Liturgia Diária 03/Mar/15

LITURGIA DIÁRIA DA PALAVRA
03/Mar/2015 (terça-feira)

Um só é o vosso Guia, o Cristo!

LEITURA: Isaías (Is) 1, 10.16-20: Contra a hipocrisia
Leitura do Livro do Profeta Isaías:
10 Ouvi a palavra do Senhor, magistrados de Sodoma, prestai ouvidos ao ensinamento do nosso Deus, povo de Gomorra. 16 Lavai-vos, purificai-vos. Tirai a maldade de vossas ações de minha frente. Deixai de fazer o mal! 17 Aprendei a fazer o bem! Procurai o direito, corrigi o opressor. Julgai a causa do órfão, defendei a viúva. 18 Vinde, debatamos – diz o Senhor. Ainda que vossos pecados sejam como púrpura, tornar-se-ão brancos como a neve. Se forem vermelhos como o carmesim, tornar-se-ão como lã. 19 Se consentires em obedecer, comereis as coisas boas da terra. 20 Mas se recusardes e vos rebelardes, pela espada sereis devorados, porque a boca do Senhor falou! – Palavra do Senhor. – Graças a Deus.

SALMO: Salmos (Sl) 50 (49), 8-9. 16bc-17. 21. 23: Para o culto em espírito
23b A todos que procedem retamente, eu mostrarei a salvação que vem de Deus.
8 Eu não venho censurar teus sacrifícios, pois sempre estão perante mim teus holocaustos; 9 não preciso dos novilhos de tua casa nem dos carneiros que estão nos teus rebanhos.
16b “Como ousas repetir os meus preceitos 16c e trazer minha Aliança em tua boca? 17 Tu que odiaste minhas leis e meus conselhos e deste as costas às palavras dos meus lábios!
21 Diante disso que fizeste, eu calarei? Acaso pensas que eu sou igual a ti? É disso que te acuso e repreendo e manifesto essas coisas aos teus olhos.
23 Quem me oferece um sacrifício de louvor, este sim é que me honra de verdade. A todo homem que procede retamente, eu mostrarei a salvação que vem de Deus”.

EVANGELHO: Mateus (Mt) 23, 1-12: Hipocrisia e vaidade dos escribas e dos fariseus
— O Senhor esteja convosco.
— Ele está no meio de nós.
— PROCLAMAÇÃO do Evangelho de Jesus Cristo segundo Mateus.
— Glória a vós, Senhor.
Naquele tempo: 1 Jesus falou às multidões e a seus discípulos: 2 “Os mestres da Lei e os fariseus têm autoridade para interpretar a Lei de Moisés. 3 Por isso, deveis fazer e observar tudo o que eles dizem. Mas não imiteis suas ações! Pois eles falam e não praticam. 4 Amarram pesados fardos e os colocam nos ombros dos outros, mas eles mesmos não estão dispostos a movê-los, nem sequer com um dedo. 5 Fazem todas as suas ações só para serem vistos pelos outros. Eles usam faixas largas, com trechos da Escritura, na testa e nos braços, e põem na roupa longas franjas. 6 Gostam de lugar de honra nos banquetes e dos primeiros lugares nas sinagogas; 7 Gostam de ser cumprimentados nas praças públicas e de serem chamados de Mestre. 8 Quanto a vós, nunca vos deixeis chamar de Mestre, pois um só é vosso Mestre e todos vós sois irmãos. 9 Na terra, não chameis a ninguém de pai, pois um só é vosso Pai, aquele que está nos céus. 10 Não deixeis que vos chamem de guias, pois um só é o vosso Guia, Cristo. 11 Pelo contrário, o maior dentre vós deve ser aquele que vos serve. 12 Quem se exaltar será humilhado, e quem se humilhar será exaltado.” — Palavra da Salvação. — Glória a vós, Senhor.

LEITURA ORANTE

Oração Inicial (Querer)
Iniciamos nossa Leitura orante recordando as palavras do Papa Francisco em sua Mensagem para a Quaresma:
“O cristão é aquele que permite a Deus revesti-lo da sua bondade e misericórdia, revesti-lo de Cristo para se tornar, como Ele, servo de Deus e dos homens”.
Também nós desejamos que o encontro com Cristo Palavra nos fortaleça na prática da caridade, da misericórdia e do serviço generoso em resposta ao convite de Jesus: “o maior dentre vós deve ser aquele que serve”.
Oremos:
Jesus Mestre, cremos com viva fé que estais aqui presente, para indicar-nos o caminho que leva ao pai. Iluminai nossa mente, movei nosso coração, para que esta meditação produza em nós frutos de vida. Amém.

