Liturgia Diária 14/Jan/15

LITURGIA DIÁRIA DA PALAVRA
14/Jan/2015 (quarta-feira)

Jesus cura a sogra de Simão

LEITURA: Hebreus (Hb) 2, 14-18: O Sacerdócio de Cristo (Base escriturística: exegese do Sl 8)
Leitura da Carta aos Hebreus: 14 Visto que os filhos têm em comum a carne e o sangue, também Jesus participou da mesma condição, para assim destruir, com a sua morte, aquele que tinha o poder da morte, isto é, o diabo, 15 e libertar os que, por medo da morte, estavam a vida toda sujeitos à escravidão. 16 Pois, afinal, não veio ocupar-se com os anjos, mas com a descendência de Abraão. 17 Por isso devia fazer-se em tudo semelhante aos irmãos, para se tornar um sumo sacerdote misericordioso e digno de confiança nas coisas referentes a Deus, a fim de expiar os pecados do povo. 18 Pois, tendo ele próprio sofrido ao ser tentado, é capaz de socorrer os que agora sofrem a tentação. – Palavra do Senhor. – Graças a Deus.

SALMO: Salmos (Sl) 105 (104), -2. 3-4. 6-7. 8-9: A história maravilhosa de Israel
8a O Senhor se lembra sempre da Aliança.
Ou: Aleluia, Aleluia, Aleluia.
1 Dai graças ao Senhor, gritai seu nome, anunciai entre as nações seus grandes feitos! 2 Cantai, entoai salmos para ele, publicai todas as suas maravilhas!
3 Gloriai-vos em seu nome que é santo, exulte o coração que busca a Deus! 4 Procurai o Senhor Deus e seu poder, buscai constantemente a sua face!
6 Descendentes de Abraão, seu servidor, e filhos de Jacó, seu escolhido, 7 ele mesmo, o Senhor, é nosso Deus, vigoram suas leis em toda a terra.
8 Ele sempre se recorda da Aliança, promulgada a incontáveis gerações; 9 da Aliança que ele fez com Abraão, e do seu santo juramento a Isaac.

EVANGELHO: Marcos (Mc) 1, 29-39: Cura da sogra de Pedro
— O Senhor esteja convosco.
— Ele está no meio de nós.
— PROCLAMAÇÃO do Evangelho de Jesus Cristo segundo Marcos.
— Glória a vós, Senhor.
Naquele tempo: 29 Jesus saiu da sinagoga e foi, com Tiago e João, para a casa de Simão e André. 30 A sogra de Simão estava de cama, com febre, e eles logo contaram a Jesus. 31 E ele se aproximou, segurou sua mão e ajudou-a a levantar-se. Então, a febre desapareceu; e ela começou a servi-los. 32 É tarde, depois do pôr-do-sol, levaram a Jesus todos os doentes e os possuídos pelo demônio. 33 A cidade inteira se reuniu em frente da casa. 34 Jesus curou muitas pessoas de diversas doenças e expulsou muitos demônios. E não deixava que os demônios falassem, pois sabiam quem ele era. 35 De madrugada, quando ainda estava escuro, Jesus se levantou e foi rezar num lugar deserto. 36 Simão e seus companheiros foram à procura de Jesus. 37 Quando o encontraram, disseram: ‘Todos estão te procurando’. 38 Jesus respondeu: ‘Vamos a outros lugares, às aldeias da redondeza! Devo pregar também ali, pois foi para isso que eu vim’. 39 E andava por toda a Galileia, pregando em suas sinagogas e expulsando os demônios. — Palavra da Salvação. — Glória a vós, Senhor.

LEITURA ORANTE

Oração Inicial (Querer)
A nós, a paz de Deus, nosso Pai, a graça e a alegria de Nosso Senhor Jesus Cristo, no amor e na comunhão do Espírito Santo.
Bendito seja Deus que nos reuniu no amor de Cristo!
Preparo-me para a Leitura, rezando:
Oferecimento do dia
Adoro-vos, meu Deus, amo-vos de todo o meu coração.
Agradeço-vos porque me criastes, me fizestes cristão, me conservastes a vida e a saúde.
Ofereço-vos o meu dia: que todas as minhas ações correspondam à vossa vontade.
E que faça tudo para a vossa glória e a paz das pessoas.
Livrai-me do pecado, do perigo e de todo o mal.
Que a vossa graça, benção, luz e presença permaneçam sempre comigo e com todos aqueles que eu amo. Amém. (Orações da Família Paulina)

Eu sou o CAMINHO (Ler)
O que o texto diz para mim, hoje?
Qual palavra mais me toca o coração?
Diante de grandes desafios, os bispos em Aparecida, disseram: “Os esforços pastorais orientados para o encontro com Jesus Cristo vivo deram e continuam dando frutos” (DAp 99).
Meus esforços para viver bem, estar bem, são orientados pelo encontro com Cristo vivo?
Ou, considero-me capaz e suficiente para enfrentar os desafios, dispensando a ação de Deus na minha vida?

A VERDADE (Refletir)
Leio atentamente o texto na Bíblia: Mc 1, 29-39.
Bonito o encontro de Jesus com a sogra de Pedro que estava com febre alta. Observe a atitude: “Ele chegou perto dela, segurou a mão dela e ajudou-a a se levantar. A febre saiu da mulher, e ela começou a cuidar deles.”
Interessante, é que Jesus não fala com a sogra, mas a segura pela mão e a ajuda a se levantar. A mulher imediatamente fica curada, e tão bem, que se põe a cuidar deles. Doentes e a multidão procuravam encontrar Jesus e Ele anunciava a boa notícia do Reino por toda parte.
– Mesmo sem precisar fazer milagres, você procura estar próximo dos que sofrem?
– Sua presença é realmente alegria e paz?
– Procura ser gentil para com todos?
– Retribui o bem que recebe?
– Sua vida é sempre um testemunho de fé?

E a VIDA (Orar)
O que o texto me leva a dizer a Deus?
Rezo com o bem-aventurado Alberione:
Jesus Mestre, disseste que a vida eterna consiste em conhecer a ti e ao Pai.
Derrama sobre nós, a abundância do Espírito Santo!
Que ele nos ilumine, guie e fortaleça no teu seguimento, porque és o único caminho para o Pai.
Faze-nos crescer no teu amor, para que sejamos, como o apóstolo Paulo testemunhas vivas do teu Evangelho.
Com Maria, Mãe Mestra e Rainha dos Apóstolos, guardaremos tua Palavra, meditando-a no coração.
Jesus Mestre, Caminho, Verdade e Vida, tem piedade de nós.

Qual deve ser a MISSÃO em minha VIDA hoje? (Agir)
Qual meu novo olhar a partir da Palavra?
Vou olhar o mundo e a vida com os olhos de Deus. Vou eliminar do meu modo de pensar e agir aquilo que não vem de Deus, que não é conforme o Projeto de Jesus Mestre. Deixarei que o Senhor me tome pela mão como segurou a mão da sogra de Pedro.

