

Graça e Paz a todos os que se reúnem aqui, na web, em torno da Palavra. Juntos, rezamos ou cantamos o Salmo 94:

(Se, em grupo, pode ser rezado em dois coros ou um solista e os demais repetem)

– Venham, ó nações, ao Senhor cantar (bis)

– Ao Deus do universo, venham festejar (bis)

– Seu amor por nós, firme para sempre (bis)

– Sua fidelidade dura eternamente (bis)

– Toda a terra aclame, cante ao Senhor (bis)

– Sirva com alegria, venha com fervor (bis)

– Nossas mãos orantes para o céu subindo (bis)

– Cheguem como oferenda ao som deste hino (bis)

– Glória ao Pai, ao Filho e ao Santo Espírito (bis)

– Glória à Trindade Santa, glória ao Deus bendito (bis)

Ó Jesus Mestre, Verdade-Caminho-Vida, tem piedade de nós.

… Eu sou o CAMINHO… (ler…)

O que o texto diz para mim, hoje?

Pensando na forte expressão “somos servos inúteis” ou na tradução que li “empregado que não vale nada”, recordo-me das palavras sábias e experientes do bem-aventurado Tiago Alberione, ao reler a história de Deus na sua vida. Disse ele: “Sou como um “semicego” (AD 202), iluminado e guiado passo a passo; uma vez mais, o instrumento inadequado” (cf. AD 209).

Os bispos na Conferência de Aparecida lembraram: “Jesus convida a nos encontrar com Ele e a que nos vinculemos estreitamente a Ele porque é a fonte da vida (cf. Jo 15,1-5) e só Ele tem palavra de vida eterna (cf. Jo 6,68). Na convivência cotidiana com Jesus e na confrontação com os seguidores de outros mestres, os discípulos logo descobrem duas coisas originais no relacionamento com Jesus. Por um lado, não foram eles que escolheram seu mestre foi Cristo quem os escolheu. E por outro lado, eles não foram convocados para algo (purificar-se, aprender a Lei…), mas para alguém, escolhidos para se vincular intimamente a sua pessoa (cf. Mc 1,17; 2,14). Jesus os escolheu para “que estivessem com Ele e para enviá-los a pregar” (Mc 3,14), para que o seguissem com a finalidade de “ser d’Ele” e fazer parte “dos seus” e participar de sua missão.” (DAp 131).

E eu me interrogo: Como é meu discipulado? Tenho consciência de que sou uma pessoa escolhida por Deus para seu serviço? De que sirvo a Deus e não a mim mesmo?

… a VERDADE… (refletir e meditar…)

O que diz o texto do dia?

Leio atentamente, na Bíblia, o texto: Lc 17,7-10.

O discípulo é alguém que serve. É aquela pessoa que aprendeu a superar o próprio egoísmo. Compreendeu a sua missão de discípulo servidor e reconhece até, ser um “servo inútil”, quer dizer não é indispensável. Há uma outra compreensão desta expressão. Os santos a entenderam assim: o discípulo apenas é um instrumento de Deus, um canal do qual Deus se serve para comunicar a sua graça, o seu amor. O canal por si não realiza nada. É preciso que a graça de Deus passe por ele, É Deus quem age!

… e a VIDA… (orar…)

O que o texto me leva a dizer a Deus?

Rezo, espontaneamente, com salmos e concluo com a oração do bem-aventurado Alberione, cuja festa celebramos no dia 26 de novembro.

“Jesus, Mestre: que eu pense com a tua inteligência, com a tua sabedoria.

Que eu ame com o teu coração.

Que eu veja com os teus olhos.

Que eu fale com a tua língua.

Que eu ouça com os teus ouvidos.

Que as minhas mãos sejam as tuas.

Que os meus pés estejam sobre as tuas pegadas.

Que eu reze com as tuas orações.

Que eu celebre como tu te imolaste.

Que eu esteja em ti e tu em mim. Amém”.

Qual deve ser a MISSÃO em minha VIDA hoje? (contemplar e agir…)

Qual meu novo olhar a partir da Palavra?

Sinto-me discípulo/a de Jesus.

Meu olhar deste dia será iluminado pela presença de Jesus Cristo, acolhido no meu coração e no coração das demais pessoas.

BÊNÇÃO

– Deus nos abençoe e nos guarde. Amém.

– Ele nos mostre a sua face e se compadeça de nós. Amém.

– Volte para nós o seu olhar e nos dê a sua paz. Amém.

– Abençoe-nos Deus misericordioso, Pai e Filho e Espírito Santo. Amém.

REFLEXÕES:

(4) – A GRATUIDADE DO SERVIÇO

“Somos simplesmente servos…” (v. 10).

Muitas vezes nós traduzimos esta frase deste modo: “Somos servos inúteis!”

Se o fôssemos, por que Deus nos chamaria ao seu serviço?

A questão é outra.

Em primeiro lugar, o apóstolo é servidor de Deus e dos homens. Antes de se assentar à mesa, no banquete do Reino de Deus, há um trabalho a ser feito, o anúncio do Reino, o testemunho de Jesus Cristo (cf. At 1,8).

Em segundo lugar, a expressão “Somos simples servos; fizemos o que devíamos fazer” diz respeito à gratuidade do serviço. A recompensa do apóstolo é Deus mesmo, seu verdadeiro salário é ser admitido como operário na vinha do Senhor. Quem é enviado não tem nenhum direito sobre Deus nem sobre seus semelhantes. A gratuidade exige não só não buscar recompensa, mas renunciar ao prestígio e à segurança pessoal. Deus é sua força e proteção. (Carlos Alberto Contieri)

(6) – DEUS É A RECOMPENSA DOS JUSTOS

A morte de alguém não pode ser causa de desespero para nós, mas de confiança, porque Deus é a recompensa dos justos.

“A vida dos justos está nas mãos de Deus e nenhum tormento os atingirá” (Sb 3,1).

Meus queridos irmãos e irmãs, neste mês de novembro queremos recordar nossos irmãos que já partiram para a eternidade. Ao mesmo tempo, recordar à nossa alma, ao nosso coração, à nossa inteligência que este é também o destino que espera todos nós.

Para não desanimarmos, para não acreditarmos na tendência materialista que tudo se encerra neste mundo e para alimentarmos a nossa fé com as sementes da eternidade temos o consolo, a esperança e a convicção daquilo que Deus preparou para aqueles que morreram n’Ele e esperaram em Sua Palavra.

A primeira leitura da Missa de hoje, no Livro da Sabedoria, nos diz que pela inveja do diabo a morte entrou no mundo. A morte não vem de Deus, mas daquele que se colocou contra Ele. A causa primeira da morte é a inveja do maligno, pois este quis ser igual ao Senhor, por isso rebelou-se contra Ele e tentou aqueles que eram do Pai para que não vivam a vida n’Ele.

Só não conhece a vida plena aquele que se afasta de Deus, que ouve a voz do maligno e segue seus caminhos. A Palavra também nos diz que a vida de todo aquele que é justo está nas mãos do Senhor e nenhum tormento pode atingi-lo. Ainda que a sua saída deste mundo possa ter sido considerada uma desgraça, ainda que sua partida seja causa de tristeza, a Palavra nos diz que aqueles que morrem no Senhor estão na paz.