Eu sou o CAMINHO (Ler)
Leia a narrativa de Mt 23, 1-12 em sua Bíblia. Leia novamente e procure perceber os personagens que compõem a cena e o tema de seus diálogos. Mais uma vez estamos diante de uma exortação de Jesus. Ele se dirige às multidões e aos discípulos.
Primeiro, Jesus observa a conduta dos escribas e fariseus e critica a distância entre seus discursos e sua pratica. Para Jesus, todo discurso precisa ser acompanhado do testemunho. Com sua vida, Jesus sempre mostrou essa relação. Portanto, prática e discurso são inseparáveis. Jesus observa ainda que os escribas e fariseus colocam fardos nos ombros dos outros; praticam ações somente para serem vistos e buscam pelos lugares de honra.
Em seguida, Jesus apresenta algumas orientações: “Quanto a vós…”, que tendes um só Mestre, um só Pai, um só Guia, o Cristo, vivei como irmãos, como filhos do mesmo Pai, como servos uns dos outros, sede humildes.

A VERDADE (Refletir)
O que o texto diz para mim, hoje?
Qual foi a palavra que mais chamou minha atenção?
Como compreendo e acolho as orientações de Jesus?
Jesus pede para rejeitarmos a hipocrisia, a busca de honras e reconhecimentos. É no serviço generoso aos irmãos que nossa vida ganha sentido e contribuímos assim para o fortalecimento da comunidade. Jesus nos lembra ainda que “o maior dentre vós deve ser aquele que serve”. Este apelo está em sintonia com o lema da Campanha da Fraternidade deste ano: “Eu vim para servir” (Mc 10, 45). Pode nos ajudar em nossa oração, a contemplação do cartaz da Campanha da Fraternidade 2015 que retrata o Papa Francisco lavando os pés de um fiel na Quinta-feira Santa.
Jesus é bem objetivo: manda observar o que os mestres da Lei e os fariseus dizem, pois conhecem bem as coisas. Mas, atenção! Que não os imitemos, pois não são coerentes.
– Não me é tão bom ser coerente em tudo?
– Dou credibilidade às minhas palavras através de minhas atitudes?
– Procuro reconhecer meus erros, minhas falhas, ou tomo atitude arrogante achando que estou sempre com a razão em tudo?
– Comente a expressão: “Faça o que eu digo, mas não faça o que eu faço!”

E a VIDA (Orar)
Ofereça a Deus os frutos da sua oração, da sua meditação e contemplação da Palavra. Apresente o desejo que brotou em seu coração e peça a graça de vivê-lo durante o dia. Faça sua prece de agradecimento ou pedido. Conclua com a oração: Jesus Mestre, agradeço pelas luzes que me destes nesta meditação. Perdoai-me, pelos limites que me impediram de fazê-la melhor. Ofereço-vos a resolução que tomei e que espero viver, pela vossa graça. Amém.

Qual deve ser a MISSÃO em minha VIDA hoje? (Agir)
Com a Palavra de Deus na mente e no coração, qual atitude me proponho a viver no dia de hoje?

REFLEXÕES

(1.4) – REFLEXÃO
Dois elementos são importantes para nós a partir da leitura do Evangelho de hoje. O primeiro é que nenhum ser humano pode ser para nós modelo absoluto para a vivência do Evangelho, uma vez que todas as pessoas são pecadoras. O segundo é que não podemos fazer da religião forma de relação de poder e de promoção pessoal. As distinções que existem na vida religiosa devem ser de cargos e funções, porque existem ministérios diferentes, mas todos na Igreja têm uma dignidade igual: a de filhos e filhas de Deus. Mesmo dentro da Igreja, a hierarquia só pode ser concebida à luz do Evangelho e a partir do conceito de serviço.

(6) – A VIDA CRISTÃ É UM SERVIÇO
É sob a autoridade de Moisés que os escribas e fariseus ensinam, interpretam e orientam a prática da lei. Todo o capítulo de Mt 23 é uma dura crítica de Jesus aos escribas e fariseus por causa da hipocrisia deles. A hipocrisia é máscara, representação. Como não praticam o que eles obrigam aos outros, aquilo que ensinam é como um fardo pesado que cansa, tira a alegria e incute o medo do castigo de Deus. Contradição em relação à finalidade da Lei dada por Deus como um caminho de vida e para a felicidade, rejeitando qualquer tipo de escravidão e da mentalidade de escravo, na solidariedade e respeito entre os semelhantes. A religião que eles praticam é hipocrisia, expressão da vaidade que encerra o indivíduo em si mesmo; o coração deles não está no que eles fazem, pois buscam ser vistos pelos homens. Eles, de fato, não estão a serviço da Palavra de Deus que ensinam e obrigam a praticar. Para a comunidade cristã, a hipocrisia deve ser rejeitada veementemente e o comportamento dos escribas e fariseus não pode se constituir em norma de conduta. Dos discípulos é exigido um comportamento totalmente diferente, enraizado na própria vida e no ensinamento de Jesus. A vida cristã é um serviço.
Oração:
Senhor, que abateis os corações dos orgulhosos, mas concedeis vossa graça aos humildes, dai-nos a verdadeira humildade, de que Jesus nos deu o exemplo.
Padre Carlos Alberto Contieri

