Liturgia Diária 23/Mar/15

LITURGIA DIÁRIA DA PALAVRA
23/Mar/2015 (segunda-feira)

Eu também não te condeno…

LEITURA: Daniel (Dn) 13, 1-9.15-17.19-30.33-62: Susana e o julgamento de Daniel
Leitura da Profecia de Daniel:
Naqueles dias: 1 Na Babilônia vivia um homem chamado Joaquim. 2 Estava casado com uma mulher chamada Susana, filha de Helcias, que era muito bonita e temente a Deus. 3 Também os pais dela eram pessoas justas e tinham educado a filha de acordo com a lei de Moisés. 4 Joaquim era muito rico e possuía um pomar junto à sua casa. Muitos judeus costumavam visitá-lo, pois era o mais respeitado de todos. 5 Ora, naquele ano, tinham sido nomeados juízes dois anciãos do povo, a respeito dos quais o Senhor havia dito: “Da Babilônia brotou a maldade de anciãos-juízes, que passavam por condutores do povo.” 6 Eles frequentavam a casa de Joaquim, e todos os que tinham alguma questão se dirigiam a eles. 7 Ora, pelo meio-dia, quando o povo se dispersava, Susana costumava entrar e passear no pomar de seu marido. 8 Os dois anciãos viam-na todos os dias entrar e passear, e acabaram por se apaixonar por ela. 9 Ficaram desnorteados, a ponto de desviarem os olhos para não olharem para o céu, e se esqueceram dos seus justos julgamentos. 15 Assim, enquanto os dois estavam à espera de uma ocasião favorável, certo dia, Susana entrou no pomar como de costume, acompanhada apenas por duas empregadas. E sentiu vontade de tomar banho, por causa do calor. 16 Não havia ali ninguém, exceto os dois velhos que estavam escondidos, e a espreitavam. 17 Então ela disse às empregadas: “Por favor, ide buscar-me óleo e perfumes e trancai as portas do pomar, para que eu possa tomar banho”. 19 Apenas as empregadas tinham saído, os dois velhos levantaram-se e correram para Susana, dizendo: 20 “Olha, as portas do pomar estão trancadas e ninguém nos está vendo. Estamos apaixonados por ti: concorda conosco e entrega-te a nós! 21 Caso contrário, deporemos contra ti, que um moço esteve aqui, e que foi por isso que mandaste embora as empregadas”. 22 Gemeu Susana, dizendo: “Estou cercada de todos os lados! Se eu fizer isto, espera-me a morte; e, se não o fizer, também não escaparei das vossas mãos; 23 mas é melhor para mim, não o fazendo, cair nas vossas mãos do que pecar diante do Senhor!” 24 Então ela pôs-se a gritar em alta voz, mas também os dois velhos gritaram contra ela. 25 Um deles correu para as portas do pomar e as abriu. 26 As pessoas da casa ouviram a gritaria no pomar e precipitaram-se pela porta do fundo, para ver o que estava acontecendo. 27 Quando os velhos apresentaram sua versão dos fatos, os empregados ficaram muito constrangidos, porque jamais se dissera coisa semelhante a respeito de Susana. 28 No dia seguinte, o povo veio reunir-se em casa de Joaquim, seu marido. Os dois anciãos vieram também, com a intenção criminosa de conseguir sua condenação à morte. Por isso, assim falaram ao povo reunido: 29 “Mandai chamar Susana, filha de Helcias, mulher de Joaquim”! E foram chamá-la. 30 Ela compareceu em companhia dos pais, dos filhos e de todos os seus parentes. 33 Os que estavam com ela e todos os que a viam, choravam. 34 Os dois velhos levantaram-se no meio do povo e puseram as mãos sobre a cabeça de Susana. 35 Ela, entre lágrimas, olhou para o céu, pois seu coração tinha confiança no Senhor. 36 Entretanto, os dois anciãos deram este depoimento: “Enquanto estávamos passeando a sós no pomar, esta mulher entrou com duas empregadas. Depois, fechou as portas do pomar e mandou as servas embora. 37 Então, veio ter com ela um moço que estava escondido, e com ela se deitou. 38 Nós, que estávamos num canto do pomar, vimos esta infâmia. Corremos para eles e os surpreendemos juntos. 39 Quanto ao jovem, não conseguimos agarrá-lo, porque era mais forte do que nós e, abrindo as portas, fugiu. 40 A ela, porém, agarramos, e perguntamos quem era aquele moço. Ela, porém, não quis dizer. Disto nós somos testemunhas”. 41 A assembléia acreditou neles, pois eram anciãos do povo e juízes. E condenaram Susana à morte. 42 Susana, porém, chorando, disse em voz alta: “Ó Deus eterno, que conheces as coisas escondidas e sabes tudo de antemão, antes que aconteça! 43 Tu sabes que é falso o testemunho que levantaram contra mim! Estou condenada a morrer, quando nada fiz do que estes maldosamente inventaram a meu respeito!” 44 O Senhor escutou sua voz. 45 Enquanto a levavam para a execução, Deus excitou o santo espírito de um adolescente, de nome Daniel. 46 E ele clamou em alta voz: “Sou inocente do sangue desta mulher!” 47 Todo o povo então voltou-se para ele e perguntou: “Que palavra é esta, que acabas de dizer?” 48 De pé, no meio deles, Daniel respondeu: “Sois tão insensatos, filhos de Israel? Sem julgamento e sem conhecimento da causa verdadeira, vós condenais uma filha de Israel? 49 Voltai a repetir o julgamento, pois é falso o testemunho que levantaram contra ela!” 50 Todo o povo voltou apressadamente, e outros anciãos disseram ao jovem: “Senta-te no meio de nós e dá-nos o teu parecer, pois Deus te deu a honra da velhice.” 51 Falou então Daniel: “Mantende os dois separados, longe um do outro, e eu os julgarei.” 52 Tendo sido separados, Daniel chamou um deles e lhe disse: “Velho encarquilhado no mal! Agora aparecem os pecados que estavas habituado a praticar. 53 Fazias julgamentos injustos, condenando inocentes e absolvendo culpados, quando o Senhor ordena: ‘Tu não farás morrer o inocente e o justo!’ 54 Pois bem, se é que viste, dize-me à sombra de que árvore os viste abraçados?” Ele respondeu: “É sombra de uma aroeira.” 55 Daniel replicou: “Mentiste com perfeição, contra a tua própria cabeça. Por isso o anjo de Deus, tendo recebido já a sentença divina, vai rachar-te pelo meio!” 56 Mandando sair este, ordenou que trouxessem o outro: “Raça de Canaã, e não de Judá, a beleza fascinou-te e a paixão perverteu o teu coração. 57 Era assim que procedíeis com as filhas de Israel, e elas por medo sujeitavam-se a vós. Mas uma filha de Judá não se submeteu a essa iniqüidade. 58 Agora, pois, dize-me debaixo de que árvore os surpreendeste juntos?” Ele respondeu: “Debaixo de uma azinheira.” 59 Daniel retrucou: “Também tu mentiste com perfeição, contra a tua própria cabeça. Por isso o anjo de Deus já está à espera, com a espada na mão, para cortar-te ao meio e para te exterminar!” 60 Toda a assistência pôs-se a gritar com força, bendizendo a Deus, que salva os que nele esperam. 61 E voltaram-se contra os dois velhos, pois Daniel os tinha convencido, por suas próprias palavras, de que eram falsas testemunhas. E, agindo segundo a lei de Moisés, fizeram com eles aquilo que haviam tramado perversamente contra o próximo. 62 E assim os mataram, enquanto, naquele dia, era salva uma vida inocente. – Palavra do Senhor. – Graças a Deus.

