Liturgia Diária 17/Jan/14

LEITURA DIÁRIA DA PALAVRA — 17/Jan/2014 (sexta-feira)
– Primeiro Livro de Samuel 8, 4-7. 10-22a: O povo pede um rei (v. 4-7) / Os inconvenientes da realeza (v. 10-22a)-
– Salmo 88, 16-17. 1
8-19: Hino e prece ao Deus fiel –
– Evangelho de Jesus C
risto † segundo Marcos 2, 1-12: Cura de um paralítico –

Mc 2, 1-12 (o paralitico de cafarnaum)

LEITURAS:

Leitura retirada do Primeiro Livro de Samuel (1Sm 8, 4-7.10-22a) — O povo pede um rei (v. 4-7) / Os inconvenientes da realeza (v. 10-22a)

Leitura do Primeiro Livro de Samuel.

Naqueles dias, 4 todos os anciãos de Israel se reuniram, foram procurar Samuel em Ramá, 5 e disseram-lhe: “Olha, tu estás velho, e teus filhos não seguem os teus caminhos. Por isso, estabelece sobre nós um rei, para que exerça a justiça entre nós, como se faz em todos os povos”. Samuel não gostou, quando lhe disseram: “Dá-nos um rei, para que nos julgue”. E invocou o Senhor. 7 O Senhor disse a Samuel: “Atende a tudo o que o povo te diz. Porque não é a ti que eles rejeitam, mas a mim, para que eu não reine mais sobre eles”. 10 Samuel transmitiu todas as palavras do Senhor ao povo, que lhe pedira um rei 11 e disse: “Estes serão os direitos do rei que reinará sobre vós: Tomará vossos filhos e os encarregará dos seus carros de guerra e dos seus cavalos e os fará correr à frente do seu carro. 12 Fará deles chefes de mil, e de cinquenta homens, e os empregará em suas lavouras e em suas colheitas, na fabricação de suas armas e de seus carros. 13 Fará de vossas filhas suas perfumistas, cozinheiras e padeiras. 14 Tirará os vossos melhores campos, vinhas e olivais e os dará aos seus funcionários. 15 Das vossas colheitas e das vossas vinhas ele cobrará o dízimo, e o destinará aos seus eunucos e aos seus criados. 16 Tomará também vossos servos e servas, vossos melhores bois e jumentos, e os fará trabalhar para ele. 17 Exigirá o dízimo de vossos rebanhos, e vós sereis seus escravos. 18 Naquele dia, clamareis ao Senhor por causa do rei que vós mesmos escolhestes, mas o Senhor não vos ouvirá”. 19 Porém, o povo não quis dar ouvidos às razões de Samuel, e disse: “Não importa! Queremos um rei, 20 pois queremos ser como todas as outras nações. O nosso rei administrará a justiça, marchará à nossa frente e combaterá por nós em todas as guerras”. 21 Samuel ouviu todas as palavras do povo e repetiu-as aos ouvidos do Senhor. 22a Mas o Senhor disse-lhe: “Faze-lhes a vontade, e dá-lhes um rei”.

— Palavra do Senhor.

— Graças a Deus.

Salmo retirado do Livro dos Salmos (Sl 88, 16-17. 18-19 (R. Cf. 2a)) — Hino e prece ao Deus fiel

— 2a Ó Senhor eu cantarei eternamente o vosso amor.

— 2a Ó Senhor eu cantarei eternamente o vosso amor.

— 16 Quão feliz é aquele povo que conhece a alegria; / seguirá pelo caminho, sempre à luz de vossa face! / 17 Exultará de alegria em vosso nome dia a dia, / e com grande entusiasmo exaltará vossa justiça.

— 18 Pois sois vós, ó Senhor Deus, a sua força e sua glória, / é por vossa proteção que exaltais nossa cabeça. / 19 Do Senhor é o nosso escudo, ele é nossa proteção, / ele reina sobre nós, é o Santo de Israel!

Leitura retirada do Livro do Evangelho de Jesus Cristo segundo Marcos (Mc 2,1-12) — Cura de um paralítico

— O Senhor esteja convosco.

— Ele está no meio de nós.

— Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo segundo Marcos.

— Glória a vós, Senhor.

1 Alguns dias depois, Jesus entrou de novo em Cafarnaum. Logo se espalhou a notícia de que ele estava em casa. 2 E reuniram-se ali tantas pessoas, que já não havia lugar, nem mesmo diante da porta. E Jesus anunciava-lhes a Palavra. 3 Trouxeram-lhe, então, um paralítico, carregado por quatro homens. 4 Mas não conseguindo chegar até Jesus, por causa da multidão, abriram então o teto, bem em cima do lugar onde ele se encontrava. Por essa abertura desceram a cama em que o paralítico estava deitado. 5 Quando viu a fé daqueles homens, Jesus disse ao paralítico: “Filho, os teus pecados estão perdoados”. 6 Ora, alguns mestres da Lei, que estavam ali sentados, refletiam em seus corações: “Como este homem pode falar assim? Ele está blasfemando: ninguém pode perdoar pecados, a não ser Deus”. 8 Jesus percebeu logo o que eles estavam pensando no seu íntimo, e disse: “Por que pensais assim em vossos corações? 9 O que é mais fácil: dizer ao paralítico: ‘Os teus pecados estão perdoados’, ou dizer: ‘Levanta-te, pega a tua cama e anda’? 10 Pois bem, para que saibais que o Filho do Homem tem, na terra, poder de perdoar pecados, — disse ele ao paralítico: 11 eu te ordeno: levanta-te, pega tua cama, e vai para tua casa!” 12 O paralítico então se levantou e, carregando a sua cama, saiu diante de todos. E ficaram todos admirados e louvavam a Deus, dizendo: “Nunca vimos uma coisa assim”.

— Palavra da Salvação.

— Glória a vós, Senhor.

LEITURA ORANTE:

… Oração Inicial… (querer)

Preparo-me para a leitura Orante, fazendo uma rede de comunicação e comunhão em torno da Palavra com todas as pessoas que se encontram neste ambiente virtual.

Rezemos, em sintonia com a Santíssima Trindade.

Em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo. Amém!

Senhor, nós te agradecemos por este dia.

Abrimos, com este acesso à internet, nossas portas e janelas para que tu possas entrar com tua luz.

Queremos que tu Senhor, definas os contornos de nossos caminhos, as cores de nossas palavras e gestos, a dimensão de nossos projetos, o calor de nossos relacionamentos e o rumo de nossa vida.

Podes entrar, Senhor em nossas famílias.

Precisamos do ar puro de tua verdade.

Precisamos de tua mão libertadora para abrir compartimentos fechados.

Precisamos de tua beleza para amenizar nossa dureza.

Precisamos de tua paz para nossos conflitos.

Precisamos de teu contato para curar feridas.

Precisamos, sobretudo, Senhor, de tua presença para aprendermos a partilhar e abençoar!

Ó Jesus Mestre, Verdade-Caminho-Vida, tem piedade de nós.

… Eu sou o CAMINHO… (ler…)

O que a Palavra diz para mim?

Muitos, entre nós, não têm condições para encontrar a Cristo. São pessoas que precisam de alguém que já fez a experiência do encontro com Deus para acompanhá-las até a casa onde Jesus as espera.