(8) – A FALTA DE MISERICÓRDIA
A sensibilidade de Jesus para a falta de misericórdia, no trato mútuo, era evidente. A menor atitude de menosprezo ou insensibilidade, em relação ao próximo, chamava-lhe a atenção. Por isso, aproveitava estas ocasiões para advertir os discípulos.
Os escribas e fariseus estavam, constantemente, na mira de Jesus. Eles tinham certos comportamentos com os quais o Mestre não podia compactuar, por não serem movidos pela misericórdia. Assim, impunham, às pessoas de boa-fé, um acúmulo de prescrições, ao passo que eles mesmos não se sentiam obrigados a cumpri-las. Igualmente, com ar de importância, exigiam que as pessoas lhes deixassem os primeiros lugares nos banquetes, nas sinagogas e nas praças, e que as chamassem com o título honroso de “rabi”. E muitas coisas mais! Toda essa maneira de se comportar é que os discípulos deveriam evitar. O Mestre foi explícito: “Não imiteis suas ações!”, pois não primam pela misericórdia.
O discípulo espelha-se no modo de agir de Jesus. Contrariamente aos escribas e fariseus, o Mestre não se prevaleceu dos pequenos e fracos, antes, procurou agir com extrema humildade e discrição, jamais buscando grandezas e honrarias mundanas. Seu agir misericordioso desmascarava a arrogância de seus adversários.
Oração:
Espírito de misericórdia, livra-me de seguir o mau exemplo de quem, no trato com o próximo, prima pela arrogância e pela insensibilidade.
Padre Jaldemir Vitório

(9) – BOA NOVA PARA CADA DIA
“[…] guardai-vos do fermento dos fariseus e do fermento de Herodes” (Mc 8, 15).
O convite de conversão que Jesus nos faz no Evangelho de hoje tem a ver com nossa posição social tanto na Igreja como na sociedade civil.
Para entendermos o que Jesus nos diz agora, com força e sabedoria de ‘mandamentos’, prestemos atenção à competição entre as pessoas, em todos os níveis e setores da vida social: no trabalho, no serviço comunitário, no empenho sociopolítico, nas comunidades eclesiais, nas empresas, nos partidos políticos etc.
A competição entre as pessoas nasce do egoísmo, do instinto de autodefesa, nos interesses pessoais que ninguém quer ceder.
Atentos a tais interesses, líderes oportunistas jogam grupos contra grupos para tirar vantagens de todos os tipos. Jogam uma pessoa contra outra para conseguir sua parcela de domínio e controle.
Isto precisa estar presente quando consideramos, no tempo de Jesus, as lideranças do Povo Eleito. Líderes religiosos daquele tempo eram os sumos sacerdotes, os fariseus, os escribas e anciãos do povo. Para eles, o prestígio diante do povo vinha em primeiro lugar. Isto estava tão impregnado naquela classe de pessoas que Jesus chamou esse comportamento de ‘fermento’. De um fariseu para outro esse ‘fermento’ se distribuía e formava uma sociedade particular de pessoas inchadas de orgulho e ambições.
Este ‘fermento’ era o que Jesus não queria ver em seus discípulos. Por isso lhes disse:
“[…] guardai-vos do fermento dos fariseus e do fermento de Herodes” (Mc 8, 15).
Tanto os fariseus como Herodes, liderança social marcada pela competição política, eram cheios de ambição pelo poder sobre o povo.
Nessa liderança errada, os fariseus, disse Jesus, punham pesados fardos sobre os ombros dos judeus simples que desejavam ser fiéis à sua fé (Mt 23, 4).
Na liderança correta, Jesus aliviava as pessoas daqueles fardos, prometendo o seu, que era leve (Mt 11, 30).
Esta atitude de Jesus o colocava como líder acima dos fariseus. Jesus disse aos seus discípulos que os fariseus não mereciam o nome de ‘mestres’, pois Ele, Jesus, era o Mestre por excelência, com toda justiça, porque o era de fato. Ele falava com autoridade que os fariseus não conseguiam, e por isso o povo o seguia (Lc 4, 32).
Com esta autoridade moral de líder, Jesus corrigiu os fariseus, tirando-lhes toda autoridade moral sobre o povo. Eles não podiam mais ser seguidos como guias espirituais, nem dos discípulos de Jesus nem do Povo Eleito. Do momento em que Jesus anunciou seu Evangelho, somente Ele, o Cristo, é o Guia (Mt 23, 9).
Por fim, concluindo o Evangelho de hoje, Jesus deu a seus discípulos e a todos nós uma regra de ouro no relacionamento com as outras pessoas:
“Quem se exaltar será humilhado, e quem se humilhar será exaltado” (Mt 23, 12).
Jesus mesmo se humilhou em obediência a Deus aceitando a morte de Cruz. Por isso Deus o exaltou, mandando que fosse adorado em todos os níveis cósmicos, no céu, na terra e debaixo da terra; Ele é o Senhor! (Fl 2, 7-11).
Padre Valdir Marques

