Liturgia Diária 19/12/16

Liturgia Diária 19/12/16 (Segunda) – Lucas 1, 5-25.

Boa tarde. REFLEXÃO DO JAILSON FERREIRA.

“Zacarias e Isabel: Deus quer precisar dos idosos.

O Evangelho de hoje narra os acontecimentos que antecederam o nascimento de João Batista.

São Lucas nos dá a oportunidade de conhecer os pais de João. E é sobre esse casal que nós vamos falar hoje e tentar aprender um pouco, partindo da sua história.

Primeiro ponto importante: era um casal idoso, e ainda por cima, ela era estéril.

Na palestina daquela época era costume se ter muitos filhos. Isso era um sinal de fertilidade e era considerada uma bênção de Deus. Quando um casal não tinha filhos, era como se Deus não tivesse abençoado o casal. E isso era motivo de vergonha e humilhação, principalmente para a mulher.

Veja só: Deus poderia ter escolhido um casal jovem para ser a família de João Batista, mas preferiu um casal de idosos. E esse não foi o primeiro casal de idosos que Deus confiou tão grande missão…

No Antigo Testamento está cheio de casos assim.

Daí podemos tirar a primeira lição de hoje: para servir a Deus, idade não é desculpa!

Zacarias ainda tentou se esquivar dizendo: “Mas como isso pode acontecer? Eu sou um velho, e minha mulher também…”

Do mesmo jeito que muitos velhos de hoje preferem ficar no seu cantinho, com a boca aberta, cheia de dentes (ou não), olhando o tempo passar, e esperando a morte chegar…

E quando eu digo “velho”, não estou me referindo aos que têm idade avançada não, mas principalmente àqueles que acham que já passou o seu tempo, que já deu o que tinha que dar…

O segundo ponto que acho importante frisar hoje é a superação de João Batista frente aos problemas que ele teve que superar desde antes do seu nascimento.

Vá enumerando aí…

Ser criado por pais idosos…

A mãe que foi se esconder nas montanhas quando engravidou…

A provável morte dos pais ainda durante a sua infância ou adolescência (já que eram idosos) …

Ter que aprender a se virar sozinho (por isso foi morar no deserto, e aprendeu a comer gafanhotos, mel do campo, e se vestir com a pele de animais) …

João Batista tinha tudo para ser um coitadinho, mas aprendeu a superar as dificuldades desde pequeno.

Provavelmente, pelos pais serem idosos, ele passou a ajudá-los nos afazeres da casa desde que aprendeu a andar…

Isso, para uma criança, poderia ser traumatizante, mas João não se deixou abater por nada.

Como já dizia Padre Léo, “João Batista foi um trator de esteira: veio aplainar o terreno pra Jesus!”

A mensagem de hoje é de incentivo, de ânimo!

Não se deixar abater pelas dificuldades, e enfrentar os obstáculos! ÂNIMO!!!”

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Liturgia Diária 18/12/16

Liturgia Diária 18/12/16 (domingo) – Mateus 1, 18-24.

Boa tarde. REFLEXÃO DA HELENA SERPA

“Foi a Palavra de Deus que fez com que José assumisse a sua missão de protagonista da salvação.

Conhecer a Palavra do Senhor é, pois, algo imprescindível para a nossa caminhada de filhos e filhas de Deus.

Dificilmente José teria aceitado aquela situação se não lhe fosse revelado o mistério da concepção de Jesus, pelo poder do Espírito Santo.

Quando apareceu em sonho a José o anjo do Senhor se referiu à profecia de Isaías para confirmar a origem do filho que havia sido concebido no seio de Maria.

Sendo ele, portanto, um homem que tinha intimidade com a Escritura Sagrada, ao acordar não teve mais dúvidas em fazer como o anjo do Senhor lhe havia ordenado.

A Bíblia é como um receituário que nos prescreve o remédio e a solução certa para todas as nossas necessidades.

No entanto, precisa ficar bem claro na nossa mente que não nos basta abri-La quando estamos precisando de alguma coisa, pois assim não saberíamos encontrar o que desejamos.

A Palavra precisa estar gravada no nosso coração, na nossa mente e em nossas mãos, isto é, entranhada na nossa vida de modo que sejamos movidos por Ela, nos pensamentos, sentimentos e ações.

Porém, sabemos que Deus nunca invade a nossa vida quando precisa de nós para realizar qualquer obra.

De alguma forma, ele nos envia mensageiros para apascentar o nosso coração.

Se estivermos atentos aos Seus sinais iremos descobrindo o rumo que Ele quer dar à nossa vida.

Todavia, precisamos sempre ter o cuidado de confirmar os acenos que recebemos na Palavra do Senhor a fim de que o nosso coração esteja em paz e nós possamos caminhar seguros.

O exemplo de José e Maria é para nós o maior testemunho de fé na Palavra de Deus, por isso, precisamos segui-lo.”

