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Liturgia Diária 20/07/18

LITURGIA DIÁRIA 20/07/18


AS ESPIGAS ARRANCADAS EM DIA DE SÁBADO

  • Leitura do Livro do Profeta Isaías 
    (Is 38, 1-6.21-22.7-8): DOENÇA E CURA DE EZEQUIAS

1 Naqueles dias, Ezequias foi acometido de uma doença mortal. Foi visitá-lo o profeta Isaías, filho de Amós, e disse-lhe: “Isto diz o Senhor: Arruma as coisas de tua casa, pois vais morrer e não viverás”2 Então Ezequias virou o rosto contra a parede e orou ao Senhor, dizendo: 3 “Peço-te, Senhor, te lembres de que tenho caminhado em tua presença, com fidelidade e probidade de coração, e tenho praticado o bem aos teus olhos”Ezequias prorrompeu num grande choro. 4 A palavra do Senhor foi dirigida a Isaías: 5 Vai dizer a Ezequias: Isto diz o Senhor, Deus de Davi, teu pai: ‘Ouvi a tua oração, vi as tuas lágrimas; eis que vou acrescentar à tua vida mais quinze anos, 6 vou libertar-te das mãos do rei da Assíria, junto com esta cidade, que ponho sob minha proteção'”21 Então, Isaías ordenou que fizessem uma cataplasma de massa de figos e a aplicassem sobre a ferida, que ele ficaria bom. 22 Perguntou Ezequias: “E qual é o sinal de que hei de subir à casa do Senhor?” 7 “Este é o sinal que terás do Senhor, de que ele cumprirá a promessa que fez: 8 Eis que farei recuar dez graus a sombra dos graus que já desceu no relógio solar de Acaz”De fato, a marca do sol recuara dez graus dos que ela tinha descido.
Palavra do Senhor. Graças a Deus.

  • Salmo – Is 38, 10. 11. 12abcd. 16 (R. Cf. 17b) 
    CÂNTICO DE EZEQUIAS

R. 17b Vós livrastes minha vida do sepulcro, / a fim de eu não deixar de existir.

— 10 Eu dizia: “É necessário que eu me vá / no apogeu de minha vida e de meus dias; / para a mansão triste triste dos mortos descerei, / sem viver o que me resta dos meus anos”.
11 Eu dizia: “Não verei o Senhor Deus sobre a terra dos viventes nunca mais; / nunca mais verei um homem neste mundo!”
12a Minha morada foi à força arrebatada, / b desarmada como a tenda de um pastor. / c Qual tecelão, eu ia tecendo a minha vida, / d mas agora foi cortada a sua trama.
16 Senhor está sobre eles: eles vivem, / entre eles viverá o meu espírito. / Tu me restabelecerás e me farás viver.

  • † Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo segundo São Mateus 
    Mt 12, 1-8: AS ESPIGAS ARRANCADAS EM DIA DE SÁBADO

1 Naquele tempo, Jesus passou no meio de uma plantação num dia de sábado. Seus discípulos tinham fome e começaram a apanhar espigas para comer. 2 Vendo isso, os fariseus disseram-lhe: “Olha, os teus discípulos estão fazendo, o que não é permitido fazer em dia de sábado!” 3 Jesus respondeu-lhes: “Nunca lestes o que fez Davi, quando ele e seus companheiros sentiram fome? 4 Como entrou na casa de Deus e todos comeram os pães da oferenda que nem a ele nem aos seus companheiros era permitido comer, mas unicamente aos sacerdotes? 5 Ou nunca lestes na Lei, que em dia de sábado, no Templo, os sacerdotes violam o sábado sem contrair culpa alguma? 6 Ora, eu vos digo: aqui está quem é maior do que o Templo. 7 Se tivésseis compreendido o que significa: ‘Quero a misericórdia e não o sacrifício’, não teríeis condenado os inocentes. 8 De fato, o Filho do Homem é senhor do sábado.”
Palavra da Salvação. Glória a vós Senhor.

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Liturgia Diária 19/07/18

Liturgia Diária 19/07/18

POIS O MEU JUGO É SUAVE E O MEU FARDO É LEVE
(áudio)
Is 26,7-9.12.16-19 – Sl 101(102),13-14ab.15. 16-18. 19-21 (R. 20b) – Mt 11,28-30

Bom dia. Apenas para começar, gostaria de realizar algumas perguntas para podermos refletir um pouco sobre este Evangelho que nos é apresentado no dia de hoje.

— Conseguimos colocar Jesus em tudo aquilo que fazemos?

— Qual o maior fardo que carregamos hoje?

— Qual é a atitude que colocamos no fardo que está tão pesado para nós? Humildade? Intolerância? Amor? Raiva? Simplicidade? Intransigência? Serenidade? Egoísmo?

— O fardo que nos pesa hoje, será que não está pesado por estarmos colocando nosso foco no “ponto” errado? No “local” errado? Na “pessoa” errada? No “ato” errado?

— Será que temos a consciência, que o fardo que está pesado para nós hoje, em muito, é por nossa culpa?

