Liturgia Diária 02/01/17

Liturgia Diária 02/01/17 (Segunda) – João 1, 19-28.

Bom dia. REFLEXÃO DE HELENA SERPA.

“João Batista deu testemunho da verdade e anunciou a chegada do Messias do qual as escrituras já profetizavam.

Reportando-se ao profeta Isaías, ele se apresentou como “a voz que grita no deserto”.

Ele tinha plena consciência de que estava apenas cumprindo a missão de “aplainar o caminho do Senhor” e agia conforme a profecia de Isaías.

Ele não se arvorou de ser o Messias, de ser profeta, ou Elias, mas soube reconhecer a humilde postura de anunciador d’Aquele que viria salvar a humanidade.

Diante do interrogatório que os sacerdotes fizeram a João Batista podemos tirar muitas lições para pôr em prática a partir deste início de ano.

Precisamos, assim como fez João Batista, saber nos distinguir, a fim de conhecermos quem nós somos e quem nós não somos.

Que cada um de nós possa aprender a descobrir a verdade a respeito de nós mesmos!

Precisamos ter a consciência firmada no propósito de Deus para nossa vida e da nossa missão!

João Batista entendeu qual era a sua incumbência e esclarecia aos que lhe procuravam a verdade sobre ele mesmo e acerca de Jesus a quem Ele anunciava dizendo não ser digno de lhe desatar a correia.

Que nós também conheçamos a nossa missão e o lugar que nos foi destinado e, assim, encontremos o caminho certo para nos ajustarmos ao Plano de Deus.

O grande desejo de Deus para nós é que saibamos comunicar o Seu Amor ao mundo por meio dos nossos relacionamentos a fim de que aconteça em nós a vida nova que Jesus veio nos presentear.”

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Liturgia Diária 01/01/17

Liturgia Diária 01/01/17 (Domingo) – Lucas 2, 16-21.

Bom dia. REFLEXÃO DA HELENA SERPA.

“Ao serem sido avisados pelos anjos os pastores foram às pressas a Belém e encontraram Maria, José e o Menino Jesus envolto em faixas, colocado numa manjedoura, o único lugar que encontraram para que o menino nascesse.

Belém foi a cidade escolhida para abrigar a Família de Nazaré e ser cenário do nascimento do Filho de Deus.

Belém, hoje, é a nossa casa que recebe também a visita da Santa Família de Nazaré e onde o anjo se apresenta para mais uma vez nos anunciar tudo o que diz respeito a esta família.

A Sagrada Família é modelo de obediência, de simplicidade, de humildade e de justiça. Nela nós podemos nos nortear para cultivar relacionamentos de amor segundo a vontade do Pai. É na nossa casa que nos reunimos pai, mãe, filhos irmãos e irmãs. E é na família que acontece a salvação noticiada pelos pastores, conforme lhes informara o anjo, mensageiro de Deus. É para a nossa família toda que o Senhor promete derramar as bênçãos.

Os pastores saíram anunciando com grande alegria e todos ficaram maravilhados com o que eles contaram sobre as palavras do anjo.

Maria percebia mais além do que todas as pessoas e “guardava todos esses fatos e meditava sobre eles em seu coração”.

Ela alcançava no seu coração os mistérios de Deus e sondava qual seria a vontade do Pai para o Filho que nela fora gerado e agora era colocado no mundo.

Assim sendo, Maria nos dá exemplo de sobriedade, de discrição, de simplicidade. Outra mãe no seu lugar tornar-se-ia cheia de orgulho e admiração pela sua própria conquista, pelo privilégio, pela fama e ficaria apenas no superficial.

Nós, a exemplo de Maria precisamos ir fundo nos acontecimentos da nossa vida a fim de que percebamos nas nossas “aparentes” conquistas, o que é essencial para Deus e não para nós mesmos.

Maria guardava os fatos e meditava sobre eles em seu coração.

É este também o nosso papel diante das coisas extraordinárias que nos são anunciadas: guardar com carinho no nosso coração e perceber os sinais de Deus através do desenrolar da nossa vida, confirmando-os na Palavra e nos ensinamentos evangélicos.

Abramos a porta da nossa casa para que a Sagrada Família nos ensine a fazer a vontade do Pai e, então, todos os nossos planos serão bem-sucedidos.”

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Liturgia Diária 31/12/16

Liturgia Diária 31/12/16 (Sábado) – João 1, 1-18.