Queria aproveitar esta oportunidade para dizer que nós temos de ter cuidado com uma mentalidade errada, movida pela reencarnação, a qual é totalmente contrária à nossa fé. Meus irmãos, os mortos não se comunicam conosco, eles não nos mandam mensagens, não mandam dizer que estão bem ou mal, não há comunicação direta de voz entre quem já morreu e nós que estamos aqui.

Aqueles que estão em Deus experimentam uma paz profunda, a alegria plena da ressurreição que o Senhor nos trouxe e nem se compara a qualquer dor ou tristeza que tenha ficado em nosso coração.

Meus irmãos, será que o Deus da vida não terá deixado preparado, feito o melhor que Ele tinha no Seu coração para aqueles que morreram n’Ele? Se aqui na Terra nós já experimentamos, ainda que em primícias, aquilo que é a vida em Deus, imagine quem já morreu e está plenamente no Senhor. A morte de alguém não pode ser causa de desespero para nós, mas de confiança, porque Deus é a recompensa dos justos.

Deus abençoe você! (Padre Roger Araújo)

(7) – O CUMPRIMENTO DO DEVER

O discípulo é constituído para o serviço do Reino. É na vocação de servidor que se realiza e encontra um sentido para sua vida. Sua alegria consiste em entregar-se, sem reservas, à missão recebida, sem nada exigir. Basta-lhe a consciência do dever cumprido.

Jesus desenvolveu este tema, servindo-se de uma parábola baseada nos costumes da época. A inescrupulosa atitude do senhor, em relação a seu servo, justificava-se na sociedade de então. A falta de um contrato de trabalho, em que se estipulava o limite de horas de trabalho diário e se reconhecia as horas extras, possibilitava aos senhores explorar, ao máximo, os seus empregados. Por outro lado, o escravo era propriedade de seu dono, portanto, sem qualquer direito. Tudo quanto fizesse, por mais duro e esgotante que fosse, restava-lhe somente dizer: “Cumpri apenas meu dever!”

Aplicado ao Reino, a lição funciona assim: se o escravo, serve por obrigação, submete-se a todos os caprichos de seu patrão, resigna-se ao pensar que faz o seu dever, quanto mais o discípulo do Reino, cuja opção é livre, está a serviço de um Pai misericordioso, e tem como obrigação somente praticar o amor e a justiça? Por mais que tenha feito, cabe-lhe dizer: “Sou um empregado inútil, fiz apenas o que era minha obrigação!” É se dá por satisfeito por estar a serviço do amor.

Oração

Espírito que estimula a cumprir o dever, que o serviço ao Reino, embora duro e exigente, seja para mim motivo de alegria e realização. (Padre Jaldemir Vitório)

(10) – BOA NOVA PARA CADA DIA

… fizemos o que devíamos fazer (Lc 17,10).

Aqui Jesus mostra como não devemos exigir agradecimentos quando fazemos nossa obrigação por dever de ofício, de profissão, de contrato de trabalho. Os servos da parábola disseram: o que fizemos não foi mais que nossa obrigação.

Alguns pais acham que os filhos devem lhes agradecer o resto da vida por tê-los criado e educado. Não devem exigir isto dos filhos, embora possam esperar por isto. Os pais somente fizeram o que era seu dever. Pelo contrário, deveriam prestar conta pelas omissões na tarefa de pais. Porém filhos bem educados são espontaneamente agradecidos.

Do mesmo modo, cuidar dos pais idosos é dever dos filhos. E os pais não lhes devem agradecimento senão por boa educação. Há países que multam ou põem na prisão filhos que abandonam os pais idosos.

Do mesmo modo em relação a Deus: não devemos reclamar prêmios quando cumprimos os Seus mandamentos. Nós os assumimos no dia de nosso Batismo e nosso dever é cumpri-los. Nosso prêmio é receber o amor de Deus, Sua proteção e providência.

Somos servos inúteis e não merecemos outra recompensa senão permanecer no amor a Deus por quem fazemos todas as nossas obrigações para com Ele e para com o próximo. E isto já é um privilégio, pois neste mundo há quem nem mesmo reconhece Deus e Sua existência. (Padre Valdir Marques)

(12) – SOMOS SERVOS INÚTEIS

Eu que antes era um tosco fugitivo e sem instrução, eu “que não sei prever o futuro”, sei, no entanto com certeza uma coisa: é que “antes de ser humilhado” era como uma pedra num profundo lodaçal. Mas Ele veio, “o Todo-poderoso” e, na sua misericórdia, tomou-me; levantou-me bem alto e colocou-me em cima de um muro (Lc 1,49). Por isso devo elevar a minha voz bem alto, para devolver ao Senhor um pouco dos seus benefícios, aqui na terra e na eternidade, benefícios tão grandes que o espirito do homem não os pode contar.

Ficai pois admirados “grandes e pequenos que temeis a Deus” (Ap 19,5); e vós senhores bem-falantes, escutai e examinai atentamente.

Quem me suscitou, a mim o insensato, do meio daqueles que passam por sábios, doutores da lei “de palavras poderosas” (Lc 24,19) e de tantas outras coisas (Ecl 4,13)?

Quem me inspirou, mais que a outros, a mim, o refugo deste mundo, para “no temor e no respeito” (Hb 12,28) […], fazer lealmente bem ao povo ao qual o amor de Cristo me levou e a quem Ele me deu, para que, se eu for digno disso, O sirva toda a minha vida com humildade e verdade?

É por isso que “segundo a medida da minha fé” (Rm 12,6) na Trindade, devo reconhecer e […] proclamar o dom de Deus e a sua “consolação eterna”. Devo propagar, sem medo mas com confiança, o nome de Deus em todos os lugares (Sl 118,67) para, mesmo depois da minha morte, deixar uma herança aos meus irmãos e aos meus filhos, a tantos milhares de homens que batizei no Senhor. (São Patrício)

(14) – SERVOS INÚTEIS

Sabedoria 2, 23-3,9 – “a vida dos justos”

A Palavra do Livro da Sabedoria nos faz refletir sobre o desígnio futuro de Deus para nós que fomos criados à Sua a imagem e semelhança e, por isso, temos em nós a semente da imortalidade. Nós fomos criados (as) para a imortalidade, isto é, para a eternidade, porque a nossa alma não perece. No entanto, a eternidade da nossa alma compreende uma vida eterna junto de Deus ou longe Dele. Por isso, a Palavra nos fala de “morte”, isto é, a morte espiritual, a ruptura com Deus que nos remete à vida eterna fora da intimidade com o Pai. Essa morte entrou no mundo por inveja do diabo, por isso, só aqueles (as) que a ele pertencem a experimentam. O homem justo, isto é, aquele que tem o coração rendido ao projeto de salvação que o Pai nos preparou, pode ser considerado eleito e predestinado a viver o estado perfeito de comunhão com Deus, pois “a graça e a misericórdia de Deus são para os eleitos”. Este, não irá conhecer a morte eterna, muito pelo contrário, quando desaparecer desse mundo, será acolhido no seio da Trindade, e “brilhará como centelha no meio da palha,” “eles estão em paz”, nos diz o autor do livro da Sabedoria. Por esse motivo é que nós não podemos nos entristecer com a morte de alguém cuja vida foi dedicada aos bens espirituais e que, mesmo tendo passado pelas provações, por erros, pecados e fraquezas, manteve sua esperança na imortalidade da sua alma, porque confiava nas promessas do Senhor. Logo, cabe a cada um de nós refletirmos, para percebermos em quem nós temos colocado a nossa esperança, sob qual ponto de vista nos temos firmado nas ações da nossa vida diária. Se perseverarmos no amor, estaremos vivendo a justiça e, consequentemente, mesmo “morrendo” estaremos juntos de Deus, seremos eleitos e receberemos a Sua graça e a Sua misericórdia. Seremos, assim, felizes para sempre.