E exatamente por causa “deste fardo” que tanto nos pesa, por várias vezes ficamos cansados.

Podemos dizer, que existem o cansaço físico, o mental e o espiritual.

O cansaço físico, em sua grande maioria das vezes, podemos resolvê-lo com uma simples e boa noite de sono.

O cansaço mental, em sua grande maioria das vezes, irá nos consumir, pois, é um cansaço fatigante que nos rouba o sono, e consequentemente, irá nos enfraquecer o físico, já que a mente não para de pensar naquele problema ou situação.

O cansaço espiritual, em sua grande maioria das vezes:

— Irá nos consumir o físico, pois, não teremos vontade de fazer mais nada;

— Irá nos consumir a mente, pois, nada do que venhamos pensar irá nos afetar;

— Irá nos consumir o espírito, pois, deixamos de acreditar em Deus, na bondade humana, ou até mesmo que não somos capazes de realizarmos as coisas de Deus em nossa vida e na dos outros, onde que a nossa paz interior estará totalmente comprometida, ou por nossa causa ou por causa de outras pessoas!

Já paramos para observar a nós mesmos e àqueles que nos cercam, onde que, podemos dizer que, estamos vivendo um cansaço crônico ou até mesmo, quase que permanente? Sinceramente, o que você acha? Estamos dando mais atenção às dificuldades ou as graças acontecidas em nossas vidas?

Vejamos: Podemos dizer que estamos cansados:

— porque estamos desempregados?

— porque dependemos dos políticos corruptos de nosso país?

— porque estamos com problemas de saúde em nossa família?

— porque estamos passando por problemas financeiros?

— porque em nossas pastorais só existem discussões e os problemas continuam os mesmos?

— porque em nossa comunidade os problemas normalmente são culpa sempre das mesmas pessoas e não fazemos nada?

Diante dessas coisas e de tantas outras que nos acontecem, podemos então afirmar, que somos na grande maioria, um povo cansado físico, mental e espiritualmente?

Creio que sim, pois estamos cansados de tantas promessas, de sermos enganados por aqueles que elegemos, como administradores do nosso país, do nosso estado, do nosso município. Estamos cansados de vermos em nossas comunidades pessoas que sempre mostram ser uma coisa, mas na verdade são outra. Estamos cansados de vivenciar em nossas famílias um distanciamento ainda maior entre os que vivem em uma mesma casa, …

Por isso, que no evangelho de hoje somos convidados a refletirmos, que Jesus se mostra sensível diante de todos que sofrem destes cansaços, e que já não estão dando conta de carregar os seus fardos.

Meus queridos amigos e amigas, como é belo o olhar sensível de Jesus, que está sempre voltado para os pequeninos, os pobres, para aqueles que mais sofrem as consequências das injustiças cometidas pelos os que detém o poder. Jesus está nos trazendo uma grande consolação, um grande alívio, nos dando conforto em nos convidar para descansarmos Nele.

“Vinde a mim todos vós que estais cansados e fatigados sob o peso dos vossos fardos, e vos darei descanso.”

Descansar em Jesus, é estar num oásis repousante, bebendo da água viva que só Ele pode nos dar, o que não significa, nos isentarmos das nossas responsabilidades, pelo contrário, é descansando em Jesus, que repomos as nossas energias para levarmos em frente a nossa missão.

Com Jesus, o nosso fardo torna mais leve, com Ele, aprendemos a sermos manso e humilde de coração.

A nossa vida, deve ser marcada pela mansidão e acima de tudo, pela a humildade. A mansidão nos faz pessoas pacíficas, compreensivas, pacientes acolhedoras e tantos outros predicados mais! Ter um espírito de mansidão, nos faz sentir a vida mais leve, nos possibilitando a atravessarmos os nossos desertos, com mais serenidade.

A humildade, deve que caber na nossa vida, pois ela, é a virtude que mais nos aproxima de Jesus. Quem é humilde reconhece a sua pequenez, por isto se coloca inteiramente na dependência de Deus.

Dentre todas as virtudes, posso dizer que a humildade é a única que ignora a si mesma, pois, uma pessoa humilde, não presume que o é, pelo contrário, é o outro, quem percebe essa sua virtude!

“O meu jugo é suave e o meu fardo é leve.” “Aprendei de mim que sou manso e humilde de coração.”

Meus irmãos e irmãs, Jesus nos chama e nos acolhe porque conhece a nossa trajetória de vida, e sabe que somos eternos necessitados do Seu refúgio e proteção. É feliz quem atende ao Seu convite e não duvida da Sua ação. Acreditem, pois, Ele chama a todos nós que nos sentimos cansados e fatigados com o peso das dificuldades da nossa vida e oferece o Seu jugo, isto é a Sua lei que é o amor, a mansidão e a humildade de coração. Ele quer nos ensinar a viver confiando na Sua proteção para que encontremos descanso para a nossa alma.

Os nossos fardos pesam, mas quando os colocamos sob o domínio de Jesus eles se tornam leves e suaves.