Às vezes, sou eu a pessoa necessitada de ajuda, mas devo também ser aquela que ajuda a quem precisa.

Vou procurar na minha comunidade um ministério, movimento ou pastoral em que possa me engajar.

Existem pastoral da saúde, da educação, da evangelização, da criança, da juventude, da comunicação e tantas outras. Vou dar também minha colaboração.

Os bispos, em Aparecida, falaram de uma “conversão pastoral”. Veja o que queriam dizer: “A conversão pastoral de nossas comunidades exige que se vá além de uma pastoral de mera conservação para uma pastoral decididamente missionária. Assim, será possível que “o único programa do Evangelho siga introduzindo-se na história de cada comunidade eclesial” com novo ardor missionário, fazendo com que a Igreja se manifeste como uma mãe que nos sai ao encontro, uma casa acolhedora, uma escola permanente de comunhão missionária.” (DAp 370).

Existe “conversão pastoral” na minha comunidade?

… a VERDADE… (refletir e meditar…)

O que diz o texto do dia?

Leio na Bíblia, atentamente, o texto: Mc 2,1-12.

Entre as pessoas sofridas na sociedade onde Jesus vivia, estavam também os paralíticos. Impedidos pela própria doença, não tinham como se aproximar dele. Além disso, havia um grupo de pessoas “instaladas na casa”, ao redor de Jesus, que impediam a entrada de outros. Era necessária uma “conversão pastoral”. Havia, também, pessoas que, pela fé, descobriam formas para aproximar os sofredores de Jesus. O Evangelho diz que “vendo a fé que eles tinham” curou o homem. O Mestre não queria sentir-se prisioneiro de ninguém: ele veio para todos. Não só curou o doente, mas perdoou-lhe os pecados. A libertação foi total.

… e a VIDA… (orar…)

O que a Palavra me leva a dizer a Deus?

Senhor, ao meu coração, se substitua o teu.

Ao meu amor a Deus, ao próximo, a mim mesmo, se substitua o teu.

Qual deve ser a MISSÃO em minha VIDA hoje? (contemplar e agir…)

Qual meu novo olhar a partir da Palavra?

Sinto-me discípulo/a de Jesus.

Meu olhar deste dia será iluminado pela presença de Jesus Cristo, acolhido no meu coração e no coração das demais pessoas.

BÊNÇÃO

Rezo com o bem-aventurado Alberione:

Jesus e Maria, dai-me a vossa bênção: Em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo. Amém!

Ó Jesus Mestre, Verdade, Caminho e Vida, tem piedade de nós.

REFLEXÕES:

(6) – A FÉ COMO ATITUDE PRÁTICA

Com este episódio, tem início a seção denominada de “controvérsias galileanas” (Mc 2,1–3,6). A finalidade dessa seção é apresentar as resistências enfrentadas por Jesus no desempenho de sua missão. A questão da controvérsia é o “perdão dos pecados”, mas no centro do relato está a fé dos quatro homens que carregam e levam o paralítico até Jesus. A fé, aqui, se manifesta como uma atitude prática que fez com que os quatro homens procurassem todos os meios para que o paralítico fosse posto diante do Senhor da vida. A palavra de Jesus fazia sentido à vida de todos e comunicava um sopro de vida. A palavra é dita e toma corpo no perdão e na consequente cura do paralítico, pois para a mentalidade da época a enfermidade estava ligada ao pecado. O que atrai a atenção de Jesus é a fé daqueles quatro homens que carregam o paralítico.

Por que não ver nesses quatro personagens anônimos a evocação dos quatro primeiros discípulos chamados por Jesus às margens do mar da Galileia (Mc 1,16-20)?

É a fé deles que faz Jesus agir em favor do paralítico. O perdão dos pecados é, outrossim, um dos sinais dos tempos messiânicos (cf. Jr 31,34).

(8) – O PODER DA FÉ

Os gestos poderosos realizados por Jesus pressupunham a fé por parte de quem se beneficiava deles. Não eram gestos mágicos, cujos efeitos independiam da liberdade humana. Antes, fluíam de uma relação com Jesus, onde o amor se manifestava em forma de misericórdia.

Jesus defrontou-se com muitas pessoas cujas expressões de fé o sensibilizavam. A fé do homem carente de cura para sua paralisia e de seus ajudantes foi claramente observada por Jesus. Ela não foi expressa com palavras, mas se escondeu atrás da sucessão de gestos que os fizeram chegar até Jesus. A fé os moveu a procurar Jesus como única possibilidade de solução para aquela grave doença. Levou-os a recorrer a um caminho difícil e perigoso para atingir seu objetivo. Deu ao doente uma certeza tal no poder de Jesus, a ponto de não hesitar em cumprir a ordem recebida, levantando-se e indo embora carregando o leito onde jazia. Na raiz do milagre, portanto, estava uma fé entranhada em Jesus.

Muitos, ao contemplarem o milagre, puseram-se a louvar a Deus que ofereceu à humanidade um dom tão excelente. Os milagres, todavia, tinham um objetivo mais radical: levar ao reconhecimento de Jesus como Filho de Deus. Em outras palavras, eles visavam suscitar a fé em Jesus e o seu seguimento.

ORAÇÃO

Senhor Jesus, suscita no meu coração uma fé profunda em ti que me faça capaz de experimentar a grandeza de tua misericórdia.

(9) – BOA NOVA PARA CADA DIA

“Por que este homem fala assim? Ele está blasfemando! Ninguém pode perdoar pecados, porque só Deus tem poder para isso!” (Mc 2,7).

Vimos no Evangelho de ontem como Jesus começava a encontrar dificuldades contra seus planos de anunciar o Evangelho do Reino de Deus.

A estória do leproso curado foi uma das primeiras: fazer milagres tornava Jesus famoso a ponto de não poder entrar em paz numa cidade.

Mas no Evangelho de hoje encontraremos outra dificuldade contra Jesus, e esta será muito grave.

Hoje vemos Jesus curando um paralítico em Cafarnaum. Porém antes de curá-lo, Jesus perdoa seus pecados.

Foi o suficiente para que se revelassem inimigos de Jesus os escribas da cidade.

Ouvindo Jesus dizer que os pecados do doente estavam perdoados, eles reagiram dizendo: “Por que este homem fala assim? Ele está blasfemando! Ninguém pode perdoar pecados, porque só Deus tem poder para isso!” (Mc 2,7).

Perdoar os pecados era prerrogativa de Deus: só Deus podia perdoar. Todos sabiam disto.

Como é que Jesus perdoa?

Perdoar os pecados era um poder que Deus dera a Jesus e devia ser conhecido no início de sua pregação do Evangelho.

No Evangelho de hoje Jesus provou que tinha poder de perdoar os pecados mandando que o paralítico fosse a pé para sua casa (Mc 2,9c).

Ficou evidente para todos que Jesus não era um homem comum. Ele tinha poderes que só Deus tem.

O que aconteceu com os escribas depois que viram isto?

Ficaram completamente confusos. Não aceitaram jamais que Jesus tenha poder de perdoar os pecados. Encontraram alguma outra explicação teológica para isto. O fato é que aqueles escribas também difundiram a fama de Jesus, mas denegrindo-a.