REFLEXÕES

(6) – O SENHOR AGE SEMPRE E EM TODO LUGAR
É preciso não esquecer que o Evangelho é uma proclamação pascal cujo conteúdo é a vitória de Jesus Cristo sobre o mal e a morte. A casa de Simão e André fica a poucos metros da sinagoga de Cafarnaum. Ali, o evangelho nos relata a cura, ainda no sábado, da sogra de Simão, acometida de uma febre, e apresenta um sumário da atividade de Jesus, depois do pôr do sol; portanto, depois de ter passado o descanso sabático, à porta da casa onde Jesus se encontrava.
A observação temporal, “sábado” e “depois do pôr do sol”, e o deslocamento espacial, da sinagoga à casa, indica que o Senhor age sempre e em todo lugar. Sua presença, onde quer que seja, transforma a vida das pessoas, fazendo-as experimentar a proximidade de Deus. É o Senhor da vida que, tomando a sogra de Simão pela mão, como quem desperta o outro do sono, que é metáfora da morte, a faz levantar para servir. Jesus procura lugares afastados para rezar e não admite perder a dimensão universal de sua missão.
ORAÇÃO:
Manifestai, Senhor da Vida, a vossa misericórdia e concedei-nos a cura das enfermidades que nos afligem.
_ Pe. Carlos Alberto Contieri_

(7) – DEUS NOS LIBERTA DAS ENFERMIDADES QUE ESCRAVIZAM NOSSA ALMA
É preciso combater o mal pela raiz e deixar que Jesus nos tire do estado de enfermidade e prostração em que, muitas vezes, se encontra a nossa alma.
“Por isso devia fazer-se em tudo semelhante aos irmãos, para se tornar um sumo sacerdote misericordioso e digno de confiança nas coisas referentes a Deus, a fim de expiar os pecados do povo” (Hebreus 2, 17).
Nós hoje contemplamos Jesus, que sai da sinagoga com Seus discípulos e vai à casa de Simão e André e ali cura a sogra de Simão Pedro, a qual estava com febre. Movido por uma profunda compaixão por ela, o Senhor a liberta daquilo que a deixava febril, doente e desanimada.
Sabemos que há diversas causas que podem nos deixar em estado febril; muitas delas são psicológicas, porque muitas situações que sofremos e enfrentamos nos deixam enfraquecidos. Claro, certamente há diversas causas físicas que também podem nos deixar com algum tipo de enfermidade, mas, uma vez que Jesus não trata a doença ou a enfermidade apenas e vai à causa e à raiz daquilo que nos faz sofrer, Ele pega aquela mulher pela mão, a levanta do seu sofrimento e a arranca da febre. Se a febre não queria sair dela, Jesus a tirou desse mal.
Muitas vezes, a graça de Deus quer tocar em nós para nos tirar do estado de prostração e de enfermidade em que nos colocamos ou que se apodera de nós.
A mão poderosa e misericordiosa de Jesus nos diz: “Eu não quero você prostrado! Eu não quero você doente!”. Outra coisa são as doenças que adquirimos por diversas causas, nós até podemos sentir os sintomas da febre, entre outros, o que não podemos é ficar o resto da vida febris, porque ela [febre] vai atrair outros males para dentro de nós! Estou falando daquela febre que sentimos por estarmos mal, por não termos uma boa convivência com o outro, aquela febre que vem em nós por estarmos inflamados pelo orgulho, pelo ciúme, pelo rancor e, sobretudo, pela raiva.
A raiva puxa muitos males para dentro de nós! É preciso combater o mal pela raiz, é preciso deixar que Jesus nos puxe pela mão e nos tire do estado de doença e de enfermidade em que, muitas vezes, se encontra a nossa alma.
Que Deus hoje venha tocar em nosso coração e nos libertar daquilo que oprime o nosso ser, daquilo que tira a nossa paz interior e, sobretudo, daquilo que não nos deixa servir Nosso Senhor Jesus Cristo. Ele se tornou semelhante a nós para nos ajudar a combater o mal e o pecado e nos tornarmos Seus seguidores!
Deus abençoe você!
_Padre Roger Araújo_

(8) – DO CULTO AO SERVIÇO
Como bom judeu, Jesus não se furtava de participar da assembleia sinagogal, em dia de sábado. A celebração do culto oferecia-lhe a possibilidade de exercer o ministério da palavra. Servindo-se de um direito facultado às pessoas adultas, do sexo masculino, ensinava na sinagoga, com uma autoridade desconhecida até então. Sua doutrina deixava os ouvintes admirados, pois era de qualidade diferente daquela dos rabinos tradicionais.
Nós conhecemos muito bem a doutrina de Jesus. Ele falava do amor, da necessidade de viver reconciliado, da urgência de ser solidário com os pobres e pequeninos, por serem os preferidos de Deus, enfim, falava do Reino do Pai a ser implantado num mundo marcado pela impiedade.
Das palavras Jesus passava à ação. E comprovava, com a vida, a força de seus ensinamentos. De certa forma, o culto prosseguia no serviço aos doentes, na libertação dos oprimidos pelos maus espíritos, na sua vida de profunda comunhão com o Pai, mediante a oração, no seu zelo incansável em ajudar a todos. Por isso, recusava-se a ficar preso a um só lugar, ou a esperar que viessem até ele. Pelo contrário, ia pelas cidades e aldeias exercendo o ministério da palavra e o ministério da caridade, duas faces da mesma moeda.
A íntima relação entre palavra e ação dava credibilidade ao ministério de Jesus. Sua vida consistia numa demonstração perfeita do que ensinava. Por conseguinte, ao deixar a sinagoga, só lhe restava fazer o bem.
Oração:
Pai, faze minha vida espelhar-se no testemunho de Jesus, o primeiro a pôr em prática seus próprios ensinamentos, mostrando como é possível vivenciá-los.
_Padre Jaldemir Vitório_

(9) – BOA NOVA PARA CADA DIA
“E andava por toda a Galileia, pregando em suas sinagogas e expulsando os demônios” (Mc 1, 39).
Neste Evangelho vemos como Jesus vai confirmando a impressão causada por sua pessoa, palavras e ações na multidão que já o seguia. Ele não só curou o possesso da sinagoga de Cafarnaum como curou a sogra de Pedro, muitos outros doentes e expulsou muitos demônios.
“Tudo isto era uma grande descoberta para Simão e André, em cuja casa Jesus estava, acompanhado por Tiago e João” (Mc 1, 29). Quem via Jesus agindo assim procurava entender que tipo de pessoa Ele era.
Jesus mesmo nunca disse: ‘Eu sou o Filho de Deus, e por isso tenho estes poderes’.
Pelo contrário, esta revelação foi feita pelos grandes inimigos do homem, do próprio Jesus, os demônios. E o Evangelho nos diz: “E não deixava que os demônios falassem, pois sabiam quem Ele era” (Mc 1, 34cd). De fato, os que tinham estado na sinagoga de Cafarnaum e viram Jesus expulsar o demônio, também ouviram o demônio dizer: “Eu sei quem és: tu és o Santo de Deus” (Mc 1, 24c).
Nós não precisamos que seja o demônio quem nos diga quem é Jesus.
Nós sabemos e confessamos no Creio que Jesus é o Filho de Deus, Nosso Senhor. Portanto não nos encontramos em situação de inferioridade em relação às testemunhas oculares das curas e exorcismos feitos por Jesus no tempo em que esteve nesta terra antes de ressuscitar.
Hoje cremos em Jesus Ressuscitado, e vemos que Ele é a Imagem e Semelhança perfeita de Deus Pai. Deus Lhe deu o poder com que nos protege do demônio e nos leva à Salvação eterna.
_Padre Valdir Marques_

(10) – JESUS APROXIMOU-SE DELA E TOMOU-A PELA MÃO
Quem escutou com atenção o evangelho deste dia sabe por que razão o Senhor do céu entrou numa humilde casa daquela povoação; pois, uma vez que, pela sua bondade, veio socorrer todos os homens, não espanta que entre em qualquer casa. «Tendo chegado a casa de Pedro, Jesus viu a sogra dele de cama, com febre» (Mt 8, 14). Eis o motivo que conduziu Jesus a casa de Pedro: não foi o desejo de Se pôr à mesa, mas a debilidade daquela doente; não foi a necessidade de tomar uma refeição, mas a ocasião de realizar uma cura. Ele não veio tomar parte num banquete com homens, mas veio exercer o seu poder divino, porque não era vinho, mas lágrimas o que se derramava em casa de Pedro. […]
Cristo não entrou, pois, naquela casa para tomar alimento, mas para restaurar a vida. Deus não anda à procura dos bens humanos, anda à procura dos homens. Ele não deseja encontrar coisas terrenas, mas quer dar os bens celestes. Assim, Cristo não veio até nós à procura das coisas que nós possuímos, mas para nos levar consigo.
_São Pedro Crisólogo (c. 406-450)_

