Liturgia Diária 03/Jan/15

LITURGIA DIÁRIA DA PALAVRA
03/Jan/2015 (sábado)

ELE É O FILHO DE DEUS!

LEITURA: 1 Carta de São João (1Jo) 2,29–3,6: Viver como filhos de Deus – Primeira condição: romper com o pecado
Leitura da Primeira Carta de São João. Caríssimos: 2,29 Já que sabeis que ele é justo, sabei também que todo aquele que pratica a justiça nasceu dele. 3,1 Vede que grande presente de amor o Pai nos deu: de sermos chamados filhos de Deus! E nós o somos! Se o mundo não nos conhece, é porque não conheceu o Pai. 2 Caríssimos, desde já somos filhos de Deus, mas nem sequer se manifestou o que seremos! Sabemos que, quando Jesus se manifestar, seremos semelhantes a ele, porque o veremos tal como ele é. 3 Todo o que espera nele, purifica-se a si mesmo, como também ele é puro. 4 Todo o que comete pecado, comete também a iniquidade, porque o pecado é a iniquidade. 5 Vós sabeis que ele se manifestou para tirar os pecados e que nele não há pecado. 6 Todo aquele que peca mostra que não o viu, nem o conheceu. – Palavra do Senhor. – Graças a Deus.

 SALMO: Salmos (Sl) 98 (97), 1. 3cd-4. 5-6: O juiz da terra
3b Os confins do universo contemplaram a salvação do nosso Deus.
1 Cantai ao Senhor Deus um canto novo, porque ele fez prodígios! Sua mão e seu braço forte e santo alcançaram-lhe a vitória.
3c Os confins do universo contemplaram 3d a salvação do nosso Deus. 4 Aclamai o Senhor Deus, ó terra inteira, alegrai-vos e exultai!
5 Cantai salmos ao Senhor ao som da harpa e da cítara suave! 6 Aclamai, com os clarins e as trombetas, ao Senhor, nosso Rei!

EVANGELHO: João (Jo) 1, 29-34: O testemunho de João
— O Senhor esteja convosco.
— Ele está no meio de nós.
— PROCLAMAÇÃO do Evangelho de Jesus Cristo segundo João.
— Glória a vós, Senhor.
29 No dia seguinte, João viu Jesus aproximar-se dele e disse: “Eis o Cordeiro de Deus, que tira o pecado do mundo. 30 Dele é que eu disse: Depois de mim vem um homem que passou à minha frente, porque existia antes de mim. 31 Também eu não o conhecia, mas se eu vim batizar com água, foi para que ele fosse manifestado a Israel”. 32 E João deu testemunho, dizendo: “Eu vi o Espírito descer, como uma pomba do céu, e permanecer sobre ele. 33 Também eu não o conhecia, mas aquele que me enviou a batizar com água me disse: ‘Aquele sobre quem vires o Espírito descer e permanecer, este é quem batiza com o Espírito Santo’. 34 Eu vi e dou testemunho: Este é o Filho de Deus!” — Palavra da Salvação. — Glória a vós, Senhor.

LEITURA ORANTE

Oração Inicial (Querer)
A nós, a paz de Deus, nosso Pai, a graça e a alegria de Nosso Senhor Jesus Cristo, no amor e na comunhão do Espírito Santo.
Bendito seja Deus que nos reuniu no amor de Cristo!
Preparo-me para a Leitura, rezando: Jesus Mestre, / ficai conosco, / aqui reunidos (pela grande rede da internet), / para melhor meditar e comungar com a vossa Palavra.

Eu sou o CAMINHO (Ler)
O que o texto diz para mim, hoje?
O nosso batismo deriva do batismo de Cristo. Ser batizado é ser enxertado em Cristo, é receber o Espírito Santo, é aceitar os desafios provenientes do anúncio do Evangelho. Ser testemunha de Cristo como João Batista é reconhecer que ele é o Filho de Deus. Ser imerso na água do batismo é aceitar morrer ao pecado. Aquele que recebe a água do batismo nasce para a ressurreição e para a vida eterna (Rm 6, 4-5).
Em Aparecida, disseram os bispos: “Jesus é o Filho de Deus, a Palavra feito carne (cf. Jo 1, 14), verdadeiro Deus e verdadeiro homem, prova do amor de Deus aos homens. Sua vida é uma entrega radical de si mesmo a favor de todas as pessoas, consumada definitivamente em sua morte e ressurreição. Por ser o Cordeiro de Deus, Ele é o Salvador. Sua paixão, morte e ressurreição possibilita a superação do pecado e a vida nova para toda a humanidade. N’Ele, o Pai se faz presente, porque quem conhece o Filho conhece o Pai (cf. Jo 14,7).
Como discípulos de Jesus reconhecemos que Ele é o primeiro e maior evangelizador enviado por Deus (cf. Lc 4, 44) e, ao mesmo tempo, o Evangelho de Deus (cf. Rm 1, 3). Cremos e anunciamos “a boa nova de Jesus, Messias, Filho de Deus” (Mc 1, 1). Como filhos obedientes à voz do Pai queremos escutar a Jesus (cf. Lc 9, 35) porque Ele é o único Mestre (cf. Mt 23, 8). Como seus discípulos sabemos que suas palavras são Espírito e Vida (cf. Jo 6, 63.68). Com a alegria da fé somos missionários para proclamar o Evangelho de Jesus Cristo e, n’Ele, a boa nova da dignidade humana, da vida, da família, do trabalho, da ciência e da solidariedade com a criação.” (DAp 102 e 103).