Foi assim que Jesus encontrou nos escribas uma nova dificuldade contra seu plano de anunciar o Reino de Deus em seu Evangelho por todos os lugares. O início da pregação de Jesus, portanto, ia-se tornando cada vez mais difícil.

Jesus teve muitos inimigos desde o início de sua missão salvadora. Jesus tem inimigos também hoje.

São inimigos que criam uma fama negativa de Jesus e enganam a muitos, que por sua vez se tornam irresponsáveis inimigos de Jesus.

Pensemos como tratamos Jesus, seus amigos e seus inimigos.

Nós O defendemos quando O vemos atacado?

Se não sabemos como agir assim, este é o momento de pedir que Ele nos ensine com Sua sabedoria e bondade. Ele tem todo poder para isto e muito mais. E aprenderemos a defendê-Lo sempre.

(10) – VENDO JESUS A FÉ DAQUELES HOMENS, DISSE AO PARALÍTICO: “FILHO, OS TEUS PECADOS ESTÃO PERDOADOS”.

O sofrimento recorda-nos que o serviço da fé ao bem comum é sempre serviço de esperança que nos faz olhar em frente, sabendo que só a partir de Deus, do futuro que vem de Jesus ressuscitado, pode a nossa sociedade encontrar alicerces sólidos e duradouros. Neste sentido, a fé está unida à esperança, porque, embora a nossa morada aqui na terra se vá destruindo, há uma habitação eterna que Deus já inaugurou em Cristo, no seu corpo (cf. 2 Cor 4,16ss). Assim, o dinamismo de fé, da esperança e da caridade (cf. 1Tes 1,3; 1Cor 13,13) faz-nos abraçar as preocupações de todos os homens, no nosso caminho rumo àquela cidade, “cujo arquiteto e construtor é o próprio Deus” (Hb 11,10), porque “a esperança não engana” (Rm 5,5).

Unida à fé e à caridade, a esperança projeta-nos para um futuro certo, que se coloca numa perspectiva diferente relativamente às propostas ilusórias dos ídolos do mundo, mas que dá novo impulso e nova força à vida de todos os dias. Não deixemos que nos roubem a esperança, nem permitamos que esta seja anulada por soluções e propostas imediatas que nos bloqueiam no caminho, que “fragmentam” o tempo transformando-o em momentos. O tempo é sempre superior aos momentos, iluminando-os e transformando-os em elos de uma cadeia, de um processo; o espaço cristaliza os processos, ao passo que o tempo projeta para o futuro e impele a caminhar na esperança.

(11) – NOSSOS PARALÍTICOS…

Certa ocasião, quando refletíamos esse evangelho em grupo, alguém perguntou se na casa onde Jesus estava pregando, havia elevador ou coisa parecida, se olharmos o relato em si mesmo, vamos acabar fazendo outras perguntas como, “Será que eles não podiam pedir licença para passar no meio das pessoas e entrar na casa?” e mais ainda… Seria normal que as pessoas que estavam aglomeradas à entrada, quando vissem o esforço dos quatro homens, subindo na parede com o paralítico deitado em uma cama, oferecessem ajuda, buscando uma alternativa mais fácil…

O próprio Jesus, não poderia ter dado um jeito de sair para atender o paralítico, sem precisar tanto esforço de subir e ainda ter de abrir um buraco no telhado?

Fazer perguntas como essas, é muito importante para a nossa reflexão, pois vamos e convenhamos, o modo que eles encontraram para colocar o paralítico à frente de Jesus, não foi o mais fácil, aliás, correu-se até o risco de um grave acidente.

Hoje em dia a gente sabe que nossos templos existentes, ou os que estão em construção, devem ter em seu projeto, a construção de rampas, para facilitar o acesso de nossos irmãos deficientes. Mas com certeza, não é este o tema do evangelista, ele está querendo dizer alguma coisa as suas comunidades e aos cristãos do nosso tempo.

Dia desses, alguém bastante estressado dizia-me que certas pessoas só atrapalham a vida da comunidade, porque são muito radicais, geniosas, incomodam a rodos, e o tempo todo só arranjam encrencas e mais encrencas, concluindo, dão muito trabalho, são sempre do contra, enfim, chatas e duras de engolir, e que sem elas, a comunidade é uma maravilha, o conselho deveria tomar providência, ou quem sabe, o padre impor a sua autoridade. Pessoas com essas características não caminham, e ainda dificultam a vida de quem quer caminhar: pronto, já começamos a descobrir os paralíticos e paralíticas de nossas comunidades, irmãos e irmãs que não se emendam de seus defeitos, nunca mudam o seu jeito de ser, não se convertem e precisam portanto, ser acolhidas e carregadas. Há irmãos na comunidade que a gente tem prazer de encontrar, é sempre uma alegria imensa, mas há também esses, que nos perturbam, incomodam, e a gente não fica à vontade, se estão conosco em uma reunião da pastoral ou do movimento, a troca de “farpas” será inevitável…

Há no texto duas coisas que chamam a nossa atenção, primeiro o esforço desse quarteto, subir pela parede, desfazer o telhado e descer a cama com cordas. Jesus elogia lhes a fé, parece até que fez o milagre como retribuição a tanto esforço. Eles tinham fé em Jesus Cristo, sabiam que se o levassem diante dele, seria curado, mas por outro lado, embora o texto não cite isso, a gente percebe que o amavam muito, tiveram com ele muita paciência, sei lá quantos quilômetros tiveram que andar, carregando aquela cama que deveria ser pesada, e ainda, ao deparar com a multidão aglomerada à frente da casa, poderiam ter desistido, já tinham feito a sua parte. Mas a força do amor e da fé, fez com que não desistissem, e se preciso fosse, seriam capazes de derrubar a casa.

Os quatro são uma referência para as nossas comunidades, onde muitas vezes falta-nos o amor e a fé, para carregar nossos paralíticos e superar os obstáculos, passando por cima dos preconceitos. Nas comunidades há pessoas amorosas, pacienciosas, que aceitam conviver com todos, amando-os como eles são, sem exigências, preconceitos ou radicalismo, mas há também a turma de “nariz empinado”, como aqueles doutores da lei, que não crê em um Deus que é misericórdia, e que perdoa pecados, seguem normas e preceitos, até trabalham na comunidade, mas são extremamente exigentes com os “paralíticos”, acham-se perfeitos e não aceitam a convivência com os imperfeitos.

Jesus elimina o problema pela raiz, “Filho, teus pecados te são perdoados…”, a cura física vem em segundo plano, e se a enfermidade impede que o paralítico se aproxime de Jesus, a comunidade os carrega, possibilitando que ele também faça a experiência do Deus que perdoa, ora, se houver na comunidade intolerância, preconceitos, e ranços ocultos, como é que essas pessoas poderão experimentar o amor, o perdão e a misericórdia?

Os intolerantes têm sempre um olhar extremamente crítico e severo, para com os paralíticos, e não aceitam que outras pessoas tenham por eles amor e ternura, manifestada na paciência e tolerância.