O nosso fardo mais pesado é justamente o pecado que nos encurva e tenta nos escravizar.

A nossa humanidade decaída é uma carga pesada e, por mais que nos esforcemos, na maioria das vezes, leva de vencida e nos derruba.

O nosso temperamento e a nossa maneira de ser e de agir, as nossas irreverências, a nossa rebeldia, impaciência, egoísmo e desamor são as causas maiores do nosso cansaço.

Temos cansaço da vida porque cansamos de nós mesmos e não nos aguentamos mais.

“Vinde a mim”, é o convite de Jesus e não podemos deixar de aceitá-lo, pois é conforto e segurança para nós.

O nosso Salvador está vivo e nos restaura. Não podemos desistir da vida! Vamos o Senhor nos chama!

“Jesus manso e humilde de coração, fazei o meu coração semelhante ao vosso”!”

Deus abençoe você! FIQUE NA PAZ DE JESUS!

Um abraço fraterno, e que tenhamos um abençoado dia na graça do Senhor.

Humildemente, seu irmão na Fé, Flávio Eduardo.

Liturgia Diária 18/07/18

Liturgia Diária 18/07/18

CONVERTER-SE, É SE TORNAR HUMILDE. A SOBERBA, É CAMINHO DE PERDIÇÃO.
(áudio)
Is 10,5-7.13-16 – Sl 93(94),5-6. 7-8. 9-10. 14-15 (R. 14a) – Mt 11,25-27

Bom dia. Liturgia Diária 18/07/18. Quarta-feira da 15ª Semana do Tempo Comum. Evangelho de Mateus 11, 25-27.

Apenas para começar, gostaria de realizar algumas perguntas para podermos refletir um pouco sobre este Evangelho.

— Para nós, ter conhecimento em abundância significa ter sabedoria?

— Ser sábio é ter em si a sua sabedoria ou a sabedoria que vem de Deus?

— E ter sabedoria de Deus em nós, vinda como dom do Espírito Santo, requer de nós, apenas Esperar? Estudar? Falar? Agir? Orar? Perdoar?

— Será que conseguimos transformar o nosso conhecimento e experiências de vida em reflexos de ações de sabedoria de Deus?

— Será que temos o nosso coração aberto à Deus, ou nos fechamos apenas no nosso eu e nos sentimos superiores aos outros por termos muito conhecimento?

Sabem meus amigos e amigas, Jesus orava e louvava ao Pai não é mesmo? Mas, se Jesus é Deus, será que Ele realmente precisava orar?

Olhem, Jesus nos quis dar o exemplo, pois, se Ele sendo o próprio Deus ficava horas orando ao Pai, que dirá de nós, miseráveis pecadores e desejosos da vida eterna!

“Eu te louvo, ó Pai, Senhor do céu e da terra, porque escondeste estas coisas aos sábios e entendidos e as revelaste aos pequeninos”.

Observaram que Jesus fez o seu louvor ao Pai por que Ele escondeu a verdade “aos sábios e entendidos e as revelou aos pequeninos” e humildes?

Hoje, em nossa vida, em nossa realidade, por sábios e entendidos, nós podemos interpretar como sendo aqueles que se acham os melhores, os superiores, os “bambambãs”, os tais, os arrogantes, os que acreditam apenas no poder aquisitivo, nas coisas materiais, apenas no seu conhecimento e desprezam a palavra de Deus.

Conseguimos visualizar quem são os soberbos, os autossuficientes, que em muito se assemelham aos doutores da Lei e aos fariseus, que já se consideram salvos, condenam os pobres por eles não saberem ler ou não terem um vasto conhecimento, e, portanto, não conhecem a Lei?

A dinâmica de Jesus é a prática da justiça, e é exatamente por isso, que aos olhos dos injustos, essa prática não é nem um pouco agradável.

É verdade, que alguns desses soberbos podem até conhecer a palavra, porém, eles não se dispõem em praticá-la.

Quantas vezes em nós mesmos, ou em nossa família, ou em nossas pastorais, ou em nossa comunidade, conseguimos visualizar pessoas que agem dessa forma, tentando sempre mostrar que as coisas só acontecem porque elas fizeram, estudaram, sabem mais, por terem uma posição de chefia, por terem um poder aquisitivo maior? Quantas vezes isso acontece?

Só que devemos lembrar do que Jesus nos disse: “quem não crer já está condenado”.

Podemos discernir nessa frase, no mínimo duas coisas básicas:

— 1ª: Jesus não está dizendo apenas crer, mas sim, crer, falar e praticar a Palavra de Deus.

— 2ª: Que ao dizer: “já está condenado”, Jesus está nos dizendo que a condenação é um processo automático, ou seja, nós mesmos é que nos condenamos.

Sendo assim: Deus não nos condena, e sim, nós mesmos, pois, ao rejeitarmos a prática de Jesus, damos a nós mesmos a nossa própria sentença, que é a CONDENAÇÃO ETERNA.

Que tenhamos então, marcado em nossos corações:

AS NOSSAS ESCOLHAS PODEM NOS SALVAR OU NOS SENTENCIAR.