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E seguindo a reflexão de nossa irmã em Cristo, Helena Serpa, esta nossa necessidade de conhecermos a Palavra e de darmos o nosso SIM às coisas de Deus é sempre nos colocada à nossa frente, e peço ao Espírito Santo que nos dê a sabedoria e discernimento para compreendermos e a fortaleza e fé para nos aventurarmos nos seus caminhos.

E eu gostaria da permissão de todos, mas, em especial neste 4º Domingo do Advento, em nossa comunidade paroquial Deus chamou pelo nome pessoas que aceitaram a dar um novo passo em sua caminhada em prol da Igreja e do Reino, onde se aventurarão no Ministério Extraordinário da Sagrada Comunhão, levando o Corpo do Senhor e fazendo comunhão àqueles que mais precisam.

Não diferente disso, outros entregaram o seu Ministério, é verdade, mas não porque desistiram, mas porque, Deus os chamou para se aventurarem em outra função, em outra pastoral, em outro serviço, onde que novamente, o Senhor os chamará pelo nome, pois, Ele, Deus, conhecendo seus corações, sabe que o chamado a eles feitos serão prontamente atendidos, pois ali, o Espírito Santo fez morada.

Agora, para todos nós que estamos em novas missões, ou no Ministério Extraordinário da Sagrada Comunhão ou nas diversas pastorais e serviços de nossa paróquia, um pequeno alerta, não queiramos ser céticos e duros de coração e colocarmos inúmeros problemas e dificuldades diante do chamado de Deus para a nossa família e para a nossa comunidade.

Ou será que achamos que José não tinha dúvidas?

Ou será que acreditamos que em Maria tudo foi felicidade?

Sabemos que não foi, mas tudo foi diferente quando prontamente atenderam as ordens do Pai e, mesmo sem as evidências e provas que nós teimamos e costumamos a exigir de Deus, eles confiaram e obedeceram à risca tudo o que lhe foi proposto pelo Senhor, primeiro, pelo conhecimento da Palavra, e depois pelo amor e a fé que tinham em Deus.

Hoje, as “ordens” de Deus nos chegam através das pessoas que nos cercam (família e amigos) e nos orientam (sacerdote e comunidade de fé). Tudo isso nos fala de Deus, portanto, precisamos com muita atenção, sondar os pensamentos que o Espírito Santo nos revela a fim de pôr em prática a vontade do Pai para a nossa vida, e assim, nos tornarmos justos e justas, como José, Maria e Jesus e todos os que nos precederam.

Precisamos crer nos mistérios de nossa fé e nos converter à Palavra do Senhor! Tenhamos um abençoado domingo, na graça de Deus!

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Liturgia Diária 17/12/16

Liturgia Diária 17/12/16 (Sábado) – Mateus 1, 1-17.

Bom dia. REFLEXÃO DO DIÁC. JOSÉ DA CRUZ.

“Na Família de cada um de nós, avançando pela nossa árvore genealógica, vamos encontrar pessoas boas e más, gente da qual temos orgulho em ser parente, e pessoas que não queremos lembrar que fazem parte da nossa família. Jesus de Nazaré também teve uma Genealogia que, no caso remonta a Abraão, Patriarca que deu origem ao Povo de Israel, e que as pessoas nem sempre são perfeitas. Judá e seus irmãos venderam José, depois de o colocarem no fundo de um poço.

Este Evangelho acentua duas coisas: primeiro, que Jesus pertence de fato ao Povo de Israel, nasceu Judeu e se manteve fiel à religião dos seus antepassados; por outro lado, mostra-nos também que Jesus estava enraizado na Humanidade e fazia parte dela, tendo assumido a nossa natureza.  Jesus não quis pertencer a uma estirpe de moral inabalável, de pessoas perfeitas, que só faziam o “religiosamente” correto. O próprio Rei Davi se assumiu, como de fato foi, um grande pecador.

É com este homem frágil e limitado que Jesus se encontrou plenamente no seio virginal de Maria, assumindo a nossa carne, fazendo-se um de nós.

Nos dias de hoje, muitos olham para a nossa Igreja com certa desconfiança, condenando-a pelos pecados do passado, principalmente os cometidos na Idade Média (Idade das Trevas), contra a Igreja de Cristo, fazendo-a sofrer acusações odiosas, justamente porque pretendiam que a Igreja fosse sempre santa, pura, íntegra em sua conduta moral. Cobram isso dos Pastores, do Papa, dos Cardeais, dos Bispos, dos Sacerdotes e Diáconos, e muitas vezes usam isso como pretexto para abandoná-la ou negá-la diante dos homens. Somos da Família de Jesus, como Povo da Nova Aliança que nasceu no supremo Ato de Amor de Jesus na cruz.