Por isso Jesus ordena – levanta-te, toma o teu leito e vai para casa. Deus nunca faz as coisas pela metade, na obra da salvação, Jesus não fez simplesmente uma reforma no ser humano, mas o transforma em uma nova criatura, na graça santificante do Batismo, fazendo com que deixe de se relacionar com Deus na religião normativa, porque crê no Deus que é todo amor e misericórdia, que perdoa pecados e os liberta com a sua santa palavra, em Jesus de Nazaré.

(11) – TEUS PECADOS ESTÃO PERDOADO

O perdão que reconcilia o ser humano consigo mesmo, com os demais e com Deus exige um processo gradual de conversão. Essa conversão não sucede imediatamente, mas é um processo profundo que se desenvolve ao longo de toda uma vida. Temos que nos voltar a redescobrir a dimensão do perdão na vida da Igreja.

Somos chamados a viver e a experimentar a ação do perdão em nossa vida comunitária e pessoal, afim de testemunhar que somente o perdão e a reconciliação nos capacitam para a vida verdadeira em comunidade. Não podemos esquecer, à luz do texto evangélico que lemos hoje, que Deus nos deu a plena e total reconciliação por meio de Cristo.

E que toda a Igreja está envolvida na tarefa de viver a dimensão do perdão, para devolver a vida digna a todos os seres humanos, tal como Jesus fez com o homem do Evangelho. A saúde espiritual junto à saúde física nos habilita para tomar o caminho de nossa vida e caminhar em meio às pessoas fazendo o bem.

Como estamos vivendo o sacramento da reconciliação em nossa vida?

Estamos abertos à ação reconciliadora de Deus?

(11) – O FILHO DO HOMEM TEM NA TERRA PODER DE PERDOAR PECADOS

Este Evangelho traz para nós a cura do paralítico descido pelo telhado. Nele Jesus nos dá dois grandes ensinamentos:

1) A cura da alma é mais importante que a cura do corpo, e ele pode fazer as duas coisas.

2) A cura do corpo dá credibilidade à cura da alma.

Ao ver a fé daqueles homens, manifestada no esforço de colocar o paralítico bem na frente de Jesus, ele deu ao doente o melhor presente: perdoou-lhe os pecados. “Filho, teus pecados estão perdoados”.

Em seguida, devido à incredulidade dos mestres da Lei ali presentes, e para provar que tem poder de perdoar pecados, Jesus curou também o corpo do paralítico.

Hoje, a presença de Jesus na terra está multiplicada. Ele está em todas as Comunidades cristãs e em todos os sacrários que têm as hóstias consagradas. E ele está aí presente com a mesma força e poder que manifestava durante os anos em que estava na terra.

“É bom para vós que eu vá” (Jo 16,7), disse Jesus aos Apóstolos que estavam tristes ao saber que ele ia voltar logo para o céu.

De fato, neste sentido foi bom mesmo, porque agora ele está presente, não só na Palestina, mas em todos os lugares. Não precisamos subir em telhados nem viajar muito, para nos encontrarmos com ele. Quem ama cria sempre um jeito de estar perto da pessoa amada.

A Eucaristia e as Comunidades foram criadas por Jesus para isso; são frutos do seu amor a nós, seres humanos de todos os tempos e lugares. Pena que não temos o mesmo amor por ele, aquele amor e aquela fé que levaram aqueles homens a subir no telhado.

A Igreja, Corpo Místico de Cristo, continua realizando esses dois gestos de Jesus: a cura da alma e a cura do corpo. A cura da alma supera tanto a cura do corpo quanto a vida eterna supera esta nossa breve vida material. Que as nossas Comunidades, como fazia Jesus, deem grande valor aos serviços prestados à alma: catequese, equipes de liturgia, grupos de quarteirão… Mas que sirvamos também ao corpo, à vida material das pessoas: a saúde, a alimentação… O fato acontecido neste Evangelho retrata o que acontece todos os dias: É o serviço material às pessoas que dá credibilidade ao nosso serviço espiritual. “Para que saibais que o Filho do Homem tem, na terra, poder de perdoar pecados, – disse ao paralítico: Levanta-se, paga tua cama…”

Na multiplicação dos pães, foi a mesma coisa. O que Jesus queria era mostrar que tem poder de nos dar o pão do céu, que é o seu corpo.

Quem ama cria sempre um jeito de estar próximo da pessoa amada. A Eucaristia e as Comunidades foram criadas por Jesus, para que ele pudesse continuar conosco, bem juntinho de nós. Pena que não temos o mesmo interesse de nos aproximarmos dele, como tiveram aqueles que carregavam o paralítico.

Nosso tempo livre é gasto de mil formas, às vezes até em coisas não muito santas, e Jesus fica sozinho nas igrejas. Se o procurássemos com mais frequência e empenho, certamente receberíamos muito mais graças suas, tanto para a nossa alma como para o nosso corpo.

Portanto, três lições nós aprendemos desta cena narrada no Evangelho:

1) Ter fé em Jesus e nos aproximarmos dele, já que está tão pertinho de nós.

2) Continuar a presença dele na terra, procurando prestar os dois serviços que ele prestava: à alma e ao corpo, sabendo que é o nosso serviço ao corpo do nosso próximo que dá credibilidade ao serviço à alma.

3) E aprendemos com os quatro homens que carregaram o paralítico a amar mais os doentes e ajudá-los, unindo-nos em Comunidade para isso. Para quem tem fé, não existem obstáculos intransponíveis, mesmo que tenha de subir no telhado.

Na prática, que as nossas Comunidades, como o Corpo Místico de Cristo, dediquem-se à catequese, às equipes de liturgia, aos grupos de evangelização espalhados pelos bairros e quarteirões… e também às pastorais sociais: vicentinos, pastoral da criança, dos enfermos, da moradia, da terra e outras, conforme as necessidades de cada lugar.

“E louvavam a Deus.” Era isso que Jesus queria, e é isso que nós também queremos, quando nos propomos ser seus discípulos e missionários no mundo. O projeto do Reino de Deus, vivido e testemunhado, atrai as pessoas para Deus.

Certa vez, dois discípulos procuraram o mestre e perguntaram qual a diferença entre conhecimento e sabedoria. O mestre disse-lhes: “Amanhã bem cedo, cada um coloque dentro dos seus tênis vinte grãos de feijão, dez em cada pé. Subam em seguida esta montanha aqui ao lado, até o ponto mais elevado, com os grãos dentro dos tênis.”

No dia seguinte, os jovens discípulos começaram a subir o monte. Lá pela metade, um deles estava padecendo de grande sofrimento. Seus pés estavam tão doloridos que quase não podia mais andar. O outro subia naturalmente a montanha.

Quando chegaram ao topo, um estava com o semblante marcado pela dor; o outro, sorridente. Então o que mais sofrera durante a subida perguntou ao colega: “Como você conseguiu realizar a tarefa do mestre com alegria, enquanto para mim foi uma verdadeira tortura?” O companheiro respondeu: “Meu caro colega, ontem à noite cozinhei os vinte grãos de feijão”.

Assim como os quatro homens descobriram o recurso de subir o telhado, e assim conseguiram a cura do paralítico, nós também precisamos explorar as possibilidades e escolher os melhores caminhos. Para realizarmos nossas metas, é necessário ter sabedoria, não apenas conhecimento.