SALMO: Salmos (Sl) 23 (22), 1-3a. 3b-4. 5. 6: O bom Pastor
4a Mesmo que eu passe pelo vale tenebroso, nenhum mal eu temerei, estais comigo.
1 O Senhor é o pastor que me conduz; não me falta coisa alguma. 2 Pelos prados e campinas verdejantes ele me leva a descansar. Para as águas repousantes me encaminha, 3a e restaura as minhas forças.
3b Ele me guia no caminho mais seguro, pela honra do seu nome. 4 Mesmo que eu passe pelo vale tenebroso, nenhum mal eu temerei. Estais comigo com bastão e com cajado, eles me dão a segurança!
5 Preparais à minha frente uma mesa, bem à vista do inimigo; com óleo vós ungis minha cabeça, e o meu cálice transborda.
6 Felicidade e todo bem hão de seguir-me, por toda a minha vida; e, na casa do Senhor, habitarei pelos tempos infinitos.

EVANGELHO: João (Jo) 8, 1-11: A mulher adúltera
— O Senhor esteja convosco.
— Ele está no meio de nós.
— PROCLAMAÇÃO do Evangelho de Jesus Cristo segundo João.
— Glória a vós, Senhor.
Naquele tempo: 1 Jesus foi para o monte das Oliveiras. 2 De madrugada, voltou de novo ao Templo. Todo o povo se reuniu em volta dele. Sentando-se, começou a ensiná-los. 3 Entretanto, os mestres da Lei e os fariseus trouxeram uma mulher surpreendida em adultério. Colocando-a no meio deles, 4 disseram a Jesus: “Mestre, esta mulher foi surpreendida em flagrante adultério. 5 Moisés na Lei mandou apedrejar tais mulheres. Que dizes tu?” 6 Perguntavam isso para experimentar Jesus e para terem motivo de o acusar. Mas Jesus, inclinando-se, começou a escrever com o dedo no chão. 7 Como persistissem em interrogá-lo, Jesus ergueu-se e disse: “Quem dentre vós não tiver pecado, seja o primeiro a atirar-lhe uma pedra.” 8 E tornando a inclinar-se, continuou a escrever no chão. 9 E eles, ouvindo o que Jesus falou, foram saindo um a um, a começar pelos mais velhos; e Jesus ficou sozinho, com a mulher que estava lá, no meio do povo. 10 Então Jesus se levantou e disse: “Mulher, onde estão eles? Ninguém te condenou ?” 11 Ela respondeu: “Ninguém, Senhor.” Então Jesus lhe disse: “Eu também não te condeno. Podes ir, e de agora em diante não peques mais.” — Palavra da Salvação. — Glória a vós, Senhor.