(11.1) – AO SAIR DA SINAGOGA
Hebreus 2, 14-18 – “Jesus veio como homem e não como anjo”
Se pararmos para refletir sobre o plano que Deus concebeu para nos salvar do poder do inimigo, perceberemos a sua perfeição. O homem foi criado para viver num paraíso aqui na terra e ter comunhão perfeita com o seu Criador. No entanto, o diabo, aproveitando uma brecha introduziu o pecado no homem como um germe, uma bactéria que o levaria à morte. Somente um Deus feito homem poderia nos redimir, por essa razão o próprio Deus se encarnou e assumiu a nossa identidade, nossa fisiologia, nossa forma, nossa humanidade para se tornar um como nós e assim, lutar por nós e vencer, nos tirando da destruição. Jesus Cristo, como homem, foi o sacerdote perfeito, que se ofereceu a si mesmo como vítima também perfeita. “Tendo ele próprio sofrido ao ser tentado, é capaz de socorrer os que agora sofrem a tentação!” Jesus não veio ocupar-se com os anjos, nem veio como um anjo, mensageiro de Deus. Ele veio como Deus e como Homem para salvar a descendência de Abraão, isto é, aqueles(as) que têm fé, pois criem, confiam e dependem Dele. Diante do exposto, precisamos fazer uma reflexão se, realmente, estamos deixando que Jesus se ocupe conosco, seja o Senhor da nossa vida, e renove a nossa mentalidade humana decaída.
– Você entende agora como foi o plano de Deus para libertar você da morte?
– Você já assumiu a vida nova que Jesus Cristo veio lhe dar?
– Você tem dúvidas sobre a salvação?

Salmo 104 – “O Senhor se lembra sempre da aliança!”
Somos descendentes de Abraão porque temos fé, portanto somos também participantes da aliança promulgada por Deus com todas as gerações que, pela Fé aderirem ao Seu Projeto de Salvação. Temos que alimentar em nós essa certeza e por isso, glorificar a Deus, procurá-Lo e buscar constantemente a Sua face.

Evangelho Marcos 1, 29-39 – “ao sair da sinagoga”
Jesus continuou manifestando ao mundo a Sua Missão de Salvador com as suas atitudes de compaixão. Assim sendo, Ele aproveitava todas as oportunidades para evidenciar a Sua ação libertadora com zelo e carinho para com todos aqueles a quem encontrava, carentes e necessitados. Ele não se restringia somente em orar e pregar o Evangelho, mas punha em prática a misericórdia revelando ao mundo o Amor que do Pai que lhe enviara. Ao sair da Sinagoga Jesus poderia muito bem ter ido descansar. No entanto, ele se aproximou de uma mulher velha, doente, acamada. Tocou-a e com grande amor a curou fazendo com que ela voltasse a ser útil. Jesus curava o homem total, por isso, ao tocar na sogra de Pedro, ela imediatamente levantou da cama e começou a servir a Jesus e aos Seus discípulos. Vemos, então, que Deus nos cura para que possamos ser libertos de todas as amarras, sair do nosso comodismo e ir a busca do nosso irmão que está carente. Às vezes, dentro da nossa própria casa existem as pessoas que estão enfermas, paralisadas e precisam ser tocadas por Jesus para serem curadas e saírem do seu mundinho de tristeza, de depressão. Somos, como Jesus, instrumentos do Amor de Deus em todos os lugares pelos quais passamos. Entretanto, assim como Jesus, não podemos ficar presos somente aos da nossa casa. Precisamos seguir adiante. Jesus tinha plena consciência de que precisava seguir em frente, por isso não se prendia aos lugares e seu único objetivo era cumprir fielmente a Missão que o Pai lhe confiara. Não tinha tempo para descansar e também não se apegava a ninguém, nem mesmo àqueles(as) que O exaltavam. Assim como curou a sogra de Pedro restituindo nela a capacidade de servir, Jesus curou também as diversas pessoas que O procuravam. Todos tinham vez na sua trajetória. Cuidava de todos, escutava a todos e atendia a todos e tudo fazia com amor. Não menosprezava os velhos, nem as crianças e curava as pessoas para que elas fossem úteis e tivessem uma vida eficaz. Jesus não desiste da sua missão salvadora e hoje também Ele visita a nossa casa para curar-nos, percorre os caminhos para nos guiar. Somos curados (as) para servir a Deus, por isso, Jesus nos deu o exemplo do que precisamos fazer ao “sair da sinagoga”. O louvar, o orar, o adorar a Deus é fundamental, porém não podemos ficar somente nisso: o Senhor nos envia a também tocar, curar, compreender, amar. Isto é também evangelizar! Precisamos entender que a salvação começa agora no nosso dia a dia.
– Tem alguém na sua casa que precisa ser visitado por Jesus, chame-O e Ele irá.
– Como você vê as pessoas que já estão idosas?
– O que você faz para que elas sejam úteis?
– E você? Você acha que ainda tem jeito?
– Qual tem sido o resultado prático e concreto da sua oração e adoração ao Senhor?
_Helena Serpa_

(11.2) – CUROU MUITAS PESSOAS DE DIVERSAS DOENÇAS
O PODER DE CURAR
O poder taumaturgo de Jesus chamava a atenção de todos. Por onde passava, atraía multidões de pessoas que recorriam a ele em busca de cura para suas doenças e enfermidades. E ninguém ficava sem ser atendido.
Os milagres de Jesus, entretanto, nada tinham de exibicionismo. Seu poder de curar não o transformava em milagreiro ambulante, a serviço do interesse e da curiosidade alheia. Talvez, houvesse quem se aproximasse dele com esta visão deturpada de sua ação. Mas, ele manteve até o fim sua pureza de intenção.
Os milagres de Jesus estavam em função de seu serviço ao Reino. Através deles, ficava patente que o Reino estava acontecendo em forma de recuperação da saúde e de tudo quanto mantinha cativo o ser humano. O Reino, por conseguinte, se concretizava em forma de saúde e libertação desencadeadas pela ação de Jesus.
Os benefícios do poder de Jesus chegavam a todos indistintamente. Jesus não se perguntava se a pessoa era digna ou não de ser beneficiada por ele. Importava-lhe apenas o fato de ter diante de si alguém carente de vida, em quem o Reino podia dar seus frutos. Por isso, não se recusava a acolher ninguém e fazê-lo participar da vida recebida do Pai, para ser partilhada com a humanidade.
Oração:
Senhor Jesus, recupera em mim a vida e a liberdade, fazendo assim o Reino acontecer na minha existência.
_Igreja Matriz de Dracena_