Maria Santíssima pisou a cabeça da serpente. Que ela nos ajude a fazer o mesmo.

O Filho do Homem tem na terra poder de perdoar pecados.

(11) – PERSEVERAR E NUNCA DESISTIR

O exemplo dos quatro homens que apresentaram o paralítico a Jesus é uma demonstração de perseverança, de persistência e, principalmente de fé e confiança absoluta em Deus. Eles não mediram esforços e fizeram até o impossível para que aquele homem conseguisse chegar até Jesus, pois tinham certeza de que ele seria curado. Na narrativa chama-nos a atenção o fato de Jesus notar “a fé daqueles homens” que levavam o paralítico até Ele! Daí, podemos também concluir que não foi propriamente a fé do paralítico que o salvou, mas sim a fé dos seus amigos. Esta é, portanto, a qualidade da fé que precisamos cultivar. Ir até o fim, sem desistir, diante das dificuldades, dos empecilhos, dos desencontros de horários. Por todos estes pequenos contratempos, muitas vezes, nós deixamos por menos e não acudimos alguém que está paralítico. Há muitos “paralíticos” esperando a nossa ação para serem apresentados a Jesus. Nada acontece diferente na vida deles, porque nós também estamos paralisados pela incredulidade e ainda não tomamos a iniciativa de conduzi-los até Ele! Precisamos refletir qual será o espírito que nos move a levá-los.

Se nos falta fé, porque será que duvidamos do poder de Jesus?

Quais são as dificuldades e as barreiras que nos atrapalham e, por isso, não conseguimos?

A mensagem que nos é dada, hoje, é a de nunca desistir de ajudar alguém que necessita da nossa ação.

– Você também tem fé de que Jesus pode curar os seus amigos paralíticos?

– O que você tem feito para demonstrar a sua fé?

– O que você entende por “paralítico”?

– Para onde Jesus mandou ir o paralítico depois de curá-lo?

– Na sua casa tem alguém paralítico (a)?

(11) – OS TEUS PECADOS ESTÃO PERDOADOS, VAI EM PAZ

Jesus está em casa, e novamente uma multidão lhe cerca. Multidão é o mundo que nos cerca hoje, com suas filosofias. Dentre ela estão aqueles que querem apenas ouvir, outros que querem ouvir para refutar, gente que está ali porque todo mundo também está. Enfim, existem pessoas que buscam Jesus pelos mais variados motivos.

Independente dos motivos, Jesus simplesmente os recebe, com sua simplicidade esmagadora, e apenas fala sobre o Reino de Deus. O que é o Reino de Deus pra Jesus senão o momento onde todos são incluídos, com suas diferenças, em uma só comunidade de aceitação. Jesus fala sempre de um Reino onde não há maior, menor, ou melhor, pois nele somos apenas um.

Naquele momento havia pessoas dos mais diferentes níveis, e que se viam diferentes uns dos outros. Em todo momento Jesus prega sobre um Reino onde todos são incluídos, e isso para pessoas que não se enxergavam como iguais.

Então entra o miserável paralítico. Seus amigos, que pelo simples fato de serem amigos de um doente já mostravam que não se viam melhores ou piores que o pobre paralítico. Apenas o levaram movidos por essa fé.

Mas não bastava apenas levar até a casa de Jesus, pois a casa estava cheia e o paralítico não podia entrar, assim como ele não podia ir ao templo, pois naquele “lugar santo” não havia espaço para sua “deficiência pecadora”.

Mas eles foram ousados. Não desistiram, acreditavam que Jesus era diferente, porque a mensagem dele era diferente, e aquele “pobre paralítico” tinha que ouvi-la.

– “Então vamos fazer o impossível para que ele possa ouvir, pois esse Jesus é inigualável. A única saída é pelo teto, vamos correr o risco, pois esse Jesus é inigualável”.

Então esses homens passam o paralítico por uma brecha no telhado da casa de Jesus.

Essa é a atitude de fé de quem entende que Jesus é único, inigualável e que aquele era um momento único na vida deles, principalmente na vida do paralítico.

Você queria motivo maior do que esse para que Jesus se admirasse da fé deles?

A fé que faz com que Jesus se admire não é a fé no milagre da cura, mas a fé no milagre do Reino, a fé no milagre de que, no Reino, eu posso me aproximar com ousadia na presença de Deus sem intermediários. A fé que causa “espanto” em Cristo é a fé daqueles que entendem que a mensagem do Reino é inigualável, e quebra com todas as barreiras que separam. A fé que move a mão de Jesus é a fé de que no Reino todos são realmente próximos uns dos outros.

Por mais que naquele momento eles desejassem ver o amigo deles curado, a fé deles já os havia curado, pois eles entenderam a importância da mensagem do Reino. E então se preocupavam com a saúde, o bem estar de todos.

Qual é a tua atitude ante aqueles que estão no pecado?

De julgar e condenar?

Ou de levar para Jesus afim de que Ele os cure e lhe perdoe os pecados?

A insistência sobre o tema do perdão dos pecados chama a atenção, na cena da cura do homem paralítico.

Assim que Jesus o vê descer através de um buraco aberto no teto, declara que seus pecados estão perdoados. Esta declaração provoca alguns escribas que estavam por perto. Para eles, a palavra do Mestre soava como uma verdadeira usurpação de algo reservado exclusivamente a Deus. Portanto, Jesus era um blasfemo! A maneira como ele rebate a maledicência dos escribas é significativa: cura o paralítico para provar que “o Filho do Homem tem, na Terra, o poder de perdoar os pecados”.

O gesto poderoso de cura parece insignificante diante do poder maior de perdoar os pecados. E Jesus, de certo modo, parece sentir-se mais feliz por perdoar os pecados do que por curar. Por quê?

O perdão dos pecados tem, também, uma função terapêutica. Trata-se da cura do ser humano na dimensão mais profunda de sua existência, ali onde acontece seu relacionamento com Deus. Sendo esta dimensão invisível aos olhos, as pessoas tendem a se preocupar mais com as dimensões aparentes de sua vida, buscando a cura quando algo não está bem no âmbito corporal. Jesus vê além, preocupando-se por libertar quem pena sob o peso do pecado, mais do que sob o peso da doença. O primeiro é muito mais grave. Permanecer no pecado significa viver afastado de Deus e correr o risco de ser condenado. Este é o motivo por que o Mestre, antes de qualquer coisa, quer ver o ser humano liberto de seus pecados.

Para os que diferenciam entre santos e pecadores, a atitude de Jesus no Evangelho de hoje era uma blasfêmia, já que aquele Jesus era um homem, e como homem não podia perdoar ninguém.

– “Deus não pode aceitar esse paralítico de forma tão simples assim, isso é blasfêmia!”, pensavam os raivosos donos do poder religioso.

Todavia, na ótica do Jesus e na ótica do reino, nada havia sido tão simples assim, a aceitação de Deus vem da cura do coração, do arrependimento daqueles homens demonstrado pela fé nos princípios do Reino pregado por Jesus. A cura do arrependimento é mais séria e mais difícil que a cura do corpo.