Bom dia. REFLEXÃO DE JOSÉ SALVIANO.

“E a Palavra estava com Deus, o Pai altíssimo que por amor a nós, quis vir ao mundo para nos salvar do pecado e do inferno, através da sua palavra salvífica e do seu exemplo.

Na palavra de Jesus estava a vida, e a vida era a luz para os homens, que somos nós todos que vivemos nas trevas: Uns vivem longe do caminho de Deus, e por isso não enxergam, não conseguem ver a sua luz que veio ao mundo brilhar na escuridão.

A luz de Deus brilha nas trevas, e as trevas não conseguiram dominá-la. Porém, é necessário que deixemos a Luz de Deus entrar em nós. Porque se fizermos rejeição, Deus respeita a nossa liberdade, a nossa decisão, e a sua Luz não nos atinge, não nos ilumina. Pois Ele avisou através de Seu Filho: “Eu sou a luz do mundo. Quem me segue não andará nas trevas”. Aqueles que não O seguem, suas vidas se resumem em puras trevas pois é só encrenca durante as 24 horas do dia.

Na nossa juventude, até que a vida é agradável, mas dependendo de como a conduzimos, teremos uma colheita razoável ou muito amarga na nossa velhice. Pois, semeando vento iremos colher tempestade com toda certeza.

A palavra de Deus que nos veio através dos ensinamentos de Cristo é hoje divulgada por nós, que somos aqueles que seguimos a Luz. Mas nem por isso estaremos isentos, livres dos sofrimentos desta vida passageira. Até nós não escapamos das dificuldades desse vale de lágrimas.

Nós, os seguidores da Luz teremos uma vida especial sim, é verdade. Porque a Luz de Deus é presente em nós. Temos as dores mas temos as recompensas provenientes da presença de Jesus em nós. Isto porque “teremos cem vezes mais nesta vida, com direito a perseguições, e mais a vida eterna”. Palavra da salvação.

Quem espera viver num paraíso terrestre terá grandes decepções. Porque, na verdade, aqui temos muito mais dores do que alegrias. Não adianta forçar a barra para viver o prazer contínuo. Porque acabaremos num emaranhado de complicações, pois estamos na verdade, cavando a nossa própria cova, ao querer viver somente de alegrias, através da embriagues, do prazer, da vida fácil, etc.

Não adianta. Só na outra vida é que teremos o prêmio, ou o merecido castigo, pela vida que escolhemos levar. Nesta vida temos que nos preparar para aquela Vida a qual durará para a eternidade.

Se nos acomodarmos por aqui como se fôssemos viver para sempre, como se não houvesse mais nada, além terra, é uma grande ilusão, para não dizer, idiotice.

Caríssimos. Nesta noite especial em que comemoramos a passagem do ANO VELHO PARA O ANO NOVO, é motivo de festa, de alegria. É hora de esquecer as dores e as lágrimas, de nos alegrar com os amigos e familiares. Porém, antes de encher o nosso copo de bebida, seria importante fazermos uma avaliação do como levamos a nossa vida durante o ano que passou. O que fizemos de bom? O que fizemos de errado? O que podemos fazer para melhorar o nosso desempenho em tudo, principalmente para captar a Luz divina, e viver melhor a vontade daquele que é a FONTE DA LUZ.

FELIZ ANO NOVO!”

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Liturgia Diária 30/12/16

Liturgia Diária 30/12/16 (Sexta) – Mateus 2, 13-15.19-23.

Bom dia. REFLEXÃO DO PE. VALDIR MARQUES.

“Do Egito chamei meu Filho” (Mt 2,18c).

A fuga da Sagrada Família para o Egito é um dos fatos da vida de Jesus que a Liturgia da Palavra nos apresenta para nossa meditação. De modo especial hoje, festa da Sagrada Família, este Evangelho nos leva a contemplar os exemplos de São José como pai de família responsável e competente para que a vida de Jesus fosse salva.

Como São José terá conduzido pelo deserto Maria com aquela criança recém-nascida?

Muitas vezes lemos este Evangelho, mas não nos detemos para pensar nas dificuldades que uma viagem destas significava para um casal levando um bebê.

Hoje podemos calcular aproximadamente a distância de Belém à primeira cidade do Egito no caminho que São José foi seguindo.

De Belém a Hebron eram mais de 22 Km. Isto exigia ao menos dois dias de viagem.

De Hebron a Beersheba eram mais de 45 Km, o que exigiria pelo menos quatro dias.