Desprezar a palavra de Deus é escrever a nossa própria sentença. É optarmos pela condenação eterna.

Os soberbos, os sábios e entendidos como os fariseus e doutores da lei, os cheios de si e arrogantes, aqueles que se bastam a si mesmos, são assim. Eles pensam, e dizem:

— Eu não preciso de Deus! Eu preciso do outro apenas para me servir. Eu tenho dinheiro, e com ele eu compro o que quero, mesmo sem precisar, mas apenas para mostrar que posso! Com o poder que possuo, eu uso e abuso daqueles que me cercam, manipulando e os usando para que as minhas coisas sempre aconteçam, e não o que verdadeiramente deveria acontecer em nossa família, em nossa pastoral, em nossa comunidade, em nosso serviço.

SERÁ MESMO QUE ESTÁ FORMA DO SOBERBO É A CORRETA?

Meus irmãos e irmãs, essa nossa soberba diante da palavra de Deus e da prática de Jesus, nos impede de aceitar humildemente a Sua Palavra, pois, humildade é uma palavra que não existe nos vocabulários pessoais, quando a soberba toma conta de nós.

Para alguns, erroneamente acreditam, que ser humilde, significa ser pobre, manipulável, imbecil, fraco, incompetente, e acima de tudo um perdedor. Para alguns que possuem muitos bens e poder, acreditam que já são vencedores. Mas nós não devemos de nos esquecer que:

O MAIOR NO REINO DOS CÉUS TEM DE SER O MENOR…

Conseguimos perceber a discrepância, a diferença, a desigualdade daquele que apenas se acha, com aquele que verdadeiramente é humilde e pequenino aos olhos de Deus?

O sentir, o falar e o praticar a Boa Nova de Jesus não combina com a filosofia de vida do mundo, com os valores dos vencedores que estão diante de nós. Que então, assim seja: Palmas para eles, pois, já receberam a sua recompensa!

Hoje, Jesus louva ao Pai pelos pequeninos, pela sua humildade, pela simplicidade, pelo desarmamento interior, do abrir o nosso coração de pedra, que nos faz merecedores de ficar sabendo de como deveremos fazer para um dia estar na Glória Eterna. Pois nesta vida terrena, aqui na terra, a “glória” não foi dos fracos, mas sim dos poderosos!

Mas, segundo Jesus, na outra vida, aquela que verdadeiramente importa, as coisas se inverterão.

Se leu ou ouviu a reflexão até aqui, então você, como eu, está tentando estar do lado certo. E você está sendo um verdadeiro vencedor, pois está do lado Daquele que pode tudo, pois, você está seguindo Jesus, aquele que tem todo o poder no Céu e na Terra.

Deus abençoe você! FIQUE NA PAZ DE JESUS!

Um abraço fraterno, e que tenhamos um abençoado dia na graça do Senhor.

Humildemente, seu irmão na Fé, Flávio Eduardo.

Liturgia Diária 17/07/18

Liturgia Diária 17/07/18

MUITOS JULGAM, MAS SERÁ QUE NÃO SOMOS NÓS, CORAZIM E BETSAIDA?
(áudio)
Is 7,1-9 – Sl 47(48),2-3a. 3b-4. 5-6. 7-8 (R. 9d) – Mt 11,20-24

Bom dia. Este texto tirado hoje do evangelho de Mateus, semelhante ao de Lucas 10, 13-16, sempre me fazem pensar, refletir, e repensar em toda a minha e a nossa caminhada em tentar ser um cristão melhor.

Longe de mim, fazer desta reflexão uma heresia, mas gostaria, que vocês pudessem junto comigo fazer as mudanças que irei fazer neste texto, pois, uma das coisas que aprendi com a Mãe Igreja e com as palavras de Jesus, é tentarmos trazer para o nosso dia, para a nossa realidade, para o nosso momento presente, aquilo que Deus quer nos dizer através da Sagrada Escritura. Que possamos, juntos, fazermos estas mudanças…

 

“Naquele tempo, Jesus começou a censurar aquelas pessoas e aquela comunidade onde fora realizada a maior parte de seus milagres, porque não tinham se convertido.

— Ai de ti, Flávio! Ai de ti, Ana Paula! Porque, se os milagres que se realizaram no meio de vós…,

Mas que milagres poderiam ser esses? Os milagres de nosso matrimônio, nascimento do Flávio Júnior, ter vivenciado o ECC, ajudado no EJC, ter nos tornados Ministros Extraordinários, doenças vencidas, problemas financeiros superados, orações e pedidos realizados, amigos presentes, termos devolvido um filho, meu sogro e a minha Mãe querida a Deus, e tantos outros milagres que tivemos a graça de vivenciar.

— se os milagres que se realizaram na vida de vocês, Flávio e Ana Paula, tivessem sido feitos na vida do “Siclano” e da “Fulana”, há muito tempo eles teriam feito penitência, vestindo-se de cilício e cobrindo-se de cinza.