Fazer o paralítico andar foi um sinal não para o paralítico, mas para todos nós que ainda não enxergamos a realidade do Reino. A cura física do paralítico era a representação terrena, carnal, física, daquilo que Deus, através da Sua palavra, haveria de fazer naqueles que com fé, esperança e confiança acreditam no Seu Filho muito amado.

(11) – PECADO PERDOADO É SINAL DE VIDA NOVA

Jesus anunciava a palavra para um povo carente, faminto e sedento, que O procurava. Todos, por alguma razão, se punham diante de Jesus e esperavam Dele auxílio e conforto. No entanto, eles não se apercebiam de que o grande mal que os afligia era o pecado entranhado dentro dos seus corações. Aquele paralítico que chegou carregado por quatro amigos veio confirmar para nós que o pecado nos paralisa e que grande parte das nossas enfermidades é uma consequência do nosso ser pecador. Jesus agia com a autoridade que o Pai lhe outorgara, no entanto, os “sábios” daquele tempo não O reconheciam, pois achavam que ele era apenas um homem comum. Muitas vezes nós somos como os mestres da lei e não conseguimos entender como um homem pode perdoar pecados, por isso, não admitimos confessar os nossos pecados ao sacerdote. No entanto, nós sabemos que precisamos de perdão e necessitamos nos aproximar de Jesus que é a fonte da Misericórdia do Pai. O padre é para nós o representante de Cristo aqui na terra e da mesma forma que Jesus perdoava pecados, em Nome do Pai, o sacerdote também o faz em Nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo. Quando nós nos pomos humildemente diante de um sacerdote e recebemos dele o perdão dos nossos pecados nós estamos nos apossando da misericórdia do Pai, com a autoridade do Filho e pelo poder do Espírito Santo. Quando nós nos aproximamos do Sacramento da confissão e recebemos a absolvição das nossas faltas, Jesus também nos diz: “Levanta-te, pega a tua cama e vai para tua casa!” Desta forma, nós podemos também, como o paralítico, nos levantar para uma vida nova dentro da nossa realidade, convivendo com as mesmas pessoas e os mesmos problemas que antes nos paralisavam. No entanto, para enfrentar os mesmo desafios nós contamos com a força que nos vem do Amor e da Misericórdia do Senhor. Com um coração cheio de amor nós podemos vivenciar relacionamentos tranquilos e duradouros e despertar a atenção das pessoas que poderão dizer: “Nunca vimos uma coisa assim”!

– Você admite que é pecador e que necessita de perdão?

– Você se sente preso (a) por alguma situação de pecado?

– Você tem medo de enfrentar uma confissão?

– Existe alguém que pode ajudá-lo (a) a se aproximar de um padre?

– Peça a ajuda desta pessoa!

(11) – O AMOR GERA VIDA, ABRE CAMINHO, LIBERTA!

A todo instante somos chamados a fazer a experiência do amor de Deus em nossa vida! É na vivência deste amor, que nos identificamos como irmãos, filhos do mesmo Pai!

Um coração humano, quando tocado pelo amor divino, torna fonte de luz, caminho de libertação a tirar da escuridão, muitos corações sombrios!

O evangelho de hoje, vem nos mostrar dois belíssimos testemunhos de amor e de fé! O testemunho de fé de um paralítico que depositou a sua confiança no poder misericordioso de Jesus e o exemplo de amor solidário de quatro homens que o conduziram até Jesus, se fazendo caminho de libertação para ele.

Podemos imaginar aquele paralítico numa cama, o seu olhar, a sua total dependência do outro, provavelmente nenhuma palavra tenha saído de sua boca diante Jesus, pois a sua fé lhe assegurava que Jesus conhecia as suas necessidades.

Aquele homem, impossibilitado de locomover-se, ao ser curado, experimentou no corpo e na alma a ação vivificante desta fonte de água viva, que é Jesus, recobrando para além da sua vida física, a sua vida social e religiosa, revestindo-se totalmente da graça de Deus! Superada a marginalização, abriu-se para ele uma nova perspectiva de vida!

Enquanto o povo, maravilhado, louvava a Deus por tamanha proeza, os doutores da lei, mais uma vez, recusam em enxergar Jesus como o próprio Deus!

Ainda hoje, diante de tantos testemunhos, de tantas maravilhas realizada por Jesus no meio de nós, muitas pessoas, como os mestres da lei, não querem acreditar no poder grandioso de Jesus! São muitos os que fecham os olhos do coração, para não enxergar Jesus, pessoas que não querem aceitar a Sua verdade por não querer mudar de vida.

Assim como aqueles homens que se fizeram caminho de libertação para o paralítico, nós também, como seguidores de Jesus, temos o compromisso de libertar os acorrentados pelas paralisas do preconceito, da indiferença e do abandono. São muitos os irmãos, que vivem às margens do caminho, sem nenhuma perspectiva, sem motivação, pois a sociedade não os enxerga como gente, tiram-lhe até mesmo o direito de sonhar.

Pela fé, é possível vencer todos os obstáculos que nos impede de aproximarmos de Jesus, de sermos tocado por Ele! A fé nos leva a manifestações concretas!

É importante revermos sempre as nossas atitudes, deixar de nos esconder atrás de pequenas paralisias para justificar o nosso não envolvimento na construção de um mundo melhor.

A pior de todas as paralisias é a paralisia do comodismo, do não querer caminhar ao encontro de Jesus.

Precisamos reaprender a amar, pois o amor recria a vida, abre caminhos, nos faz enxergar novos horizontes, nos faz sairmos de nós mesmos, para nos transformar em ponte para o outro!

A alegria de quem vive no amor, não se resume num sentimento superficial, inconsistente como vemos por aí, pelo contrário, a alegria de quem vivem em Cristo, é uma alegria duradoura, consistente, por que é de origem Divina.

FIQUE NA PAZ DE JESUS!

(12) – REFLEXÃO

As pessoas do tempo de Jesus têm muita dificuldade para acreditar que ele tenha poder de perdoar pecados. Isso acontece porque perdoar pecados é algo que compete unicamente a Deus, e as pessoas da época de Jesus, principalmente as autoridades religiosas, não o reconheceram como o Filho de Deus. Hoje em dia, porém, vemos acontecer o contrário. Parece que o perdão dos pecados é algo tão comum” que a maioria das pessoas não valoriza mais isso como algo excepcional que Deus realiza em nossas vidas, vulgarizando a graça sacramental e não dando o devido valor ao Sacramento da Reconciliação.

(16) – FILHO, OS TEUS PECADOS SÃO PERDOADOS (…) LEVANTA-TE, PEGA A TUA MACA E ANDA

Hoje, vemos novamente Jesus rodeado de uma multidão: “Ajuntou-se tanta gente que já não havia mais lugar, nem mesmo à porta” (Mc 2,2).

O Seu coração abre-se perante as necessidades dos outros e faz-lhes todo o bem possível: perdoa, ensina e cura ao mesmo tempo.

Dá-lhes certamente ajuda a nível material (no caso de hoje, fá-lo curando-o de uma paralisia), mas — no fundo — procura o melhor e o primeiro para cada um de nós: o bem da alma.