(11.3) – TINHA QUE PARECER-SE EM TUDO A SEUS IRMÃOS
O sumário sobre os milagres de Jesus pertence a um gênero literário muito especial, onde há, inclusive, lugar para as intervenções pessoais. Marcos não deixa de introduzir um tema predileto: o silêncio que Jesus impõe aos demônios e aos destinatários do milagre no começo de seu ministério. Essa reação provém de uma espécie de pudor que o homem experimenta em relação a tudo que em si mesmo vem de um grau mais elevado que o dele próprio. Jesus oculta seu poder taumaturgo (curador) porque o considera como uma força superior a seus meios humanos e porque não quer que seu messianismo e seu poder sejam entendidos de forma distorcida. Marcos viu nesse silêncio uma defesa contra a incompreensão na qual se envolveu. A palavra que está semeando corre o risco de ser recebida com um entusiasmo demasiado “nacionalista” e de provocar julgamentos demasiadamente desagradáveis e depreciativos em relação à sua missão. Jesus rejeita o êxito ambíguo. O ideal missionário é o fermento de sua vida. E esse ideal se traduz na plenitude do amor de Deus, a tal ponto de poder transformar a sociedade para o bem, em favor do ser humano e da criação toda. É o seu estilo de vida missionária. Um estilo de vida que o convida a ir mais longe das fronteiras de sua terra e que nos convida a nós também.
_Claretianos_

(11.4) – JESUS CURA MUITA GENTE
Jesus andou por toda a Galileia, ensinando nas sinagogas, anunciando a boa notícia do Reino e curando as enfermidades e as doenças graves do povo.
No Evangelho de hoje vemos Jesus com a concisa precisão se dirige para uma casa. “logo que saíram da sinagoga, foram… para a casa de Simão…”.
O evangelista Marcos indica que Jesus descarta a sinagoga e afirma seu ministério no espaço da “casa”. É a casa o lugar onde se reúne a nova comunidade e que se torna o centro de irradiação da missão. Na “casa”, a mulher, libertada de sua exclusão, exerce a prática essencial das novas comunidades, que é o serviço. E é à porta da casa que se reúne a cidade inteira.
Jesus não se deixa reter por uma comunidade particular. Seu ministério missionário é dirigido amplamente a toda a Galileia e aos territórios vizinhos. Por isso, Sua fama se espalhava por toda a região da Síria. Todo povo levava a Jesus pessoas que sofriam de várias doenças e de todos os tipos de males, isto é, epiléticos, paralíticos e pessoas dominadas por demônios; e ele curava todos. Grandes multidões o seguiam; eram gente da Galileia, das Dez Cidades, de Jerusalém, da Judéia e das regiões que ficam no lado leste do rio Jordão. A sogra de Simão estava com febre. Identificada à doença Jesus se aproxima dela e a cura.
O que falta para que Ele cure também a sua doença?
Identifique a tua doença, procure saber qual é e clame por Jesus. Se for o pecado, lembre-se de que não precisa explicação. Se você quer ser curado do pecado, ele só precisa ser reconhecido. Por favor, não jogue a culpa nos outros:
Ah, eu pequei porque estava muito sozinho, porque meu marido me abandonou ou porque minha mulher me abandonou ou porque o meu pai não me compreende; eu estou nas drogas porque ninguém gosta de mim; ou eu bebo porque a sociedade é injusta; ou, sou homossexual por isso; ou eu faço isso por aquilo.
Enquanto você estiver tentando explicar, você nunca dará o primeiro passo. Se você quer ser curado, verdadeiramente curado, transformado, verdadeiramente transformado, só tem que dar um passo: dizer como o ladrão na cruz: Este não fez nada, mas nós sim, nós merecemos porque nós somos ladrões, nós fizemos mal.
Você já reconheceu qual é o seu problema?
Talvez o seu problema não seja o dinheiro, não seja a saúde, nem o marido, nem a mulher, nem o filho, nem o pai. Talvez seu problema não seja o chefe, nem a inflação.
Talvez todas essas coisas sejam pretextos para esconder seu verdadeiro problema que tem raízes mais profundas.
Se você tomar consciência de sua situação, se a reconhecer e a aceitar, já deu o primeiro grande passo na recuperação. Mas existe muita gente que apesar de dar este primeiro passo, sente que nada muda.
Por quê?
Em algum momento temos que parar, reconhecer nossa situação e clamar pedindo ajuda. Fale aí em seu coração com Deus. Fale: Senhor, o meu problema sou eu, os meus temperamentos, o meu caráter, não têm paciência, explodo por qualquer coisa. Não tenho sabido dominar meu temperamento. Este é meu problema. Meu problema não é meu patrão, nem que os outros tenham oportunidades; meu problema é o meu temperamento. Sou impontual, desorganizado. Este é o meu problema. E eu não tenho forças para sair desta situação sozinho, preciso de Tua ajuda, Senhor.
Vejam agora a resposta de Jesus a este ladrão. Ele disse: “Em verdade, em verdade te digo. Estarás comigo no paraíso.” Repare que, o ladrão somente pede: Lembra-te de mim, nada mais. Mas Jesus lhe diz: Eu te prometo que estarás comigo no paraíso. Nunca mais estarás sozinho, nunca mais abandonado, rejeitado, nunca mais passarás fome, nunca mais um ser querido morrerá. Você estará comigo para sempre, por toda a eternidade.
_Canção Nova_

(11.5) – FOI PARA ISSO QUE EU VIM
A centralidade da missão de Jesus encontra-se na revelação do Reino de Deus, de modo que para ele é mais importante a pregação do que a realização de curas e outros tipos de milagres. Os milagres estão relacionados com a revelação, pois explicitam o conteúdo principal da pregação de Jesus que é o amor que Deus tem por todos nós e o bem que ele concede a nós como manifestação desse amor. Sendo assim, o mais importante não é o milagre em si, mas a revelação que ele traz junto de si: Deus ama a todos nós com amor eterno e tudo faz pela nossa felicidade, e isso deve ser anunciado a todos os povos.
Como nos falta essa percepção sobre a nossa missão aqui no mundo!
Obviamente não teremos como discernir, de prontidão, tudo isso. Não podemos confundir a profissão que tem com uma missão pessoal. Há médicos que, além da profissão, perceberam que sua missão era contar histórias para crianças carentes e, nas horas vagas, faziam isso como um chamado de Deus. É trabalho diário, a oração diária que nos darão esse discernimento. Vale a pena.
_Ruymar_