A VERDADE (Refletir)
– Você elogia quem merece?
– Procura ver a presença de Deus nos irmãos?
– Consegue fazer bom juízo das pessoas?
– Qual é nossa tendência quando vemos algo de errado?
– Respeita a si mesmo como morada de Deus?
O que diz o texto do dia?
Leio atentamente, na Bíblia, o Evangelho do Dia – Jo 1, 29-34.
Vendo Jesus que vem em sua direção, João testemunha, reconhecendo Jesus com três títulos: Cordeiro de Deus, “Quem batiza com o Espírito Santo” e Filho de Deus. É o Cordeiro de Deus que tem a missão do sacrifício para a expiação dos pecados. É o que batiza com o Espírito Santo, despertando uma vida nova. É o Filho de Deus de quem procede toda graça e salvação.

E a VIDA (Orar)
O que o texto me leva a dizer a Deus?
Renovo o meu Batismo, renovando a minha fé e meu compromisso cristão:
Creio em Deus-Pai, todo poderoso, / criador do céu e da terra. / E em Jesus Cristo seu único filho, Nosso Senhor, / que foi concebido pelo poder do Espírito Santo, / nasceu da Virgem Maria / Padeceu sob Pôncio Pilatos, / foi crucificado, morto e sepultado, / desceu a mansão dos mortos, / ressuscitou ao terceiro dia, / subiu aos céus, / está sentado à direita de Deus Pai, todo poderoso, / de onde há de vir a julgar os vivos e os mortos. / Creio no Espírito Santo, / na Santa Igreja Católica, / na comunhão dos Santos, / na remissão dos pecados, / na ressurreição da carne, / na vida eterna. / Amém.

Qual deve ser a MISSÃO em minha VIDA hoje? (Agir)
Qual meu novo olhar a partir da Palavra?
Vou olhar o mundo e a vida com os olhos de Deus. Vou viver a minha vida cristã coerente com meus compromissos de contínua conversão e de testemunho de minha fé.

REFLEXÕES

(6) – SANTÍSSIMO NOME DE JESUS
Neste dia nós celebramos a festa do Santíssimo nome de Jesus que remonta ao século XV. Trata-se de uma memória facultativa. O texto do evangelho de hoje, no entanto, não faz nenhuma menção à imposição do nome de Jesus. Como dissemos antes, João Batista, no quarto evangelho, está na origem de uma verdadeira cadeia de testemunhas. No evangelho joanino, a importância do Batista se deve ao valor do seu testemunho sobre Jesus, que toma a iniciativa de ir ao encontro de João (cf. 1, 6-9). Nosso texto apresenta quatro afirmações cristológicas que, de algum modo, ou já foram mencionadas no prólogo ou serão desenvolvidas ao longo do evangelho: a preexistência do Verbo de Deus (v. 30; cf. vv. 1-3); Jesus é identificado com o Cordeiro de Deus oferecido como resgate da humanidade (v. 29); Ele é aquele em quem o Espírito permanece (vv. 32-33); Ele é o Filho de Deus (v. 34; cf. 1,18). A “visão” de João (v. 34) é a forma bíblica para dizer revelação. Trata-se não do exercício óptico, mas do impulso da fé que permite reconhecer e acolher Deus que se revela na fragilidade de nossa carne.
_Padre Carlos Alberto Contieri_

 

(7) – O ESPÍRITO SANTO NOS TIRA DAS VEREDAS DO PECADO
Só o Espírito Santo de Deus pode nos tirar das veredas do pecado, só o Espírito de Deus pode realizar a plenitude da graça de Deus em nós!
“Aquele sobre quem vires o Espírito descer e permanecer, este é quem batiza com o Espírito Santo” (João 1, 33).
São João, o Batista, é aquele que é o batizador e que vivia às margens do rio Jordão batizando as pessoas, sendo uma seta mostrando-lhes o caminho do arrependimento, da remissão e da contrição dos pecados. Porque todos nós precisamos disso, nós precisamos desse batismo a cada dia! A cada dia, quando fazemos nosso exame de consciência, a cada momento em que reconhecemos que falhamos, que erramos, que pecamos e que tomamos os caminhos errados na vida, neste momento a graça de Deus nos lava, nos purifica e nos batiza.
Contudo, não basta nos arrependermos dos pecados, não basta reconhecer que falhamos, essa é a graça primeira, mas a graça fecunda é caminhar na vida do Espírito. Só o Espírito Santo de Deus pode nos tirar das veredas do pecado, só o Espírito de Deus pode realizar a plenitude da graça de Deus em nós!
Nós reconhecemos que a nossa natureza humana, fragilizada, limitada e inclinada aos vícios e aos males, precisa do auxílio e do socorro divino para não sucumbir em meio a tantas fraquezas.
E quem é que nos fortalece?
Quem é que nos dá força durante o combate?
Quem é que nos dá a paciência quando a impaciência se torna um imperativo em nossa vida?
Quem é que nos ajuda a vencer as tribulações e as provocações da vida?
Quem é que nos mantém firmes nos caminhos do Senhor sem que sucumbamos pelas estradas deste mundo?
É só a vida no Espírito de Deus, vivida, aprofundada e buscada a cada dia é que pode nos ajudar a vencer essa luta contra o mal. É por isso que Jesus traz a nós não só a remissão dos nossos pecados, como também nos batiza com Seu Espírito. O Espírito cria em nós esse ardor de santidade.
Como nós precisamos, Jesus, ser batizados no Teu Espírito Santo!
Como precisamos realmente dessa graça sublime de sermos imersos nas coisas do alto!
E para isso nós precisamos que Jesus venha em socorro da nossa fraqueza, em nosso auxílio e nos batize no Seu Espírito. É o batismo que todos nós recebemos quando éramos crianças, como ocorreu com a maioria de nós, fomos batizados no Espírito graças a Deus!
Como nós precisamos renovar esse batismo, como nós precisamos a cada dia dessa graça do batismo viva, acesa dentro de nós!
Como nós precisamos que essa água viva tome conta de nós a cada dia.
O que precisamos, para sermos perseverantes no amor de Deus, é a plenitude do Espírito Santo, e só Jesus nos concede tamanha graça, tão sublime dom!
Deus abençoe você!
_Padre Roger Araújo_