De Beersheba em diante é pouco provável qualquer rota, pois hoje no Egito há mais de um local que se afirma como local da estadia da Sagrada Família. Se levarmos em consideração a pretensão de uma igreja no Cairo, a viagem de Beersheva ao atual local do Cairo cobriria uma distância de 380Km em pleno deserto.

Estas distâncias somadas dariam perto de 450 Km.

Ora, a viagem de uma família com uma criança de colo, nessas condições e distância pelo deserto, é considerada impossível pelos especialistas bíblicos modernos.

Então porque é que o Evangelho de São Mateus diz que a Sagrada Família fugiu para o Egito e que de lá voltou?

A explicação não seria em primeiro lugar a perseguição de Herodes, mas sim a realização de uma profecia que se encontra no Livro de Oséias 11,1: Quando Israel era menino, eu o amei. Do Egito chamei o meu filho…

O livro de Oséias continua dizendo que o “filho” que Deus chama do Egito é Israel. Mas este Israel foi infiel a Deus depois que saiu da escravidão no Egito.

Como isto se aplica a Jesus vindo do Egito conforme a profecia?

Jesus não desobedecia a Deus como Israel desobedeceu após sair do Egito.

Então a aplicação da profecia por São Mateus deve ter outra razão.

Qual?

Para São Mateus esta passagem de Oséias servia para dizer a salvação do Povo de Israel da escravidão no Egito. Era o Êxodo que importava com tudo o que significava para o Povo de Deus: a Salvação.

Em outras palavras: … do Egito chamei meu Filho… Jesus, significa que em Jesus se dará a Salvação do Povo de Deus de uma condição anterior à Encarnação do Filho de Deus.

São duas épocas em confronto:

— antes do nascimento de Jesus o Povo de Deus ainda precisava da Salvação que somente o Filho de Deus, Jesus Cristo, viria trazer.

— o tempo posterior ao nascimento de Jesus, em que a Salvação será dada a Israel e a todos os povos da terra.

É aqui que nos encontramos e entendemos esta explicação um tanto trabalhosa.

Importa para nós, hoje, nesta Eucaristia, concentrar nossa mente nos planos divinos realizados pela Sagrada Família.

Jesus Cristo é o Salvador, Maria e São José são seus colaboradores divinamente escolhidos.

Deus nos mostra assim como quer a ajuda dos homens para realizar a Salvação.

Somos seus colaboradores fazendo nossa parte como batizados e membros da Igreja, numa só família, a de Deus, agindo nesta terra em vista da Salvação plena no fim dos tempos.

A família de Jesus foi a mais santa sobre a terra.

É, deste modo, o exemplo para nossas famílias hoje e sempre.”

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Liturgia Diária 29/12/16

Liturgia Diária 29/12/16 (Quinta) – Lucas 2, 22-35.

Bom dia. REFLEXÃO DO PE. ANTÔNIO QUEIROZ (†)

“Luz para iluminar as nações.

Este Evangelho narra a apresentação de Jesus no Templo e a purificação de Nossa Senhora. Nós o contemplamos no quarto mistério gozoso do terço. Nele aparece três vezes a expressão “conforme a Lei do Senhor”. Maria e José viviam atentos em cumprir direitinho todas as leis de Deus. Aí está um recado para nós: o segredo da nossa felicidade está na fidelidade à Lei do Senhor. Para Maria e José, eram as Leis do Antigo Testamente; para nós, são os mandamentos de Deus e da Igreja.

A apresentação de Jesus no Templo corresponde à nossa celebração do batizado das crianças. Mas não basta batizá-las, é preciso fazer com que elas cresçam cheias de sabedoria e da graça de Deus, como Jesus cresceu.

Como disse o profeta Simeão, Jesus foi a Luz que Deus Pai enviou para iluminar as nações.

“Agora, Senhor, podeis deixar teu servo partir em paz.”

Simeão sabia que ninguém consegue partir deste mundo com a esperança da vida eterna, se não está ligado a Jesus. Ter a graça de segurar o Menino Jesus foi para ele um sinal de que Deus o segurava em seus braços, portanto, podia morrer. Isso vale para nós. Se queremos, ao sair deste mundo, ganhar a vida eterna, temos de segurar Jesus em nossos braços, agarrar-nos a ele e não larga-lo mais.

“Os que se deixam guiar pelo Espírito de Deus, esses são os filhos de Deus” (Rm 8, 14).