(10) – A VIDA COMUNITÁRIA: «VÓS SOIS TODOS IRMÃOS»
Façam o que fizerem, os irmãos devem mostrar-se caridosos e alegres uns para com os outros. O que trabalha dirá assim do que ora: «O tesouro que o meu irmão possui também é meu, uma vez que nos é comum.» Por seu lado, o que ora dirá daquele que lê: «O benefício que ele tira da leitura também me enriquece.» E o que trabalha dirá: «É no interesse da comunidade que faço este serviço.»
Os múltiplos membros do corpo formam um só corpo e apoiam-se mutuamente, cumprindo cada um à sua tarefa. O olho vê por todo o corpo; a mão trabalha para os outros membros; o pé, ao caminhar, leva-os a todos. E é assim que os irmãos se devem comportar uns com os outros (cf Rom 12, 4-5). O que ora não julgará o que trabalha se este não orar. O que trabalha não julgará o que ora. […] O que serve não julgará os outros. Pelo contrário, faça o que fizer, agirá para a maior glória de Deus (cf 1 Cor 10, 31; 2 Cor 4, 15). […]
Assim, uma grande concórdia e harmonia formarão o «vínculo da paz» (Ef 4, 3), que os unirá entre si e os fará viver com transparência e simplicidade sob o olhar benevolente de Deus. O essencial, evidentemente, é perseverar na oração. Além disso, só uma coisa é necessária: cada um deve possuir no seu coração esse tesouro que é a presença viva e espiritual do Senhor. Quer trabalhe, ore ou leia, cada um deve poder dizer que está na posse desse bem imperecível que é o Espírito Santo.
Homilia atribuída a São Macário (?-390)

(16.1) – UM SÓ É VOSSO MESTRE; UM SÓ É VOSSO PAI; UM SÓ É O VOSSO GUIA
Hoje, mais do que nunca, devemos trabalhar pela nossa salvação pessoal e comunitária, como diz São Paulo, com respeito e seriedade, já que «É agora o momento favorável, é agora o dia da salvação» (2 Cor 6, 2). O tempo quaresmal é uma oportunidade sagrada dada pelo nosso Pai para que, numa atitude de profunda conversão, revitalizemos nossos valores pessoais, reconheçamos nossos erros e nos arrependamos de nossos pecados, de maneira que nossa vida se transforme – pela ação do Espírito Santo – numa vida mais plena e madura.
Para adequar nossa conduta à do Senhor Jesus é fundamental um gesto de humildade, como diz o Papa Bento XVI: «Reconheço-me por aquilo que sou, uma criatura frágil, feita de terra e destinada à terra, mas também feita à imagem de Deus e destinada a Ele».
Na época de Jesus, havia muitos “modelos” que oravam e agiam para serem vistos, para serem reverenciados: pura fantasia, personagens de papelão, que não podiam estimular o crescimento e a madures dos seus vizinhos. Suas atitudes e condutas não mostravam o caminho que conduz a Deus; «Portanto, tudo o que eles vos disserem, fazei e observai, mas não imiteis suas ações! Pois eles falam e não praticam» (Mt 23, 3).
A sociedade atual também nos apresenta uma infinidade de modelos de conduta que abocam a uma existência vertiginosa, aloucada, debilitando o sentido de transcendência. Não deixemos que esses falsos referentes nos façam perder de vista o verdadeiro Mestre: «Um só é vosso Mestre; (…) um só é vosso Pai; (…) um só é o vosso Guia: Cristo» (Mt 23, 8.9.10).
Aproveitemos a quaresma para fortalecer nossas convicções como discípulo de Jesus Cristo. Procuremos ter momentos sagrados de “deserto”, onde nos reencontremos com nós mesmos e, com o verdadeiro modelo e mestre. E diante às situações concretas nas que muitas vezes não sabemos como reagir poderíamos nos perguntar: Que diria Jesus? Como agiria Jesus?
Pbro. Gerardo GÓMEZ

(16.2) – MAS NÃO IMITEIS SUAS AÇÕES! POIS ELES FALAM E NÃO PRATICAM
Hoje Jesus chama-nos a dar testemunho de vida cristã com o exemplo, da coerência de vida e da retitude da intenção. O Senhor, referindo-se aos mestres da Lei e aos fariseus, diz-nos: «Não imiteis suas ações. Pois eles falam e não praticam» (Mt 23, 3). É uma acusação terrível!
Todos temos experiência do mal e do escândalo – desorientação das almas – que causa o “anti-testemunho” quer dizer, o mau exemplo. À vez também todos lembramos o bem que nos fizeram os bons exemplos que vimos ao largo de nossas vidas. Não esqueçamos o que afirma a dita popular «vale mais uma imagem que mil palavras». Em definitiva, «hoje mais do que nunca, a Igreja tem consciência de que a sua mensagem social será aceite pelo testemunho das obras, mais do que pela sua coerência e lógica interna» (João Paulo II).
Uma modalidade do mau exemplo especialmente perniciosa para a evangelização é a falta de coerência de vida. Um apóstolo do terceiro milênio, que está chamado à santidade no meio da gestão dos assuntos temporais, deve de ter presente que «só a relação entre uma verdade consequente consigo mesma e seu cumprimento na vida pode fazer brilhar aquela evidência da fé esperada pelo coração humano; só através desta porta (da coerência) entrará o Espírito no mundo» (Bento XVI).
Por fim, Jesus lamenta aqueles que «fazem todas as suas ações só para serem vistos pelos outros» (Mt 23, 5). A autenticidade da nossa vida de apóstolos de Cristo exige a retidão de intenção. Temos de agir, sobretudo por amor a Deus, para a glória do Pai. Assim como o podemos ler no Catecismo da Igreja, «Deus criou tudo para o homem, mas o homem foi criado para servir e amar a Deus e para oferecer-lhe toda a criação». Esta é a nossa grandeza: servir a Deus como filhos seus!
Rev. D. Antoni CAROL i Hostench