(11.6) – CUROU MUITAS PESSOAS DE DIVERSAS DOENÇAS
Este Evangelho descreve dois dias de intensa atividade de Jesus em Cafarnaum:
1) Sai da sinagoga onde estava rezando.
2) Cura a sogra de Pedro.
3) Cura “muitas pessoas de diversas doenças e expulsa muitos demônios”.
4) Refugia-se para a oração.
5) Vai a “outros lugares, às aldeias da redondeza”.
E o evangelista resume: Jesus “andava por toda a Galileia, pregando em suas sinagogas e expulsando os demônios”.
A oração e a união com Deus são a fonte do nosso amor ao próximo. Jesus só fazia o bem; a sua alegria consistia em fazer o bem às pessoas. Depois que ele curou a sogra de Pedro, o evangelista diz: “Então a febre desapareceu, e ela começou a servi-los”. Aquela senhora, que convivia com Jesus bem de perto, pois ele frequentemente se hospedava na casa dela, havia aprendido com Jesus esta virtude do bom acolhimento. Certamente, lá da cama ela sentia um grande desejo de estar preparando a comida e o pouso dos queridos visitantes. Logo que foi curada, pôde realizar o seu desejo.
“À tarde, depois do pôr-do-sol, levaram a Jesus todos os doentes… A cidade inteira se reuniu em frente da casa. Jesus curou muitas pessoas de diversas doenças.” Descubra a felicidade de servir. Quem gosta de servir, faz aquilo que pode pelos outros. Jesus podia curar, curava. Diversas vezes, ele nos pediu: “Curai os doentes”.
“De madrugada, quando ainda estava escuro, Jesus se levantou e foi rezar num lugar deserto.” O seu amor maior mesmo é a Deus Pai. É este amor que o impulsionava a amar o próximo. Como é importante nós não nos deixarmos levar pelo ativismo, e dar umas fugidas para nos encontrarmos com Deus! O evangelista começa o Evangelho de hoje dizendo: “Jesus saiu da sinagoga…” portanto ele estava rezando. Só neste curto texto do Evangelho, Jesus aparece duas vezes rezando!
“Simão e seus companheiros foram à procura de Jesus. Quando o encontraram, disseram: Todos estão te procurando!” Como quem diz: “Ontem o Senhor conquistou o povo; agora, que, está na hora de colher os frutos, o Senhor foge?” Jesus não buscava “frutos” nem glórias para si; o que ele queria era a glória de Deus Pai e o bem do povo.
“Jesus respondeu: Vamos a outros lugares”. O líder dá a mão, ajuda a pessoa a se levantar, mas quer que ela depois caminhe com as próprias pernas, e não fique dependendo daquele que a ajudou, ou batendo palmas para ele. Afinal, somos todos iguais. Deus é que faz as curas e dá as graças.
O grande modelo na cena, além de Jesus, é a sogra de Pedro que, logo que foi curada, “se levantou e pôs-se a servi-lo”. O trabalho é uma bênção de Deus. Poder trabalhar é poder servir. “Descubra a felicidade de servir”. Jesus trabalhava. Ele era carpinteiro, junto com o pai, S. José. Na vida pública, continuou trabalhando, pois a atividade missionária é trabalho. Quem tem fé gosta de trabalhar, pois a fé sem obras é morta. Nós, que recebemos tanto da família e da sociedade, precisamos ajudá-las também, através do nosso trabalho.
Jesus era um mestre religioso diferente dos outros mestres da época. Estes fundavam escolas para ensinar a interpretar a Sagrada Escritura. Jesus era itinerante, queria que seus discípulos vivenciassem a Sagrada Escritura, e passassem essa vivência para frente. Esse método continua até hoje, na Santa Igreja.
Nós queremos ser “Discípulos e missionários de Jesus Cristo, para que os nossos povos tenham vida nele” (Documento de Aparecida). Somos chamados a levar a Boa Nova de Jesus até os confins da terra. A Comunidade cristã não é um grupo de pessoas em torno de um líder, mas são pessoas unidas em torno de Cristo, e organizadas entre si para a construção do Reino de Deus.
Certa vez, um menino da roça foi à cidade com o pai. E lá havia um palhaço na rua, fazendo propagando do circo. O garoto se encantou com aquele palhaço, e começou a acompanhá-lo, junto com as outras crianças.
Quando se deu conta, tinha se separado do pai. O menino começou a chorar, e a andar desesperadamente pelas ruas procurando o pai. Ele atravessava as ruas sem cuidado, correndo o risco de ser atropelado. Até que, por sorte, o pai, que também o procurava, o viu na rua e correu atrás.
Este mundo está cheio de gente andando sem rumo e desesperadamente, como aquele garoto. A sogra de Pedro não andou sem rumo, pois imitava e seguia Jesus Cristo, o caminho, a verdade e a vida.
Maria Santíssima passou a vida servindo: dona de casa, esposa, mãe… Que ela nos ajude a servir na humildade, a Deus e aos nossos irmãos e irmãs, e assim acertar o caminho do Céu.
Curou muitas pessoas de diversas doenças.
_Padre Antônio Queiroz_

(11.7) – A PERIGOSA FÉ DA MAGIA
Gosto muito de ouvir histórias de pessoas que montaram um pequeno negócio, e após muito esforço foram bem sucedidas, tornando-se gestores de grandes empresas, agindo sempre com ética e honestidade.
O bom empreendedor é sempre ousado e pensa “grande”, tendo uma visão audaciosa do futuro, atitude muitas vezes até criticada e questionada pelos acomodados que pensam “pequeno”, porque têm medo de arriscar.
Se o empreendedorismo é fator dos mais importantes no desenvolvimento de uma nação, de uma empresa ou de qualquer negócio, no reino de Deus não poderia ser diferente, porém, é preciso ter os pés no chão, trabalhando a cada dia com vistas à grandiosidade que se vislumbra, pois o homem de fé, mais do que ser otimista, já vai construindo no hoje da história, o reino de Deus alicerçado pelo próprio Cristo.
No evangelho de hoje podemos perceber nitidamente essa diferença no modo de pensar e agir, entre Jesus e os seus discípulos. Enquanto o mestre pensa em algo grandioso, querendo expandir o projeto recém-iniciado, os discípulos estão seguros de que já alcançaram o sucesso e demonstram grande interesse em montar ali, na casa de Simão, uma “Tenda dos Milagres”, pois o carisma de Jesus já tinha atraído uma grande e imensa clientela, ao curar os enfermos e expulsar os demônios, por isso aonde ele ia, a multidão maravilhada com os sinais prodigiosos, o seguia.
Há nesta fé da magia, a perspectiva de um negócio altamente lucrativo em todos os sentidos, pois Jesus tem o perfil do Messias esperado, poderia ser ele o salvador da pátria, capaz de dar a grande virada na história de Israel, e um populismo assim, era tudo que eles queriam para concretizar a libertação com que sonhavam.
Não conseguiam vislumbrar em Jesus algo além dos seus ideais humanos, que também eram importantes e tinham o seu valor, mas Jesus não veio para ser o Rei dos Milagreiros, nem para ser um libertador político, pensar assim é pensar “pequeno”, ter uma fé com essa expectativa de um Cristo prodigioso, que interfere com seu poder na vida das pessoas, quando essas fazem por merecer, realizando milagres e curas inexplicáveis, é menosprezar toda a obra da Salvação, é fazer da Igreja uma simples tenda dos milagres, é abusar de certos carismas recebidos, explorando assim a boa-fé das pessoas, e Cristianismo não é isso.
Curas de enfermidades o Cristo as realizou ontem, e realiza também hoje, mas estas são simples sinais de algo maior, de um empreendimento mais arrojado, com o qual todos têm de se comprometer, acreditar, deixar de ser um torcedor para entrar em campo e “suar a camisa” por aquilo em que se acredita.
E como é que podemos, com nossas limitações e fraquezas, sermos parceiros de Deus nesse projeto tão arrojado, que plenifica e ao mesmo tempo transcende, qualquer empreendimento humano?
O evangelho responde em seu início, logo que Jesus sai da sinagoga e vai à casa de Simão, onde os discípulos correm para lhe falar que a sogra de Pedro estava acamada e com muita febre.
Era uma pessoa debilitada, entregue ao desânimo, que muitas vezes chega à vida de alguém, que doença seria essa?
O comodismo e o desânimo, o egocentrismo, a indiferença na relação com as pessoas, nas comunidades cristãs há pessoas assim, que precisam de ajuda, para cair na realidade. Jesus não diz uma só palavra, mas apenas estende a mão e a ajuda a levantar-se do seu leito. Como é bom quando sentimos que o outro nos estende a mão, em um grandioso gesto de ajuda…
Como é bom agarrar com firmeza a mão amiga, que nos permite levantar e dar a volta por cima, diante de tantas situações difíceis da nossa vida.
Amor que se traduz em gestos de solidariedade, um toque de mão que transmite segurança, afeto, ânimo e esperança, sem muito ritual pomposo, sem êxtases arrebatadores. Como resultado desse gesto de ajuda, a mulher se levanta a febre a deixa e agora se põe a servir a comunidade. É na oração íntima com Deus Pai, que Jesus de Nazaré fortalece a sua missão, cumprindo a vontade daquele que o enviou, pois sem a oração, a nossa igreja seria apenas um Posto de atendimento de serviço religioso ou balcão de Sacramentos.
É na oração que acontece este colóquio com o Pai, aonde vai se descortinando para nós a plenitude do Reino, que humildemente vamos construindo com gestos simples como o de Jesus, capaz de erguer as pessoas que estão ao nosso lado.
Os discípulos, encantados com o carisma e o Poder do mestre, querem urgentemente abrir um “pequeno negócio”, um salãozinho de fundo de quintal, onde eles teriam naturalmente o monopólio sobre Jesus e seus milagres, mas o Mestre pensa grande, ele não veio para que as pessoas o buscassem, mas para ir ao encontro delas, curando de suas enfermidades e as libertando dos males físicos e espirituais, como um sinal da libertação plena.
É esse o Cristo que devemos anunciar como Igreja missionária, pois qualquer outra imagem diferente da que nos apresenta o evangelho, seria apenas uma caricatura grotesca, uma cópia falsificada de um mero “Salvador da pátria”, desses que vez ou outra, o povo gosta de aclamar como Rei…
_Diácono José da Cruz_