LEITURA ORANTE

Oração Inicial (Querer)
A liturgia de hoje nos apresenta uma passagem muito significativa para o tempo litúrgico que estamos vivendo. No relato, uma mulher pega em adultério se encontra com a misericórdia de Deus. Também os seus acusadores são convidados a olharem para si, para a própria vida antes de atirarem a primeira pedra.
Estamos na última semana da quaresma. Na próxima semana já vivenciaremos a liturgia própria da semana santa. Peçamos mais uma vez que o Espírito Santo nos conduza neste momento de oração e nos ajude a viver intensamente este tempo da quaresma.
Vinde, Espírito Santo, e dai-nos o dom da sabedoria, para que possamos avaliar todas as coisas à luz da Palavra de Deus e ler nos acontecimentos da vida os projetos de amor do Pai. Amém.

Eu sou o CAMINHO (Ler)
O que diz o texto bíblico?
Leia-o e procure perceber o contexto do relato evangélico: lugares, pessoas e acontecimentos.
Quais são as palavras ou gestos de Jesus?
Qual é o tema que perpassa a discussão dos personagens?
O texto nos apresenta duas ideias principais: a atitude do ser humano que mesmo sendo pecador, julga e condena o pecado dos outros; e a missão de Jesus que veio para salvar.
Escribas e fariseus apresentam para Jesus uma mulher pega em adultério. Colocam-na em um lugar para ser vista por todos durante o interrogatório. Então, recordam a Jesus que segundo a Lei de Moisés, tais mulheres deveriam ser apedrejadas. Essa prescrição está em Lv 20, 10 e Dt 22, 22 onde consta que o adultério deveria ser punido com a morte por apedrejamento.
“Que dizes tu?” = A questão aqui é muito clara: colocar Jesus em uma armadilha. Certamente esperavam que também Jesus a condenasse. Ou talvez que recusaria a aplicar a Lei de Moisés e perdoasse a adúltera.
No primeiro momento, sabendo das intenções dos seus interlocutores, Jesus os ignora e continua escrevendo no chão. Porém, diante da insistência, Jesus dá uma resposta que envolve os escribas e fariseus na questão e os faz refletirem e aplicarem a Lei em sua própria vida: “E eles, ouvindo o que Jesus falou, foram saindo um a um, a começar pelos mais velhos…”.
“Quem dentre vós não tiver pecado, seja o primeiro a atirar-lhe uma pedra” = Jesus não está se dirigindo apenas à mulher ali no centro, mas todos os que acompanham a discussão estão incluídos. Ou seja, todos somos pecadores e necessitamos de conversão e de perdão.
Por fim, Jesus não condena a mulher, mas a convida à conversão e a não mais pecar, sinal de vida nova: “Eu também, não te condeno. Podes ir, e de agora em diante não peques mais”.

A VERDADE (Refletir)
O que o texto diz para mim, hoje?
Recorde outros textos relacionados ao tema.
Qual palavra do texto encontrou profunda sintonia com a minha vida, com as minhas atitudes?
Ajudo os meus irmãos quando pecam a mudar de vida ou os condeno mais ainda por seus erros?
Vivo a atitude de conversão e busco o perdão de Deus?
Pense no amor misericordioso de Deus que não condena, mas deseja a conversão dos pecadores. Jesus constata que a mulher é pecadora, mas não a condena, adverte para que mude de vida.
Ouça a canção Imagem e semelhança, com a Banda Adoração e Vida e depois, silenciando, acolha o apelo que a Palavra despertou em seu coração.
(https://www.youtube.com/watch?v=ADJMH-P7wLM )
– Você procura ser igualmente justo com todos?
– Você perdoa?
– Sempre?
– Você usa de bondade e misericórdia para com seu próximo?
– Em sua comunidade há pessoas que são humilhadas e desprezadas?
– Somos fáceis em julgar nosso próximo?
– Você procura estar atento a este risco?

E a VIDA (Orar)
Peça ao Senhor a graça de perdoar e buscar sempre a reconciliação. Agradeça pelo dom do perdão que renova a nossa vida. Reze pelas pessoas que encontram dificuldades em perdoar.
Conclua com a oração da Campanha da Fraternidade: Ó Pai, alegria e esperança de vosso povo, vós conduzis a Igreja, servidora da vida, nos caminhos da história. A exemplo de Jesus Cristo e ouvindo sua palavra que chama à conversão, seja vossa Igreja testemunha viva de fraternidade e de liberdade, de justiça e de paz. Enviai o vosso Espírito da verdade para que a sociedade se abra à aurora de um mundo justo e solidário, sinal do reino que há de vir. Por Cristo Senhor nosso. Amém.

