Liturgia Diária 20/Mar/15

LITURGIA DIÁRIA DA PALAVRA
20/Mar/2015 (sexta-feira)

Será que ele é o Cristo?

LEITURA: Sabedoria de Salomão (Sb) 2, 1a.12-22: A vida segundo os ímpios
Leitura do Livro da Sabedoria de Salomão:
1a Dizem entre si, os ímpios, em seus falsos raciocínios: 12 “Armemos ciladas ao justo, porque sua presença nos incomoda: ele se opõe ao nosso modo de agir, repreende em nós as transgressões da lei e nos reprova as faltas contra a nossa disciplina. 13 Ele declara possuir o conhecimento de Deus e chama-se “filho de Deus”. 14 Tornou-se uma censura aos nossos pensamentos e só o vê-lo nos é insuportável; 15 sua vida é muito diferente da dos outros, e seus caminhos são imutáveis. 16 Somos comparados por ele à moeda falsa e foge de nossos caminhos como de impurezas; proclama feliz a sorte final dos justos e gloria-se de ter a Deus por pai. 17 Vejamos, pois, se é verdade o que ele diz, e comprovemos o que vai acontecer com ele. 18 Se, de fato, o justo é “filho de Deus”, Deus o defenderá e o livrará das mãos dos seus inimigos. 19 Vamos pô-lo à prova com ofensas e torturas, para ver a sua serenidade e provar a sua paciência; 20 vamos condená-lo à morte vergonhosa, porque, de acordo com suas palavras, virá alguém em seu socorro”. 21 Tais são os pensamentos dos ímpios, mas enganam-se; pois a malícia os torna cegos, 22 não conhecem os segredos de Deus, não esperam recompensa para a santidade e não dão valor ao prêmio reservado às vidas puras. – Palavra do Senhor. – Graças a Deus.

SALMO: Salmos (Sl) 34 (33), 17-18. 19-20. 21.23: Louvor à justiça divina
19a Do coração atribulado está perto o Senhor.
17 O Senhor volta a sua face contra os maus, para da terra apagar sua lembrança. 18 Clamam os justos, e o Senhor bondoso escuta e de todas as angústias os liberta.
19 Do coração atribulado ele está perto e conforta os de espírito abatido. 20 Muitos males se abatem sobre os justos, mas o Senhor de todos eles os liberta.
21 Mesmo os seus ossos ele os guarda e os protege, e nenhum deles haverá de se quebrar. 23 Mas o Senhor liberta a vida dos seus servos, e castigado não será quem nele espera.

EVANGELHO: João (Jo) 7, 1-2.10.25-30: Jesus sobe a Jerusalém para a festa e ensina
— O Senhor esteja convosco.
— Ele está no meio de nós.
— PROCLAMAÇÃO do Evangelho de Jesus Cristo segundo João.
— Glória a vós, Senhor.
Naquele tempo: 1 Jesus andava percorrendo a Galiléia. Evitava andar pela Judéia, porque os judeus procuravam matá-lo. 2 Entretanto, aproximava-se a festa judaica das Tendas. 10 Quando seus irmãos já tinham subido, então também ele subiu para a festa, não publicamente mas sim, como que às escondidas. 25 Alguns habitantes de Jerusalém disseram então: “Não é este a quem procuram matar? 26 Eis que fala em público e nada lhe dizem. Será que, na verdade, as autoridades reconheceram que ele é o Messias? 27 Mas este, nós sabemos donde é. O Cristo, quando vier, ninguém saberá donde ele é.” 28 Em alta voz, Jesus ensinava no Templo, dizendo: “Vós me conheceis e sabeis de onde sou; eu não vim por mim mesmo, mas o que me enviou é fidedigno. A esse, não o conheceis, 29 mas eu o conheço, porque venho da parte dele, e ele foi quem me enviou.” 30 Então, queriam prendê-lo, mas ninguém pôs a mão nele, porque ainda não tinha chegado a sua hora. — Palavra da Salvação. — Glória a vós, Senhor.

LEITURA ORANTE

Oração Inicial (Querer)
Na caminhada quaresmal que estamos vivendo, a Palavra de Deus nos convida a reafirmarmos a nossa fé em Jesus, O Cristo, enviado pelo Pai. Peçamos ao Espírito Santo que nos leve a contemplar Jesus e nele vermos o Pai. Repita algumas vezes a oração: Dai-nos, ó Pai, o vosso Espírito Santo!

Eu sou o CAMINHO (Ler)
O que diz o texto bíblico?
Procure perceber o contexto do relato: lugares, pessoas, perguntas…
Quais são as palavras ou gestos de Jesus?
Qual é o tema que perpassa a discussão dos personagens?
O que significa reconhecer que Jesus é o Cristo ou o Messias?
Como compreendo que Jesus veio do Pai, foi enviado pelo Pai?
O evangelista João procura ressaltar a origem divina de Jesus para justificar todas as suas ações, as suas obras. Jesus mesmo revela ser o enviado do Pai nas diversas expressões que exprimem sua origem: vós sabeis de onde eu sou, não vim por conta própria, aquele que me enviou, eu venho dele, foi ele que me enviou. Jesus também se apresenta como o único que pode revelar-nos o Pai. Conhecer Jesus é conhecer Deus, ou seja, a missão de Jesus é revelar o Pai.