(13) – REFLEXÃO
Nosso texto deve ser dividido em duas partes: cura da sogra de Pedro (vv. 29-31) e sumário (vv. 32-39).
Do lugar público (sinagoga), Jesus se desloca para a casa de Simão e André, acompanhado dos outros dois discípulos, Tiago e João. Os discípulos são testemunhas oculares de tudo o que Jesus fez e ensinou. Todo âmbito da vida humana é lugar da atuação do Senhor: o público (sinagoga de Cafarnaum) e o privado (casa de Simão Pedro). Falaram a ele do mal da sogra de Pedro: a febre. Informado, ele toma a iniciativa de curá-la. A cura se dá pelo gesto simbólico de tomar pela mão, que pode ser compreendido como gesto de transmissão de força e como gesto pelo qual se desperta alguém do sono, que, em várias passagens da Sagrada Escritura, é símbolo da morte. O gesto de Jesus tira a sogra de Pedro da sua situação de enfermidade e a põe em pé, em condições de servir e celebrar o descanso sabático.
O sumário, por sua vez, tem por finalidade ampliar hiperbolicamente a atividade e o sucesso da atuação de Jesus sobre o mal.

(16) – DE MADRUGADA, QUANDO AINDA ESTAVA BEM ESCURO, JESUS SE LEVANTOU E SAIU RUMO A UM LUGAR DESERTO. LÁ, ELE ORAVA.
Hoje vemos claramente como Jesus dividia a jornada. Por um lado, dedicava-se à oração e, por outro, à missão de predicar com palavras e com obras. Contemplação e ação. Oração e trabalho. Estar com Deus e estar com os homens.
De fato, vemos Jesus entregado em Corpo e alma em sua tarefa de Messias e Salvador: cura aos doentes, como à sogra de São Pedro e muitos outros, consola os que estão tristes, expulsa os demônios, predica. Todos levam-lhe seus doentes e endemoniados. Todos querem escutá-lo: «Todos te procuram» (Mc 1, 37), dizem os discípulos. Seguro que tinha uma atividade frequentemente cansativa, que quase não lhe deixava nem respirar.
Mas, Jesus procurava também tempo de solidão para se dedicar à oração: «De madrugada, quando ainda estava bem escuro, Jesus se levantou e saiu rumo a um lugar deserto. Lá, ele orava» (Mc 1, 35). Em outras partes dos Evangelhos vemos Jesus dedicado à oração em outras horas e, inclusive a altas horas da noite. Sabia distribuir o tempo sabiamente, para que sua jornada tivesse um equilíbrio razoável de trabalho e oração.
Nós dizemos frequentemente:
– Não tenho tempo!
– Estamos ocupados com o trabalho do lar, com o trabalho profissional e, com as inumeráveis tarefas que enchem nossa agenda.
Com frequência cremo-nos dispensados da oração diária. Fazemos muitas coisas importantes, isso sim, mas corremos o risco de esquecer a mais necessária: a oração. Devemos criar um equilíbrio para fazer umas sem desatender as outras.
São Francisco o propõe assim: «Há que trabalhar fielmente e com dedicação, sem apagar o espírito da santa oração e devoção, para o que hão de servir as outras coisas temporais».
Deveríamos nos organizar um pouco mais. Disciplinar-nos, “domesticando” o tempo. O que é importante há de caber. Ainda mais o que é necessário.
_Fray Josep Mª MASSANA i Mola OFM_

(17) – A CURA DA SOGRA DE PEDRO
Estando a sogra do Apóstolo São Pedro doente, Jesus entra em sua casa e dela se aproxima. Tomando-a pela mão, ele a levanta da cama. O toque de Jesus faz a febre desaparecer. São Jerônimo roga por todos nós: “Que o Senhor toque também nossa mão, para que sejam purificadas nossas obras, que Ele entre em nossa casa, para que nos levantemos para servir”. De fato, o Evangelho destaca que ao entardecer, a sogra de Pedro, já curada, servia-os.
Com essa passagem de sua vida, Jesus nos convida a estender nossa mão àquele que está caído para levantá-lo e transmitir-lhe novo ânimo no encontro com a Palavra do Senhor. Façamos o mesmo com os que estão angustiados ou acorrentados às realidades materiais. A todos comuniquemos a Boa-Nova do Evangelho, para que todos possam receber, pelo sacramento da confissão e, especialmente, pela Eucaristia, “o fogo do amor divino na sua alma e no seu corpo”, como descreve Santo Ambrósio. Mesmo caído, quem se deixa tocar pelo amor de Jesus vai se erguer e estará pronto a servir o pão da misericórdia e da bondade aos seus semelhantes.
Com a cura da sogra de Simão Pedro, o milagre de Jesus correu de boca em boca. Os vizinhos e habitantes da cidade “levaram-lhe todos os enfermos e possessos do demônio”, como relata São Marcos (1, 32). Impondo as mãos sobre cada um, Jesus os curou e os libertou dos espíritos imundos. O amor de Jesus é inesgotável e vem desse amor sua divina capacidade de atender às súplicas de todos. O que nos faz pensar nas palavras de São Máximo: “Quanto mais eficaz aquele que cura, tanto mais importuno se torna o sofredor”.
Ao raiar do dia, como era seu costume, Jesus saiu e foi para um lugar solitário, pondo-se em oração. Em várias passagens do Novo Testamento, encontramos Jesus em oração durante horas e, até mesmo, ao longo de noites em claro. Nasce em nós a inquieta interrogação: podemos abandonar a oração? O exemplo de Jesus desperta em nós um forte apelo à conversão, que nos leva à convicção de que só teremos uma relação pessoal com o Deus vivo se formos pessoas de oração.
Não devemos nos assustar com isso. Ao contrário, deixemos que nos alimente a certeza de que o Senhor existe e nos ama. Não estamos sós, perdidos ou abandonados diante do nada ou da incerteza. Graças à oração, reconhecemos que existe o Outro, nosso Deus, ao qual nos achegamos e, unidos a Jesus, com Ele mantemos profunda intimidade.
Santo Agostinho lembra-nos que a oração não tende a atrair Deus para nós, pois “Ele é mais íntimo a nós que nós a nós mesmos”. A oração permite apenas nos aproximarmos dele e, pelo diálogo, tomarmos consciência da sua proximidade. Deixemos ressoar em nós as palavras de São Macário: “Senhor tudo está em Ti, eu mesmo estou em Ti, acolhe-me!”.
_Dom Fernando Antônio Figueiredo_