E por que vocês não fizeram nenhuma oração em agradecimento? Por que não se converteram totalmente ao Evangelho de Jesus? O por que desistiram de fortalecer a sua família na verdade? O por que tiveram medo de assumir a um chamado em sua comunidade de fé?

— Pois bem! Eu vos digo: no dia do julgamento, “Siclano” e “Fulana” serão tratados com menos dureza do que vós, Flávio e Ana Paula.

E continua o evangelho:

— E tu, Ministro Extraordinário da Sagrada Comunhão! E tu casal do ECC! E tu jovem do EJC! E tu da pastoral do Dízimo, Batismo, Catequese, Carismático e todas as outras pastorais! E tu Comunidades que formam a Paróquia de São Judas Tadeu! Acaso serão erguidos até o céu?

Será que todos nós, estamos realmente tentando caminhar na estrada da Boa Nova de Jesus e reconhecendo os milagres que acontecem em nossa comunidade? Será que temos a consciência que temos muito ainda a fazer? Será que não desistimos quando a dúvida e medo tomam conta de nosso ser por sabermos o caminho que temos que percorrer?

Não Paróquia de São Judas Tadeu! Serás jogada no inferno! Porque, se os milagres que foram realizados no meio de ti tivessem sido feitos em outra paróquia, ela existiria até hoje! Eu, porém, vos digo: no dia do juízo, Sodoma será tratada com menos dureza do que vós, Paróquia de São Judas Tadeu!

 

Meus irmãos e irmãs, se vocês conseguiram como eu, se transpor para dentro deste Evangelho, infelizmente, nós por muitas vezes, somos como “Corazim”, “Betsaida” e “Carfanaum”. Em todos os momentos que expus anteriormente e por tantos outros que estão presentes apenas em nossos corações, sempre me questiono, me cobro, me julgo, me penitencio, e peço perdão a Deus pelos meus deslizes.

Não sei bem, quantas foram as vezes, que quis desistir de meu casamento, por um problema ou outro que aconteceu, mas sempre me coloquei diante de Deus, e consegui abrir meu coração, onde Ele sempre conseguiu tocar naquilo que me machuca ou enviava um de seus “anjos” na terra para nos ajudar.

Quantas vezes que nos trabalhos pastorais de nossa Igreja, pensei em desistir, de largar, de entregar e ficar sem responsabilidade sobre qualquer outra coisa. Mas aí, me colocando novamente diante de Deus, Ele me revela tudo o que de bom aconteceu. Ele me mostra as graças de ser um verdadeiro servidor como Ministro; das bênçãos e graças recebidas no EJC, das verdadeiras maravilhas de encontros, palestras, momentos vivenciados no ECC, e tantos outros nos diversos trabalhos e eventos de nossa comunidade.

Sinceramente, reflita comigo:

— Quantas vezes, que por causa do nosso medo, por causa da nossa preguiça, por causa do nosso egoísmo e soberba, deixamos de experienciar e vivenciar encontros e momentos de vida familiar?

— Quantas vezes deixamos de estar naquele momento, naquele local, apenas porquê, era em uma hora que nós queríamos estar em outro lugar ou fazendo outra coisa?

— Quantas vezes, apenas porquê aquele “Siclano”, “Fulano” e “Beltrano” estariam ali presentes, nós não fomos naquele lugar, na igreja, no encontro, na palestra, no retiro?

Por meio deste Evangelho, Jesus nos chama hoje, agora, neste momento, a repensar sobre as nossas ações e a nos comprometer com uma mudança em nossas atitudes. Não podemos continuar a sermos como “Corazim”, “Betsaida” e “Carfanaum”, que viam e presenciavam os milagres de Cristo em suas vidas, mas não se convertiam, não progrediam espiritualmente e davam contratestemunho diante das outras cidades, e nós hoje, é que damos este contratestemunho.

— O que adianta nós, falarmos que trabalhamos em tal pastoral, que somos casados a tanto tempo, que temos muito conhecimento sobre os Documentos da Igreja e da própria Palavra de Deus, mas, na verdade, não praticamos nada daquilo que falamos?

O Evangelho hoje quer nos deixar bem claro, que diante do que Jesus nos fala e nos pede, podemos ser “Tiro” e “Sidônia”, ou podemos ser “Corazim”, “Betsaida” ou “Cafarnaum”. Mas nada impede – a não ser nós mesmos –, que hoje sejamos “Corazim”, mas que amanhã, diante de uma verdadeira conversão, sejamos “Tiro”.

— Por isso, é necessário nos perguntar, de tempos em tempos, ou melhor, todos os dias, qual está sendo a minha relação diante de Jesus?

— Estamos examinando qual está sendo a nossa vida de cristãos?

— Estamos nos policiando em não decepcionar o projeto de Deus, que nos quer dar a vida eterna?

— Para mim, para você, para nós, haverá maior misericórdia no Juízo Final do que para com “Corazim”, “Betsaida” ou “Cafarnaum”?

— Se os milagres de Deus acontecem em nossa vida, porque não os reconhecemos?