Qual deve ser a MISSÃO em minha VIDA hoje? (Agir)
Com a Palavra de Deus na mente e no coração, qual atitude me proponho a viver no dia de hoje?

REFLEXÕES

(1.4) – REFLEXÃO
Quando falamos em pecado, sempre nos referimos aos pecados que os outros cometeram, jamais aos nossos, porque os outros precisam ser condenados pelos seus erros e nós somos diferentes, precisamos ser compreendidos. Quando fazemos isso, geralmente escondemos dos outros a face amorosa e misericordiosa de Deus, porque esta face e só para nós, e lhes mostramos um Deus que pune e é vingativo, que quer o castigo de todos, e esta face não é para nós. Com isso, nos tornamos um obstáculo para a conversão dos outros e, em conseqüência disso, Deus não agirá com misericórdia e amor conosco.

(6) – A MISERICÓRDIA VENCEU A DUREZA DO CORAÇÃO
Jesus ensina não somente na sinagoga, mas também no Templo. Os escribas e os fariseus procuram sempre armar uma armadilha para terem do que acusar Jesus. A questão posta por eles a Jesus é a da pena capital de apedrejamento para a mulher surpreendida em adultério (Lv 20, 10; Dt 22, 22-24).
Quem poderia defender aquela mulher?
Quem a poderia perdoar e com que argumento?
A lei de Deus foi dada por ele a seu povo para proteger a vida e a liberdade.
Como tirar, então, a vida de alguém?
O tom, evidentemente, é de provocação e desafio. A primeira resposta de Jesus é o silêncio e um gesto simbólico que mostra sua irritação e indignação diante da falta de misericórdia e da dureza de coração. Mas não compreenderam nem se contentaram com o gesto. Diante da insistência deles, Jesus traduz o gesto em palavras que revelam a verdade sombria de cada um. Por isso, vão se retirando um a um. A mulher, agora, tem diante de si a vida. A misericórdia venceu a dureza do coração. A palavra do Senhor liberta e revela o rosto misericordioso de Deus, oferecendo a possibilidade de uma vida resgatada e transformada pelo amor.
Oração:
Para que tenhamos consciência de nossos limites e fraquezas. E sintamos a necessidade de aproximar-nos de vós, com humildade e confiança, para pedir-vos luz, amor e misericórdia.
Padre Carlos Alberto Contieri

(7) – QUEM DE NÓS PODE DIZER QUE NUNCA PECOU?
Quem de nós pode dizer que nunca pecou?
Aquela mulher pecadora representa a mim e a você, toda a Igreja, todos nós!
Quem de nós pode dizer: ‘Eu não tenho pecado’?
“Quem dentre vós não tiver pecado, seja o primeiro a atirar-lhe uma pedra” (João 8, 7).
Nós contemplamos hoje esse drama do Evangelho, mas, ao mesmo tempo, nos admiramos com uma das mais belas passagens das Sagradas Escrituras. Essa mulher pega em adultério é levada diante de Jesus para ser condenada a fim de que Ele tome uma posição sobre ela. É até, na verdade, uma armadilha aquilo que preparam para Jesus, porque Ele poderia simplesmente dizer: “Cumpra a Lei que afirma que quem for pego em adultério deve ser realmente apedrejado”, contudo Ele não lhes diz o que Moisés orienta na Lei. E muitos poderiam falar: “Nossa! Mas Ele prega tanto o amor e a misericórdia, será que Ele os vai deixar fazer isso com essa mulher?”.
No entanto, Jesus vence as armadilhas humanas e vai para além das contradições mirabolantes nascidas da mente dos homens. O Senhor vai ao cerne, ao profundo e ao “x” da questão. Primeiro Ele se abaixa em direção ao chão, vai até a terra e ali risca alguma coisa; pode ser que estivesse escrevendo os pecados e as misérias da nossa natureza humana. O mais importante é que, quando Ele desce ao chão, Ele lembra que todos nós viemos do pó da terra, que todos somos frágeis, miseráveis, todos nós temos pecados e é para essa mesma terra frágil que um dia voltaremos. E que não há distinção, todos nós vamos para o mesmo lugar!
Contudo, Jesus se levanta, olha ao redor e é como se dissesse: “Pois não, quem olha para a terra, olha para a pobreza e para a miséria do seu pobre coração e reconhece que nunca adulterou na vida, que atire a primeira pedra!” (cf. João 8, 7).
Talvez para alguns só exista um tipo de pecado, só exista uma espécie de pecado. Adultério para alguns é apenas traição ou algo ligado a essa matéria, mas, na verdade, comete adultério todo aquele que, de fato, adultera a Lei de Deus em favor de si mesmo. E isso corresponde a qualquer um dos Dez Mandamentos, seja ao violar o dia do Senhor ou o nome santo do Senhor, seja ao prejudicar a pessoa do próximo, tudo isso é adulterar a verdade.
Aquela mulher pecadora representa a mim e a você, toda a Igreja, todos nós! Quem de nós pode dizer: “Eu não tenho pecado!”, “Eu sou melhor do que alguém!”. Pode ser que eu não tenha cometido este ou aquele erro, mas sei quais são as minhas misérias, sei quais são as minhas fraquezas.
Você conhece as suas?
Você nunca errou em alguma etapa da sua vida?
Você não enfrenta dificuldades para isso ou para aquilo?
Por que é que nós ainda temos a tendência egoísta e orgulhosa de sempre querer julgar e condenar os outros?
Só julga, só condena e só atira pedra quem não conhece a si mesmo! Quando nos conhecemos de verdade, nós ajuntamos pedras para construir pontes e estradas para que outros possam passar e também para que nós possamos sair do caminho errado em que estamos. Ao passo que quem não se conhece ajunta pedras para atirar nos outros.
Que Deus nos dê a graça de nos conhecermos do jeito que somos e, assim, não julgaremos mais uns aos outros!
Deus abençoe você!
Padre Roger Araújo