COMEMORA-SE NO DIA 14/Jan

(5) – PEDRO DONDERS
Pedro Donders nasceu em 27 de outubro de 1809, no sul da Holanda. Pedro tinha seis anos de idade, quando sua mãe morreu e diante dessa circunstância precisou deixar os estudos para ajudar seu pai, já muito idoso, na renda familiar.
Por causa de sua saúde frágil e da pobreza, o jovem não conseguia realizar seu sonho: ser padre. Entretanto Pedro insistia com seu pároco, até que conseguiu que o recebessem no seminário diocesano, mais como empregado do que como noviço.
No ano de 1839 o Seminário foi visitado pelo Prefeito Apostólico do Suriname, buscando ajuda para seu território de missão que estava numa situação muito crítica. Apenas Pedro Donders se ofereceu. Em 5 de junho de 1841 foi ordenado sacerdote. Um ano mais tarde chegou em Paramaribo, uma região selvagem quatro vezes maior que a Holanda.
Os primeiros catorze anos foram dedicados à formação dos catequistas, das crianças e às visitas pastorais entre os escravos das fazendas holandesas. Recebeu o encargo da pastoral dos enfermos, dedicando-se especialmente aos leprosos. Foi um homem corajoso, aliviando as dores dos doentes terminais, sem nunca reclamar do apostolado.
Em 1865 chegaram os Missionários Redentoristas no Suriname, com a missão de continuar os trabalhos de evangelização. Padre Pedro decidiu ficar e pediu seu ingresso na Congregação do Santíssimo Redentor, professando os votos em 1867. No dia 14 de janeiro de 1887, morreu de uma grave enfermidade renal.
REFLEXÃO:
Os missionários redentoristas têm muito carinho por Pedro Donders, pelo seu exemplo de vida e pela sua dedicação missionária. Ainda hoje existem missionários redentoristas no Suriname, inclusive um grupo de brasileiros que gastam seus dias pela redenção daquela gente mais sofrida.
_ Padre Evaldo César de Souza_

(7) – SANTA ELISABETE ANA BAYLEY SETON, OBEDIENTE AO SENHOR
Primeira norte-americana a ser canonizada, em 1975, sob o pontificado do papa Paulo VI.
Nasceu nos Estados Unidos, no ano de 1774 dentro de uma família cuja mãe era uma cristã não católica e o pai, conhecido como médico muito atarefado e famoso. A mãe faleceu e, infelizmente, a madrasta fazia sofrer Santa Elisabete. Seu refúgio era a oração e a Palavra de Deus. Era alguém que buscava cumprir os mandamentos do Senhor, responder como Cristo respondeu aos sofrimentos do seu tempo.
Santa Elisabete Ana Bayley Seton chegou a casar-se, teve vários filhos, mas, por falência de seu esposo, tiveram que entrar no ritmo da migração dos Estados Unidos para a Itália. Com as dificuldades da viagem e a fragilidade de seu esposo, ele faleceu. Ela continuou até chegar à Itália e ser acolhida por uma família amiga. Era uma família feliz porque seguiam a Cristo como católicos praticantes. Tudo aquilo foi mexendo com o coração de Santa Elisabete e ela quis se tornar católica. Não se sabe ao certo se tornou-se católica ali na Itália ou nos Estados Unidos, mas o fato é que retornou para os Estados Unidos, foi acolhida pela Igreja Católica, mas pelos familiares que eram cristãos não católicos não foi bem acolhida; foi até perseguida.
De fato, o ecumenismo é uma conquista de cada dia e em todos os tempos. Santa Elisabete Ana Bayley teve uma dificuldade (como uma minoria católica nos Estados Unidos) de tal forma, pois não encontrava espaço para a educação dos filhos, que inspiradamente começou uma obra que chegou a ser uma Congregação das Irmãs de São José, com o objetivo de formar as crianças numa fé cristã e católica.
Santa Elisabete, com apenas 47 anos, faleceu; mas deixou para todos os cristãos católicos do mundo inteiro o testemunho de um coração que buscou, em tudo, a obediência ao Senhor.
Santa Elisabete Ana Bayley, rogai por nós!

(10.1) – BEATO ODORICO DE PORDENONE
Odorico nasceu perto de Pordenone, em Itália, por volta de 1286. Era de origem checa, fez votos de franciscano e entrou no convento em Udine, a capital da sua província.
Frei Odorico foi enviado para o Oriente, onde realizou uma notável ação missionária entre 1316 e 1330. A sua rota para o Oriente partiu de Veneza. Seguiu por mar até Trebizond e daí por terra até Erzerum e a lugares onde os franciscanos tinham casas. Seguiu um percurso um tanto indireto até ao Golfo Pérsico, de onde embarcou para a Índia, até Bombaim. Nesta cidade quatro irmãos de sua ordem, três deles italianos e um quarto da Geórgia, tinham pouco antes encontrado a morte nas mãos do governador muçulmano e os seus ossos enterrados na região. Odorico desenterrou essas relíquias e levou-as com ele em suas viagens posteriores. Da Índia, navegou para Sumatra, visitando vários portos na costa norte da ilha, e daí para Java, para a costa de Bornéu e para Cantão. Seguiu por terra para os grandes portos chineses onde encontrou duas casas de sua ordem, numa das quais depositou os ossos dos irmãos que sofreram na Índia.
Daí viajou até Quinsai considerada a maior cidade do mundo, de cujo esplendor Odorico, tal como Marco Pólo, dá detalhes notáveis. Visitou ainda Pequim, onde permaneceu por três anos, provavelmente 1324-1327.
A sua viagem de retorno é menos claramente descrita. Voltando por terra em toda a Ásia, através da terra da Mongólia, do Casan, o viajante aventureiro parece ter entrado no Tibete e passado pelo norte da Pérsia. Não há indicações do resto da sua rota de volta para casa, embora seja quase certo que ele passou por Tabriz. O carácter vago e fragmentado da narrativa, nesta secção, contrasta fortemente com a clara e cuidadosa descrição do caminho de ida.
Após o seu retorno Odorico dirigiu-se para a casa franciscano de Pádua, e foi lá que contou a história de suas viagens.
Ao viajar para a corte papal de Avignon, Odorico adoeceu em Pisa e, voltando para Udine, capital de sua província natal, morreu ali.
Movido por muitos milagres que eram feitos no túmulo do insigne viajante, o Papa Bento XIV, no ano de 1755, aprovou a veneração prestada ao Beato Odorico. No ano de 1881 na cidade de Pordenone foi erguido um monumento magnífico ao seu filho distinto.

(10.2) – S. FÉLIX DE NOLA
De origem síria, era Sacerdote.
Aprisionado, por ocasião das perseguições de Décio e Valeriano, sofreu, com inquebrantável firmeza, diversos suplícios, até que foi libertado do cárcere por um Anjo.
Mais tarde, recusou, por humildade, o Bispado de Nola.
Embora não tenha sido morto por ódio à Fé, é chamado “mártir”, pelo muito que sofreu por Amor a Jesus Cristo.

(10.3) – BEATA VERÓNICA DE MILÃO
Também conhecida como Verônica de Binasco, nasceu em Binasco (uma pequena vila perto de Milão), Itália, em 1445.
De uma família de camponeses numa pequena vila, fazia suas tarefas normais no campo. Não teve educação formal e tentou sem sucesso educar-se lendo à noite. Começou a ter êxtases religiosos e visões da vida de Cristo, e a Virgem Maria ensinou-lhe o catecismo. Nossa Senhora explicou na primeira de três cartas místicas o significado da pureza de intenções, na segunda o aborrecimento e a reclamação, e na terceira a meditação do dia da Paixão.
Tornou-se uma agostiniana no Convento de Santa Marta em Milão aos 22 anos e foi instruída por três anos antes de entrar para o convento. Foi indicada para conseguir esmolas para ajudar o Convento.
Ela era notável pregadora e conseguia almas para Jesus.
Sofreu intensas dores por êxtases durantes anos. Ela teve uma visão de Cristo em 1494 quando recebeu uma mensagem para o Papa Alexandre VI. Fez a viagem para Roma para entregar a mensagem que o papa recebeu com admiração pela sua notável exatidão e coerência, vindo de uma irmã sem profundos conhecimentos dos Evangelhos.
Depois de uma doença de 6 meses, veio a falecer no dia que ela previu numa de suas visões.
Faleceu em 13 de janeiro de 1497 em Milão, de causas naturais.
Beatificada pelo Papa Leão X em 1517, em 1672 o Papa Clemente X estendeu sua devoção a toda a Ordem Agostiniana.