A VERDADE (Refletir)
O que o texto diz para mim, hoje?
Qual palavra do texto encontrou profunda sintonia com a minha vida, com as minhas atitudes?
Em minha vida, meu trabalho, meu relacionamento com as pessoas, como procuro viver os ensinamentos de Jesus?
Quais sentimentos o texto despertou em mim?
No caminho de seguimento de Jesus descobriremos quem é o Pai, pois toda a vida de Jesus nos mostra, nos indica quem é o Pai. Mais ainda, Jesus nos revela a face do Pai e, pela ação do Espírito, cunha em nós a imagem de filhos e filhas de Deus. É o Espírito Santo que nos leva a contemplar Jesus para nele vermos o Pai.
– Quais as celebrações da Igreja que mais nos atraem?
– Ainda há muita gente no mundo que não conhece Cristo?
– Para nós é difícil crescer no conhecimento das coisas de Deus?
– E para partilhar a fé?
Agradeçamos a Deus que nos dá o dom de conhecer e testemunhar o Evangelho.

E a VIDA (Orar)
Ofereça ao Senhor os frutos da sua oração, da sua meditação e contemplação da Palavra. Apresente o desejo que brotou em seu coração e peça a graça de vivê-lo durante o dia. Faça sua prece de agradecimento ou pedido.
Conclua com a oração:
Jesus, divino Mestre, nós vos adoramos, Filho muito amado do Pai, caminho único para chegarmos a ele.
Nós vos louvamos e agradecemos, porque sois o exemplo que devemos seguir.
Com simplicidade queremos aprender de vós o modo de ver, julgar e agir.
Queremos ser atraídos por vós, para que, caminhando nas vossas pegadas, possamos viver dia a dia a liberdade dos filhos de Deus e buscar em tudo, a vontade do Pai.
Aumentai nossa esperança, impulsionando plenamente o nosso ser e o nosso agir.
Ajudai-nos a retratar em nossa vida a vossa imagem, para que assim vos possamos possuir eternamente no céu.
Amém.

Qual deve ser a MISSÃO em minha VIDA hoje? (Agir)
Como vou viver concretamente durante o dia os apelos que o Senhor me revelou?

REFLEXÕES

(1.4) – REFLEXÃO
A descrença pode ter consequências terríveis como nos revela o Evangelho de hoje. As pessoas que acreditaram em Jesus procuraram seguir seus ensinamentos e viver uma nova forma de relacionamento com Deus, de modo que a sua fé gerava a vida em abundância. Os que não aceitavam as palavras de Jesus não só se privavam desta vida como também procuravam tirar a vida de Jesus. Mas o nosso Deus é o Deus da vida. A descrença luta contra a vida e pode até mesmo tirar a vida das pessoas, mas tira apenas a vida biológica, e o sangue que é derramado fertiliza a terra para que nela brote as sementes de vida eterna. O sangue de Jesus foi derramado, assim como o de muitos mártires, e isso faz com que as sementes do Reino cresçam e dêem fruto.

(6) – A VERDADEIRA ORIGEM DE JESUS É DIVINA
Jesus aceita plenamente o desígnio do Pai, mas não vai ao encontro da morte como quem deseja morrer. Ele evita ser preso pelos judeus que já haviam decidido matá-lo. Jesus tampouco expõe os seus discípulos, razão pela qual, ao menos em determinados momentos, ele evita andar com eles. Pensando conhecer a origem de Jesus, esses anônimos do versículo 25 se equivocam, ignoram os desígnios de Deus e se esquecem de que Deus é surpreendente. O ensinamento de Jesus no Templo revela, com fina ironia, a ignorância deles (cf. v. 28). A verdadeira origem de Jesus é divina (v. 29; cf. 1, 1). O hermetismo no qual estão enredados lhes impediu, inclusive, de conhecer verdadeiramente Deus e o seu desígnio. Essa crítica revela a verdadeira razão da ignorância deles: não chegaram, de fato, a conhecer Deus. A oposição passional, diga-se irracional, leva os adversários de Jesus a querer prendê-lo. Descoberto, o mal mostra toda a sua armadilha maléfica. Mas a história relida à luz do mistério de Cristo mostra que o desígnio de Deus tem o seu dinamismo e tempo próprios.
Oração:
Jesus Vida, não permitais que eu me separe de vós, fazei-me viver eternamente na alegria do vosso amor.
Padre Carlos Alberto Contieri