(8) – A MALDADE DÁ LUGAR À MISERICÓRDIA
A situação da mulher surpreendida em adultério e trazida à presença de Jesus denunciava o caráter dos adversários dele e sua falta de escrúpulos, quando se tratava de condenar e propor a pena capital. É possível que eles mesmos tenham forjado uma armadilha para pegar a mulher em adultério e, assim, terem um motivo para provar Jesus e poder acusá-lo.
A questão dirigida a Jesus era inútil. Se eles sabiam que estava já previsto na Lei a lapidação das adúlteras, por que pedir a opinião de Jesus? Legalistas como eram, só lhes competia fazer cumprir a pena prevista. A resposta de Jesus lhes interessava. Se dissesse que a Lei deveria ser cumprida, teriam argumentos para denunciar a falta de misericórdia de Jesus. Se dissesse não, eles o acusariam de rebeldia contra a Lei de Moisés e, igualmente, poderiam impor-lhe a pena de morte.
Eles, porém, não contavam com a armadilha preparada por Jesus. Este desafiou os que se julgavam inocentes a darem início à lapidação. Ninguém teve coragem de fazê-lo. Pelo contrário, foram saindo, de mansinho, a começar pelos mais velhos. Tem-se a impressão de que, quanto mais velhos, mais calejados na maldade se encontravam. Não sobrou ninguém para evocar o cumprimento da Lei. Chegou, então, a hora da misericórdia!
Oração:
Senhor Jesus, ensina-se a ser solidário com as vítimas da maldade e da injustiça. Que eu saiba sempre usar de misericórdia.
Padre Jaldemir Vitório

(9) – BOA NOVA PARA CADA DIA
“Mulher, onde estão eles? Ninguém te condenou? Ela respondeu: ‘Ninguém, Senhor’. Então Jesus lhe disse: ‘Eu também não te condeno. Podes ir, e de agora em diante não peques mais’” (Jo 8, 10bc-11).
Na Nova Aliança o tratamento que Deus dá aos pecadores é o da misericórdia. Jesus teve que demonstrar isto mais de uma vez, modificando preceitos da Antiga Aliança.
No tempo de Moisés o adultério era punido com apedrejamento.
Mas não era somente este pecado que recebia esta sentença de morte.
Muitos outros pecados eram punidos com o apedrejamento.
Jesus mesmo foi ameaçado de apedrejamento mais de uma vez, acusado de blasfêmia.
O primeiro mártir cristão, Santo Estêvão, foi apedrejado até a morte porque declarou o fim da Antiga Aliança e a entrada em vigor da Nova Aliança, na pessoa de Jesus. Jesus tinha superado Moisés e depois de ressuscitado foi visto por Santo Estêvão sentado à direita de Deus no céu (At 7, 55).
Mesmo que os judeus de hoje não apliquem esta pena a quem comete os antigos pecados que a Lei condenava com o apedrejamento, sabemos que em alguns países muçulmanos esta lei ainda vigora, como resquício de tempos bárbaros do passado.
Jesus foi contra o apedrejamento daquela mulher, indo diretamente contra este preceito da Lei. Portanto Ele estava superando a Lei da Antiga Aliança e estabelecendo o amor de Deus como critério para resolver o problema do pecado. Se fosse Moisés quem tivesse que julgar aquela mulher, ele a teria condenado ao apedrejamento. Isto era comum em Israel mesmo no tempo de Jesus. Somente depois que Jesus não condenou aquela pecadora, na Igreja toda o apedrejamento não aconteceu mais.
Para nossa lição o Evangelho de hoje reserva ainda outra palavra de Jesus dita àquela mulher que Ele livrou da pena de morte: “Podes ir, e de agora em diante não peques mais” (Jo 8, 11e).
Que o perdão de nossos pecados, dado por Deus movido pela misericórdia e não pelo sacrifício do pecador, nos mova a não pecar por amor reverencial e agradecido a Ele. Nesta Quaresma tenhamos este pensamento presente. Assim a lição do Evangelho de hoje será eficaz em nossa vida, e viveremos felizes na União com Deus.
Padre Valdir Marques