Jesus Salvador quer deixar-nos uma esperança certa de salvação: Ele é capaz até de perdoar os pecados e de se compadecer da nossa debilidade moral. Antes de mais, diz taxativamente: “Filho, os teus pecados são perdoados” (Mc 2,5).

Depois, contemplamo-lo associando o perdão dos pecados — que dispensa generosa e incansavelmente — a um milagre extraordinário, “palpável” aos nossos olhos físicos. Como uma espécie de garantia externa, para nos abrir os olhos da fé, depois de declarar o perdão dos pecados do paralítico, cura-o da paralisia: “Eu te digo: levanta-te, pega a tua maca, e vai para casa! O paralítico se levantou e, à vista de todos, saiu carregando a maca” (Mc 2,11-12).

Podemos reviver frequentemente este milagre na Confissão. Nas palavras da absolvição que o ministro de Deus pronuncia (“Eu te absolvo em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo”) Jesus oferece-nos novamente — de maneira discreta — a garantia externa do perdão dos nossos pecados, garantia equivalente à cura espetacular que realizou com o paralítico de Cafarnaum.

Começamos agora um novo tempo comum. E recorda-se a nós, os crentes a necessidade urgente que temos de um encontro sincero e pessoal com Jesus misericordioso. Neste tempo, Ele convida-nos a não fazer “descontos”, a não descuidar o perdão necessário que Ele nos oferece no Seu seio, na Igreja.

(8) – SANTO ANTÃO

Antonio do Deserto nasceu na cidade de Conam, no coração do antigo Egito, em 251, e batizado com o nome de Antão. Era o primogênito de uma família cristã de camponeses abastados e tinha apenas uma irmã.

Aos vinte anos, com a morte dos pais, herdou todos os bens e a irmã para cuidar. Mas, numa missa, foi tocado pela mensagem do Evangelho em que Cristo ensina a quem quer ser perfeito: “Vende os teus bens, dá aos pobres e terás um tesouro nos céus. Depois, vem e me segue”. Foi exatamente o que ele fez. Distribuiu tudo o que tinha aos pobres, consagrou sua irmã ao estado de virgem cristã e se retirou para um deserto não muito longe de sua casa.

Passou a viver na oração e na penitência, dedicado exclusivamente à Deus. Como, entretanto, não deixava de atender quem lhe pedia orientação e ajuda, começou a ser muito procurado. Por isto, decidiu se retirar ainda para mais longe, vivendo numa gruta abandonada, por dezoito anos. Assim surgiu Antonio do Deserto o único discípulo do santo mais singular da Igreja: São Paulo, o ermitão.

Mas seus seguidores não o abandonavam. Aos cinquenta e cinco anos, atendeu o pedido de seus discípulos, abandonando o isolamento do deserto. Com isto, nasceu uma forma curiosa de eremitas, os discípulos viviam solitários, cada um em sua cabana, mas todos em contato e sob a direção espiritual de Antonio.

A fama de sua extraordinária experiência de vida santa no deserto, correu o mundo. Passou a ser o modelo do monge recluso e chamado, até hoje, de “pai dos monges cristãos”.

Antonio não deixou de ser procurado também pelo próprio clero, por magistrados e peregrinos que não abriam mão de seus conselhos e consolo. Até o imperador Constantino e seus filhos estiveram com ele.

Mas, o corajoso Antonio esteve em Alexandria duas vezes: em 311 e 335. A primeira para animar e confortar os cristãos perseguidos por Diocleciano. E a segunda, para defender seu discípulo Atanásio, que era o bispo, e estava sendo perseguido e caluniado pelos arianos e para exortar os cristãos a se manterem fiéis à doutrina do Concílio de Nicéia de 325.

Ele também profetizou sua morte, depois de uma última visão de Deus com seus santos, que ocorreu aos cento e cinco anos, em 17 de janeiro de 356, na cidade de Coltzum, Egito. Antonio do Deserto ou Antão do Egito, foi colocado no Livro dos Santos para ser cultuado no dia de sua morte. Santo Atanásio foi o discípulo e amigo que escreveu sua biografia, registrando tudo sobre o caráter, costumes, obras e pensamento do monge mais ilustre da Igreja Católica antiga.

As suas relíquias são conservadas na igreja de Santo Antonio de Viennois, na França, onde os seus discípulos construíram um hospital e numerosas casas para abrigar os doentes abandonados. Mais tarde, se tornaram uma congregação e receberam o nome de “Ordem dos Hospedeiros Antonianos”, que atravessou os séculos, vigorosa e prestigiada.

NINGUÉM AMA O QUE NÃO CONHECE

CELEBRAÇÃO DE HOJE

SANTO ANTÃO – PAI DA VIDA MONACAL

(BRANCO, PREFÁCIO COMUM OU DOS SANTOS – OFÍCIO DA MEMÓRIA)

RITOS INICIAIS:

– Monição Ambiental ou Comentário Inicial

Celebramos a presença libertadora de Jesus. Ele nos livra dos males físicos e do mal pior, que é o pecado. Livres interiormente podemos viver no mundo sem ser do mundo, sujeitos às regras do mundo, mas comprometidos com a Verdade. Santo Antão (251-356), comemorado hoje, lembra-nos a necessidade de buscar Deus antes de tudo. Foi um dos inspiradores da vida eremítica. Largou os bens materiais para dedicar-se exclusivamente à oração e meditação, mas ligado aos problemas de seu tempo, auxiliando na fidelidade à doutrina verdadeira.

– Canto e Procissão de Entrada

– Antífona da entrada

O justo florescerá como a palmeira; crescerá como o cedro do Líbano, plantado na casa do Senhor, nos átrios de nosso Deus. (Sl 91, 13-14).

– Saudação ao Altar e ao Povo Reunido

– Ato Penitencial

– Senhor, Tende Piedade

– Glória a Deus nas Alturas

– Oração do Dia ou Oração da Coleta

Ó Deus, que chamastes ao deserto santo Antão, pai dos monges, para vos servir por uma vida heroica, dai-nos, por suas preces, a graça de renunciar a nós mesmos e amar-vos acima de tudo. Por Nosso Senhor Jesus Cristo, Vosso Filho, na unidade do Espírito Santo.

LITURGIA DA PALAVRA:

– Monição para a(s) Leitura(s)

Deus nos fala. O antigo povo de Deus não poderia perder a originalidade, igualando-se a outras nações. A originalidade é a fidelidade a Deus. Hoje também muitas pessoas querem se integrar na sociedade, com sua tecnologia e regras, e acabam perdendo a originalidade. A paralisia moral é pior do que os problemas materiais.

– Silêncio

– Proclamação da 1ª Leitura

– Silêncio

– Proclamação do Salmo

– Silêncio

– Proclamação da 2ª Leitura

– Monição para o Evangelho

— Aleluia, aleluia, aleluia. Aleluia, aleluia, aleluia.