COMEMORA-SE NO DIA 03/Mar

(5) – SÃO MARINO
São Marino era oficial do exército imperial em Cesaréia da Palestina. Devido a sua bravura foi nomeado centurião romano, cargo esse bastante almejado. Enquanto se aguardava a cerimônia da entrega da vara da videira, quando se concretizava a promoção, um dos pretendentes ao cargo, por inveja a ambição, acusou Marino de ser cristão. O fato ocorreu por volta de 260, quando a Igreja de Cristo era bastante perseguida.
Um certo juiz Aqueu, irritado com esta informação, deu a Marino algumas horas para que apresentasse sua defesa.
São Marino saiu do tribunal com o coração cheio de alegria por defender sua fé. Encontrou-se bispo Teotecno, que o incentivou a perseverar na fé, embora isso fosse lhe custar a vida. O bispo, diante do altar, apresentou-lhe uma espada e a bíblia, e pediu que ele escolhesse. São Marino, com segurança, escolheu a Bíblia.
De volta ao tribunal e diante das autoridades, São Marino afirmou ser cristão. Estava presente na execução outro cristão, o senador Astério, que o incentivou a permanecer firme na sua decisão.
Logo após o martírio, Astério tomou seu corpo a fim de lhe dar uma sepultura digna, embora soubesse que este gesto também lhe custaria a vida, como de fato aconteceu. Dessa maneira, São Marino divide com Astério a honra do martírio por ser seguidor de Cristo.
Reflexão:
Diante da espada e da Bíblia, são Marino não titubeou em escolher a melhor parte. Optou pela palavra de Deus e alcançou com isso a coroa do martírio. Hoje em dia somos tentados a optar sempre pelas coisas mais fáceis e prazerosas. Nem sempre aceitamos que a vida propõe também desafios e dificuldades. Que são Marino nos ajude a enfrentar as dificuldades da vida com serenidade e a confiar mais em Cristo Jesus.
Padre Evaldo César de Souza

NINGUÉM AMA O QUE NÃO CONHECE

CELEBRAÇÃO DE HOJE

II SEMANA DA QUARESMA
(ROXO – OFÍCIO DO DIA)

RITOS INICIAIS

IGMR 46. (Ritos Iniciais): “A finalidade dos Ritos Iniciais é fazer com que os fiéis, reunindo-se em assembleia, constituam uma comunhão e se disponham para ouvir atentamente a Palavra de Deus e celebrar dignamente a Eucaristia”.

Monição Ambiental ou Comentário Inicial
A liturgia nos convida a eliminar a maldade de nossas ações e praticar o bem, abandonando toda hipocrisia e abrindo espaço à fraternidade e à solidariedade.

IGMR 47. (Canto de Entrada e Procissão): “A finalidade desse canto é abrir a celebração, promover a união da assembleia, introduzir no mistério do tempo litúrgico ou da festa, e acompanhar a procissão do sacerdote e dos ministros”.
IGMR 49. (Saudação ao Altar): “Chegando ao presbitério, o sacerdote, o diácono e os ministros (sacerdotes) saúdam o altar com uma inclinação profunda (vênia). Em seguida, em sinal de veneração o sacerdote e o diácono beijam o altar”.

Antífona da entrada
Iluminai meus olhos, Senhor, guardai-me do sono da morte. Que meu inimigo não possa dizer: triunfei sobre ele (Sl 12, 4s).

IGMR 50. (Saudação ao Povo Reunido): “Executado o canto de entrada, o sacerdote, de pé junto à cadeira, com toda a assembleia faz o sinal da cruz; a seguir, pela saudação, expressa à comunidade reunida a presença do Senhor. Essa saudação e a resposta do povo exprimem o mistério da Igreja reunida”.
IGMR 51. (Ato Penitencial): “em seguida, o sacerdote convida para o ato penitencial que, após breve pausa de silêncio, é realizado por toda a assembleia através de uma fórmula de confissão geral, e concluído pela absolvição do sacerdote, absolvição que, contudo, não possui a eficácia do sacramento de penitência”.
IGMR 52. (Senhor, Tende Piedade): “Depois do ato penitencial inicia-se sempre o Senhor, tende piedade, a não ser que já tenha sido rezado no próprio ato penitencial”.
IGMR 53. (Glória a Deus nas Alturas): “O Glória é um hino antiquíssimo e venerável, pelo qual a Igreja, congregada no Espírito Santo, glorifica e suplica a Deus Pai e ao Cordeiro”.