(7) – COMO VOCÊ TEM TESTEMUNHADO O SEU AMOR POR JESUS?
O melhor modo de testemunhar o nosso amor por Jesus é ao procurarmos viver com coerência aquilo em que nós acreditamos sem desanimar!
“Em alta voz, Jesus ensinava no Templo, dizendo: ‘Vós me conheceis e sabeis de onde sou; eu não vim por mim mesmo, mas o que me enviou é fidedigno’” (João 7, 28).
A hora de Jesus se aproxima e por onde Ele anda os judeus O perseguem, querem arrumar algum motivo para condená-Lo à morte, querem colocá-Lo em alguma situação difícil, querem arrumar alguma contradição na fala, nos ensinamentos e na ação d’Ele. De alguma forma querem intimidá-Lo; contudo, o Senhor não se intimida.
Por outro lado, o Senhor Jesus também não os enfrenta e continua a fazer Sua obra, continua a realizar o desígnio pelo qual veio habitar no meio de nós. O Senhor não deixa de pregar, de anunciar o Reino de Deus e de operar os sinais e os prodígios em meio aos homens. Ainda que cresça a hostilidade dos Seus opositores e daqueles que não querem ver o Reino de Deus acontecer, Jesus segue o Seu caminho. Ora este é apertado, ora querem pegá-Lo, mas Ele continua sem, de forma alguma, deixar de fazer o Reino de Deus acontecer.
A primeira coisa a ser observada hoje é que nós também não podemos parar, nos intimidar e nos acovardar. Nós não podemos ter medo de anunciar o amor de Deus aos homens! Não podemos ter medo de ser cristãos! Nos dias de hoje, não é fácil ser discípulo de Jesus! Em todas as partes do planeta, em várias partes do mundo muitos têm morrido pelo simples fato de serem cristãos, pelo simples fato de serem seguidores de Jesus Cristo. Pode ser que alguém tenha medo e renuncie a esse seguimento; mas é belo, é bonito e é louvável ver aqueles que, apesar da perseguição e até do perigo de morte vivido, não deixam de seguir e amar Jesus.
Se não há uma perseguição direta onde nós vivemos, onde nós moramos; há, de fato, uma oposição ao modo de vida dos seguidores de Jesus. Você sabe que há pessoas, na mídia e nos meios de comunicação, em nosso trabalho, em nossa casa e até mesmo em nossa família que, muitas vezes, não aceitam o modo de ser dos cristãos.
Para isso duas coisas precisam acontecer, a primeira delas: precisamos ser firmes e testemunhar nossa fé com mais ardor. Não precisamos discutir, não precisamos entrar em embate nem em combates. Nosso único embate é testemunhar o nosso amor por Jesus! A segunda coisa necessária para isso é continuar anunciando, continuar pregando, mas não nos esquecermos da coerência de vida, porque, muitas vezes, cobram isso de nós, mas nós, muitas vezes, não somos coerentes com aquilo em que acreditamos. E o melhor modo de testemunhar o nosso amor por Jesus é ao procurarmos viver com coerência aquilo em que nós acreditamos sem desanimar.
Deus abençoe você!
Padre Roger Araújo

(8) – SÓ O PAI TEM PODER SOBRE JESUS
Os perseguidores de Jesus foram estreitando, sempre mais, o cerco a seu redor, com o intento de matá-lo. O Filho de Deus, porém, não ficou abalado, nem mudou seu programa de ação, temendo represálias. Sua ousadia brotava da segurança com que buscava ser fiel ao querer do Pai.
Embora ameaçado de morte, Jesus pregou abertamente em Jerusalém, defendendo sua condição de enviado e sua missão. Seus inimigos, nem de longe davam-se conta da origem divina do Mestre. Por causa de seus preconceitos, detinham-se apenas na aparência humana de Jesus. Entretanto, além de ser realmente homem, ele era o enviado de junto do Pai, com a missão precisa de trazer salvação à humanidade.
Os adversários de Jesus só esperavam o momento propício para concretizar seu intento de matá-lo. Não conseguiam, contudo, pôr em prática seu desígnio maligno, porque a hora de Jesus ainda não havia chegado. Só o Pai tinha poder sobre o Filho. Por conseguinte, a vida de Jesus se consumaria na hora determinada por ele. A cruz dependia do plano de Deus para Jesus. As tramas dos inimigos não tinham nenhuma importância, pois a vida de Jesus seguia um projeto sobre o qual eles não tinham o poder de influir. Nada aconteceria com Jesus, sem o consentimento do Pai.
Oração:
Senhor Jesus, que a minha vida esteja totalmente nas mãos do Pai, assim como tu viveste totalmente confiado a ele.
Padre Jaldemir Vitório