– E você, tem o seu coração rendido ao projeto de salvação que Deus lhe preparou?

– Em que consiste o sentido da sua vida, qual o seu ideal, qual a razão do seu existir?

– Quais são os seus objetivos aqui na terra?

– Você acredita que os justos, mesmo morrendo, estão em paz?

– Você acredita na vida eterna, depois da morte?

Salmo 33 – “Bendirei o Senhor Deus em todo o tempo!”

salmista nos dá uma direção de como nós podemos levar uma vida com o coração voltado para Deus, mesmo passando pelas dificuldades da terra. Bendizer e louvar o Senhor a todo o momento, ter a alma, isto é, o pensamento e os sentimentos, postos nas coisas espirituais, é a receita para que persigamos, aqui nesse mundo, a justiça e a santidade. Assim fazendo, teremos os olhos de Deus pousados sobre nós e o Seu ouvido atento para escutar a nossa oração. Quando clamamos ao Senhor, Ele nos escuta e nos liberta de todas as angústias. Portanto, alegremo-nos no louvor, constantemente.

 

Evangelho – Lucas 17, 7-10 – “servos inúteis”

O próprio Jesus é quem nos alerta: “quando tiverdes feito tudo o que vos mandaram, dizei: “somos servos inúteis; fizemos o que devíamos fazer.” A nossa humanidade tem tendência a querer descanso, mordomia, vida fácil. Na maioria das vezes quando desempenhamos um bom trabalho, uma missão proveitosa ou mesmo a nossa obrigação diária, compreendemos que já “fizemos muito” e que então devemos ser elogiados, exaltados, porque tudo foi perfeitamente executado. Não precisamos nem devemos esperar recompensa nem elogios nem tampouco deferências pelos trabalhos que realizamos. Na verdade, enquanto aqui estivermos, estaremos sendo convocados noite e dia para a vigilância, para o serviço, no amor. Não podemos cruzar os braços. Por mais que já tenhamos efetivado algo, somos apenas “servos inúteis”, que um dia, por tudo o que fizermos, iremos ser recompensados e servidos no céu pelo Senhor. A perseverança é a maior virtude de quem busca fazer a vontade de Deus. Ele nos criou para a santidade e não é mérito nosso sermos santos e dignos da vida futura. Deus não desiste de nós e, a cada momento, nos dá oportunidades para que recebamos as Suas graças. Contudo, se começamos a perder as chances que Ele nos dá, porque entendemos que já realizamos tudo, nós estaremos deixando a Sua graça passar. A cada dia, enquanto aqui estivermos e até o fim da nossa vida, seremos servos e servas convocados (as) pelo Senhor para construir o reino do céu, na terra, porém, não esperemos prêmios nem promoções, aqui, porque esses, só nos serão concedidos, na outra vida.

– Como você se sente depois de desempenhar com sucesso, a sua tarefa?

– Você espera ser reconhecido (a) pelas pessoas, ser incensado (a), servido (a), exaltado (a) pelo seu feito?

– Qual é o prêmio que você espera pelo seu serviço no reino de Deus?

– Você tem sido perseverante ao chamado de Deus, na sua casa e no mundo? (Helena Serpa)

(14) – COMO VOCÊ TRATA SEUS EMPREGADOS?

Nesta parábola Jesus faz uma avaliação entre o relacionamento entre um rico fazendeiro e um pobre empregado.

Na nossa sociedade existem muitos patrões e muitos empregados, cujos relacionamentos nem sempre são humanos ou justos. Quantas empregadas domésticas já não foram usadas como objetos de prazer pelos patrões e ou pelos seus filhos! Isso é um verdadeiro desrespeito pelos menos favorecidos e ma demonstração de abuso de poder econômico, e aproveitamento dos mais fracos.

Lembro-me de quando saiu os novos direitos das empregadas domésticas, estava eu em uma reunião na casa de um amigo da classe média forte, juntamente com outros irmãos do mesmo nível dele. Naquela reunião, deveríamos tratar dos preparativos para a novena da Semana Santa, quando abismado percebi que a conversa se desviou para o assunto do momento, que era os novos direitos da empregada doméstica. Todos revoltados com os novos encargos a que a nova lei lhes exigiria para com a empregada. Fiquei escandalizado com aquela situação, com aquela falta de caridade e de respeito ao próximo. Dias depois fiquei sabendo que somente dois daquele grupo onde fui parar, eram daquela paróquia. Os demais, na verdade não pertenciam àquela comunidade.

Você é empregador?

E é cristão?

Então trate os seus empregados como seres humanos que têm deveres a cumprir, mas também têm direitos. Existe um ditado que é muito usado entre os empregadores. “Se a gente der os pés, eles querem as mãos”. Sabemos que a necessária distância precisa ser mantida entre você e seus empregados, para que futuros problemas no relacionamento sejam evitados. Mas você não precisa ser desumano(a) com eles. Basta somente um relacionamento respeitoso, no qual vocês se entendam com mútuo respeito, com justiça e sem exploração.

É fato sabido que os empregados se afeiçoam muito com os bons patrões, chegando a dar muito mais de si só pelo fato de serem tratados como gente. Também é conhecido o tipo de patrão que se faz de bonzinho só para explorar de forma disfarçada seus colaboradores assalariados. Não seja você um desses.

A mensagem de Jesus hoje está nos alertando para sermos justos com os nossos empregados.

Não temos a obrigação de absorver os seus problemas pessoais, se não o quisermos.

Não temos a obrigação de ser íntimos com eles.

Mas devemos lhes pagar o seu justo e merecido salário e tratá-los com a distância necessária, e ao mesmo tempo com devido respeito e amor ao próximo.

Por outro lado, você que é empregado, seja honesto, não cause prejuízo ao seu patrão ou a sua firma, nunca roube absolutamente nada, não desvie o dinheiro que não lhe pertence. Não se esqueça que Deus que vê tudo irá lhe julgar. (José Salviano)

(14) – SOMOS SERVOS INÚTEIS; FIZEMOS O QUE DEVÍAMOS FAZER

Jesus, enquanto caminhou aqui neste chão, nos ensinou com a vida, que a grandeza do homem, não está nos títulos, e sim, no humilde serviço prestados aos irmãos.

Como único e verdadeiro mestre de toda história, Jesus serviu-se de meios humanos bem simples, para nos ensinar que é na gratuidade, na humildade e no serviço, que faremos o Reino de Deus acontecer aqui na terra!

Descobrimos o verdadeiro sentido da nossa vida, quando tomamos gosto em nos entregar ao amor serviço!

Nossa vida não nos pertence, é um dom de Deus, que deve ser partilhada e colocada a serviço do outro na gratuidade!

Sabemos que Deus não precisa de nós, que Ele pode realizar tudo sozinho, mas Deus quer contar conosco, não em vista de si próprio, mas em vista do nosso próprio bem. É por isto que Jesus nos chama a estarmos à serviço do Reino.