— Porque, mesmo tendo os milagres em nossa vida, continuamos com os nossos mesmos erros e não mudamos?

— Porque, como as cidades de “Corazim” e “Betsaida”, nós não aceitamos a mudar o nosso jeito de ser, mesmo tendo exemplos de que isso irá nos levar para a perdição ou para o sofrimento?

— Será que é a vida que é dura ou será que é o nosso coração?

Deus abençoe você! FIQUE NA PAZ DE JESUS!

Um abraço fraterno, e que tenhamos um abençoado dia na graça do Senhor.

Humildemente, seu irmão na Fé, Flávio Eduardo.

Liturgia Diária 16/07/18

Liturgia Diária 16/07/18

QUEREM SABER QUEM É A MÃE E OS IRMÃOS DE JESUS? JÁ SE OLHOU NO ESPELHO?
(áudio)
Zc 2,14-17 – Lc 1,46-47. 48-49. 50-51. 52-53. 54-55 (R.Cf.54b) – Mt 12,46-50

Bom dia. Me lembro que muitas vezes, quando ouvia esta passagem do Evangelho, sempre me causava estranheza a forma da resposta de Jesus:

“Quem é minha mãe e quem são meus irmãos”?

Eu pensava comigo:

“E isso é coisa que se fale, principalmente para a nossa mãe? Não concordo com isso não!”

Só que quando nós abrimos os nossos corações às coisas de Deus, perseverando em adentrar nos caminhos do Senhor, é que diante da sabedoria e discernimento da Fé, vindo do Espírito Santo, é que vamos compreender o que realmente Jesus quis dizer com isso. Você quer ver uma coisa:

— Você tem uma pessoa, homem ou mulher, e tem um sentimento tão grande por ela mesmo não sendo sua parente?

— Que não tenha nenhum laço sanguíneo?

Eu tenho pessoas assim, e creio que você também as tenha!

Não quer dizer que eu não ame o meu irmão, a minha irmã, meu pai, meus primos e tios, não é isso, mas a ligação que tenho com estas pessoas é tão grande, que transpassa o “sanguíneo”, que transpassa o “parentesco”.

— E onde foi que eu encontrei estas pessoas?

Algumas, eu por graça de Deus, encontrei no meu serviço, e não é apenas colega, é mais do que isso.

— Outras eu encontrei na caminhada de Igreja, na caminhada do Senhor.

Amar o meu pai (Celso), a minha mãe (Ana Lúcia), o meu irmão (Adriano) e minha irmã (Danielle), amar minha esposa (Ana Paula) e meu filho (Flávio Júnior) como todos aqueles que fazem parte da minha vida, é fácil. Isso não tem dificuldades. E olha que temos os nossos defeitos, e que são muitos, mas amá-los, é fácil sim.

Mas amar as pessoas que Deus coloca à minha frente para podermos caminhar juntos para levarmos a Boa Nova, isso é difícil. Por isso Jesus dá a resposta que deu. Ele não está desmerecendo, criticando ou desfazendo-se de sua mãe, Maria, e de seus parentes. Não! Ele está nos dizendo que todos nós somos chamados a ser seu irmão, a ser sua mãe, a ser seu parente, é só nos converter ao seu amor.

Eu fico admirado e agraciado quando tenho a oportunidade de fazer parte, no mínimo que seja, da vida de um seminarista, de um padre, de uma irmã, de uma consagrada, de um consagrado. Sabe meus irmãos e irmãs, a coragem deles de largar tudo para ajudar a quem não conhecem, ir para lugares e conhecer pessoas de todas as formas, de todos os cantos, sem saber como vão ser recebidos, eu vejo claramente Jesus, diante dos 72, enviando-os a messe de Evangelizar, de levar a Boa Nova. E olha, que eles, como eu e como você, também tem seus defeitos, tem as suas fraquezas.

Como nós temos que nos converter a todo dia, a toda hora, a todo momento, a conversão deles não pode ter descanso, pois, além de converterem a si mesmo, eles e elas devem com a sua palavra, com o seu exemplo, com o seu amor, ser luz também para nós.

Jesus nos faz este convite hoje, novamente:

Venha ser meu irmão, venha ser minha irmã, venha ser meu pai e minha mãe, venha fazer parte da minha vida, pois, se por um momento apenas, abrir o seu coração, ali estarei junto de Ti, para caminharmos juntos, vencermos juntos, lutarmos juntos.

Jesus está nos conscientizando de que, a exemplo de Maria, sua Mãe, eu e você, todos nós estamos sendo chamados a fazermos parte da Sua família, desde que, como ela, Maria, façamos a vontade do Pai.

Sabemos que Maria, desde a encarnação de Jesus até a Sua morte e ressurreição fez a vontade de Deus e soube confiar no Seu plano de Amor e Misericórdia. Ela é chamada de “corredentora”, exatamente por isso, pois contribuiu para que todo o projeto salvífico se realizasse.

E que fique para nós, fazer a vontade de Deus é, portanto, a condição que Jesus nos apresenta para que sejamos considerados membros da Sua família.