(9) – BOA NOVA PARA CADA DIA
“[…] queriam prendê-Lo, mas ninguém pôs a mão sobre Ele, porque ainda não tinha chegado a sua hora” (Jo 7, 30).
São João Evangelista termina esta passagem de seu Evangelho com esta frase que nos leva a considerar a condição de Jesus perante o ódio dos judeus de duas maneiras.
Primeiro: “[…] queriam prendê-Lo, […]” Perguntemos por qual motivo.
A partir do Evangelho entendemos que o motivo claro era o fato de Jesus ter-se revelado Filho de Deus. Isto era blasfêmia segundo os judeus. De fato, homem algum podia se dizer filho de Deus, pois, conforme o monoteísmo mosaico, Deus não tinha filho algum. Se Jesus se afirma Filho de Deus, então é Deus como o Deus de Israel. Portanto haveria dois deuses. A lógica judaica era perfeita.
Segundo: mal sabiam os judeus que a vida de Jesus estava nas mãos de Deus e não nas mãos deles. “[…] porque ainda não tinha chegado a Sua hora” (Jo 7, 30c).
No entanto, esta lógica, da mente dos judeus, falhava por um motivo claro: eles se recusavam a acolher Jesus e sua mensagem, sua missão dada por Deus, sua condição de Messias e Rei de Israel. Era muita coisa para aquelas mentes estreitas e deformadas. Para eles, era mais fácil desconfiar de Jesus. E, consequentemente, declarar blasfêmia sua afirmação de que era Filho de Deus. Disto decorria a decisão de matá-lo.
Jesus, porém, provou com seus ensinos e milagres que era o Filho de Deus. Além disto, neste Evangelho de São João Evangelista, e somente aqui, Jesus declarou publicamente a culpa dos judeus porque tiveram condição de saber que Ele era enviado por Deus a Israel. De fato Jesus lhes disse, em pleno Templo:
“Vós Me conheceis, E sabeis de onde sou; Eu não vim por Mim mesmo, mas O que me enviou é fidedigno. A Esse não conheceis, mas Eu O conheço, porque venho da parte Dele, e Ele foi quem Me enviou” (Jo 7, 28-29).
Para São João Evangelista Jesus deixou claro que vinha de Deus e que os judeus chegaram a entender isto o suficiente para acolhê-Lo. Outros Evangelhos, no entanto, não nos mostram Jesus com tanta ousadia e segurança em sua autoafirmação como Filho de Deus.
Primeira Leitura de hoje nos orienta na compreensão deste Evangelho. É tirada do livro da Sabedoria e trata do justo, que por ser justo, é, involuntariamente uma crítica viva dos ímpios. Estes se sentem tão incomodados pela presença do justo e pela autoconsciência que o justo tem de seu relacionamento santo com Deus, que decidem matá-lo (Sb 2, 7-20). Porém esta passagem termina com a frase que nos faz entender Jesus, o Justo, odiado pelos maus, os judeus: “Tais são os pensamentos dos ímpios, mas enganam-se, pois a malícia os torna cegos. Não conhecem os segredos de Deus, não esperam a recompensa para a santidade e não dão valor ao prêmio reservado às vidas puras” (Sb 2, 21-22).
A Igreja primitiva viu nesta passagem do livro da Sabedoria uma profecia sobre Jesus e sua morte provocada pelos ímpios, os judeus daquele tempo, os líderes religiosos de Israel.
Entendemos, a esta altura deste Tempo Quaresmal, a trama dos inimigos de Jesus para leva-Lo à morte. Eles o conseguirão. Pensarão estar realizando obra meritória perante Deus, quando, no entanto, eram homicidas. Apesar deste projeto dos ímpios, o projeto salvador de Deus sai vitorioso: pela morte de Jesus veio a Salvação do mundo. O poder de Deus sobre a vida do Justo Jesus se manifestou, sem que aqueles ímpios sequer imaginassem.
Pensemos nos sentimentos de decepção de Jesus ao se manifestar Filho de Deus aos judeus de seu tempo e ser repelido por eles como se fosse um criminoso. Este sofrimento de Jesus antecipou sua Paixão e Morte. Seu sofrimento vinha de longa data.
Consolemos Jesus nestes dias de Quaresma, dizendo-lhe que nós cremos que Ele é o Filho de Deus, o Santo de Deus, o Salvador do mundo. Adoremos Jesus em sua Paixão e Cruz, reparando o ódio que por Ele seus inimigos alimentaram.
Padre Valdir Marques