(10) – TAMBÉM EU NÃO TE CONDENO. VAI E DE AGORA EM DIANTE NÃO TORNES A PECAR.
«Foram saindo um a um.» Ficaram apenas dois, a miserável e a Misericórdia. Mas o Senhor, depois de os ter atingido com o traço da justiça, não quis assistir à sua queda; desviou deles o olhar e, «inclinando-Se para o chão, pôs-Se a escrever com o dedo na terra».
Tendo a mulher ficado sozinha, depois de todos terem partido Ele ergueu os olhos para ela. Ouvimos a voz da justiça, ouçamos também a da bondade. […] A mulher esperava ser punida por Aquele em quem não se podia encontrar pecado. Mas Ele, que havia afastado os seus inimigos com a voz da justiça, erguendo para ela os olhos da misericórdia, interrogou-a: «Ninguém te condenou?» Ela respondeu: «Ninguém, Senhor.» Ele disse-lhe: «Também Eu não te condenarei. Temeste ser condenada por Mim porque não encontraste pecado em Mim; mas Eu também não te condenarei.»
Como, Senhor? Então Tu favoreces os pecados? Não, é justamente o contrário. Repara no que se segue: «Vai e de agora em diante não tornes a pecar.» O Senhor condenou, portanto, mas foi o pecado que Ele condenou, não o pecador. […] Tenham pois atenção os que amam a bondade do Senhor, e temam a sua verdade. […] O Senhor é bom, o Senhor é lento na ira, o Senhor é misericordioso, mas o Senhor também é justo e o Senhor é cheio de verdade (Sl 85, 15). Ele concede-te tempo para que te corrijas, mas tu preferes gozar esse adiamento a reformar-te. Pois bem, se ontem foste mau, sê bom hoje; se passaste este dia no mal, ao menos amanhã muda a tua conduta.
É portanto este o sentido destas palavras que Ele dirige a esta mulher: «Também Eu não te condenarei, mas, estando assegurada para o passado, tem cautela no futuro. Também Eu não te condenarei, apaguei o mal que cometeste; tu, observa o que prescrevi para obteres o que prometi.»
Santo Agostinho (354-430)

(16) – VAI, E DE AGORA EM DIANTE NÃO PEQUES MAIS
Hoje contemplamos no Evangelho o rosto misericordioso de Jesus. Deus é Amor, e Amor que perdoa, Amor que se compadece de nossas fraquezas, Amor que salva. Os mestres da Lei de Moisés e os fariseus disseram a Jesus: «Mestre, essa mulher foi pega em flagrante cometendo adultério» (Jo 8, 4) e pedem ao Senhor: «E tu, o que dizes?» (Jo 8, 5). Não lhes interessa tanto seguir um ensinamento de Jesus como poder acusá-lo de que está contra a Lei de Moisés. Mas o Mestre aproveita essa ocasião para manifestar que Ele veio buscar aos pecadores, levantar aos caídos, chamá-los à conversão e à penitência. E esta é a mensagem da Quaresma para nós, uma vez que todos somos pecadores e todos necessitam da graça salvadora de Deus.
Atualmente se diz que estamos perdendo o sentido do pecado. Muitos não sabem o que está bem ou mal, nem por que. É o mesmo que dizer – em forma positiva – que se perdeu o sentido do Amor a Deus: do Amor que Deus nos tem, e – por nossa parte – a correspondência que este Amor pede. Quem ama não ofende. Quem se sabe amado e perdoado, retribui amor por Amor: «Perguntaram ao Amigo qual era a fonte do amor. Ele respondeu que é aquela onde o Amado lavou as nossas culpas» (Ramon Llull).
Por isso, o sentido da conversão e de a penitência próprias da Quaresma é colocar-nos cara a cara ante Deus, olhar aos olhos do Senhor na Cruz, e manifestar pessoalmente nossos pecados no sacramento da Penitência. E como à mulher do Evangelho, Jesus nos dirá: «Ela respondeu: «Ninguém, Senhor» Então Jesus disse: «Eu também não a condeno. Vai, e de agora em diante não peques mais» (Jo 8, 11). Deus perdoa e isto nos leva a uma exigência, um compromisso: Não peques mais!
Rev. D. Jordi PASCUAL i Bancells