Nossos talentos, aptidões, não nos foram dados para ficarem guardados, ou para serem usados em benefício próprio, mas em benefício do outro! Por tanto, somos servos uns dos outros, fazemos o que deve ser feito!

Praticar a justiça, ser honesto, é nossa obrigação, ninguém precisa ser elogiado pelo cumprimento do seu dever.

Somos filhos amados do Pai, o seu amor por nós de tão grande, é capaz de transformar a nossa visível inutilidade em fonte de santificação para o outro!

É nosso dever, zelar de tudo que Deus criou e colocou a nosso dispor! Querer recompensas pelos cuidados que devemos ter com aquilo que recebemos gratuitamente de Deus, é uma grande ingratidão a Àquele que não somente nos deu a vida, como também nos cercou de tantas maravilhas!

No evangelho de hoje, podemos perceber, que Jesus tinha um cuidado muito especial para com aqueles que mais tarde dariam continuidade à sua missão! Conhecedor da fragilidade humana, Jesus estava sempre orientando os seus discípulos, advertindo-os sobre o perigo da autossuficiência, de se deixarem levar pela vaidade, pelos interesses pessoais que poderia desviá-los da missão.

Jesus é bem claro: Não se busca recompensa daquilo que se faz por amor! A gratuidade no serviço à Deus, deve ser a marca do seguidor de Jesus!

Como seguidores de Jesus, não podemos nos contentar com o que já estamos fazendo, pois se Ele está em nós, podemos fazer muito mais! As ações que partem de nós, não são realizadas por nós mesmos, é Jesus que age em nós, em favor do outro!

A grande recompensa que devemos esperar pela nossa participação na construção do Reino de Deus aqui na terra, é a alegria de sermos acolhidos pelo Pai na eternidade!

FIQUE NA PAZ DE JESUS! (Olívia Coutinho)

(14) – SOMOS SERVOS INÚTEIS, FIZEMOS O DEVERÍAMOS FAZER

A leitura de hoje nos dá a certeza que nossa vida está nas mãos de Deus. E que por mais que venhamos a ter fadigas e aflições o Senhor caminha conosco. Aos olhos do mundo o sofrimento pode parecer castigo, mas Deus nos mostra que não é. As provações pelas quais passamos na vida são meio que Deus utiliza para tornar nossa fé mais madura. Todo aquele que está em Deus consegue superar os desafios, pois, sabe que sua vida está em Deus e que nada nem ninguém poderá nos separar de Deus.

O Evangelho nos adverte para que nosso serviço à igreja não seja para receber recompensa ou honrarias, mas que seja na gratuidade seguindo o exemplo de nosso mestre e senhor Jesus Cristo. Trabalhar para que o projeto de Jesus se concretize no coração dos seres humanos não é privilégio de alguns é sim opção fundamental de todo batizado. Jesus espera de cada um de nós um sim generoso como foi o sim de nossa senhora. Estar disponível ao serviço doação pela causa do Evangelho. Que nossa recompensa venha através da bondade e misericórdia de Deus que saberá no tempo certo nos recompensar com a vida eterna. Sigamos o exemplo de Jesus que tendo a condição divina não se apegou a sua igualdade com Deus, antes se esvaziou a si mesmo e assumiu a condição de servo e tornou-se semelhante a nós, assumindo nossa humanidade, viveu o amor na sua plenitude e na humildade serviu a Deus amando e dando sua vida para que todos os filhos de Deus viessem a ser salvos.

Por tanto esvaziemos de nosso orgulho em achar que somos insubstituíveis no serviço da igreja. Deus preferiu contar conosco, mas Ele não precisa de nós. O Reino de Deus vai acontecer com ou sem nossa ajuda. Mas Deus nos quer participantes de seu Reino, afinal foi para isso que Jesus nasceu, viveu entre nós, morreu e ressuscitou para que nós tivéssemos acesso ao reino dos céus.

Em Cristo. (Rita Leite)

(14) – SOMOS SERVOS INÚTEIS; FIZEMOS O QUE DEVÍAMOS FAZER

Somos servos inúteis; fizemos o que devíamos fazer.

Neste Evangelho, Jesus nos ensina uma dimensão muito bonita da nossa vida cristã e do nosso relacionamento com Deus: somos empregados de Deus. No Batismo, nós fizemos com ele, um contrato de trabalho. Deus se comprometeu a cuidar de nós e nos proteger, além disso, dar-nos o céu, a salvação eterna. E nós nos comprometemos a conhecê-lo, amá-lo e servi-lo com fidelidade durante toda a nossa vida, obedecendo aos seus mandamentos. Foi mais do que um contrato, foi uma aliança que fizemos com Deus, com obrigações bilaterais e também com recompensas.

Portanto, o pagamento de Deus a nós já está estipulado no contrato trabalhista, e ele não precisa ficar dando-nos gorjetas por cada ato bom que fazemos. A nossa atitude correta, após todo o bem que praticarmos, é dizer: “Somos servos inúteis; fizemos o que devíamos fazer”.

Se nos comportarmos assim, Deus atenderá os nossos pedidos, como atendeu os pedidos do publicano, na parábola do fariseu e do publicano (Lc 18,9-14). Porque esta é a parte dele, e ele é sempre fiel. O que Deus quer é que nós também cumpramos a nossa parte com fidelidade.

Se alguém perguntar: Ir à Missa por obrigação é correto? Claro que é! Nós vamos à Missa porque Deus, através da sua Igreja, nos mandou ir. E este é um mandamento, portanto faz parte do contrato.

Enquanto o nosso caminho está cheio de flores, é fácil ser fiel. O problema é quando as flores desaparecem e só vemos pedras no caminho. Aí é que mostramos se temos ou não fé, traduzida em fidelidade.

A Bíblia fala que “o justo vive da fé”. Se obedecermos os mandamentos, a nossa fé crescerá dia a dia. Se, ao contrário, não obedecermos, a nossa fé diminuirá. Aí está o motivo por que muitos católicos deixam a Santa Igreja que Jesus fundou e passam para uma seita.

“Meus irmãos, se alguém diz que tem fé, mas não tem obras, que adianta isso? Por acaso a fé pode salvá-lo? Por exemplo, um irmão ou irmã não tem o que vestir e lhe falta o pão de cada dia. Então alguém de vocês diz para ele: Vá em paz, se aqueça e coma bastante. No entanto, não lhe dá o necessário para o corpo. Que adianta isso? Assim também é a fé: sem obras ela está completamente morta” (Tg 2,14-17).

Nas relações trabalhistas, o que vale é o trabalho, não conversa bonita. Imagine um empregado que não trabalha e não cumpre a sua obrigação, ou, pior ainda, nem comparece no serviço, depois aparece com cara lambida! Será despedido com toda certeza.

A mesma coisa vale em relação à nossa fé. Tem fé quem faz, não quem diz palavras bonitas para Deus ou para os irmãos da Comunidade.

Nesse “contrato” que fizemos com Deus, uma das cláusulas é renunciarmos a tudo, na certeza de que não perderemos um só fio de cabelo. O jovem rico não foi capaz de fazer esse contrato com Deus. Ainda bem que ele desistiu lago no início e não quis ser um cristão relaxado.