(10) – NINGUÉM LHE DEITOU A MÃO, PORQUE AINDA NÃO CHEGARA A SUA HORA
Procurar Jesus é muitas vezes um bem, pois é a mesma coisa que procurar o Verbo, a verdade e a sabedoria. Mas dir-me-eis que as palavras «procurar Jesus» são muitas vezes pronunciadas a propósito daqueles que Lhe querem mal. Por exemplo: «Procuravam então prender Jesus, mas ninguém Lhe deitou a mão, porque ainda não chegara a sua hora.» […] Ele sabe de quem Se afasta e perto de quem permanece, sem ainda Se deixar encontrar, para que, se O procurarmos, O encontremos no tempo favorável. O apóstolo Paulo diz aos que ainda não possuem Jesus e ainda não O contemplaram: «Não digas no teu coração: “Quem subirá ao céu?” Seria para fazer com que Cristo descesse. Nem digas: “Quem descerá ao abismo?” Seria para fazer com que Cristo subisse de entre os mortos. Que diz a Escritura, afinal? “É junto de ti que está a palavra: na tua boca e no teu coração”» (Rom 10, 6-8).
No seu amor para com os homens, quando o Salvador diz: «Vós haveis de procurar-Me» (Jo 8, 21), faz entrever as coisas do Reino de Deus, para que aqueles que O procuram não O busquem fora de si próprios, dizendo: «“Ei-Lo aqui” ou “Ei-Lo ali”», pois o Evangelho diz: «O Reino de Deus está entre vós» (Lc 17, 21). Enquanto guardarmos a semente da verdade depositada na nossa alma e os seus mandamentos, o Verbo não Se afastará de nós. Mas, se o mal alastrar em nós e nos corromper, Jesus dir-nos-á: «Eu vou-Me embora: vós haveis de procurar-Me, mas morrereis no vosso pecado» (Jo 8, 21).
Orígenes (c. 185-253)

(16.1) – NINGUÉM LHE DEITOU AS MÃOS, PORQUE AINDA NÃO ERA CHEGADA A SUA HORA
Hoje, o Evangelho permite-nos contemplar a confusão que surgiu quanto à identidade e missão de Jesus Cristo. Quando nos pomos cara a cara com Jesus, há mal-entendidos e conjecturas acerca de quem Ele é, como se cumprem n’Ele, ou não, as profecias do Antigo Testamento e sobre o que Ele fará. As suposições e os preconceitos conduzem à frustração e à ira. Isto sempre foi assim: a confusão à volta de Cristo e dos ensinamentos da Igreja desperta sempre controvérsia e divisões religiosas. O rebanho dispersa-se se as ovelhas não reconhecem o seu pastor!
As pessoas dizem: «Este nós sabemos de onde vem. Do Cristo, porém, quando vier, ninguém saberá de onde seja» (Jo 7, 27), e concluem que Jesus não pode ser o Messias porque Ele não corresponde à imagem de “Messias” em que tinham sido instruídos. Por outro lado, sabem que os Príncipes dos Sacerdotes O querem matar, mas ao mesmo tempo vêem que Ele se movimenta livremente sem ser preso. De modo que se perguntam se talvez as autoridades «terão reconhecido verdadeiramente que este é o Cristo» (Jo 7, 26).
Jesus atalha a confusão identificando-se a si próprio como o enviado por Ele que é “verdadeiro” (cf. Jo 7, 28). Cristo tem consciência da situação, tal como João a retrata, e ninguém lhe deita a mão porque ainda não tinha chegado a hora de revelar plenamente a sua identidade e missão. Jesus desafia as expectativas ao mostrar-se, não como um líder conquistador para derrotar a opressão romana, mas como o “Servo Sofredor” de Isaías.
O Papa Francisco escreveu: «A alegria do Evangelho enche o coração e a vida inteira dos que se encontram com Jesus». É urgente que ajudemos os outros a irem mais além das suposições e dos preconceitos sobre quem é Jesus e o que é a Igreja, e ao mesmo tempo facilitar-lhes o encontro com Jesus. Quando uma pessoa consegue saber quem é realmente Jesus, então abundam a alegria e a paz.
Fr. Matthew J. ALBRIGHT

(16.2) – MAS NINGUÉM LHE PÔS AS MÃOS, PORQUE AINDA NÃO TINHA CHEGADO A SUA HORA
Hoje, o evangelista João diz-nos que a Jesus «não tinha chegado a sua hora» (Jo 7, 30). Refere-se à hora da Cruz, no preciso e precioso momento de dar-se pelos pecados de toda a Humanidade. Ainda não tinha chegado a sua hora, mas estava muito próxima. Será na Sexta-feira Santa quando o Senhor levará até ao fim a vontade do pai Celestial e sentirá – como escrevia o Cardeal Wojtyla – todo «o peso daquela hora na qual o servo de Yahvé deverá cumprir a profecia de Isaías, pronunciando o seu “sim”».
Cristo – no seu constante desejo sacerdotal – fala muitíssimas vezes desta hora definitiva e determinante (Mt 26, 45; Mc 14, 35; Lc 22, 53; Jo 7, 30; 12, 27; 17, 1). Toda a vida do Senhor será dominada por uma hora suprema e irá desejá-la com todo o seu coração: «Um batismo eu devo receber, e como estou ansioso até que isto se cumpra!» (Lc 12, 50). E «na véspera da festa da Páscoa, sabendo Jesus que tinha chegado a sua hora, a hora de passar deste mundo para o Pai, tendo amado os seus que estavam no mundo, amou-os até o fim» (Jo 13, 1). Naquela sexta-feira, o nosso Redentor entregará o seu espírito nas mãos do Pai, e desde esse momento a sua missão, já cumprida, passará a ser a missão da Igreja e de todos os seus membros, animados pelo Espírito Santo.
A partir da hora de Getsemaní, da morte do Senhor na Cruz e da Ressurreição, a vida começada por Jesus «guia toda a História» (Catecismo da Igreja n.1165). A vida, o trabalho, a oração, a entrega de Cristo torna-se presente agora na sua Igreja: é também a hora do Corpo do Senhor; da sua hora advém a nossa hora, a de o acompanhar na oração de Getsemaní, «sempre despertos – como afirma Pascal – apoiando-o na sua agonia, até ao final dos tempos». É a hora de agir como membros vivos de Cristo. Por isso, «tal como a Páscoa de Jesus, acontecida “uma vez por todas” permanece sempre atual, da mesma forma a oração da Hora de Jesus continua sempre presente na Liturgia da sua Igreja» (Catecismo da Igreja n. 2746).
Rev. D. Josep VALL i Mundó