— Um grande profeta surgiu entre nós e Deus visitou o seu povo, aleluia. (Lc 7,16)

– Canto de Aclamação

– Proclamação do Evangelho

– Homilia ou Pregação

– Profissão de Fé

– Oração Universal ou Oração dos Fiéis

Conforme nos orienta a IGMR, no Cap. II, LETRA B, números 69, 70 e 71, vamos deixar que cada Comunidade possa realizar a sua Oração Universal colocando nela, a sua realidade comunitária, não devendo esquecer que, normalmente serão estas as séries de intenções, além das pessoais de cada um, caso seja dada a oportunidade pelo celebrante ao povo de se expressar:

a) Intenções pelas necessidades da Igreja;

b) Intenções pelos poderes públicos e pela salvação de todo o mundo;

c) Intenções pelos que sofrem qualquer dificuldade;

d) Intenções pela comunidade local;

e) Intenções pessoais da comunidade.

LITURGIA EUCARÍSTICA / PREPARAÇÃO DAS OFERENDAS:

– Canto e Procissão das Oferendas

– Apresentação do Pão e do Vinho

– Presidente Lava as Mãos

– Orai, Irmãos!

– Oração sobre as Oferendas

Aceitai, ó Deus, nossas humildes oferendas trazidas ao altar na festa de santo Antão, para que, desapegados dos bens terrenos, vos tenhamos por única riqueza. Por Cristo, nosso Senhor.

LITURGIA EUCARÍSTICA / ORAÇÃO EUCARÍSTICA OU ANÁFORA:

– Prefácio e “Santo”

– Invocação do Espírito Santo

– Narrativa da Ceia

– Consagração do Pão e do Vinho

– “Eis o Mistério da Fé!”

– Lembra Morte e Ressurreição de Jesus

– Orações pela Igreja

– Louvor Final (Por Cristo…)

LITURGIA EUCARÍSTICA / RITO DA COMUNHÃO:

– Pai-Nosso (Oração do Senhor) e Oração seguinte

– Rito da Paz ou Saudação da Paz

– Fração do Pão

– Cordeiro de Deus

– Felizes os Convidados!

– Distribuição da Comunhão aos fiéis e Canto da Comunhão

– Silêncio Eucarístico ou Canto de Ação de Graças

– Antífona da Comunhão

Se queres ser perfeito, vai, vende o que tens e dá aos pobres. Depois, vem e segue-me, diz o Senhor (Mt 19,21).

– Oração depois da Comunhão

Ó Deus, que nos fortalecestes pelo vosso sacramento, concedei-nos vencer as tentações do inimigo, como destes a santo Antão esplêndidas vitórias contra as forças do mal. Por Cristo, nosso Senhor.

RITOS FINAIS OU RITOS DE ENCERRAMENTO:

– Comunicados e Convites

– Saudação e Bênção Final

– Despedida (Ide em Paz!)

FONTES DE CONSULTAS E PESQUISAS:

Vamos expor a seguir de onde pertencem os textos que nos preenchem todos os dias, nos dando um caminho com mais sabedoria, simplicidade e amor.

FONTE PRINCIPAL DE PESQUISA E INSPIRAÇÃO

bc3adblia1

FONTE DE CONSULTA – IGMR (INSTRUÇÃO GERAL DO MISSAL ROMANO – 1ª EDIÇÃO / 2008)

IGMR

REFLITA:

O importante não é a pessoa que escreve, mas quem foi que inspirou essa pessoa a escrever.

O importante não é como se lê o que está escrito, mas como se age.

O importante não é sentar-se à direita ou a esquerda do Pai, mas sim, realizar o trabalho que Ele nos pede.

Ter conhecimento não é ter sabedoria, sabedoria é ter discernimento e saber compartilhar o conhecimento.

 

Fontes de Orientações e Pesquisas:

(1.1) – Blog Liturgia Diária da Palavra de Deus (Reflexões e Comentários);

(1.2) – Periódico Mensal: Liturgia Diária (Editoras Paulinas e Paulus);

(1.3) – Periódico Mensal: Deus Conosco (Editora Santuário);

(5) – Portal Editora Santuário;

(6) – Portal Editora Paulinas;

(7) – Portal e Blog Canção Nova;

(8) – Portal Dom Total;

(9) – Portal Edições Loyola Jesuítas;

(10) – Portal Evangelho Quotidiano;

(11) – Blog Liturgia Diária Comentada;

(12) – Portal CNBB (A Palavra de Deus na Vida);

(13) – Portal Catequisar: Catequese Católica;

(14) – Portal Comunidade Católica Nova Aliança;

(15) – Portal Fraternidade O Caminho;

(16) – Portal Evangeli.net;

(17) – Portal Padre Marcelo Rossi;

(18) – Um Novo Caminho;

(19) – Portal Dom Total: Roteiro Homilético;

(20) – Portal de Catequese Católica;

(21) – Blog Homilia Dominical;

(22) – Portal NPD Brasil;

(23) – Portal Canção Nova: Música;

(24) – Portal Editora Paulus;

(25) – Portal Católica Net;

(26) – Portal Católico Orante;

(27) – Rádio Catedral FM 106,7: Liturgia Diária;

(28) – Portal Comunidade Resgate;

(29) – Portal Católico na Net.

MINHA MENSAGEM PESSOAL PARA MIM MESMO.

Mais vale o desconforto da VERDADE, do que a comodidade da MENTIRA.

E usando a essência da Oração da Serenidade, devo orar:

Ó meu Deus e Senhor, Pai de misericórdia e Salvação,

que em seu Filho Jesus perdoou os nossos pecados,

e com o seu Santo Espírito, paráclito nesse nosso mundo que caminha conosco,

apenas em Ti posso almejar a vida eterna, socorre-me e ouvi-me:

Se o ERRO está em mim, que DEUS possa me dar a HUMILDADE de aceitar que estou errado.

Que Jesus me dê a SERENIDADE, para aceitar que tem coisas que não posso mudar.

E que o Espírito Santo me dê a CORAGEM, suficiente para mudar aquelas coisas que dependem de mim, mesmo que sejam difíceis.

E para complementar os alicerces de orações da minha vida, faço como o santo Tomás de Aquino:

“Concede-me, Deus misericordioso, que deseje com ardor o que tu aprovas, que o procure com prudência, que o reconheça em verdade, que o cumpra na perfeição, para louvor e glória do teu nome.

Põe ordem na minha vida, ó meu Deus, e permite-me que conheça o que tu queres que eu faça, concede-me que o cumpra como é necessário e como é útil para a minha alma.

Concede-me, Senhor meu Deus, que não me perca no meio da prosperidade nem da adversidade; não deixes que a adversidade me deprima, nem que a prosperidade me exalte.

Que nada me alegre ou me entristeça para além do que conduz a ti.”

Viver CORRETO e falar a VERDADE hoje são tão difíceis quanto na época de Jesus, pois é muito mais fácil aceitar a MENTIRA e fazer o ERRADO.

Viver no CAMINHO, VERDADE E VIDA, que é o próprio Cristo Jesus, tem que ser uma caminhada diária.

O futuro é desejo e pensamento.

O passado é aprendizado e lembrança.

O hoje é realidade, isso quer dizer: CRISTO.

Meus amigos(as) de coração, meus irmãos(ãs) em Cristo Jesus, lembrem-se:

“Tu te tornas eternamente responsável por aquilo que cativas.”

“Não julgues para não seres julgados.”

“A quem é muito dado, muito será cobrado.”

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