(8) – O MESSIAS RECONHECIDO
A atividade frenética do Batista, às margens do Jordão, não o fez perder a consciência de sua missão. No afluxo de penitentes à procura do batismo, ele se deu conta da presença do Messias Jesus. Por isso, advertiu a multidão para a presença do Cordeiro de Deus, enviado para abolir o pecado do mundo.
A situação do batismo de Jesus estava carregada de evocações.
Sua exclamação lembrava o cordeiro pascal.
As águas do Jordão recordavam o mar Vermelho.
A eliminação do pecado do mundo aproximava Jesus de Moisés, condutor do povo de Israel para a terra prometida.
Tudo isso servia para alertar a multidão acerca da presença do Messias.
João só reconheceu Jesus, por que movido pelo Pai, uma vez que já tinha declarado, por duas vezes, não ter um conhecimento prévio do Messias. Para não se enganar na identificação do Messias, João colocou-se numa atitude de contínuo discernimento. Teria sido desastroso um falso reconhecimento e a consequente atribuição do título de Cordeiro de Deus à pessoa indevida. João, ao contrário, não titubeou quando viu Jesus diante de si. Seu testemunho foi firme, pois estava certo de não ter sido induzido ao erro. Diante dele, estava, realmente, o Filho de Deus. Foi o Pai quem lhe revelara a identidade do Filho, e o movera a reconhecê-lo publicamente.
Oração:
Senhor Jesus, ajuda-me a reconhecer tua presença libertadora de nossa humanidade, desejosa de salvação.
_Padre Jaldemir Vitório_

(9) – BOA NOVA PARA CADA DIA
Tempo do Natal antes da Epifania
“Eu vi e dou testemunho: este é o Filho de Deus” (Jo 1, 34).
Esta passagem do Evangelho de São João nos mostra São João Batista diante de Jesus. Sobre Ele São João Batista diz: “Eis o Cordeiro de Deus, que tira o pecado do mundo”.
Esta foi a primeira afirmação de São João Batista sobre Jesus.
E disse mais: foi por causa da vinda do Cordeiro de Deus que São João Batista batizava com água, isto é, purificava o Povo Eleito. É que na pessoa de Jesus o Reino de Deus chegava, e com Ele o juízo divino para estabelecer a justiça sobre toda a terra.
Ora, a justiça sobre a terra somente seria possível quando alguém tirasse o pecado do mundo. E este alguém era Jesus. Embora São João Batista não tenha usado mais palavras para descrever como Jesus ia tirar o pecado do mundo com Sua Morte e Ressurreição, deixou claro que Jesus podia fazer esta reconciliação do Povo Eleito pecador com Seu Deus porque Jesus era o Filho de Deus.
É assim que este Evangelho termina com estas palavras de São João Batista:
“Eu vi e dou testemunho: Este é o Filho de Deus” (Jo 1, 34).
Ora, São João Batista vira o céu aberto e o Espírito Santo em forma de pomba descer sobre Jesus, enquanto Deus dizia: “Tu és o meu Filho amado, em quem me comprazo” (Mc 1, 11).
Nossa contemplação neste dia deve ser sobre o Filho amado pelo Pai, Jesus recém-nascido que se revelará às nações no dia da Epifania.
Preparemo-nos para esta solenidade, como os Magos, do distante Oriente, prepararam-se para ir a Seu encontro, para adorá-Lo, oferecendo-lhe ouro e incenso. Iremos ao encontro de Jesus para recebermos a revelação de sua divindade, a nós, que amanhã estaremos no lugar dos Reis Magos. Nossos corações estejam cheios de incenso para adorá-Lo, e ouro para declará-Lo nosso rei.
_Padre Valdir Marques_

(10) – EIS O CORDEIRO DE DEUS, QUE TIRA O PECADO DO MUNDO
«Eis o Cordeiro de Deus», diz João Batista. Jesus não fala: é João, o Percursor, quem diz tudo.
Também entre nós aquele que se casa tem por costume agir assim: não diz nada à noiva, mas apresenta-se e mantém-se em silêncio. Há outros que o anunciam e o apresentam à esposa; quando ela aparece, não é o esposo que a toma, mas recebe-a das mãos de outro. Mas, depois de a ter recebido de outro, ligasse-lhe de tal modo, que ela já não se lembra daqueles que deixou para o seguir.
Foi o que se passou com Jesus Cristo: Ele veio desposar a natureza humana, mas nada disse de Si mesmo: apresentou-Se apenas. Foi João, o amigo do Esposo (cf Jo 3, 29), que colocou na Sua mão a mão da Esposa – por outras palavras, o coração dos homens, a quem persuadiu através da pregação.
Então, Jesus Cristo recebeu-os e cumulou-os de tantos bens, que nunca mais voltaram para aquele que os tinha enviado. […]
João é o único a apresentá-Lo ao povo; uma vez que só ele estava presente nas núpcias com a Igreja, recebeu o título de «amigo do Esposo». Foi ele, na verdade, quem tudo fez; olhando para o Messias que passava, disse: «Eis o Cordeiro de Deus». Mostrou assim que não era apenas com a voz, mas também com os olhos, que dava testemunho dele. João admirou o Filho de Deus e, ao contemplá-Lo, o seu coração vibrou de alegria. A princípio, não abriu a boca para pregar a respeito dele; limitou-se a admirá-Lo, espantado. Assim deu a conhecer o dom que Jesus trouxe ao mundo, de acordo com o sentido da palavra «cordeiro». João não disse: «tirará» ou «tirou» mas «É Aquele que tira o pecado do mundo»: não o faz apenas no momento da sua Paixão, mas sempre. Ofereceu-Se uma vez em sacrifício pelos pecados do mundo mas, através dessa oblação, purifica para sempre a consciência dos homens pecadores.
_São João Crisóstomo_