COMEMORA-SE NO DIA 20/Mar

(5) – SÃO TEODÓSIO
São Teodósio nasceu em 424 na Capadócia onde recebeu sua primeira educação cristã na família. Quando jovem inclinado para os estudos, São Teodósio recebeu a função de leitor na Igreja da cidade. Sempre ficava impressionado com a ordem de Deus para Abraão, pois naquela idade se sentia impulsionado a ir para o lugar onde o Senhor inspirasse.
Teodósio viajou para a Terra Santa onde consagrou-se à vida religiosa num convento próximo à Torre de Davi. Ficou responsável por uma igreja, por causa do seu progresso na vida monástica e na santidade. Devido as numerosas visitas retirou-se Teodósio para a solidão e intensa vida de penitência que durou trinta anos.
O santo realizou seu trabalho com muita sabedoria e humildade, e foi testemunho de uma vida santa e cheia de oração, o que motivou a outros jovens a tornarem-se religiosos.
Acabou organizando o regulamento de uma comunidade que em pouco tempo tornou uma aldeia com quatrocentos monges; hospedaria e setores masculinos, feminino além de um setor para doentes mentais. Entregue nas mãos Providentes do Pai, nada do necessário faltava na comunidade do caridoso e pacífico Teodósio.
Com fama de santidade, Teodósio era amigo de São Sabas e outros homens de Deus. Foi nomeado superior dos monges da Palestina e não deixou de combater as heresias e sofrer perseguições.
Morreu com 105 anos de idade e teve seu corpo depositado numa gruta escolhido por ele mesmo.
Reflexão:
A vida monástica vive apoiada em duas colunas: oração e trabalho. São Teodósio soube equilibrar na sua vida estes dois elementos, sendo um homem de profunda oração e dotado de um espírito laborioso e criativo. Com poucos recursos, São Teodósio conseguiu montar vários mosteiros e até mesmo um hospital para doentes mentais. Nem sempre confiamos na providência de Deus e queremos resolver tudo confiando somente em nossas forças. Com isso, nossos objetivos nem sempre são alcançados. Peçamos a intercessão de são Teodósio para que aprendamos a entrega nossas preocupações nas mãos de Deus.
Padre Evaldo César de Souza