Oração do Dia ou Oração da Coleta
Guardai, Senhor Deus, a vossa Igreja com a vossa constante proteção e, como a fraqueza humana desfalece sem vosso auxílio, livrai-nos constantemente do mal e conduzi-nos pelos caminhos da salvação. Por Nosso Senhor Jesus Cristo, Vosso Filho, na unidade do Espírito Santo.

IGMR 54. (Oração do Dia ou Coleta): “A seguir, o sacerdote convida o povo a rezar, todos se conservam em silêncio com o sacerdote por alguns instantes, tomando consciência de que estão na presença de Deus e formulando interiormente os seus pedidos. Depois o sacerdote diz a oração que se costuma chamar “coleta”, pela qual se exprime a índole da celebração. Conforme antiga tradição da Igreja, a oração costuma ser dirigida a Deus Pai, por Cristo, no Espírito Santo. … O povo, unindo-se à súplica, faz sua a oração pela aclamação Amém”.

LITURGIA DA PALAVRA

Monição para a(s) Leitura(s)
Deus quer líderes justos que aliviem o fardo dos pequenos e rejeitem a ostentação para viverem, na humildade, o espírito de serviço.

IGMR 55. (Liturgia da Palavra): “A parte principal da liturgia da palavra é constituída pelas leituras da Sagrada Escritura e pelos cantos que ocorrem entre elas, sendo desenvolvida e concluída pela homilia, a profissão de fé e a oração universal ou dos fiéis.
– Nas leituras explanadas pela homilia Deus fala ao seu povo, revela o mistério da redenção e da salvação, e oferece o alimento espiritual; e o próprio Cristo, por sua palavra, se acha presente no meio dos fiéis.
– Pelo silêncio e pelos cantos o povo se apropria dessa Palavra de Deus e a ela adere pela profissão de fé;
– Alimentado por essa palavra (os fiéis), reza na oração universal pelas necessidades de toda a Igreja e pela salvação do mundo inteiro”.
IGMR 56. (O Silêncio): “A liturgia da palavra deve ser celebrada de tal modo que favoreça a meditação; por isso deve ser de todo evitada qualquer pressa que impeça o recolhimento. Integram-na também (liturgia da palavra) breve momentos de silêncio, de acordo com a assembleia reunida, pelos quais, sob a ação do Espírito Santo, se acolhe no coração a Palavra de Deus e se prepara a resposta pela oração. Convém que tais momentos de silêncio sejam observados, por exemplo, antes de se iniciar a própria liturgia da palavra, após a primeira e a segunda leitura, como também após o término da homilia”.
IGMR 57. (Leituras Bíblicas): “Mediante as leituras é preparada para os fiéis a mesa da Palavra de Deus e abrem-se para eles os tesouros da Bíblia”.
IGMR 58.: “Na celebração da Missa com povo, as leituras são sempre proferidas do ambão”.
IGMR 59.: “Por tradição, o ofício de proferir as leituras não é função presidencial, mas ministerial. As leituras sejam, pois, proclamadas pelo leitor, o Evangelho, porém, seja anunciado pelo diácono ou, na sua ausência, por outro sacerdote.
Depois de cada leitura, quem a leu profere a aclamação (Palavra de Deus), e o povo reunido, por sua resposta, presta honra à Palavra de Deus, acolhida com fé e com ânimo agradecido”.
IGMR 61. (Salmo Responsorial): “À primeira leitura segue-se o salmo responsorial, que é parte integrante da liturgia da palavra, constituindo-se em grande importância litúrgica e pastoral, por favorecer a meditação da Palavra de Deus. O Salmo responsorial corresponda a cada leitura e normalmente seja tomado do lecionário. … Se o salmo não puder ser cantado, seja recitado do modo mais apto para favorecer a meditação da Palavra de Deus”.

Monição ou Antífona do Evangelho
Salve, ó Cristo, imagem do Pai, a plena verdade nos comunicai!
Lançai para bem longe toda a vossa iniquidade! Criai em vós um novo espírito e um novo coração! (Ez 18, 31)