(11.1) – EIS O CORDEIRO DE DEUS QUE TIRA O PECADO DO MUNDO!
É grande a necessidade de profetas, que a exemplo de João Batista, devolva a esperança ao povo sofrido, de profetas, que não se calam diante das injustiças, que estejam dispostos a dar a vida se preciso for, pela causa do Reino!
João Batista, o grande profeta que preparou o povo para a vinda do Messias, desempenhou um papel importantíssimo na história salvação, foi ele quem convenceu o povo da necessidade da conversão, abrindo o caminho para que Jesus pudesse entrar no coração humano! O próprio Jesus o reconhece como sendo ele, o maior dentre os nascidos de mulher, (Lc 7, 28).
João Batista veio dar testemunho da luz, foi ele quem preparou o encontro do humano com o Divino!
Depois de ser apontado por João Batista, como sendo Ele o Messias, o Cordeiro de Deus, Jesus começa a formar a sua comunidade apostólica, tendo como seus primeiros seguidores, os discípulos de João.
Jesus é apontado por João, como Cordeiro, símbolo da mansidão, o que não significa passividade, e sim, entrega de vida para o resgate da humanidade corrompida pelo pecado.
João Batista foi um grande exemplo de quem viveu exclusivamente a vontade de Deus, ele não se acomodou nas tradições do seu povo, pelo contrário, buscou algo novo, fazendo- se anunciador das realizações das promessas de Deus, anunciando um tempo de graça que traria um sentido novo para a humanidade que se distanciava de sua verdadeira origem.
Assim como João Batista, nós também viemos a este mundo com uma missão: realizar a vontade de Deus na vivencia do amor, cultivando em nossos corações a disposição de renovarmos a cada dia. É com o nosso testemunho de fidelidade ao projeto de Deus, que apontamos Jesus ao outro.
João Batista experimentou durante a sua vida terrena, a força dos dois lados do coração humano: a força do amor capaz de resgatar vidas, e a força do ódio que o levou a morte. Tiraram a vida de João Batista, mas não conseguiram calar a voz do profeta, voz, que continua ressoando nos ouvidos de cada geração: “Convertei-vos e crede no evangelho”. “Eis o cordeiro de Deus que tira o pecado do mundo”.
O Evangelho de hoje, nos apresenta uma belíssima profissão de fé, expressa em três afirmações de João Batista: “Eis o Cordeiro de Deus que tira o pecado do mundo”; “eu vi o Espírito descer, como uma pomba do céu, e permanecer sobre ele”; “eu vi e dou testemunho, este é o Filho de Deus”. João Batista não conviveu com o Messias, mas deu testemunho Dele ao preparar o povo para acolher Jesus!
E nós, que recebemos o Espírito Santo no nosso Batismo, que podemos contar com a presença de Jesus no meio de nós, estamos dando testemunho Dele, com a nossa palavra e com o nosso viver?
João Batista não conviveu diretamente com o Messias, mas deu testemunho Dele ao preparar o povo para acolhe-Lo.
E nós, que recebemos o Espírito Santo no nosso Batismo, que podemos contar com a presença de Jesus no meio de nós, estamos dando testemunho Dele com a nossa palavra e com o nosso viver?
Colocar Jesus, como o centro da nossa vida, assim como fez João Batista, é pensar, é viver, é falar é mover-se em função do amor. FIQUE NA PAZ DE JESUS!
_Olívia Coutinho_

(11.2) – O CORDEIRO QUE TIRA O PECADO DO MUNDO
“O Cordeiro que tira o pecado do mundo…”
A proclamação oficial da Nova Páscoa, que não só irá mudar a vida e o destino do Povo de Israel, mas de toda humanidade, foi feita no deserto, ás margens do Rio Jordão, precisamente no momento em que, Aquele que iria fazer o Batismo definitivo de purificação, entra na fila dos pecadores para receber o Batismo de João: “Eis o Cordeiro de Deus, aquele que tira o pecado do mundo”.
Em uma frase nesse testemunho maravilhoso, João Batista resume toda a missão salvífica de Jesus, há neste testemunho dois pontos relevantes: primeiro, o Cordeiro da nova páscoa realizará um sacrifício definitivo e único, propiciando não apenas uma libertação política de uma nação que era escravizada pela outra, mas de todo e qualquer mal que dominava o Ser Humano, é portanto, infinitamente superior ao Cordeiro Pascal cujo sangue marcou os batentes das portas dos Hebreus na noite em que passou o Anjo Exterminador.
Segundo, a libertação é plena e é dirigida a toda humanidade, ganhando a salvação um caráter universal. Sendo a Revelação uma auto comunicação de Deus, é ele próprio no Espírito Santo que revela a verdade a João, o Batista a respeito de Jesus.
E o que esse texto altamente revelador tem a nos dizer, que implicações ele traz a nossa vida de cristãos neste início de um novo ano?
Exatamente o reforço da nossa Fé que é genuinamente Cristocêntrica.
Há sempre um perigo que ronda a vida dos cristãos, atrelar a Salvação do Homem à Igreja Instituição, pois é Jesus Cristo quem Salva e não a Igreja que é um valioso instrumento enquanto canal da Graça Divina.
No período da Patrística, que vigorou 500 anos após o primeiro século do Cristianismo, os “Pais da Igreja” reconheceram que o “Logos” espalhou pelo Verbo Encarnado, as sementes do Reino em todas as Nações, Culturas e Religiões do mundo inteiro, portanto, mesmo fora do âmbito eclesial, quem fizer o bem por causa da Fé em Jesus Cristo, estará caminhando para a salvação, que é desejo de Deus a todos os homens. Por isso o sentido universalista da afirmação de João ao apontar Jesus “Eis o Cordeiro de Deus, aquele que tira o pecado do mundo”.
_Diácono José da Cruz_