(6) – SANTA MARIA JOSEFINA DO CORAÇÃO DE JESUS SANCHO DE GUERRA
Maria Josefina era a primogênita de Barnabé Sancho, serralheiro, e de Petra de Guerra, doméstica. Nasceu em Vitória, Espanha, no dia 07 de setembro de 1842, tendo recebido o batismo no dia seguinte. Ficou órfã de pai muito cedo e foi sua mãe que a preparou para a Primeira Comunhão, recebida aos dez anos. Completou a sua formação e educação em Madri na casa de alguns parentes, e desde muito cedo começou a demonstrar uma grande devoção à Eucaristia e a Nossa Senhora, uma forte sensibilidade em relação aos pobres e aos doentes e uma inclinação para a vida interior.
Regressou a Vitória aos dezoito anos e logo manifestou à sua mãe o desejo de entrar num mosteiro, pois se sentia atraída pela vida de clausura. Mais tarde, costumava dizer: “Nasci com a vocação religiosa”. Foi assim que decidiu entrar no Instituto Servas de Maria, recentemente fundado em Madri por madre Soledade Torres Acosta. Com a aproximação da época de fazer sua profissão de fé, foi assaltada por graves dúvidas e incertezas sobre sua efetiva chamada para aquele Instituto. Admitiu essa disposição à vários confessores, chegando até a dizer que tinha se enganado quanto à própria vocação.
Mas, os constantes contatos com o arcebispo de Saragoça, futuro Santo, Antônio Maria Claret e as conversas serenas com madre Soledade Torres Acosta, amadureceram nela a possibilidade de fundar uma nova família religiosa, que se dedicasse aos doentes, em casa ou nos hospitais. E foi assim que aos vinte e nove anos ela fundou o Instituto das Servas de Jesus, na cidade de Bilbao, em 1871.
Depois por quarenta e um anos, foi a superiora do Instituto. Acometida por uma longa e grave enfermidade que a mantinha ou no leito ou numa poltrona, sofreu muito antes de seu transito, sem contudo deixar sua atividade de lado. Através de uma intensa e expressa correspondência, solidificou as bases dessa nova família. No momento da sua morte, em 20 de março de 1912, havia milhares de religiosas, espalhadas por quarenta e três casas. A sua morte foi muito sentida em toda a região e o seu funeral teve uma grande manifestação de pesar. Os seus restos mortais foram trasladados para a Casa-Mãe, em Bilbao, onde ainda se encontram.
Os pontos centrais da espiritualidade de madre Maria Josefina podem definir-se como: um grande amor à Eucaristia e ao Sagrado Coração de Jesus; uma profunda adoração do mistério da Redenção e uma íntima participação nas dores de Cristo e na Sua Cruz; e a completa dedicação ao serviço dos doentes, num contexto de espírito contemplativo.
O seu carisma de serviço aos enfermos ficou bem claro nas palavras por ela escritas: “Desta maneira, as funções materiais do nosso Instituto, destinadas a salvaguardar a saúde corporal do nosso próximo, elevam-se a uma grande altura e fazem a nossa vida ativa mais perfeita que a contemplativa, como ensinou o Doutor angélico, São Tomás d’Aquino que falou dos trabalhos dirigidos à saúde da alma, que vêm da contemplação” (Directorio de Asistencias de la Congregación Religiosa Siervas de Jesús de la Caridad, Vitória 1930, pág. 9).
É com este espírito, que as Servas de Jesus têm vivido desde a morte de Santa Maria Josefina. O serviço dos doentes tornou-se, assim, a oblação generosa das suas vidas, seguindo o exemplo da sua Fundadora. Hoje espalhadas pela Europa, América Latina e Ásia, as Servas procuram dar pão aos famintos, acolher os doentes e outros necessitados, criar centros para pessoas idosas, desenvolvendo sempre a pastoral da saúde e outras obras de caridade. Elas também estão presentes em Portugal.
A causa da canonização de madre Maria Josefina começou em 1951; foi solenemente beatificada pelo Papa João Paulo II em 1992 e depois canonizada em 01 de Outubro de 2000, pelo mesmo pontífice, em Roma.

NINGUÉM AMA O QUE NÃO CONHECE

CELEBRAÇÃO DE HOJE

IV SEMANA DA QUARESMA
(ROXO – OFÍCIO DO DIA)

RITOS INICIAIS

Monição Ambiental ou Comentário Inicial
A oposição aos construtores do reino de Deus é por vezes cruel e violenta. Isso, porém, não deve impedi-los de seguir firmes na missão de livrar a humanidade do poder do mal.

Antífona da entrada
Salvai-me, ó Deus, por vosso nome, libertai-me por vosso poder. Deus, ouvi a minha oração, escutai as palavras que vos digo (Sl 53, 3s).

Oração do Dia ou Oração da Coleta
Ó Deus, que preparastes para a nossa fraqueza os auxílios necessários à nossa renovação, dai-nos recebê-los com alegria e vê-los frutificar em nossa vida. Por Nosso Senhor Jesus Cristo, Vosso Filho, na unidade do Espírito Santo.

LITURGIA DA PALAVRA

Monição para a(s) Leitura(s)
A perseguição contra os profetas e os defensores do povo é fruto do desconhecimento e da rejeição do projeto de Deus, plenificado em Jesus.

Monição ou Antífona do Evangelho
Glória a Cristo, imagem do Pai, a plena verdade nos comunicai!
O homem não vive somente de pão, mas de toda palavra da boca de Deus.

Oração Universal ou Oração dos Fiéis
AS: Lembrai-vos, Senhor.
1. Da Igreja e seus ministros.
2. Dos perseguidores por causa da justiça.
3. Das famílias que enfrentam dificuldades.
4. Dos defensores do povo.
5. Dos injustamente condenados.

LITURGIA EUCARÍSTICA

Oração sobre as Oferendas
Ó Deus onipotente, que este sacrifício, santificando-nos pelo seu poder, leve-nos, cada vez mais puros, àquele que é a sua fonte. Por Cristo, nosso Senhor.

Antífona da Comunhão
Temos a redenção em Cristo pelo seu sangue e, pela riqueza de sua graça, o perdão dos pecados (Ef 1, 7).

Oração depois da Comunhão
Senhor Deus, tendo já passado da antiga para a nova criação, despojemo-nos agora do homem velho, renovando-nos para santidade do homem novo. Por Cristo, nosso Senhor.