COMEMORA-SE NO DIA 23/Mar

(5) – SÃO TURÍBIO DE MONGROVEJO
Até os quarenta e dois anos, a carreira de Turíbio poderia dizer-se que era normal, sob todos os aspectos.
Nasceu em Mayorga, Espanha, em 1538, e morreu no dia 23 de março de 1606, numa quinta-feira santa. Com um tio cônego que o protegia, Turíbio estudou em várias universidades e preparava, em Oviedo, o doutorado em direito. Também ele recebera a tonsura, sem passar mais adiante no serviço da Igreja. Estava assim já preparado para ingressar naquela burocracia dos “letrados”.
Seguindo o processo normal das coisas, recebeu uma nomeação para o Santo Ofício em Granada. Sua vida particular distinguia-se pela clareza, mas não parece ter excedido nunca o simplesmente honesto. Todavia, a indicação de seu nome, por Filipe II, para arcebispo de Lima, deu uma dimensão totalmente nova à sua vida.
Recebeu todas as ordens com a idade de quarenta e um anos, e a partir deste momento nasce um dos maiores apóstolos da história da Igreja. Calcula-se que percorreu a pé, ou a cavalo, mais de 40 mil quilômetros, visitando até os últimos lugarejos de sua diocese, numa das geografias mais difíceis do mundo, desde as quebradas com neve perpétua dos Andes, até os desertos tórridos do Pacífico. Segundo seus próprios cálculos, teria administrado pessoalmente o sacramento da confirmação a noventa mil pessoas.
Obrigou o clero a se instruir, restaurou a disciplina, construiu escolas, igrejas, e fundou em Lima o primeiro seminário da América Espanhola. Ao morrer, fez questão de receber o viático numa Capelinha indígena. Nos últimos instantes de sua vida, pediu que fossem cantados os Salmos 116 e 31.
Como chefe da principal Igreja da América, dedicou-se, inflexivelmente, a aplicar a reforma de Trento. Isto levou-o a enfrentar-se repetidas vezes com os vice-reis, com o Conselho das Índias e com o próprio rei, imbuídos de idéias regalistas. Não cedeu: os dez concílios diocesanos e os três provinciais que celebrou formaram a estrutura legal da Igreja da América espanhola até o século XX. Com razão foi chamado “apóstolo do Peru”.
Reflexão:
São Turíbio, cujo nascimento nobre poderia ter oferecido a ele todos os prazeres de uma vida tranqüila, aceitou com profunda convicção a tarefa de lutar pelos direitos humanos e cristãos dos indígenas da América Latina. Sua conversão foi impressionante. Amou e soube preservar a cultura indígena, ele que tinha sido educado na mais tradicional cultura européia. A história de são Turíbio nos inspira a buscar nossa própria conversão.
Vivendo o tempo da quaresma, que tal partir ao encontro de Cristo que está presente na vida do nosso próximo?
Padre Evaldo César de Souza

NINGUÉM AMA O QUE NÃO CONHECE

CELEBRAÇÃO DE HOJE

V SEMANA DA QUARESMA
(ROXO, PREFÁCIO DA PAIXÃO I – OFÍCIO DO DIA)

RITOS INICIAIS

Monição Ambiental ou Comentário Inicial
Diante de erros reais ou presumidos, não raro nosso primeiro impulso é condenar. Estamos sempre mais inclinados a ver as faltas dos outros do que as nossas próprias fraquezas.

Antífona da entrada
Tende piedade de mim, Senhor, pois me atormentam; todos os dias me oprimem os agressores (Sl 55, 2).

Oração do Dia ou Oração da Coleta
Ó Deus, que pela vossa graça inefável nos enriqueceis de todos os bens, concedei-nos passar da antiga à nova vida, preparando-nos assim para o reino da glória. Por Nosso Senhor Jesus Cristo, Vosso Filho, na unidade do Espírito Santo.

LITURGIA DA PALAVRA

Monição para a(s) Leitura(s)
Susana sofre a acusação dos que deveriam ser os primeiros a defender os inocentes. Jesus vem em socorro da mulher condenada à morte por seu pecado.

Monição ou Antífona do Evangelho
Glória a vós, Senhor Jesus, primogênito dentre os mortos!
Não quero a morte do pecador, diz o Senhor, mas que ele volte, se converta e tenha vida (Ez 33, 11).

Oração Universal ou Oração dos Fiéis
AS: Vinde em nosso auxílio, Senhor.
1. Pelas mulheres vítimas de discriminação social, assédio no trabalho e violência familiar, rezemos.
2. Pelas mães cujos filhos se perdem nas drogas e no crime, rezemos.
3. Pelas mulheres que atuam em nossas comunidades e se dedicam a projetos sociais, rezemos.
4. Pelos juízes e por todos aos quais cabe tomar decisões e fazer justiça, rezemos.
5. Pelos que são perseguidos e injustamente condenados, rezemos.

LITURGIA EUCARÍSTICA

Oração sobre as Oferendas
Concedei-nos, ó Deus, que, ao celebrarmos os santos mistérios, apresentemos como fruto da penitência corporal a alegria e a pureza do espírito. Por Cristo, nosso Senhor.

Antífona da Comunhão
Eu sou a luz do mundo, diz o Senhor: aquele que me segue não anda nas trevas, mas terá a luz da vida (Jo 8, 12).

Oração depois da Comunhão
Revigorados, ó Deus, pelos benefícios deste sacramento, nós vos pedimos que ele nos purifique sempre dos vícios, para que, seguindo a Cristo, corramos ao vosso encontro. Por Cristo, nosso Senhor.