(11.3) – O CORDEIRO DE DEUS
João Batista aponta para Jesus e o chama de “Cordeiro de Deus, que tira o pecado do mundo”.
No Antigo Testamento, os sacerdotes ofereciam cordeiros em sacrifício pelos pecados do povo. Matavam o animal, recolhiam seu sangue numa vasilha e o queimavam no Altar dos Sacrifícios. Não era só cordeiro, ofereciam também bodes. Se o pecado era muito grande, ofereciam um touro.
Diz a Carta aos Hebreus: “É impossível eliminar os pecados com o sangue de touros e bodes.” Por essa razão, ao entrar no mundo, o Cristo declara: ‘Não quisestes vítima nem oferenda, mas formaste um corpo para mim. Não foram do teu agrado holocaustos nem sacrifícios pelo pecado. Então eu disse: “Eis que eu vim, ó Deus, para fazer a tua vontade”” (Hb 10, 4-7).
Aquelas ofertas de animais pelos pecados valeram como preparação do povo para receber Jesus. O seu sangue sim, apagou os nossos pecados, todos os pecados de todos os seres humanos de todos os tempos. Até os nossos pecados futuros já foram apagados por Cristo. Da nossa parte fica apenas o pequeno trabalho de “apertar o botão”, para que esse perdão venha até nós.
E nós nos perguntamos: Por que as pessoas vivem com sede, ao lado desta fonte cristalina?
Talvez faltem profetas como João Batista, para apontar com o dedo e dizer: “Eis aí o Cordeiro de Deus. Ele é melhor do que eu”.
Certa vez, um rapaz estava andando numa praia, antes do dia amanhecer, e viu no chão, apesar de estar escuro, um saquinho cheio de pedrinhas. É alguma criança que ajuntou isso ontem, pensou.
Pegou o saquinho e, caminhando, começou a jogar as pedrinhas, uma a uma, no mar. Quando o dia clareou, havia apenas uma no saquinho. Foi aí que ele, observando, viu que era diamante! Algum garimpeiro certamente havia perdido o saquinho ali. Que pena! Agora não dá para recuperar as que ele havia jogado no mar!
Jesus, este presente que ganhamos no Natal, é como um saquinho de diamantes. Que não o desperdicemos!
Eis o Cordeiro de Deus, que tira o pecado do mundo.
Maria Santíssima é modelo para nós no acolhimento ao Cordeiro de Deus.
Peçamos a ela que nos ajude a nos enriquecer com esse tesouro, e a distribuí-lo para os outros.
_Padre Antônio Queiroz_

(11.4) – AQUELE QUE BATIZA COM O ESPÍRITO SANTO
1 João 2, 29; 3, 1-6 – “Grande presente de Deus”
O grande presente de amor que o Pai nos dá é o de nos tornarmos Seus filhos e filhas e não apenas Suas criaturas! A liturgia desta semana proclama e atesta que Jesus é o Filho de Deus e que por Ele nós também somos chamados filhos do Pai. Por isso, a nossa caminhada aqui na terra deve nos levar a ter identidade com o Filho para ficarmos parecidos com Ele. O critério para que saibamos se já nos apossamos desta filiação é a justiça praticada, isto é o amor com que amamos o nosso próximo. Deus é amor, e justo é que como filhos e filhas nós nos amemos com o Seu amor. É Ele quem nos purifica do nosso pecado e todo aquele(a) que n’Ele espera, não peca. Somos pecadores, mas, se somos de Cristo, se O imitamos e O seguimos, já estamos libertos e o pecado não tem mais poder na nossa vida. O pecado é, portanto, uma opção nossa!
– Você é uma pessoa que vive como filho de Deus ou como o mundo que não conhece a Deus?
– Você se sente realmente premiado com a filiação divina?
– As suas atitudes condizem com as atitudes de Jesus?

Salmo 97 – “os confins do universo contemplaram a salvação do nosso Deus!”
Ano novo requer uma vida nova! E é isto o que todos nós esperamos! Por isso mais uma vez o salmo de hoje nos convoca a cantarmos um “canto novo”. O cantar dos nossos lábios é a expressão do que há no nosso coração, portanto que possamos criar um novo canto para expressar a expectativa que há em nós em relação ao que o Senhor irá realizar em nós. Experimente entoar um cântico de esperança!