IGMR 62. (Aclamação antes da Proclamação do Evangelho): “Após a leitura que antecede imediatamente o Evangelho, canta-se o Aleluia ou outro canto estabelecido pelas rubricas, conforme o tempo litúrgico. Tal aclamação constitui um rito ou ação por si mesma, através do qual a assembleia dos fiéis acolhe o Senhor que lhe vai falar no Evangelho, saúda-o e professa sua fé pelo canto”.
IGMR 60.: “A proclamação do Evangelho constitui o ponto alto da liturgia da palavra. A própria Liturgia ensina que se lhe deve manifestar a maior veneração, uma vez que a cerca mais do que as outras leituras, de honra especial, tanto por parte do ministro delegado para anuncia-la, que se prepara pela bênção ou oração, como por parte dos fiéis que, pelas aclamações, reconhecem e professam que o Cristo está presente e lhes fala, e que ouvem de pé a leitura ou ainda pelos sinais de veneração prestados ao Evangeliário”.
IGMR 65. (Homilia): “A homilia é parte da liturgia e vivamente recomendada, sendo indispensável para nutrir a vida cristã. Convém que seja uma explicação de algum aspecto das leituras da Sagrada Escritura ou de outro texto Ordinário ou do Próprio da missa do dia, levando em conta tanto o mistério celebrado, como as necessidades particulares dos ouvintes. … Após a homilia convém observar um breve tempo de silêncio”.
IGMR 67. (Profissão de Fé – Creio): “O símbolo ou profissão de fé tem por objetivo levar todo o povo reunido a responder à Palavra de Deus anunciada da Sagrada Escritura e explicada pela homilia, bem como, proclamando a regra da fé por meio da fórmula aprovada para o uso litúrgico, recordar e professar os grandes mistérios da fé, antes de iniciar sua celebração na Eucaristia.”

Oração Universal ou Oração dos Fiéis
1. Vós, Senhor, que fostes servo fiel, firmai a Igreja na humildade e na solidariedade.
AS: Senhor, ouvi-nos e atendei-nos.
2. Vós que sois bondade, animai os jovens a acolher e seguir os bons exemplos.
3. Vós que sois nosso guia, conduzi as autoridades e as lideranças da sociedade no caminho da defesa dos mais fracos.
4. Vós que sois sabedoria, ajudai-nos a viver com maior retidão nossas práticas religiosas.
5. Vós que sois nosso mestre, ensinai-nos a nos comprometer com a Campanha da Fraternidade.

IGMR 69. (Oração Universal): “Na oração universal ou oração dos fiéis, o povo responde de certo modo à Palavra de Deus acolhida na fé e exercendo a sua função sacerdotal, eleva preces a Deus pela salvação de todos.”
IGMR 70.: “Normalmente serão estas as séries de intenções:
a) pelas necessidades da Igreja;
b) pelos poderes públicos e pela salvação de todo o mundo;
c) pelos que sofrem qualquer dificuldade;
d) pela comunidade local.
No entanto, em alguma celebração especial, tal como Confirmação, Matrimônio, Exéquias, as intenções podem referir-se mais estreitamente àquelas circunstâncias.”
IGMR 71.: “Cabe ao sacerdote celebrante, da cadeira, dirigir a oração. Ele a introduz com breve exortação, convidando os fiéis a rezarem e depois a conclui.
Normalmente as intenções são proferidas, do ambão ou de outro lugar apropriado, pelo diácono, pelo cantor, pelo leitor ou por um fiel leigo”.

LITURGIA EUCARÍSTICA

IGMR 72. (Liturgia Eucarística): “Na última Ceia, Cristo instituiu o sacrifício e a ceia pascal, que tornam continuamente presente na Igreja o sacrifício da cruz, quando o sacerdote, representante do Cristo Senhor, realiza aquilo mesmo que o Senhor fez e entregou aos discípulos para que o fizessem em sua memória.
Cristo, na verdade, tomou o pão e o cálice, deu graças, partiu o pão e deu-o a seus discípulos dizendo: Tomai, comei, bebei: isto é o meu Corpo; este é o meu cálice do meu Sangue. Fazei isto em memória de mim. Por isso a Igreja dispôs toda a celebração da liturgia eucarística em partes que correspondem às palavras e gestos de Cristo. De fato:
a) na preparação dos dons levam-se ao altar o pão e o vinho com água, isto é, aqueles elementos que Cristo tomou em suas mãos.
b) na Oração eucarística rendem-se graças a Deus por toda a obra da salvação e as oferendas tornam-se Corpo e Sangue de Cristo.
c) pela fração do pão e pela Comunhão os fiéis, embora muitos, recebem o Corpo e o Sangue do Senhor de um só pão e de um só cálice, do mesmo modo como os Apóstolos, das mãos do próprio Cristo.”
IGMR 73. (Preparação dos Dons): “No início da liturgia eucarística são levadas ao altar as oferendas que se converterão no Corpo e Sangue de Cristo.
Primeiramente prepara-se o altar ou mesa do Senhor, que é o centro de toda a liturgia eucarística, colocando-se nele o corporal …

Oração sobre as Oferendas
Dignai-vos, ó Deus, santificar-nos por este sacramento. Que ele nos cure dos vícios terrenos em os conduza para os bens celestes. Por Cristo, nosso Senhor.

Antífona da Comunhão
Narrarei, Senhor, as vossas maravilhas, em vós me alegro e exulto; cantarei o vosso nome, Deus altíssimo! (Sl 9, 2s)

Oração depois da Comunhão
Ó Deus, que a participação na mesa sagrada faça crescer em nós o amor fraterno e nos assegure sempre o vosso auxílio. Por Cristo, nosso Senhor.