NINGUÉM AMA O QUE NÃO CONHECE

CELEBRAÇÃO DE HOJE

I SEMANA DO TEMPO COMUM
(VERDE – OFÍCIO DO DIA)

RITOS INICIAIS

Monição Ambiental ou Comentário Inicial
_.

Antífona da entrada
Ergamos os nossos olhos para aquele que tem o céu como trono; a multidão dos anjos o adora, cantando a uma só voz: Eis aquele cujo poder é eterno.

Oração do Dia ou Oração da Coleta
Ó Deus, atendei como pai às preces do vosso povo; dai-nos a compreensão dos nossos deveres e a força de cumpri-los. Por Nosso Senhor Jesus Cristo, Vosso Filho, na unidade do Espírito Santo.

LITURGIA DA PALAVRA

Monição para a(s) Leitura(s)
_.

Monição ou Antífona do Evangelho
Aleluia, aleluia, aleluia.
Minhas ovelhas escutam minha voz, e as conheço e elas me seguem (Jo 10, 27).

Oração Universal ou Oração dos Fiéis
Conforme nos orienta a IGMR, no Cap. II, LETRA B, números 69, 70 e 71, vamos deixar que cada Comunidade possa realizar a sua Oração Universal colocando nela, a sua realidade comunitária, não devendo esquecer que, normalmente serão estas as séries de intenções, além das pessoais de cada um, caso seja dada a oportunidade pelo celebrante ao povo de se expressar:
a) Intenções pelas necessidades da Igreja;
b) Intenções pelos poderes públicos e pela salvação de todo o mundo;
c) Intenções pelos que sofrem qualquer dificuldade;
d) Intenções pela comunidade local;
e) Intenções pessoais da comunidade.

LITURGIA EUCARÍSTICA

Oração sobre as Oferendas
Possa agradar-vos, ó Deus, a oferenda do vosso povo; que ela nos obtenha a santificação e o que confiantes vos pedimos. Por Cristo, nosso Senhor.

Antífona da Comunhão
Eu vim para que tenham a vida e a tenham cada vez mais, diz o Senhor (Jo 10, 10).

Oração depois da Comunhão
Deus todo-poderoso, que refazeis as nossas forças pelos vossos sacramentos, nós suplicamos a graça de vos servir por uma vida que vos agrade. Por Cristo, nosso Senhor.

RITOS FINAIS OU RITOS DE ENCERRAMENTO

Ide em Paz!

FONTES DE CONSULTAS E PESQUISAS

Vamos expor a seguir de onde pertencem os textos que nos preenchem todos os dias, nos dando um caminho com mais sabedoria, simplicidade e amor.

FONTE PRINCIPAL DE PESQUISA E INSPIRAÇÃO

FONTE DE CONSULTA – IGMR (INSTRUÇÃO GERAL DO MISSAL ROMANO – 1ª EDIÇÃO / 2008)

REFLITA

O importante não é a pessoa que escreve, mas quem foi que inspirou essa pessoa a escrever.
O importante não é como se lê o que está escrito, mas como se age.
O importante não é sentar-se à direita ou a esquerda do Pai, mas sim, realizar o trabalho que Ele nos pede.
Ter conhecimento não é ter sabedoria, sabedoria é ter discernimento e saber compartilhar o conhecimento.

FONTES DE ORIENTAÇÕES E PESQUISAS

(1.1) – Blog Liturgia Diária da Palavra de Deus (Reflexões e Comentários);
(1.2) – Periódico Mensal: Liturgia Diária (Editoras Paulinas e Paulus);
(1.3) – Periódico Mensal: Deus Conosco (Editora Santuário);
(5) – Portal Editora Santuário;
(6) – Portal Editora Paulinas;
(7) – Portal e Blog Canção Nova;
(8) – Portal Dom Total;
(9) – Portal Edições Loyola Jesuítas;
(10) – Portal Evangelho Quotidiano;
(11) – Blog Liturgia Diária Comentada;
(12) – Portal CNBB (A Palavra de Deus na Vida);
(13) – Portal Catequisar: Catequese Católica;
(14) – Portal Comunidade Católica Nova Aliança;
(15) – Portal Fraternidade O Caminho;
(16) – Portal Evangeli.net;
(17) – Portal Padre Marcelo Rossi;
(18) – Um Novo Caminho;
(19) – Portal Dom Total: Roteiro Homilético;
(20) – Portal de Catequese Católica;
(21) – Blog Homilia Dominical;
(22) – Portal NPD Brasil;
(23) – Portal Canção Nova: Música;
(24) – Portal Editora Paulus;
(25) – Portal Católica Net;
(26) – Portal Católico Orante;
(27) – Rádio Catedral FM 106,7: Liturgia Diária;
(28) – Portal Comunidade Resgate;
(29) – Portal Católico na Net.

MENSAGEM PARA VOCÊ E PARA MIM MESMO

Mais vale o desconforto da VERDADE, do que a comodidade da MENTIRA.
E usando a essência da Oração da Serenidade, devo orar:

Ó meu Deus e Senhor, Pai de misericórdia e Salvação,
que em seu Filho Jesus perdoou os nossos pecados,
e com o seu Santo Espírito, paráclito nesse nosso mundo que caminha conosco,
apenas em Ti posso almejar a vida eterna, socorre-me e ouvi-me:
Se o ERRO está em mim, que DEUS possa me dar a HUMILDADE de aceitar que estou errado.
Que Jesus me dê a SERENIDADE, para aceitar que tem coisas que não posso mudar.
E que o Espírito Santo me dê a CORAGEM, suficiente para mudar aquelas coisas que dependem de mim, mesmo que sejam difíceis.

E para complementar os alicerces de orações da minha vida, faço como o santo Tomás de Aquino:

“Concede-me, Deus misericordioso, que deseje com ardor o que tu aprovas, que o procure com prudência, que o reconheça em verdade, que o cumpra na perfeição, para louvor e glória do teu nome.
Põe ordem na minha vida, ó meu Deus, e permite-me que conheça o que tu queres que eu faça, concede-me que o cumpra como é necessário e como é útil para a minha alma.
Concede-me, Senhor meu Deus, que não me perca no meio da prosperidade nem da adversidade; não deixes que a adversidade me deprima, nem que a prosperidade me exalte.
Que nada me alegre ou me entristeça para além do que conduz a ti.”

Viver CORRETO e falar a VERDADE hoje são tão difíceis quanto na época de Jesus, pois é muito mais fácil aceitar a MENTIRA e fazer o ERRADO.
Viver no CAMINHO, VERDADE E VIDA, que é o próprio Cristo Jesus, tem que ser uma caminhada diária.
O futuro é desejo e pensamento.
O passado é aprendizado e lembrança.
O hoje é realidade, isso quer dizer: CRISTO.

Meus amigos(as) de coração, meus irmãos(ãs) em Cristo Jesus, lembrem-se:
“Tu te tornas eternamente responsável por aquilo que cativas.”
“Não julgues para não seres julgados.”
“A quem é muito dado, muito será cobrado.”

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