Foi o Espírito Santo que levou Simeão ao Templo. Se queremos ter Jesus em nossos braços, e assim ser dignos da vida eterna, dirijamo-nos ao Templo, à Igreja, porque lá nos encontraremos com Jesus.

“Vós, como pedras vivas, formai um edifício espiritual, um sacerdócio santo, a fim de oferecerdes sacrifícios espirituais agradáveis a Deus, por Jesus Cristo” (1 Pd 2, 5).

Se vamos à Igreja domingo, nós a carregamos conosco durante a semana, e assim nos tornamos também um edifício santo e agradável a Deus. Na Igreja, nós encontramos a paz em plenitude.

“E a paz de Deus, que supera todo entendimento, guardará os vossos corações e os vossos pensamentos no Cristo Jesus” (Fl 4, 7).

Outro destaque do Evangelho é a união do casal. Aliás, Maria e José estavam sempre unidos, nas horas difíceis e nas horas alegres: no nascimento de Jesus; na fuga para o Egito, na perda e encontro do menino no Templo…

A família de Nazaré era unida e todos os membros colaboravam, cada um do seu modo. Assim, só podia dar no que deu: uma família que formou três santos. No casamento, o casal faz um juramento diante de Deus, da Igreja e dos familiares; um juramento de permanecerem unidos até o fim da vida.

Quando o profeta Simeão pegou Jesus nos braços, ele disse a Maria: “Este menino vai ser causa tanto de queda como de reerguimento para muitos em Israel. Ele será um sinal de contradição. Assim serão revelados os pensamentos de muitos corações. Quanto a ti, uma espada te traspassará a alma”.

O mundo tem outros valores e segue outro caminho. Por isso que Jesus foi um sinal de contradição, e a mãe sofreu com ele. Todos os seguidores de Jesus têm a mesma sina: ser um sinal de contradição e ter a espada de dor.

Simeão disse, em sua profecia, que “serão revelados os pensamentos de muitos corações”. Diante de Jesus, caem as máscaras. As pessoas malandras não conseguem esconder suas falcatruas. As maldades aparecem, e os primeiros a sofrerem as consequências são os cristãos.

Certa vez, um viajante contratou um burro para levar uma pequena carga porque estava indo para um lugar distante. O dono do animal foi junto, porque sabia lidar com ele.

Como o calor estava muito forte e o sol brilhava intensamente, o viajante parou para descansar e buscou abrigo na sombra do burro. Acontece que a sombra só protegia uma pessoa e tanto o viajante como o dono do burro a reivindicavam. Por isso surgiu entre eles uma violenta disputa sobre qual teria o direito de desfrutá-la. O proprietário dizia que alugou apenas o burro e não a sua sombra. O viajante afirmava que ao alugar o burro alugou também a sua sombra.

A disputa prosseguiu com palavras e socos e, enquanto os homens brigavam, o burro galopou para longe.

Ao disputar pela sombra, frequentemente nós perdemos a substância. Precisamos trabalhar pela nossa união, a fim de imitarmos a família de Nazaré.

Muitas vezes, por questões pequenas e sem nenhuma importância, acabamos perdendo a nossa paz e até o estímulo para seguir em frente. Perdemos a amizade de pessoas que por longo tempo estiveram ao nosso lado e afastamos pessoas queridas simplesmente porque não concordamos com situações que, sem esforço, poderiam ser desprezadas. Deixamos que um ato de teimosia, nosso ou de alguém com quem lidamos, interfira em nosso relacionamento, ditando regras de conduta para nossas atitudes.

Vamos pedir à Família de Nazaré que nos ajude a segui-la em tudo, mesmo que nos venham espadas e cruzes. No meio de um mundo de mentira, que vivamos na verdade. No meio de um mundo de violência, que vivamos na paz. No meio de um mundo de tristeza, que vivamos na alegria. No meio de um mundo de egoísmo, que vivamos no amor. No meio de um mundo ganancioso, que pratiquemos a partilha.

Luz para iluminar as nações.”

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Liturgia Diária 28/12/16

Liturgia Diária 28/12/16 (Quarta) – Mateus 2, 13-18.

Bom dia. REFLEXÃO DE HELENA SERPA.

“A onisciência e a onipotência de Deus superam as armadilhas do mal, pois Ele envia os Seus mensageiros para advertir àqueles que fazem a Sua vontade.

Até o Filho de Deus foi vítima da articulação de satanás quando, por meio de Herodes, tentou desarticular o Plano de Deus para a humanidade.