RITOS FINAIS OU RITOS DE ENCERRAMENTO

Ide em Paz!

FONTES DE CONSULTAS E PESQUISAS

Vamos expor a seguir de onde pertencem os textos que nos preenchem todos os dias, nos dando um caminho com mais sabedoria, simplicidade e amor.

FONTE PRINCIPAL DE PESQUISA E INSPIRAÇÃO
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FONTE DE CONSULTA LITÚRGICA
IGMR (INSTRUÇÃO GERAL DO MISSAL ROMANO – 1ª EDIÇÃO / 2008)
IGMR

REFLITA

O importante não é a pessoa que escreve, mas quem foi que inspirou essa pessoa a escrever.
O importante não é como se lê o que está escrito, mas como se age.
O importante não é sentar-se à direita ou a esquerda do Pai, mas sim, realizar o trabalho que Ele nos pede.
Ter conhecimento não é ter sabedoria, sabedoria é ter discernimento e saber compartilhar o conhecimento.

FONTES DE ORIENTAÇÕES E PESQUISAS DAS REFLEXÕES, ORAÇÕES E COMEMORAÇÕES

(1.1) – Blog Liturgia Diária da Palavra de Deus (Reflexões e Comentários);
(1.2) – Periódico Mensal: Liturgia Diária (Editoras Paulinas e Paulus);
(1.3) – Periódico Mensal: Deus Conosco (Editora Santuário);
(1.4) – Portal CNBB (A Palavra de Deus na Vida);
(5) – Portal Editora Santuário;
(6) – Portal Editora Paulinas;
(7) – Portal e Blog Canção Nova;
(8) – Portal Dom Total;
(9) – Portal Edições Loyola Jesuítas;
(10) – Portal Evangelho Quotidiano;
(11) – Blog Liturgia Diária Comentada;
(13) – Portal Catequisar: Catequese Católica;
(14) – Portal Comunidade Católica Nova Aliança;
(15) – Portal Fraternidade O Caminho;
(16) – Portal Evangeli.net;
(17) – Portal Padre Marcelo Rossi;
(18) – Um Novo Caminho;
(19) – Portal Dom Total: Roteiro Homilético;
(20) – Portal de Catequese Católica;
(21) – Blog Homilia Dominical;
(22) – Portal NPD Brasil;
(23) – Portal Canção Nova: Música;
(24) – Portal Editora Paulus;
(25) – Portal Católica Net;
(26) – Portal Católico Orante;
(27) – Rádio Catedral FM 106,7: Liturgia Diária;
(28) – Portal Comunidade Resgate;
(29) – Portal Católico na Net.

MENSAGEM PARA VOCÊ E PARA MIM MESMO

Mais vale o desconforto da VERDADE, do que a comodidade da MENTIRA.
E usando a essência da Oração da Serenidade, devo orar:

Ó meu Deus e Senhor, Pai de misericórdia e Salvação,
que em seu Filho Jesus perdoou os nossos pecados,
e com o seu Santo Espírito, paráclito nesse nosso mundo que caminha conosco,
apenas em Ti posso almejar a vida eterna, socorre-me e ouvi-me:
Se o ERRO está em mim, que DEUS possa me dar a HUMILDADE de aceitar que estou errado.
Que Jesus me dê a SERENIDADE, para aceitar que tem coisas que não posso mudar.
E que o Espírito Santo me dê a CORAGEM, suficiente para mudar aquelas coisas que dependem de mim, mesmo que sejam difíceis.

E para complementar os alicerces de orações da minha vida, faço como o santo Tomás de Aquino:

“Concede-me, Deus misericordioso, que deseje com ardor o que tu aprovas, que o procure com prudência, que o reconheça em verdade, que o cumpra na perfeição, para louvor e glória do teu nome.
Põe ordem na minha vida, ó meu Deus, e permite-me que conheça o que tu queres que eu faça, concede-me que o cumpra como é necessário e como é útil para a minha alma.
Concede-me, Senhor meu Deus, que não me perca no meio da prosperidade nem da adversidade; não deixes que a adversidade me deprima, nem que a prosperidade me exalte.
Que nada me alegre ou me entristeça para além do que conduz a ti.”

Viver CORRETO e falar a VERDADE hoje são tão difíceis quanto na época de Jesus, pois é muito mais fácil aceitar a MENTIRA e fazer o ERRADO.
Viver no CAMINHO, VERDADE E VIDA, que é o próprio Cristo Jesus, tem que ser uma caminhada diária.
O futuro é desejo e pensamento.
O passado é aprendizado e lembrança.
O hoje é realidade, isso quer dizer: CRISTO.

Meus amigos(as) de coração, meus irmãos(ãs) na fé em Cristo Jesus, lembrem-se:
“Tu te tornas eternamente responsável por aquilo que cativas.”
“Não julgues para não seres julgados.”
“A quem é muito dado, muito será cobrado.”

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