Evangelho – João 1, 29-34 – “Aquele que batiza com o Espírito Santo”
Neste Evangelho vemos, mais uma vez o testemunho de João Batista ao apontar para Jesus Cristo, o Filho de Deus que veio tirar o pecado do mundo. Atento a todos os sinais João Batista não teve dúvidas sobre quem era Jesus porque viu o Espírito Santo descer sobre Ele como uma pomba e confirmar que era o Filho amado. Se estivermos atentos ao Espírito Santo, nós também, poderemos perceber os sinais de Deus para a nossa vida, veremos aumentar a nossa fé e estaremos convictos e certos do Seu amor para conosco. João era um homem como qualquer um de nós, mas soube apreender qual era a sua missão e cumpri-la sem titubear, porque esteve sempre ligado aos acenos de Deus para a sua vida. Todos nós necessitamos da assistência do Espírito Santo, pois é Ele quem nos revela Cristo e quem confirma para nós as obras que em nós são realizadas.
– O que você tem percebido na sua vida como sinal de Deus através do Espírito Santo?
– Você é uma pessoa convicta em relação a presença de Deus no seu caminho ou você tem duvidado da ação do Espírito Santo na sua vida?
_Helena Serpa_

(12) – REFLEXÃO
João Batista é o único profeta que profetizou o Messias, manifestou a sua presença no meio dos homens e falou sobre a sua missão de tirar o pecado do mundo. É ele quem batiza o autor do próprio batismo e presencia a vinda do Espírito Santo sobre Jesus. Por fim, o evangelho conclui com o testemunho maior de João Batista a respeito de Jesus:
“Este é o Filho de Deus”.
A vida e a missão de João Batista só podem ser entendidas tendo como centro o Messias, nos mostrando a centralidade que Jesus deve ter nas nossas vidas e no nosso trabalho evangelizador.

(16.1) – EU VI, E POR ISSO DOU TESTEMUNHO: ELE É O FILHO DE DEUS
Hoje, S. João Batista dá testemunho do Batismo de Jesus. O Papa Francisco recordava que «o Batismo é o sacramento no qual se alicerça a nossa própria fé, que nos enxerta como membros vivos em Cristo, na sua Igreja»; e acrescentava: «Não é uma formalidade. É um ato que toca profundamente na nossa existência. Uma criança batizada ou uma criança não batizada, não são a mesma coisa. Não é o mesmo uma pessoa estar batizada ou uma pessoa não estar batizada. Nós com o batismo, somos mergulhados nessa fonte inesgotável de vida que é a morte de Jesus, o maior ato de amor de toda a história; e graças a este amor, podemos viver uma vida nova, não já dependentes do mal, do pecado e da morte, mas na comunhão com Deus e com os irmãos».
Acabamos de ouvir os dois efeitos principais do Batismo ensinados no Catecismo da Igreja Católica (n. 1262-1266):
1º «Eis aqui o Cordeiro de Deus que tira o pecado do mundo» (Jn 11,29). Uma consequência do Batismo é a purificação dos pecados, ou seja, todos os pecados são perdoados, tanto o pecado original e todos os pecados pessoais, bem como as penas do pecado.
2º «Descida do Espírito Santo», «batiza com o Espírito Santo» (Jn 1,34): o batismo torna-nos “uma nova criação”, filhos adotivos de Deus e partícipes da natureza divina, membros de Cristo, corredentores com Ele e templos do Espírito Santo.
A Santíssima Trindade —Pai, Filho e Espírito Santo— dá-nos a graça santificante, que nos torna capazes de acreditar em Deus, de esperar n´Ele e de O amar; de viver e de obrar sob a inspiração do Espírito Santo mediante os seus dons; de acreditar no bem através das virtudes morais.
Supliquemos, como nos exorta o Papa Francisco, «despertar a memória do nosso Batismo», «viver cada dia o nosso Batismo, como uma realidade atual na nossa existência».
_Rev. P. Higinio Rafael ROSOLEN IVE_

(16.2) – EU VI, E POR ISSO DOU TESTEMUNHO: ELE É O FILHO DE DEUS
Hoje, esta passagem do Evangelho de São João imerge-nos plenamente na dimensão testemunhal que lhe é própria. Testemunha é a pessoa que comparece para declarar a identidade de alguém. Pois bem, João apresentasse-nos como o profeta por excelência, que afirma a centralidade de Jesus. Vejamo-lo sob quatro pontos de vista.
Afirma-a, em primeiro lugar, como um vidente que exorta: «Eis o Cordeiro de Deus, aquele que tira o pecado do mundo» (Jo 1,29).
Fá-lo, em segundo lugar, reiterando convictamente: «É dele que eu falei: ‘Depois de mim vem um homem que passou à minha frente, porque antes de mim ele já existia’» (Jo 1,30).
Confirma-o consciente da missão que recebeu: «Vim batizar com água para que ele fosse manifestado a Israel”» (Jo 1,31).
E, finalmente, voltando à sua qualidade de vidente, afirma: «‘Aquele sobre quem vires o Espírito descer e permanecer, é ele quem batiza com o Espírito Santo’. Eu vi» (Jo 1,33-34).
Perante este testemunho, que conserva dentro da Igreja a mesma energia de há dois mil anos, perguntemo-nos, irmãos:
– No meio de uma cultura laicista que nega o pecado, contemplo Jesus como Aquele que me salva do mal moral?
– No meio de uma corrente de opinião que vê em Jesus somente um homem religioso extraordinário, creio nele como Aquele que existe desde sempre, antes de João, antes da criação do mundo?
– No meio de um mundo desorientado por mil ideologias e opiniões, aceito Jesus como Aquele que dá sentido definitivo à minha vida?
– No meio de uma civilização que marginaliza a fé, adoro Jesus como Aquele em Quem repousa plenamente o espírito de Deus?
E uma última pergunta:
– O meu “sim” a Jesus é tão profundo que, como João, também eu proclamo aos que conheço e me rodeiam: «Dou-vos testemunho de que Jesus é o filho de Deus!»?
_+ Rev. D. Antoni ORIOL i Tataret_