Exatamente como os conterrâneos de Jesus O viam, as Lideranças Religiosas do seu tempo, não gostavam e não aprovavam um Messias tão humano, e por isso Ele acabou sendo preso e condenado à morte infame da cruz. Foi o preço que pagou por não corresponder à ideia distorcida que algumas pessoas tinham d’Ele.

Neste Evangelho somos desafiados a olhar para este Jesus Cristo, que é Homem e Deus, Deus feito Homem, que assumiu a nossa carne, que aceitou o risco de ser olhado como pecador, porque o seu Amor Grandioso e Fiel, fê-Lo superar a dor da rejeição, respondendo a todos com o Sinal da Cruz Redentora, quando aceitou morrer por todos, até mesmo pelos que O rejeitaram e O recusam ainda hoje.

Essa grandiosidade do Amor de Deus, capaz de tamanha obra, começa precisamente na Noite de Natal, quando a nossa Esperança está na frágil Criança da manjedoura.”

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Liturgia Diária 16/12/16

Liturgia Diária 16/12/16 (Sexta) – João 5, 33-36.

Bom dia. REFLEXÃO DO JOSÉ SALVIANO.

“”João não é o Messias, ele veio para dar testemunho do Messias, ele é a lâmpada que vem para anunciar a verdadeira luz que vem a esse mundo. E João foi fiel à sua missão, ele deu testemunho da verdade, mostrando a presença do Filho de Deus no meio dos homens. Porém, nem todos estavam atentos à mensagem de João e abriram seus corações para a mensagem de Jesus. Por isso é que Jesus realiza as suas obras: para que, por meio delas, aqueles que não o reconheceram pelo testemunho de João pudessem reconhecê-lo. É por isso que as obras de Jesus são um grande sinal de que ele é o Messias, o Filho de Deus”. (C.N.B.B.)

João está pregando na borda do deserto, nas proximidades do rio Jordão. Está anunciando a vinda do Menino Jesus. Ele prepara “o caminho do Senhor” para uma nova terra, a terra prometida, uma terra onde o Judaísmo foi desfigurado, o povo descriminado, oprimido e até escravizado, pelo governo teocrático do Saduceus e outros privilegiados. João Batista é aquele que anuncia a solução definitiva para tudo isso desde que façamos a nossa parte. Desde que endireitemos os nossos caminhos e trabalhemos na construção de um mundo novo de justiça e paz, a qual encontra sua plenitude em Jesus, o Filho de Deus.

A sua missão local é discernir e libertar o povo das falsas ideologias emanadas do poder econômico, associado ao poder político-religioso centralizado em Jerusalém pela aristocracia dominante.

João Batista na esperança de que o Messias vai realizar isso e muito mais, sugere que devemos mudar totalmente a nossa perspectiva de vida.

Colinas ou montes e vales representam hoje os altos e baixos da nossa personalidade. Um dia estamos com Deus, e no outro dia o expulsamos de nós pelo pecado cometido. João nos exorta a parar com essa vida de aproximação e afastamento de Deus.

Caminhos esburacados são os pequenos pecados veniais, que vão esburacando e enfraquecendo o nosso estado de graça, até se transformar em uma cratera que só uma confissão pode aterrar.

Caminhos tortuosos são os nossos vacilos de fé. Uma guinada para a direita, quando estamos em alta com a nossa fé. Uma virada para a esquerda é quando surge uma dúvida, um questionamento, que é digno daquele puxão de orelha que Jesus deu a Pedro. “Porque duvidaste? Homem de pouca fé”.

João nos convida a endireitar a nossa vida espiritual para que nos tornemos menos indignos de receber o Filho de Deus. Assim como precisamos hoje nos tornar menos indignos de receber Jesus nas aparências de pão e de vinho.

E faremos isso quando precisamos. Quando ao pecar gravemente, voltemos a amizade com Deus através de uma boa confissão. E é bom que façamos uma boa limpeza em nossa alma procurando o sacerdote para receber Jesus Menino. Para que a nossa alegria na noite de Natal não seja uma alegria meramente social, mais sim uma alegria celestial. Uma alegria que brota de nosso interior modificado pela presença de Cristo. Uma alegria que não é apenas pelo presente que ganhamos ou pela embriaguez da bebida que tomamos. Mas sim, uma alegria de quem está comemorando o aniversário de Cristo, aquele que quis ser o alimento da nossa alma e que recebemos através da Hóstia Consagrada.

A satisfação de fazer as pazes com o irmão, de perdoá-lo, e de voltar a desejar a ele um feliz natal do fundo da alma, não só a ele, mas a todos os irmãos e irmãs do nosso convívio.

Advento é a espera desse momento maravilhoso! Cristo não vai nascer no próximo dia 25 de dezembro. Vamos comemorar o seu aniversário. Mas Ele pode e deve nascer ou renascer em cada um de nós.

Siga você também o exemplo de João.”

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Liturgia Diária 15/12/16

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Liturgia Diária 14/12/16

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Liturgia Diária 13/12/16

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