Liturgia Diária 14/01/17

Liturgia Diária 14/01/17 (Sábado) – Marcos 2, 13-17.

Boa noite. REFLEXÃO DA OLÍVIA COUTINHO.

“Deus tem um projeto de vida plena, para todos nós! Ele quer que nós, experimentemos uma vida nova em Jesus!

Todos estão incluídos neste querer de Deus, é um engano pensar que somente os bons são chamados a seguir Jesus, todos são chamados, Deus não faz restrições de pessoas, Ele não olha o passado de ninguém, o que vale para Deus, é o “sim” que se dá ao seu chamado, pois no coração de quem diz “sim” a Deus, já houve transformação, afinal, ninguém aceita o chamado de Deus, sem estar disposto a mudar de vida!

O evangelho que a liturgia de hoje coloca diante de nós, narra o encontro de Jesus com um cobrador de imposto, um homem discriminado: “Enquanto passava, Jesus viu Levi, o filho de Alfeu, sentado na coletoria de impostos, e disse-lhe: “Segue-me.” Jesus viu o homem, (Levi) e não o seu pecado!

Atraído pela proposta de Jesus, Levi, que passou a ser chamado de Mateus, abandona todos os seus projetos pessoais que visavam somente os bens matérias, para aderir ao projeto de Deus anunciado por Jesus!

Os fariseus se escandalizaram quando ouviram Jesus chamar um homem visto por eles como impuro, para segui-Lo! E mais escandalizados ficaram ainda, quando viram Jesus sentado à mesa com ele e com outros cobradores de impostos.

Infelizmente, muitos de nós, temos a mesma postura destes fariseus, costumamos avaliar o outro pela aparência, pelo tipo de trabalho que ele exerce, pelos lugares onde frequenta, não enxergamos a pessoa na sua essência! Jesus, ao contrário dos fariseus e também de nós, enxerga a “pessoa” e não o seu defeito!

A divisão entre o bem e o mal, que para nós é tão clara, não existe para Jesus, pois para Ele, estar em pecado, é estar doente e o que um doente necessita, é de um médico e não de um juiz, uma vez curada a sua doença, a pessoa retoma a sua dignidade.

Hoje, a realidade nos mostra uma multidão de pessoas doentes da alma, irmãos nossos, que se enveredaram pelos caminhos contrários, que se dispersaram na vida, às vezes, por falta de estímulo, ou até mesmo, pelo o fato de não se sentirem amados! E quantos de nós, que dizemos seguidores de Jesus, ao invés de acolher estes irmãos, viramos as costas para eles.

Todas as vezes que discriminamos o nosso irmão, que destacamos o seu ponto fraco, escandalizando-o diante do outro, estamos contribuindo para que ele se perca ainda mais, um sinal de que ainda não aprendemos a olhar o irmão com um olhar misericordioso!

Não podemos esquecer, de que mesmo que uma pessoa, esteja descaracterizada da imagem e semelhança de Deus o qual foi criada, ela merece o nosso respeito, pois mesmo em meio as trevas, ela carrega consigo a essência Divina!

Como seguidores de Jesus, precisamos retirar a trave dos nossos olhos, ser mais compreensivo diante a fraqueza do outro, afinal, nenhum de nós é modelo de perfeição, nós também cometemos erros.

Abandonemos a nossa postura de Juiz e nos tornemos médicos de almas, caminho de conversão para aqueles que se perderam, mas que querem voltar à vida!”

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