(17) – PREGAÇÃO DE JOÃO BATISTA
João Batista estava de novo lá, às margens do rio Jordão. Ele testemunha aos enviados de Jerusalém, ao povo em geral e aos seus discípulos que ele não é o Messias, já presente entre eles e do qual ele não é digno de desatar as correias de suas sandálias. E vendo Jesus que vem ao seu encontro, ele fixa nele seu olhar (emblépsas) penetrante como se desejasse identificar aquele que se aproxima. Um belo quadro apresenta-se aos olhos dos que lá estão: dirigindo-se a todos, João declara, com dedo em riste: “Eis o Cordeiro de Deus que tira o pecado do mundo”. Se nos outros Evangelhos, João tem consciência de ser o precursor, embora não saiba de quem, no Evangelho de S. João, ele testemunha de modo aberto, claro e direto: “Eu vi e atesto que ele é o Filho de Deus” (1, 34).
As palavras de João chegam ao coração de cada um e Jesus é identificado como o “cordeiro de Deus”, referência ao esperado Messias davídico, ao “unigênito” Filho de Deus ou, no dizer do próprio evangelista, ao cordeiro pascal que daria a vida para tirar o pecado do mundo. Palavras que soam, para os discípulos, como um convite para seguir Jesus. Anos mais tarde, o discípulo amado, com nostalgia, revive a cena do seu primeiro encontro com o Mestre. Ele tudo deixa. Segui-lo (akolouthéin) exigirá dele transformação de vida, profunda e total adesão, que o levará a descobrir, pouco a pouco, a identidade do novo Mestre.
Aliás, notando que os dois discípulos de João o seguiam, Jesus se voltou e disse: “O que buscais?” São suas primeiras palavras no quarto Evangelho, dirigidas não só a eles, mas a todos os que se colocam em seu seguimento. Logo após, de modo progressivo, o evangelista S. João manifesta sua caminhada interior até à descoberta da identidade de Jesus. De início, há simplesmente um olhar atento (blépo) e curioso, que passará a ser profundo e contemplativo (theaumai), desde o momento em que ele o reconhece como o enviado de Deus, o Messias. Os discípulos sentem-se acolhidos e se certificam que ninguém é excluído do convívio amoroso com o Senhor. Aos seus ouvidos, as palavras de João Batista – “Ele vos batizará no Espírito Santo” – adquirem então força profética: elas anunciam o batismo de Jesus como purificação total do homem e antecipam o dia de Pentecostes. Se os profetas do Antigo Testamento o entreveem como aquele que há de vir, João Batista testemunha que ele já está presente e pode “ser visto (orao) aqui e agora”, física e misticamente.
O contexto fala de purificação e de santificação, reportando-nos à concepção aramaica do cordeiro “servidor” e “libertador”, proclamado nos ritos pascais. Ao libertar o ser humano do mal, sacrificando-se e imolando-se por ele, Jesus torna-se solidário com aqueles sobre os quais pesa o pecado. Ele não só afasta o pecado do mundo, Ele o destrói. O mal é vencido e a vitória não se limita ao tempo presente, pois “todo sacramento, destaca S. Agostinho, é um ato de Cristo, e dele provém sua eficácia. Quando Pedro batiza, é Ele quem batiza; quando Paulo batiza, é Ele quem batiza; quando o próprio Judas batiza, é Jesus quem batiza”. E ele conclui: “É de Jesus que eu recebi o que tenho; é por Jesus que eu fui batizado”. A vitória de Cristo se estende às gerações de todos os tempos.
_Dom Fernando Antônio Figueiredo_

NINGUÉM AMA O QUE NÃO CONHECE

CELEBRAÇÃO DE HOJE

 

TEMPO DO NATAL *
(BRANCO, PREFÁCIO DO NATAL – OFÍCIO DO DIA DA 1ª SEMANA DO SALTÉRIO)

ou

MEMÓRIA FACULTATIVA
SANTÍSSIMO NOME DE JESUS
(BRANCO – OFÍCIO DA MEMÓRIA)

 

RITOS INICIAIS

Monição Ambiental ou Comentário Inicial
_

 

Antífona da entrada
Deus enviou o seu Filho, nascido de mulher, para que nos tornássemos filhos adotivos (Gl 4, 4s).

 

Oração do Dia ou Oração da Coleta
Deus eterno e todo-poderoso, pela vinda do vosso Filho, vos manifestastes em nova luz. Assim como ele quis participar da nossa humanidade, nascendo da Virgem, dai-nos participar de sua vida no reino. Por Nosso Senhor Jesus Cristo, Vosso Filho, na unidade do Espírito Santo.

ou

Nós vos pedimos, ó Deus, ao venerarmos o santo nome de Jesus, que, saboreando na terra a sua doçura, gozemos no céu a eterna alegria. Por Nosso Senhor Jesus Cristo, Vosso Filho, na unidade do Espírito Santo.

 

LITURGIA DA PALAVRA

 

Monição para a(s) Leitura(s)
_

 

Monição ou Antífona do Evangelho
Aleluia, aleluia, aleluia.
A Palavra se fez carne, entre nós ela habitou; e todos os que a acolheram, de Deus filhos se tornaram (Jo 1, 14.12).

 

Oração Universal ou Oração dos Fiéis
Conforme nos orienta a IGMR, no Cap. II, LETRA B, números 69, 70 e 71, vamos deixar que cada Comunidade possa realizar a sua Oração Universal colocando nela, a sua realidade comunitária, não devendo esquecer que, normalmente serão estas as séries de intenções, além das pessoais de cada um, caso seja dada a oportunidade pelo celebrante ao povo de se expressar:
a) Intenções pelas necessidades da Igreja;
b) Intenções pelos poderes públicos e pela salvação de todo o mundo;
c) Intenções pelos que sofrem qualquer dificuldade;
d) Intenções pela comunidade local;
e) Intenções pessoais da comunidade.