RITOS FINAIS OU RITOS DE ENCERRAMENTO

Ide em Paz!

FONTES DE CONSULTAS E PESQUISAS

Vamos expor a seguir de onde pertencem os textos que nos preenchem todos os dias, nos dando um caminho com mais sabedoria, simplicidade e amor.

FONTE PRINCIPAL DE PESQUISA E INSPIRAÇÃO
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FONTE DE CONSULTA LITÚRGICA
IGMR (INSTRUÇÃO GERAL DO MISSAL ROMANO – 1ª EDIÇÃO / 2008)
IGMR

REFLITA

O importante não é a pessoa que escreve, mas quem foi que inspirou essa pessoa a escrever.
O importante não é como se lê o que está escrito, mas como se age.
O importante não é sentar-se à direita ou a esquerda do Pai, mas sim, realizar o trabalho que Ele nos pede.
Ter conhecimento não é ter sabedoria, sabedoria é ter discernimento e saber compartilhar o conhecimento.

FONTES DE ORIENTAÇÕES E PESQUISAS DAS REFLEXÕES, ORAÇÕES E COMEMORAÇÕES

(1.1) – Blog Liturgia Diária da Palavra de Deus (Reflexões e Comentários);
(1.2) – Periódico Mensal: Liturgia Diária (Editoras Paulinas e Paulus);
(1.3) – Periódico Mensal: Deus Conosco (Editora Santuário);
(1.4) – Portal CNBB (A Palavra de Deus na Vida);
(5) – Portal Editora Santuário;
(6) – Portal Editora Paulinas;
(7) – Portal e Blog Canção Nova;
(8) – Portal Dom Total;
(9) – Portal Edições Loyola Jesuítas;
(10) – Portal Evangelho Quotidiano;
(11) – Blog Liturgia Diária Comentada;
(13) – Portal Catequisar: Catequese Católica;
(14) – Portal Comunidade Católica Nova Aliança;
(15) – Portal Fraternidade O Caminho;
(16) – Portal Evangeli.net;
(17) – Portal Padre Marcelo Rossi;
(18) – Um Novo Caminho;
(19) – Portal Dom Total: Roteiro Homilético;
(20) – Portal de Catequese Católica;
(21) – Blog Homilia Dominical;
(22) – Portal NPD Brasil;
(23) – Portal Canção Nova: Música;
(24) – Portal Editora Paulus;
(25) – Portal Católica Net;
(26) – Portal Católico Orante;
(27) – Rádio Catedral FM 106,7: Liturgia Diária;
(28) – Portal Comunidade Resgate;
(29) – Portal Católico na Net.

MENSAGEM PARA VOCÊ E PARA MIM MESMO

Mais vale o desconforto da VERDADE, do que a comodidade da MENTIRA.

E usando a essência da Oração da Serenidade, devo orar:

Ó meu Deus e Senhor, Pai de misericórdia e Salvação,
que em seu Filho Jesus perdoou os nossos pecados,
e com o seu Santo Espírito, paráclito nesse nosso mundo que caminha conosco,
apenas em Ti posso almejar a vida eterna, socorre-me e ouvi-me:
Se o ERRO está em mim, que DEUS possa me dar a HUMILDADE de aceitar que estou errado.
Que Jesus me dê a SERENIDADE, para aceitar que tem coisas que não posso mudar.
E que o Espírito Santo me dê a CORAGEM, suficiente para mudar aquelas coisas que dependem de mim, mesmo que sejam difíceis.

E para complementar os alicerces de orações da minha vida, faço como o santo Tomás de Aquino:

“Concede-me, Deus misericordioso, que deseje com ardor o que tu aprovas, que o procure com prudência, que o reconheça em verdade, que o cumpra na perfeição, para louvor e glória do teu nome.
Põe ordem na minha vida, ó meu Deus, e permite-me que conheça o que tu queres que eu faça, concede-me que o cumpra como é necessário e como é útil para a minha alma.
Concede-me, Senhor meu Deus, que não me perca no meio da prosperidade nem da adversidade; não deixes que a adversidade me deprima, nem que a prosperidade me exalte.
Que nada me alegre ou me entristeça para além do que conduz a ti.”

Viver CORRETO e falar a VERDADE hoje são tão difíceis quanto na época de Jesus, pois é muito mais fácil aceitar a MENTIRA e fazer o ERRADO.
Viver no CAMINHO, VERDADE E VIDA, que é o próprio Cristo Jesus, tem que ser uma caminhada diária.
O futuro é desejo e pensamento.
O passado é aprendizado e lembrança.
O hoje é realidade, isso quer dizer: CRISTO.

Meus amigos(as) de coração, meus irmãos(ãs) na fé em Cristo Jesus, lembrem-se:
“Tu te tornas eternamente responsável por aquilo que cativas.”
“Não julgues para não seres julgados.”
“A quem é muito dado, muito será cobrado.”

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