O filho mais velho da parábola do filho pródigo queria reconhecimento, agradecimento e recompensa, por isso não agradou ao Pai. “Somos servos inúteis; fizemos o que devíamos fazer”.

Faz também parte do contrato o uso e o desenvolvimento de todos os nossos talentos para o bem. O nosso cursinho profissionalizante não tem formatura porque não termina nunca. Estamos a vida toda aprendendo, aprendendo e ensinando.

Havia, certa vez, a muitos anos atrás, um senhor que era um pobre trabalhador rural. Um dia, ele estava na roça e ouvir gritos de socorro vindos de um pântano. Foi lá e viu um rapaz enterrado na lama até a cintura. Ele tentava sair, mas quanto mais se mexia, afundava mais. O homem o retirou e o salvou.

No dia seguinte, apareceu na sua porta uma carruagem muito bonita e dela saiu um nobre senhor, que disse ser o pai do rapaz. “Quero recompensá-lo” – disse ele – “por ter salvado a vida do meu filho”. O agricultor respondeu: “Não, não posso aceitar dinheiro pelo que fiz”.

Neste momento apareceu na porta um rapaz. O nobre perguntou: “É seu filho?” “Sim”, respondeu o agricultor. O nobre disse: “Então deixe-me proporcionar ao seu filho o mesmo nível de instrução que proporcionarei ao meu. Se seu filho se sair bem, não tenho dúvida que nós dois seremos felizes”.

O homem aceitou. Seu filho frequentou as melhores escolas e licenciou-se em medicina. Tornou-se um médico brilhante e ficou mundialmente conhecido por ter descoberto a penicilina. O fato aconteceu na Escócia. O nome do agricultor é Sr. Fleming e do seu filho Dr. Alexandre Fleming.

Anos mais tarde, o rapazinho que havia sido retirado do pantanal adoeceu com uma pneumonia. Desta vez o que salvou a sua vida foi penicilina. Portanto, o filho do senhor nobre foi salvo duas vezes pela família Fleming.

“Não vos iludais, de Deus não se zomba; o que alguém tiver semeado, é isso que colherá” (Gl 6,7).

Se obedecermos os mandamentos de Deus, como fez o Sr. Fleming, socorrendo quem pedia ajuda, certamente Deus nos abençoará e a sua bênção se estenderá a outras pessoas.

Temos na Bíblia muitos exemplos de fé concretizada na obediência a Deus: Abraão, Moisés, Maria Santíssima… E há uma fila imensa de cristãos e cristãs que viveram sua fé de forma exemplar.

Bem antes de Jesus dizer essas palavras do Evangelho do Evangelho de hoje, sua Mãe já havia se declarado serva do Senhor. Que ela nos ajude a sermos bons empregados e empregadas do seu Filho.

Somos servos inúteis; fizemos o que devíamos fazer. (Padre Queiroz)

(14) – OS PRÊMIOS SÓ NOS SERÃO CONCEDIDOS, NA OUTRA VIDA

Sabedoria 2, 23-3,9 – “a graça e a misericórdia de Deus são para os eleitos”

Com esta Palavra nós podemos refletir sobre a nossa origem e criação à imagem e semelhança de Deus e o desígnio que nos foi reservado pelo nosso Criador. Todos nós fomos criados (as) para a imortalidade e temos em nós a semente da imortalidade, isto é, destinados para a eternidade, pois a nossa alma não perece. No entanto, a eternidade da nossa alma compreende uma vida eterna junto de Deus ou longe Dele. Por isso, a Palavra nos fala de “morte”, isto é, a morte espiritual, a ruptura com Deus que nos remete à vida eterna fora da intimidade com o Pai. Essa morte entrou no mundo por inveja do diabo, por isso, só aqueles (as) que a ele pertencem a experimentam. O homem justo, isto é, aquele que tem o coração rendido ao projeto de salvação que o Pai nos preparou, pode ser considerado eleito e predestinado a viver o estado perfeito de comunhão com Deus, pois “a graça e a misericórdia de Deus são para os eleitos”. Este, não irá conhecer a morte eterna, muito pelo contrário, quando desaparecer desse mundo, será acolhido no seio da Trindade, e “brilhará como centelha no meio da palha,” “eles estão em paz”, nos diz o autor do livro da Sabedoria. Por esse motivo é que não podemos nos entristecer com a morte de alguém cuja vida foi dedicada aos bens espirituais e que, mesmo tendo passado pelas provações, por erros, pecados e fraquezas, manteve sua esperança na imortalidade da sua alma, porque confiava nas promessas do Senhor. Logo, cabe a cada um de nós refletirmos, para percebermos em quem nós temos colocado a nossa esperança, sob qual ponto de vista nos temos firmado nas ações da nossa vida diária. Se perseverarmos no amor, estaremos vivendo a justiça e, consequentemente, mesmo “morrendo” estaremos juntos de Deus, seremos eleitos e receberemos a Sua graça e a Sua misericórdia. Seremos, assim, felizes para sempre.

– E você, tem o seu coração rendido ao projeto de salvação que Deus lhe preparou?

– Em que consiste o sentido da sua vida, qual o seu ideal, qual a razão do seu existir?

– Quais são os seus objetivos aqui na terra?

– Você acredita que os justos, mesmo morrendo, estão em paz?

– Você acredita na vida eterna, depois da morte?

 

Salmo 33 – “Bendirei o Senhor Deus em todo o tempo!”

O salmista nos dá uma direção de como nós podemos levar uma vida com o coração voltado para Deus, mesmo passando pelas dificuldades da terra. Bendizer e louvar o Senhor a todo o momento, ter a alma, isto é, o pensamento e os sentimentos, postos nas coisas espirituais, é a receita para que persigamos, aqui nesse mundo, a justiça e a santidade. Assim fazendo, teremos os olhos de Deus pousados sobre nós e o Seu ouvido atento para escutar a nossa oração. Quando clamamos ao Senhor, Ele nos escuta e nos liberta de todas as angústias. Portanto, alegremo-nos no louvor, constantemente.

 

Evangelho – Lucas 17, 7-10 – “os prêmios só nos serão concedidos, na outra vida.”

A nossa humanidade tem tendência a querer descanso, mordomia e vida fácil. Na maioria das vezes quando desempenhamos um bom trabalho, uma missão proveitosa ou mesmo a nossa obrigação diária, compreendemos que já “fizemos muito” e que então, devemos ser elogiados, exaltados, porque tudo foi perfeitamente executado. Neste Evangelho o próprio Jesus é quem nos alerta: “quando tiverdes feito tudo o que vos mandaram, dizei: “somos servos inúteis; fizemos o que devíamos fazer.” Diante da exortação de Jesus nós chegamos à conclusão de que não precisamos nem devemos esperar recompensa nem elogios ou tampouco deferências pelos trabalhos que realizamos. Na verdade, enquanto aqui estivermos, estaremos sendo convocados noite e dia para a vigilância, para o serviço, no amor. Não podemos cruzar os braços. Por mais que já tenhamos efetivado algo, somos apenas “servos inúteis”, que um dia, por tudo o que fizermos, iremos ser recompensados e servidos no céu pelo Senhor. A perseverança é a maior virtude de quem busca fazer a vontade de Deus. Ele noscriou para a santidade e não é mérito nosso sermos santos e dignos da vida futura. Deus não desiste de nós e, a cada momento, nos dá oportunidades para que recebamos as Suas graças. Contudo, se começamos a perder as chances que Ele nos dá, porque entendemos que já realizamos tudo, nós estaremos deixando a Sua graça passar. A cada dia, enquanto aqui estivermos e até o fim da nossa vida, seremos servos e servas convocados (as) pelo Senhor para construir o reino do céu, na terra, porém, não esperemos prêmios nem promoções, aqui, porque esses, só nos serão concedidos, na outra vida.