Lembre-se o que Ele nos disse:

“Eis minha mãe e meus irmãos. Pois todo aquele que faz a vontade do meu Pai, que está nos céus, esse é meu irmão, minha irmã e minha mãe”.

Além de Jesus nos convidar, Ele continua apontando para nós como assim o fez quando separou os Seus discípulos, pois, a vontade de Deus, é que todos nós, pelo Amor e pela Fé em Cristo Jesus, alcancemos a salvação e a vida eterna.

Se assim o fizermos, seremos todos nós, participantes da graça de filhos, de irmãos e irmãs. Devemos viver o nosso Batismo para que estejamos abertos a fazer tudo conforme Deus nos manda realizar.

Portanto, hoje, Jesus nos distingue como pessoas especiais, discípulos e discípulas dignos de ser chamados filhos de Deus Pai, tendo Maria como Mãe, pois Ele nos a entregou na Cruz, e seremos Seus irmãos e motivados pelo poder do Espírito Santo, a fazer a vontade do Pai.

Deus abençoe você! FIQUE NA PAZ DE JESUS!

Um abraço fraterno, e que tenhamos um abençoado dia na graça do Senhor.

Humildemente, seu irmão na Fé, Flávio Eduardo.

Liturgia Diária 15/07/18

Liturgia Diária 15/07/18

DEVEMOS SER UNIDADE COM O IRMÃO
Am 7,12-15 – Sl 84(85),9ab-10.11-12.13-14 (R. 8) – Ef 1,3-14 – Mc 6,7-13

Antes de tudo, é sempre bom lembrar, que as reflexões que envio para vocês são nada mais do que a minha compreensão sobre a Palavra de Deus, alicerçadas nas experiências de vida e naquilo que li, ouvi e aprendi na Igreja (em encontros, palestras, Santa Missas, retiros, livros, documentos), mas deixo bem claro, que de longe, as minhas reflexões devem ser consideradas como a “verdade” ou o “correto absoluto”, mas apenas uma forma diferente de você ou de outro refletir sobre essa ou aquela passagem, além do que, não estou isento de erros e más interpretações. Isso é diversidade de opiniões, mas se faz necessário, que o Espírito Santo possa nos preencher com a sua sabedoria, caso contrário, estaremos nós, apenas escrevendo, falando ou ouvindo, e em nada estaremos fazendo de bem. O que peço a você, é que reflita a Palavra de Deus e veja se o que estou te falando pode te levar a algo de bom, a algo de melhor, e me corrija se assim for necessário.

Nesse texto de hoje, Jesus nos mostra exatamente sobre isso, pois Ele não deseja que sejamos iguais, mas que as diferenças de pensamentos nos levem a um só caminho, ao Reino de Deus, de dois em dois, pois, “onde dois ou mais estiverem eu meu nome, eu estarei com vocês”, nos diz Jesus.

Para que o Reino de Deus possa se propagar, a melhor maneira para que isso aconteça, é justamente, que nós, possamos dar o nosso verdadeiro testemunho de Fé e de Confiança em nosso Senhor Jesus, provando isto através do nosso relacionamento com o próximo, pois, quando caminhamos em unidade com o irmão e conseguimos transmitir a Paz de Jesus nas nossas relações pessoais e comunitárias, estamos nós, mesmo que de uma forma singela, anunciando o Evangelho de Cristo e o poder de seu amor em nossa vida.

E foi isso que Ele fez ao chamar os doze Apóstolos e os enviar a dois a dois, para que saíssem pelo mundo pregando a Boa Nova do Evangelho e levando a Paz de Jesus a todos, e que para nós, abriu-se a possibilidade de vivermos em comunidade.

Jesus não mandou que cada um fosse para um lado e que se virassem sozinhos. Pelo contrário, a sábia dinâmica de Jesus, recomendou-lhes que cada um deles, pessoalmente, de despojassem de toda segurança material e intelectual e seguissem juntos, dois a dois, confiando apenas no poder que Ele, Jesus, lhes concedia sobre os espíritos impuros.

E isso, são coisas que deveríamos tomar como exemplo para a vida em nossa Família, em nossa Pastoral, em nossa Comunidade e até mesmo na Sociedade, pois Jesus com essa atitude deixa-nos claro que, quando estamos caminhando juntos, com o mesmo propósito, na mesma direção, imbuídos de realizar a nossa missão:

— Um não deixará que o outro peque, pois lhe dará o discernimento da caminhada;

— Um não deixará que o seu poder aquisitivo seja prioridade, mas sim o compartilhar o que cada um tem;

— Um não deixará que a sua opinião seja sempre a ouvida, pois a reflexão comunitária nós da possibilidade de vermos as diversas realidades com outros olhos;

— Um apoiará o outro nos momentos de dificuldades, pois, precisamos de ajuda;

— Um não deve ser superior ao outro, pois, a humildade deve ser servir e não mandar.