RITOS FINAIS OU RITOS DE ENCERRAMENTO

Ide em Paz!

FONTES DE CONSULTAS E PESQUISAS

Vamos expor a seguir de onde pertencem os textos que nos preenchem todos os dias, nos dando um caminho com mais sabedoria, simplicidade e amor.

FONTE PRINCIPAL DE PESQUISA E INSPIRAÇÃO
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FONTE DE CONSULTA LITÚRGICA
IGMR (INSTRUÇÃO GERAL DO MISSAL ROMANO – 1ª EDIÇÃO / 2008)
IGMR

REFLITA

O importante não é a pessoa que escreve, mas quem foi que inspirou essa pessoa a escrever.
O importante não é como se lê o que está escrito, mas como se age.
O importante não é sentar-se à direita ou a esquerda do Pai, mas sim, realizar o trabalho que Ele nos pede.
Ter conhecimento não é ter sabedoria, sabedoria é ter discernimento e saber compartilhar o conhecimento.

FONTES DE ORIENTAÇÕES E PESQUISAS DAS REFLEXÕES, ORAÇÕES E COMEMORAÇÕES

(1.1) – Blog Liturgia Diária da Palavra de Deus (Reflexões e Comentários);
(1.2) – Periódico Mensal: Liturgia Diária (Editoras Paulinas e Paulus);
(1.3) – Periódico Mensal: Deus Conosco (Editora Santuário);
(1.4) – Portal CNBB (A Palavra de Deus na Vida);
(5) – Portal Editora Santuário;
(6) – Portal Editora Paulinas;
(7) – Portal e Blog Canção Nova;
(8) – Portal Dom Total;
(9) – Portal Edições Loyola Jesuítas;
(10) – Portal Evangelho Quotidiano;
(11) – Blog Liturgia Diária Comentada;
(13) – Portal Catequisar: Catequese Católica;
(14) – Portal Comunidade Católica Nova Aliança;
(15) – Portal Fraternidade O Caminho;
(16) – Portal Evangeli.net;
(17) – Portal Padre Marcelo Rossi;
(18) – Um Novo Caminho;
(19) – Portal Dom Total: Roteiro Homilético;
(20) – Portal de Catequese Católica;
(21) – Blog Homilia Dominical;
(22) – Portal NPD Brasil;
(23) – Portal Canção Nova: Música;
(24) – Portal Editora Paulus;
(25) – Portal Católica Net;
(26) – Portal Católico Orante;
(27) – Rádio Catedral FM 106,7: Liturgia Diária;
(28) – Portal Comunidade Resgate;
(29) – Portal Católico na Net.

MENSAGEM PARA VOCÊ E PARA MIM MESMO

Mais vale o desconforto da VERDADE, do que a comodidade da MENTIRA.
E usando a essência da Oração da Serenidade, devo orar:

Ó meu Deus e Senhor, Pai de misericórdia e Salvação,
que em seu Filho Jesus perdoou os nossos pecados,
e com o seu Santo Espírito, paráclito nesse nosso mundo que caminha conosco,
apenas em Ti posso almejar a vida eterna, socorre-me e ouvi-me:
Se o ERRO está em mim, que DEUS possa me dar a HUMILDADE de aceitar que estou errado.
Que Jesus me dê a SERENIDADE, para aceitar que tem coisas que não posso mudar.
E que o Espírito Santo me dê a CORAGEM, suficiente para mudar aquelas coisas que dependem de mim, mesmo que sejam difíceis.

E para complementar os alicerces de orações da minha vida, faço como o santo Tomás de Aquino:

“Concede-me, Deus misericordioso, que deseje com ardor o que tu aprovas, que o procure com prudência, que o reconheça em verdade, que o cumpra na perfeição, para louvor e glória do teu nome.
Põe ordem na minha vida, ó meu Deus, e permite-me que conheça o que tu queres que eu faça, concede-me que o cumpra como é necessário e como é útil para a minha alma.
Concede-me, Senhor meu Deus, que não me perca no meio da prosperidade nem da adversidade; não deixes que a adversidade me deprima, nem que a prosperidade me exalte.
Que nada me alegre ou me entristeça para além do que conduz a ti.”

Viver CORRETO e falar a VERDADE hoje são tão difíceis quanto na época de Jesus, pois é muito mais fácil aceitar a MENTIRA e fazer o ERRADO.
Viver no CAMINHO, VERDADE E VIDA, que é o próprio Cristo Jesus, tem que ser uma caminhada diária.
O futuro é desejo e pensamento.
O passado é aprendizado e lembrança.
O hoje é realidade, isso quer dizer: CRISTO.

Meus amigos(as) de coração, meus irmãos(ãs) na fé em Cristo Jesus, lembrem-se:
“Tu te tornas eternamente responsável por aquilo que cativas.”
“Não julgues para não seres julgados.”
“A quem é muito dado, muito será cobrado.”

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