– Como você se sente depois de desempenhar com sucesso, a sua tarefa?

– Você espera ser reconhecido (a) pelas pessoas, ser incensado (a), servido (a), exaltado (a) pelo seu feito?

– Qual é o prêmio que você espera pelo seu serviço no reino de Deus?

– Você tem sido perseverante ao chamado de Deus, na sua casa e no mundo? (Helena Serpa)

(15) – REFLEXÃO

Somos todos servos inúteis. Deus não precisa de nós, uma vez que ele pode, por si só, realizar todas as coisas. Mas Deus quis contar conosco, com a nossa colaboração, e isso não em vista da pessoa dele, mas sim em vista do nosso próprio bem, uma vez que, quando colaboramos com a obra da salvação da humanidade, estamos de fato participando de uma obra que não é humana, mas divina, o que se torna para nós causa de santificação e caminho de perfeição. O amor de Deus por nós é tão grande que faz da nossa inutilidade fonte de santificação e de vida nova, não só para nós mesmos, mas também para toda a Igreja, para todas as pessoas.

(20) – SOMOS SERVOS INÚTEIS…

Em nossa vida, tudo é graça. Tudo é dom. Mesmo o bem que fazemos, só o fazemos porque o amor de Deus agiu em nós. Um santo dizia: “Se eu pequei, Deus me perdoou; se eu não pequei, Deus me sustentou.” De fato, se o Senhor nos entregar a nós mesmos, a nossas más inclinações, boa coisa não sairá…

Hoje, mesmo entre o “pessoal” da Santa Igreja, cresce outra vez a heresia pelagiana. Segundo esta concepção do homem, nós seríamos capazes de fazer o bem e chegar à salvação apenas contando com nosso esforço e boa vontade. Leia-se: sem a graça de Deus. Tal mistura de voluntarismo e esforço heroico (derivada de uma ilusão otimista acerca de nossa natureza!) acaba por dispensar Deus e colocar-nos em seu pedestal.

Ora. Este acesso de loucura existencial é diretamente contradito pelo ensinamento de Jesus: “Sem mim, nada podeis fazer.” (Jo 15, 5.) Em tudo, dependemos do Senhor. Sem o Espírito Santo, nos desviamos da verdade. Contando apenas conosco, decaímos em terríveis degradações morais.

Ora, no Evangelho de hoje, somos interpelados por esta frase dura de engolir: “Somos servos inúteis…” Alguns pretendem atenuar a tradução: “Somos uns servos quaisquer… Somos uns pobres servidores…” Mas é bater de frente contra a tradução direta (e literal) da expressão original de São Lucas!

Creio que Jesus sabia o que dizia aos nos qualificar assim. Por um lado, ao chamar apóstolos e discípulos, é claro que Jesus contava com nossa cooperação na construção do Reino. Quis precisar de nossa… inutilidade. Por outro lado, o Mestre devia saber do risco que corremos quando cumprimos nossa obrigação e nos julgamos credores de Deus, com direito a regalias e retribuições especiais. Ele sabe como a vaidade modula nossa voz e orienta nossos gestos. Assim, dá-nos o rótulo de “inúteis” como antídoto contra a soberba. Que bom!

Após uma de minhas primeiras pregações, fui cumprimentado por uma freira bem velhinha (já em fase terminal, devido a um câncer, sem que eu o soubesse). Minha resposta foi pedir-lhe que rezasse por mim, para que eu não ficasse vaidoso. A baixinha cresceu à minha frente, cheia de santa fúria, e botou o indicador em meu nariz: “Vaidoso?! Deus sabe que você, sozinho, não vale nada!”

Deus lhe pague, Irmã Margarida!

Orai sem cessar: “Ó Deus, conheces a minha tolice!” (Sl 69 [68], 6). (Antônio Carlos Santini)

(24) – FIZEMOS O QUE DEVÍAMOS FAZER

Hoje, a atenção do Evangelho não se dirige à atitude do senhor, mas à dos servos. Jesus convida os seus apóstolos, através do exemplo de uma parábola a considerar a atitude de serviço: o servo tem que cumprir o seu dever sem esperar recompensa: “Será que o senhor vai agradecer o servo porque fez o que lhe havia mandado?” (Lc 17,9). Não obstante, esta não é a única lição do Mestre acerca do serviço. Jesus dirá mais adiante aos seus discípulos: “Já não vos chamo servos, porque o servo não sabe o que faz o seu Senhor. Eu vos chamo amigos, porque vos dei a conhecer tudo o que ouvi de meu Pai.” (Jo 15,15). Os amigos não passam contas. Se os servos têm que cumprir o seu dever, muito mais os apóstolos de Jesus, seus amigos, devemos cumprir com a missão encomendada por Deus, sabendo que o nosso trabalho não merece nenhuma recompensa, porque o fazemos por gosto e porque tudo quanto temos e somos é um dom de Deus.

Para o crente tudo é sinal, para o que ama tudo é dom. Trabalhar para o Reino de Deus é a nossa recompensa; por isso não devemos dizer com tristeza nem desânimo: “Somos simples servos; fizemos o que devíamos fazer” (Lc 17,19), mas com a alegria daquele que foi chamado a transmitir o Evangelho.

Nestes dias temos também presente à festa de um grande santo, de um grande amigo de Jesus, muito popular na Catalunha, São Martinho de Tours, que dedicou a sua vida ao serviço do Evangelho de Cristo. Dele escreveu Suplicio Severo: “Homem extraordinário, que não foi dobrado pelo trabalho nem vencido pela própria morte, não teve preferência por nenhuma das partes, não temeu a morte, não recusou a vida! Levantados os seus olhos e as suas mãos para o céu, seu espírito invicto não deixava de orar”. Na oração, no diálogo com o Amigo, encontramos, efetivamente, o segredo e a força do nosso serviço. (Rev. D. Jaume AYMAR i Ragolta)

(25) – SERVIR COM HUMILDADE

Certamente, no desejo de se tornarem mais fortes na fé, os Apóstolos suplicam ao Senhor: “Aumentai a nossa fé”. Presente nos discípulos e dependendo deles, a fé é dom da graça divina. Porém, há uma exigência: fustigar a arrogância e ser humilde no serviço. Por isso, logo a seguir Jesus fala do patrão que diz ao servo, que trabalhara o dia todo: “Prepara-me o jantar e serve-me, até que eu tenha comido e bebido; depois, comerás, por sua vez”. Sem alimentar qualquer pretensão, o servo age de modo desinteressado, dando o melhor de si mesmo.

Jesus não se pronuncia sobre a situação social, irritante aos nossos olhos, mas toma o fato como figura de uma parábola, cujo objetivo é realçar a orientação da pessoa humana em relação a Deus. Ele quer despertar em nós uma atitude religiosa e espiritual. Primeiramente, o reconhecimento de que devemos tudo a Deus. Não nos cabe estabelecer condições, nem colocar limites ao dom recebido de Deus, pois ele próprio se fez nosso “servidor”, “entregue” por nós, corpo e alma, até à morte e morte de cruz.