Meus queridos amigos e amigas, devemos nos lembrar, que o poder de Deus é o Amor, e é no Amor de Deus que se manifesta em nós os dons do Espírito Santo que irá nos motivar a anunciar ao mundo inteiro a salvação de Cristo Jesus, pois, nos unindo como filhas e filhos de Deus, seremos tão simplesmente, irmãos e irmãs.

Deus, em toda obra que realiza no mundo, Ele o faz através da unidade em nós, no entendimento, na harmonia e na paz, por isso, quando dois ou mais estão reunidos no nome Dele, Ele estará ali.

Hoje, agora, nós precisamos caminhar na messe do Senhor com o nosso irmão, e nunca sozinhos. Acreditem, ninguém se basta a si mesmo, nem mesmo Cristo trabalhou sozinho, pois Ele sabia que se faz necessário que nos esvaziemos das nossas falsas riquezas, do falso poder, da falsa influência, da falsa palavra, da falsa ação, pois, nos sentimos necessitados de ajuda do próximo e de Deus.

Quando permanecemos unidos, estaremos nós contribuindo para que o reino de Deus seja edificado aqui na terra e a Sua vontade realmente aconteça.

Deus abençoe você! FIQUE NA PAZ DE JESUS!

Um abraço fraterno, e que tenhamos um abençoado dia na graça do Senhor.

Humildemente, seu irmão na Fé, Flávio Eduardo.

Liturgia Diária 14/Jul/18

Liturgia Diária 14/07/18 (Sábado)

JESUS NOS ENVIA E NÃO NOS ENGANA
Is 6,1-8 – Sl 92(93), 1ab. 1c-2. 5 (R.1a) – Mt 10,24-33

Bom dia. Olhem, Jesus hoje nos pede algumas ações, que na maioria das vezes, nós não fazemos mesmo.

E quais seriam essas ações?

— Levar a Palavra de Deus em todos os lugares. Nós levamos a todos os lugares? Tem certeza?

— Não fofocar. Nós não fofocamos em nenhuma hipótese? Sem nenhum julgamento?

— Dizer sempre a verdade. Ai, ai, ai. Será que em todas as circunstâncias, dizemos a verdade, ou será que temos medo da consequência que ela possa trazer?

Posso dizer a vocês, pessoalmente, que estas atitudes já me proporcionaram várias situações de tristeza e desconforto. Não apenas em minha comunidade, mas em minha família também, e creio que muitos de nós já passamos também por isso.

— Quantas vezes, me acovardei diante de alguma situação que precisava defender a minha fé, a minha Igreja, a Deus, e por medo fiquei calado?

— Quantas vezes falei algo que não deveria ser dito ou revelado, e apenas pensei em passar para frente, ou para criticar aquele que errou ou apenas para jogar alguém contra o outro?

— Quantas vezes omiti a verdade “verdadeira” apenas para não constranger ou perder uma amizade, e por livre consciência, deixei de ajudar àquele que precisava?

Jesus não nos engana. Ele sabe que todo aquele que O defender será criticado e julgado, pois:

— O “MUNDO” não quer esta atitude de bondade, de fraternidade, de comunhão;

— O “MUNDO” deseja é que o individualismo seja a meta;

— O “MUNDO” quer que a família seja destruída;

— O “MUNDO” quer que a comunidade seja despedaçada pelas desavenças, ciúmes, ódios e maldades.

Jesus não nos ilude, e pede que não levemos as coisas apenas na escuridão ou ao pé de ouvido, que as coisas não sejam feitas na surdina, no apagar das luzes, pois a “palavra mal + dita” pode matar o físico e o espírito de uma pessoa.

Jesus nos orienta, que a verdade deve sempre ser revelada.

Tenho a certeza que a “verdade” é dolorida, pois, eu – não sei você – não gosto de saber que errei, e por muitas vezes, não acredito que errei e permaneço no meu erro até que não tenha um retorno feliz ou menos doloroso.

Mas, então, como posso eu, saber qual verdade deve ser dita ou revelada?

Por experiência própria, e aqueles que me conhecem sabem bem disso, não queiramos falar a verdade de “bate-pronto”, de “pronta-entrega”, “à vista”, “na bucha”; pois, em pouquíssimas vezes, a verdade dita desta forma irá realmente surtir algum efeito positivo.

Depois de muita ajuda, de muito caminhar, sofrer, refletir, orar, a melhor forma de dizer a verdade é a forma de Jesus. É a forma que a maioria das pessoas não gostam: é quando você diz a verdade olhando nos olhos, sem elevar a voz e de forma serena. As pessoas não gostam desta forma, pois elas não terão como levar a discussão para o lado da raiva, do ódio, o lado de pelo menos, não querer refletir aquilo que foi dito.

Se tenho a coragem de levar a Palavra de Deus; se tenho a ética de não fofocar; se tenho a serenidade da verdade, estarei cada vez mais perseverando no caminho do Senhor.

Deus abençoe você! FIQUE NA PAZ DE JESUS!

Um abraço fraterno, e que tenhamos um abençoado dia na graça do Senhor. Confie em Deus!

Humildemente, seu irmão na Fé, Flávio Eduardo.