No entanto, o plano se cumpriu apesar dos percalços e entraves que o Seu inimigo tentou colocar. Por isso, o anjo do Senhor apareceu a José e mandou que este pegasse o menino e sua mãe para fugir da fúria do rei.

José obedeceu e partiu para o Egito onde permaneceu até a morte de Herodes.

Mesmo assim as crianças de Belém sofreram as consequências da cólera do rei que mandou matar todas as que tivessem de dois anos para baixo.

Assim também acontece nos nossos dias.

O demônio continua tramando e montando armadilhas para que os filhos de Deus caiam e se submetam às suas investidas, tentando-os e flagelando-os com o pecado.

Somente aqueles que estão em sintonia com Deus, que obedecem à Sua Palavra e creem verdadeiramente em Jesus conseguem se livrar das garras do inimigo.

Por isso, hoje, vemos tantos jovens com a vida destroçada, tantas famílias em desarmonia, guerra, fome, miséria.

O pecado devasta o mundo e se não tivermos firmados nos ensinamentos evangélicos iremos também sucumbir com ele.

Hoje também os inocentes pagam o preço da insanidade dos “reis” que procuram vítimas para suas frustrações.

No entanto, nunca poderemos esmorecer, pois o anjo do Senhor está perto e na hora precisa, também ele nos dirá: “Levanta-te e vai para o Egito”.

O Egito é lugar de penúria, de solidão, mas é também lugar de purificação, onde nos encontramos conosco mesmos e com Deus, e depois, retornamos para encontrar os irmãos.”

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Liturgia Diária 27/12/16

Liturgia Diária 27/12/16 (Terça) – João 20, 2-8.

Bom dia. REFLEXÃO DE JAILSON FERREIRA.

“Eu costumo dizer que quando alguém fala ou escreve sobre outra pessoa, acaba revelando mais sobre si mesmo do que sobre a pessoa de quem fala ou escreve. Assim é com São João Zebedeu (o Evangelista). Hoje é o dia dele, e a Liturgia escolhida para refletirmos é a que narra o momento em que ele e Pedro descobrem que Jesus não estava mais no túmulo.

É interessante observar que João não costuma citar seu próprio nome nas suas narrações, mas o seu título de “discípulo amado”.

O que podemos concluir disso?

Que João se sentia, de fato, mais amado por Jesus que os outros.

Mas será que os outros também não se achavam mais amados que os demais?

Ou ao menos, amados compativelmente a abertura que eles davam ao amor de Jesus?

O que eu quero dizer nessa primeira parte da reflexão é que nós sentimos o amor de Jesus de acordo com a abertura que nós damos ao amor d’Ele por nós. João era o discípulo mais aberto ao amor, talvez fosse o mais carente, já que era o mais jovem… E Jesus não o deixou desamparado: “Mulher, eis aí teu filho. Filho, eis aí tua mãe.”

O outro ponto que gostaria de frisar na reflexão de hoje é a última frase: “Ele viu e acreditou”.

Acreditou em quê?

Afinal, Maria Madalena havia dito que não sabia para onde haviam levado o corpo do Senhor. O estilo de narrar de São João não deixava tudo bem explicado, como São Lucas, por exemplo. Quando São João diz que “viu e acreditou” naquele momento, nós deduzimos que ele viu o túmulo vazio e acreditou na Ressurreição de Jesus. E isso nos leva a uma conclusão óbvia: ele e os outros apóstolos, mais do que não acreditar, não entendiam o que Jesus havia falado e repetido várias vezes sobre a Ressurreição.

Provavelmente, este foi o momento em que João teve aquele “estalo”!

O momento em que “apareceu aquela lâmpada acesa em cima de sua cabeça”, e ele percebeu como tinha sido burro e incrédulo, de não ter entendido e acreditado antes naquilo que Jesus já vinha falando há tanto tempo de forma tão clara!

Mas ele entendeu e acreditou!

E você?

Acredita mesmo que Jesus ressuscitou, subiu aos céus e está sentado à direita de Deus Pai, onde há de julgar os vivos e os mortos?

Ou só repete isso, sem pensar no que está dizendo?

O nosso cristianismo só existe até hoje porque pessoas sérias acreditaram nisso a tal ponto que preferiram morrer a negar essa crença. E nós só conseguiremos trazer mais pessoas se acreditarmos que Jesus ressuscitou e nós também iremos ressuscitar um dia…”

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