Um forte apelo se faz sentir. Na experiência do ser livre, nós nos tornamos disponíveis à ação de Deus e somos impelidos a estar ao seu serviço de modo generoso e gratuito. Realizam-se as palavras: “Bem-aventurados os pobres em espírito, porque deles é o reino dos céus”. Por isso, observa S. Ambrósio: “Não nos consideramos mais do que somos, pelo fato de sermos chamados filhos de Deus. Reconhecemos a graça, mas não ignoramos nossa natureza. Não nos gloriaremos de ter feito bem o nosso serviço. Tínhamos a obrigação de fazê-lo”. Entretanto, sabemos que Deus nos deu nosso ser e nossa liberdade, para realizarmos uma ação real e mesmo decisiva em favor de nossos semelhantes. O serviço a Deus e aos semelhantes, apesar de ser um dever sagrado, expressa um ato voluntário e livre, “sempre, porém, resguardando a necessidade de não corrermos atrás das glórias humanas” (S. João Crisóstomo).

Deus não está obrigado a nada, nem sequer ao agradecimento. No serviço a Deus, abandona-se a ideia do mérito, embora a recompensa, dom gratuito da bondade do Senhor, esteja presente no final do relato. O Senhor premia o servo que ama generosamente e, na humildade, dá o melhor de si mesmo, a despeito de ele não ter feito nada mais do que cumprir com o seu dever. Afastam-se dele a tentação do poder e do orgulho. Por isso, exorta S. Agostinho: “Quem foi derrubado pelo diabo, orgulhoso mediador que persuade à soberba, levante-se por Cristo, mediador humilde, que aconselha a humildade”. (Dom Fernando)

(7) – SÃO JOSAFÁ

Tudo na vida de João Kuncewics aconteceu cedo e rápido. Nascido de família cristã ortodoxa da Ucrânia, em 1580, estudou filosofia e teologia. Aos vinte anos, tornou-se monge na Ordem de São Basílio, recebendo o nome de Josafá. Em pouco tempo, era nomeado superior do convento e, logo depois, arquimandrita de Polotsk. Com apenas trinta e sete anos, assumiu, embora a contragosto, o arcebispado de Polotsk.

Dizem os escritos antigos que a brilhante carreira era plenamente justificada pelos seus dotes intelectuais e, principalmente, pelo exemplo de suas virtudes, obediência total à disciplina monástica e à prática da caridade.

Exemplo disso foi quando, certa vez, sem ter como ajudar uma viúva que passava necessidades, penhorou o pálio de bispo para conseguir dinheiro e socorrê-la.

Vivia-se a época do cisma provocado pelas igrejas do Oriente e Josafá foi um dos grandes batalhadores pela união delas com Roma, tendo obtido vitória em muitas das frentes de batalha.

Josafá defendia com coragem a autoridade do papa e o fim do cisma, com a consequente união das igrejas. Pregava e fazia questão de seguir os ensinamentos de Jesus numa só Igreja, sob a autoridade de um único pastor. Sua luta incansável reconquistou muitos hereges e ele é considerado o responsável pelo retorno dos rutenos ao seio da Igreja. Embora outras igrejas do Oriente não o tenham seguido, foi uma vitória histórica e muito importante.

Atuando dessa forma e tendo as origens que tinha, é evidente que sofreria represálias. Foi vítima de calúnias, difamação, acusações absurdas e uma oposição ameaçadora por parte dos que apoiavam o cisma. Em uma pregação, chegou a prever que seu fim estava próximo e seria na mão dos inimigos. Até mesmo avisou “as ovelhas do seu rebanho”, como dizia, de que isso aconteceria. Mas não temia por sua vida e jamais deixou de lutar.

Em uma das visitas às paróquias sob sua administração, sua moradia foi cercada e atacada. Muitas pessoas da comitiva foram massacradas. O arcebispo Josafá, então, apresentou-se aos inimigos perguntando porque matavam seus familiares se o alvo era ele próprio. Impiedosamente, a multidão maltratou-o, torturou-o, matou-o e jogou seu corpo em um rio.

Tudo ocorreu no dia 12 de novembro de 1623, na cidade de Vitebsk, na Bielorússia. Seu corpo, depois, foi recuperado e venerado pelos fiéis. Mais tarde, os próprios responsáveis pelo assassinato do arcebispo foram presos, julgados, condenados e acabaram convertendo-se, escapando da pena de morte.

O papa Pio IX canonizou-o em 1876. São Josafá Kuncewics, considerado pelos estudiosos atuais da Igreja o precursor do ecumenismo que vivemos em nossos dias.

NINGUÉM AMA O QUE NÃO CONHECE

CELEBRAÇÃO DE HOJE

SÃO JOSAFÁ

BISPO E MÁRTIR

(VERMELHO, PREFÁCIO COMUM OU DOS MÁRTIRES – OFÍCIO DA MEMÓRIA)

RITOS INICIAIS:

– Monição Ambiental ou Comentário Inicial

Na Eucaristia celebra-se a vocação para a imortalidade; ela não é quantidade de tempo, mas qualidade de vida. Isso exige atitude coerente, construindo em cada dia, incansavelmente, essa qualidade de imortalidade. É obrigação e não um favor que se faz a Deus. É necessária a atenção sempre contínua, pois a pessoa do bem convive no seu dia a dia com pessoas que são do mal e que são hostis. São Josafá (1580-1623), comemorado hoje, experimentou essa hostilidade quase diabólica quando quis se empenhar na promoção religiosa e social, o que lhe custou a própria vida.

– Canto e Procissão de Entrada

– Antífona da entrada

Este santo lutou até a morte pela lei de seu Deus e não temeu as ameaças dos ímpios, pois se apoiava numa rocha inabalável.

– Saudação ao Altar e ao Povo Reunido

– Ato Penitencial

– Senhor, Tende Piedade

– Glória a Deus nas Alturas

– Oração do Dia ou Oração da Coleta

Suscitai, ó Deus, na vossa Igreja o Espírito que impeliu o bispo são Josafá a dar a vida por suas ovelhas e concedei que, por sua intercessão, fortificados pelo mesmo Espírito, estejamos prontos a dar a nossa vida pelos nossos irmãos. Por Nosso Senhor Jesus Cristo, Vosso Filho, na unidade do Espírito Santo.

LITURGIA DA PALAVRA:

– Monição para a(s) Leitura(s)

Quem é do bem procura incansavelmente o melhor de si, por obrigação e pelo prazer de ser bom, ainda que esta atitude custe sacrifício. Muitos fazem pressão induzindo a se pensar que na vida é inútil proceder com retidão e que não compensa ser honesto. Mas tudo vale a pena, porque o resultado é a imortalidade; a vocação humana é brilhar eternamente.

– Silêncio

– Proclamação da 1ª Leitura

– Silêncio

– Proclamação do Salmo

– Silêncio

– Proclamação da 2ª Leitura

– Monição para o Evangelho (Aclamação (Jo 14,23))

— Aleluia, aleluia, aleluia.

— Aleluia, aleluia, aleluia.

— Quem me ama, realmente, guardará minha palavra e meu Pai o amará e a ele nós viremos.