 

LITURGIA EUCARÍSTICA

 

Oração sobre as Oferendas
Concedei, ó Deus todo-poderoso, fonte da verdadeira piedade e da paz, que vos honremos dignamente com estes dons e, pela participação nestes mistérios, reforcemos os laços que nos unem. Por Cristo, nosso Senhor.

ou

Acolhei, ó Pai todo-poderoso, estas oferendas que vos apresentamos em nome do vosso filho; confiando em sua promessa, estamos certos de obter o que pedimos. Por Cristo, nosso Senhor.

 

Antífona da Comunhão
Da sua plenitude todos nós recebemos graça sobre graça (Jo 1,16).

 

Oração depois da Comunhão
Ó Deus, que o vosso povo, sustentado com tantas graças, possa receber hoje e sempre os dons do vosso amor para que, confortado pelos bens transitórios, busque mais confiantemente os bens eternos. Por Cristo, nosso Senhor.

ou

Concedei-nos, ó Deus, venerar dignamente, neste santos mistérios, Jesus, o Senhor, para que a seu nome todo joelho se dobre e a humanidade encontre nele a salvação. Por Cristo, nosso Senhor.

 

RITOS FINAIS OU RITOS DE ENCERRAMENTO

 

Ide em Paz!

 

FONTES DE CONSULTAS E PESQUISAS

 

Vamos expor a seguir de onde pertencem os textos que nos preenchem todos os dias, nos dando um caminho com mais sabedoria, simplicidade e amor.

 

FONTE PRINCIPAL DE PESQUISA E INSPIRAÇÃO

 

FONTE DE CONSULTA – IGMR (INSTRUÇÃO GERAL DO MISSAL ROMANO – 1ª EDIÇÃO / 2008)

 

REFLITA

 

O importante não é a pessoa que escreve, mas quem foi que inspirou essa pessoa a escrever.
O importante não é como se lê o que está escrito, mas como se age.
O importante não é sentar-se à direita ou a esquerda do Pai, mas sim, realizar o trabalho que Ele nos pede.
Ter conhecimento não é ter sabedoria, sabedoria é ter discernimento e saber compartilhar o conhecimento.

 

FONTES DE ORIENTAÇÕES E PESQUISAS

 

(1.1) – Blog Liturgia Diária da Palavra de Deus (Reflexões e Comentários);
(1.2) – Periódico Mensal: Liturgia Diária (Editoras Paulinas e Paulus);
(1.3) – Periódico Mensal: Deus Conosco (Editora Santuário);
(5) – Portal Editora Santuário;
(6) – Portal Editora Paulinas;
(7) – Portal e Blog Canção Nova;
(8) – Portal Dom Total;
(9) – Portal Edições Loyola Jesuítas;
(10) – Portal Evangelho Quotidiano;
(11) – Blog Liturgia Diária Comentada;
(12) – Portal CNBB (A Palavra de Deus na Vida);
(13) – Portal Catequisar: Catequese Católica;
(14) – Portal Comunidade Católica Nova Aliança;
(15) – Portal Fraternidade O Caminho;
(16) – Portal Evangeli.net;
(17) – Portal Padre Marcelo Rossi;
(18) – Um Novo Caminho;
(19) – Portal Dom Total: Roteiro Homilético;
(20) – Portal de Catequese Católica;
(21) – Blog Homilia Dominical;
(22) – Portal NPD Brasil;
(23) – Portal Canção Nova: Música;
(24) – Portal Editora Paulus;
(25) – Portal Católica Net;
(26) – Portal Católico Orante;
(27) – Rádio Catedral FM 106,7: Liturgia Diária;
(28) – Portal Comunidade Resgate;
(29) – Portal Católico na Net.

 

MENSAGEM PARA VOCÊ E PARA MIM MESMO

 

Mais vale o desconforto da VERDADE, do que a comodidade da MENTIRA.
E usando a essência da Oração da Serenidade, devo orar:

 

Ó meu Deus e Senhor, Pai de misericórdia e Salvação,
que em seu Filho Jesus perdoou os nossos pecados,
e com o seu Santo Espírito, paráclito nesse nosso mundo que caminha conosco,
apenas em Ti posso almejar a vida eterna, socorre-me e ouvi-me:
Se o ERRO está em mim, que DEUS possa me dar a HUMILDADE de aceitar que estou errado.
Que Jesus me dê a SERENIDADE, para aceitar que tem coisas que não posso mudar.
E que o Espírito Santo me dê a CORAGEM, suficiente para mudar aquelas coisas que dependem de mim, mesmo que sejam difíceis.

 

E para complementar os alicerces de orações da minha vida, faço como o santo Tomás de Aquino:

 

Concede-me, Deus misericordioso, que deseje com ardor o que tu aprovas, que o procure com prudência, que o reconheça em verdade, que o cumpra na perfeição, para louvor e glória do teu nome.

Põe ordem na minha vida, ó meu Deus, e permite-me que conheça o que tu queres que eu faça, concede-me que o cumpra como é necessário e como é útil para a minha alma.
Concede-me, Senhor meu Deus, que não me perca no meio da prosperidade nem da adversidade; não deixes que a adversidade me deprima, nem que a prosperidade me exalte.
Que nada me alegre ou me entristeça para além do que conduz a ti.”

Viver CORRETO e falar a VERDADE hoje são tão difíceis quanto na época de Jesus, pois é muito mais fácil aceitar a MENTIRA e fazer o ERRADO.
Viver no CAMINHO, VERDADE E VIDA, que é o próprio Cristo Jesus, tem que ser uma caminhada diária.
O futuro é desejo e pensamento.
O passado é aprendizado e lembrança.
O hoje é realidade, isso quer dizer: CRISTO.

 

Meus amigos(as) de coração, meus irmãos(ãs) em Cristo Jesus, lembrem-se:
“Tu te tornas eternamente responsável por aquilo que cativas.”
“Não julgues para não seres julgados.”
“A quem é muito dado, muito será cobrado.”

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