– Canto de Aclamação

– Proclamação do Evangelho

– Homilia ou Pregação

– Profissão de Fé

– Oração Universal ou Oração dos Fiéis

Conforme nos orienta a IGMR, no Cap. II, LETRA B, números 69, 70 e 71, vamos deixar que cada Comunidade possa realizar a sua Oração Universal colocando nela, a sua realidade comunitária, não devendo esquecer que, normalmente serão estas as séries de intenções, além das pessoais de cada um, caso seja dada a oportunidade pelo celebrante ao povo de se expressar:

a) Intenções pelas necessidades da Igreja;

b) Intenções pelos poderes públicos e pela salvação de todo o mundo;

c) Intenções pelos que sofrem qualquer dificuldade;

d) Intenções pela comunidade local;

e) Intenções pessoais da comunidade.

LITURGIA EUCARÍSTICA / PREPARAÇÃO DAS OFERENDAS:

– Canto e Procissão das Oferendas

– Apresentação do Pão e do Vinho

– Presidente Lava as Mãos

– Orai, Irmãos!

– Oração sobre as Oferendas

Ó Deus de clemência, derramai vossa bênção sobre as nossas oferendas e fortificai-nos na fé que são Josafá proclamou ao derramar o próprio sangue. Por Cristo, nosso Senhor.

LITURGIA EUCARÍSTICA / ORAÇÃO EUCARÍSTICA OU ANÁFORA:

– Prefácio e “Santo”

– Invocação do Espírito Santo

– Narrativa da Ceia

– Consagração do Pão e do Vinho

– “Eis o Mistério da Fé!”

– Lembra Morte e Ressurreição de Jesus

– Orações pela Igreja

– Louvor Final (Por Cristo…)

LITURGIA EUCARÍSTICA / RITO DA COMUNHÃO:

– Pai-Nosso (Oração do Senhor) e Oração seguinte

– Rito da Paz ou Saudação da Paz

– Fração do Pão

– Cordeiro de Deus

– Felizes os Convidados!

– Distribuição da Comunhão aos fiéis e Canto da Comunhão

– Silêncio Eucarístico ou Canto de Ação de Graças

– Antífona da Comunhão

Quem quiser ser meu discípulo renuncie a si mesmo, tome a sua cruz e siga-me, diz o Senhor (Mt 16,24).

– Oração depois da Comunhão

Possamos encontrar, ó Deus, nesta mesa celeste, o Espírito da força e da paz, para que, a exemplo de são Josafá, consagremos alegremente nossa vida à honra e à unidade da Igreja. Por Cristo, nosso Senhor.

RITOS FINAIS OU RITOS DE ENCERRAMENTO:

– Comunicados e Convites

– Saudação e Bênção Final

– Despedida (Ide em Paz!)

FONTES DE CONSULTAS E PESQUISAS:

Vamos expor a seguir de onde pertencem os textos que nos preenchem todos os dias, nos dando um caminho com mais sabedoria, simplicidade e amor.

FONTE PRINCIPAL DE PESQUISA E INSPIRAÇÃO

bc3adblia1

FONTE DE CONSULTA – IGMR (INSTRUÇÃO GERAL DO MISSAL ROMANO – 1ª EDIÇÃO / 2008)

IGMR

REFLITA:

O importante não é a pessoa que escreve, mas quem foi que inspirou essa pessoa a escrever.

O importante não é como se lê o que está escrito, mas como se age.

O importante não é sentar-se à direita ou a esquerda do Pai, mas sim, realizar o trabalho que Ele nos pede.

Ter conhecimento não é ter sabedoria, sabedoria é saber compartilhar o conhecimento.

(0) – Blog Liturgia Diária da Palavra de Deus (Reflexões e Comentários);

(1) – Periódico Mensal: Liturgia Diária (Editoras Paulinas e Paulus);

(2) – Periódico Mensal: Deus Conosco (Editora Santuário);

(3) – Portal Editora Santuário;

(4) – Portal Editora Paulinas;

(5) – Portal Editora Paulus;

(6) – Portal e Blog Canção Nova;

(7) – Portal Dom Total;

(8) – Portal Católica Net;

(9) – Portal Católico Orante;

(10) – Portal Edições Loyola Jesuítas;

(11) – Portal de Catequese Católica;

(12) – Portal Evangelho Quotidiano;

(13) – Blog Homilia Dominical;

(14) – Blog Liturgia Diária Comentada;

(15) – Portal CNBB (A Palavra de Deus na Vida);

(16) – Portal Catequisar: Catequese Católica;

(17) – Portal Universo Católico;

(18) – Portal Paróquia São Jorge Mártir;

(19) – Portal Catedral FM 106,7;

(20) – Portal Comunidade Católica Nova Aliança;

(21) – Portal Comunidade Resgate;

(22) – Portal Fraternidade O Caminho;

(23) – Portal Católico na Net;

(24) – Portal Evangeli.net;

(25) – Portal Padre Marcelo Rossi;

(26) – Portal Grupo de Oração Sopro de Vida;

(27) – Portal NPD Brasil.

(28) – Um Novo Caminho

MINHA MENSAGEM PESSOAL PARA MIM MESMO.

Mais vale o desconforto da VERDADE, do que a comodidade da MENTIRA.

E usando a essência da Oração da Serenidade, devo orar:

Ó meu Deus e Senhor, Pai de misericórdia e Salvação,

que em seu Filho Jesus perdoou os nossos pecados,

e com o seu Santo Espírito, paráclito nesse nosso mundo que caminha conosco,

apenas em Ti posso almejar a vida eterna, socorre-me e ouvi-me:

Se o ERRO está em mim, que DEUS possa me dar a HUMILDADE de aceitar que estou errado.

Que Jesus me dê a SERENIDADE, para aceitar que tem coisas que não posso mudar.

E que o Espírito Santo me dê a CORAGEM, suficiente para mudar aquelas coisas que dependem de mim, mesmo que sejam difíceis.

E para complementar os alicerces de orações da minha vida, faço como o santo Tomás de Aquino:

“Concede-me, Deus misericordioso, que deseje com ardor o que tu aprovas, que o procure com prudência, que o reconheça em verdade, que o cumpra na perfeição, para louvor e glória do teu nome.

Põe ordem na minha vida, ó meu Deus, e permite-me que conheça o que tu queres que eu faça, concede-me que o cumpra como é necessário e como é útil para a minha alma.

Concede-me, Senhor meu Deus, que não me perca no meio da prosperidade nem da adversidade; não deixes que a adversidade me deprima, nem que a prosperidade me exalte.

Que nada me alegre ou me entristeça para além do que conduz a ti.”

Viver CORRETO e falar a VERDADE hoje são tão difíceis quanto na época de Jesus, pois é muito mais fácil aceitar a MENTIRA e fazer o ERRADO.

Viver no CAMINHO, VERDADE E VIDA, que é o próprio Cristo Jesus, tem que ser uma caminhada diária.

O futuro é desejo e pensamento.

O passado é aprendizado e lembrança.

O hoje é realidade, isso quer dizer: CRISTO.

Meus amigos(as) de coração, meus irmãos(ãs) em Cristo Jesus, lembrem-se:

“Tu te tornas eternamente responsável por aquilo que cativas.”

“Não julgues para não seres julgados.”

“A quem é muito dado, muito será cobrado.”

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